Cresce o investimento em equipamentos de segurança eletrônica em Minas Gerais

Só em 2011 foram instaladas 130 mil câmeras de segurança na capital mineira, número que deve crescer mais de 10% em 2012. Essas e outras discussões sobre as oportunidades que se apresentam ao mercado de sistemas eletrônicos de segurança, poderão ser conferidas durante o Simpósio de sistemas eletrônicos de segurança em Belo Horizonte
O mercado de sistemas eletrônicos de segurança está em pleno crescimento, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda aquecida com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país. Em 2011, o setor cresceu quase 10%, com faturamento de US$ 1,83 bilhão, conforme dados da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). No estado de Minas Gerais, o cenário não é diferente. O SIESE-MG (Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança de Minas Gerais) estima que 130 mil novos equipamentos tenham sido instalados em imóveis da cidade de Belo Horizonte ao longo de 2011, é como se cada grupo de dezoito moradores ganhasse uma câmera nova. Neste ano, a previsão é de que esses números aumentem 11%.
Nos dias 09 e 10 de Agosto, profissionais e empresários do setor de sistemas eletrônicos de segurança de Belo Horizonte terão a oportunidade de se atualizarem sobre os principais desafios e oportunidades do mercado para os próximos anos, durante o Simpósio Regional ABESE/Sudeste, que será realizado na capital mineira.
Somente a região Sudeste do Brasil representa 51% do mercado de sistemas eletrônicos de segurança no País. Considerando 1 100 reais como o preço médio de uma câmera, a entidade estima que cerca de 130 mil novos equipamentos tenham sido instalados em imóveis da cidade ao longo de 2011. “O fato do Sudeste ser a região onde este mercado mais se concentra é ainda outro ponto de grande relevância para realização do encontro, pois torna-se ainda mais necessário promover a reciclagem e a união das empresas para fortalecer e alcançar regulamentação e maior profissionalização”, destaca Agnaldo Pereira dos Santos, presidente do SIESE-MG.

No primeiro dia do evento, serão abordadas as particularidades do mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES) em Minas Gerais; os benefícios e oportunidades no setor; os avanços da Federação Interestadual de SES, a questão da invasão de privacidade, a formação de preços nesse mercado, além de uma palestra motivacional sobre vendas. Já no segundo dia, os empresários terão a oportunidade de participar de um curso completo sobre Gestão de Alarmes Falsos.

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Evento reunirá empresários para discutir gestão e novas oportunidades no mercado de segurança eletrônica

O estado do Paraná, juntamente com Santa Catarina e Rio Grande do Sul, representa 22% do mercado de sistemas eletrônicos de Segurança no país, que, em 2011, cresceu mais de 10%, com faturamento de US$ 1,83 bilhão, conforme dados da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança).

Para manter o setor atualizado e atento às oportunidades relacionadas às tecnologias de segurança eletrônica, a ABESE realiza um ciclo de palestras e um curso de gestão para os empresários do mercado no Estado do Paraná, em 28 de junho, no Hotel Lizon.

“O Simpósio retorna ao Estado do Paraná com um formato diferente, orientando os participantes nas melhores práticas aplicadas na gestão empresarial e alinhando os conceitos com as necessidades das empresas de sistemas eletrônicos de segurança”, explica Carlos Progianti, presidente da ABESE. “Nosso setor tem crescido em média 11% ao ano, nos últimos 5 anos, estatística que deverá permanecer, uma vez que o mercado é relativamente novo e deverá manter seu crescimento nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda aquecida com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país”, acrescenta.

Promovido pela ABESE em parceria com o SIESE-PR (Sindicado das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Paraná), o evento abordará as particularidades desse mercado no Paraná; os avanços, benefícios, desafios e oportunidades no setor; os primeiros passos da Federação Interestadual de SES, além de questões jurídicas como o Projeto de Lei 1759/2007 e o Estatuto da Segurança Privada e invasão de privacidade. Os empresários também terão a oportunidade de participar de um curso completo de gestão envolvendo os fundamentos e modelos existentes de gestão empresarial.

De acordo com Marcelo Mengatto, presidente do SIESE-PR, o encontro proporciona um reforço significativo para a legitimidade da atividade e a identidade que a atividade de Segurança Eletrônica tanto precisa. “Essa ação acontece em um momento muito oportuno. Primeiramente, porque a segurança eletrônica tem ganhado cada vez mais espaço no dia-a-dia da sociedade, auxiliando no combate à criminalidade. Em segundo, porque o País abrigará megaeventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas e o setor precisa se adaptar para atender a todas as exigências e adequações necessárias e não perder esta grande oportunidade”, finaliza.

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Congresso Internacional de Segurança é lançado durante a 15ª Exposec

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança também aproveitou a feira para lançar cursos de capacitação para profissionais, em parceria com o SENAI

Durante a 15ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), realizada de 08 a 10 de maio em São Paulo, Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), anunciou a oitava edição do Congresso Internacional de Segurança (CIS), que acontece em 29 e 30 de novembro, no Novotel Jaraguá, em São Paulo, com o tema “Oportunidades e Perspectivas do Vídeo Monitoramento”.

O tema escolhido para a oitava edição do Congresso está relacionado a uma significativa parcela do mercado: o setor de sistema de circuito fechado de TV, que representa 43% do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, e reflete o momento aquecido pelo qual esse mercado vem passando. Os temas das palestras vão abordar desde o cenário dos estádios e grandes área para eventos esportivos até o perfil psicológico e traumas em estações de monitoramento. Na programação, estão confirmados palestrantes da Argentina, Espanha, Estados Unidos e Itália, além de importantes instituições como Universidade de São Paulo, Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), Grupo de Estudos Técnicos de Madri, entre outros.

A ABESE também aproveitou a feira para divulgar a parceria que acaba de ser fechada com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, por meio do Departamento de Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Por meio do acordo, inicialmente serão realizados dois cursos de capacitação para profissionais do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, um curso de qualificação para eletricista instalador e outro de aperfeiçoamento profissional. “Esse é um momento especial para o mercado de segurança eletrônica que carece de mão de obra especializada e contará, a partir de agora, com a renomada experiência do SENAI”, afirma Carlos Progianti.

Realizada pela ABESE, a Exposec foi palco de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica. Foram mais de 2 mil itens, envolvendo circuito fechado de TV, controle de acesso, blindagem, alarmes, centrais de proteção perimetral, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança e outras tecnologias. De acordo com Progianti, as oportunidades de negócios estão mais aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de crimes e suspeitos, além do momento aquecido por causa da demanda gerada pela realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País, e o sucesso da Exposec reflete esse cenário. A feira já tem data marcada para o próximo ano, de 14 a 16 de maio de 2013.

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2011 com um crescimento de 11%, registrando um faturamento de US$ 1,830 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 11% no Brasil, conta atualmente com mais de 18 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.

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Mercado avança com a evolução das câmeras inteligentes

Por Carlos Progianti*
Você já parou para avaliar a quantidade de câmeras a que você está exposto no decorrer de um dia? Ou melhor: por quantas câmeras você passa no trajeto entre sua casa e o trabalho?
Muitas é a melhor resposta. São câmeras da CET (Central de Engenharia de Tráfego), câmeras de segurança do seu prédio, dos prédios vizinhos, dos estabelecimentos comerciais, dos elevadores, do metro, do aeroporto, dos bancos. Enfim, em uma cidade como São Paulo, são muitas, milhares. Seguramente mais de 1 milhão de câmeras instaladas na cidade.
E é nessa mesma cidade, que, segundo as Estatísticas Mensais da Criminalidade, contabilizadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública (SSP), houve um menor número de homicídios durante o mês de janeiro em sua história recente. A SSP atribui a redução dos homicídios à intensificação do patrulhamento ostensivo, com retirada da armas ilegais das ruas, e à investigação de crimes, com identificação e prisão dos autores
É nesse processo de identificação que as câmeras se consolidam como ferramenta fundamental. Hoje, é constante a declaração da polícia diante de algum episódio/ crime, de que irá consultar as câmeras disponíveis no local.
Mas também é a partir desse conceito que podemos avançar e investir em monitoramento constante e eficiente. É a conhecida história de agir por prevenção e não por reação.
Apenas um exemplo, recentemente dirigentes da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) estiveram na Espanha para uma visita técnica e acompanhamento do Salão Internacional da Segurança (SICUR), em Madri. Já no Aeroporto Barajas, que recebe 50 milhões de passageiros por ano, foi possível identificar o quanto o Brasil precisa avançar nos investimentos em sistemas eletrônicos de segurança. Barajas possui 5000 câmeras de monitoramento instaladas, ante 600 câmeras do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica (SP). Para efeito de comparação, o Aeroporto Heatrow, em Londres, possui 5000 câmeras e o J John F. Kennedy, em Nova York, 4500 câmeras.
Outro ponto que merece atenção é o cenário em torno da realização dos eventos esportivos que serão realizados no país. Muito temos ouvido falar da questão da segurança nos estádios, mas é preciso abrir o leque e olhar ao redor, pois a necessidade de investimento em segurança eletrônica será bem maior. A cidade deverá estar mais protegida e a segurança será expandida nos hotéis, aeroportos, área públicas, shopping centers e outros locais.
Assim, é possível dizer que o mercado de sistemas eletrônicos de segurança poderá crescer cerca de 30% nos próximos dois anos. De acordo com a ABESE, entre 2006 e 2010, só o faturamento do setor de segurança eletrônica inflou 64% na cidade, de 256 milhões para 420 milhões de reais. Além disso, nos últimos oito anos, o mercado de segurança eletrônica cresceu 13%, sendo a região Sudeste responsável por 52% do total.
Nesse cenário, os sistemas de circuitos de TV continuam como uma das principais tecnologias aplicadas em segurança, atingindo 43%. Afinal, além de gravar imagens, as câmeras estão cada vez mais inteligentes, podendo servir como sensores de presença e até executar tarefas que antes exigiam controle humano, como aproximação automática diante de situação suspeita.
Portanto, é incontestável a importância do vídeo monitoramento para a evolução das questões que envolvem a segurança. E junto dessa discussão muito ouviremos sobre gestão para central de vídeo monitoramento, gestão de identificação e controle de acesso, responsabilidade legal das centrais de monitoramento, importância da segurança da informação, a evolução dos sistemas integrados de segurança, entre outros. Estamos apenas no começo.
*Carlos Progianti é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE.

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São Paulo será sede de simpósio sobre gestão e estratégia para o mercado de segurança eletrônica

Entre 12 e 13 de abril, durante Simpósio Regional ABESE/SUDESTE, no Hotel Address Executive (SP), a capital do Estado sediará um importante encontro abordando os desafios, as novidades, a legislação entre outros temas de um mercado que cresce a dois dígitos por ano e terá chances de negócios ampliadas pelos próximos megaeventos esportivos sediados no país até 2016.
A região sudeste do país representa mais de 50% do mercado nacional de sistemas eletrônicos de segurança. Com taxa de crescimento superior a 10% ao ano, esse mercado reúne fabricantes, distribuidores, integradores, monitoradores, revendedores e instaladores de Sistemas de alarmes contra intrusos, de circuitos fechados de TV, de controle de acesso, além de outras tecnologias.
Nesse cenário, São Paulo reúne 60% das empresas associadas à ABESE, entidade que representa o setor de sistemas eletrônicos de segurança, e por isso foi escolhida para receber o Simpósio regional realizado pela entidade para levar profissionalismo e desenvolvimento estratégico a esse mercado nas diferentes regiões do país.
Na programação do evento, Carlos Progianti, presidente da ABESE anunciará os dados de mercado 2011, revelando o faturamento do setor, a representatividade por estado e tipo de tecnologia, entre outros números. Serão abordadas também as particularidades do segmento em São Paulo; os avanços, benefícios, desafios e oportunidades no setor; os primeiros passos da Federação Interestadual de Sistemas Eletrônicos de Segurança – entidade constituída recentemente; o Selo de Qualidade ABESE – ferramenta que traz regulamentação às empresas do setor; técnicas de gestão de vendas, além do Estatuto da Segurança Privada, projeto da Polícia Federal que dispõe sobre as atividades de segurança privada, armadas ou desarmadas, e, portanto, reunirá em seu contexto a segurança eletrônica.
Os empresários terão a oportunidade de participar de um curso completo de gestão envolvendo os fundamentos e modelos existentes de gestão empresarial e os princípios de liderança, com o objetivo de orientar os participantes nas melhores práticas aplicadas na gestão empresarial e alinhar esses conceitos com as necessidades das empresas do segmento de sistemas eletrônicos de segurança.
“A Capital tinha esse anseio em receber o Simpósio, que está mais maduro com palestras mais estratégicas, trazendo assuntos de relevância para a realidade do mercado de sistemas eletrônicos de segurança. A iniciativa do Simpósio foi desenvolvida para profissionalizar e fortalecer o segmento de SES, que tem crescido significativamente nos últimos 10 anos e continuará em expansão. Isso porque nosso mercado é relativamente novo e deverá manter seu crescimento nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda aquecida com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país”, comenta o presidente da ABESE, Carlos Progianti.
Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), única entidade nacional representativa e promotora do evento, de um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos 3 anos.

Serviço: Simpósio Regional ABESE/SUDESTE
Quando: 12 e 13 de Abril – das 8h às 18h
Onde: Hotel Address Executive (Rua Amauri, 153 – Jardim Europa – São Paulo – SP)
Informações e inscrições: (11) 2198 1862 / eventos@textoassessoria.com.br

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Principal vitrine latino-americana do setor de segurança privada Exposec 2012 cresce 30%

A Feira Internacional de Segurança – Exposec chega em sua décima quinta edição em 2012 consolidada como referência do mercado de sistemas eletrônicos de segurança no Brasil e no mundo.
Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a 15ª edição da Exposec será realizada de 8 a 10 de maio de 2012 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
“A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como a principal vitrine do mercado, apresentando novidades, antecipando tendências, gerando negócios e, principalmente, difundindo conhecimentos e atualização para quem atua neste mercado”, afirma Carlos Progianti, presidente nacional da ABESE.
Neste ano, serão mais de 2 mil itens, envolvendo circuito fechado de TV, controle de acesso, blindagem, alarmes, centrais perimétricas, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança e outras tecnologias. Também estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias da feira. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2011, que foram de cerca de R$ 170 milhões. Segundo José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA, a edição 2012 será a maior de todas e já registra crescimento de 30% comparado à edição anterior.
Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado cresce a taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, por exemplo, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos.
Abrangente e completa, a 15ª Exposec também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.

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ABESE participa do 1º encontro com o Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA

Carlos Progianti, presidente da
ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança)
participou do 1º encontro entre a Gerência Geral do Comitê da FIFA e os
Representantes das Entidades de Classe e Patronal das Empresas de Segurança
Privada, no Rio de Janeiro. Junto com outras autoridades do setor discutiram
temas ligados a segurança durante a Copa do Mundo de 2014. “Foi muito importante participar deste encontro e
apresentar o perfil das empresas de sistemas eletrônicos de segurança. No
futuro teremos outros contatos para ter uma participação mais efetiva neste
grande evento, que será a Copa de 2014”, comenta Progianti. Um dos momentos
mais aguardados do evento foi a apresentação do Gerente de Planejamento do
Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil, Pedro Miranda, que explicou
como vai funcionar a contratação das empresas e o perfil desejado pela
organização.
Durante a reunião, os participantes discutiram
assuntos sobre o modelo da segurança eletrônica e debateram os perfis das
empresas de sistemas eletrônicos de segurança, como o modelo de segurança
integrada para a Copa das Confederações e Copa 2014; perfil, equipamentos e
capacitação dos profissionais; além de explicações sobre o contrato trabalhista
e a legislação pertinente.

 

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A evolução da segurança eletrônica

* Por Carlos Progianti

Números da Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica – ABESE, mostram os sistemas de Circuito Fechado de TV (CFTV) como a tecnologia de segurança eletrônica que mais cresceu nos últimos anos. Só em 2010, esse mercado representou 40% do faturamento do setor, cujo total foi de US$ 1,680 bilhão. Ele cresce respaldado não apenas por sua atividade principal de registrar imagens ou pelo elevado número de câmeras instaladas, mas também evolui tendo como recurso softwares de gestão de reconhecimento em controles de acesso e câmeras que também podem ser utilizadas como poderosos sensores de presença, proporcionando a visão necessária aos sistemas de alarme. Enfim, são ferramentas capazes de promover a integração de tecnologias de segurança capazes de comunicar, detectar e inibir ações problemáticas ou criminosas.

Alguns outros fatores também ajudam a explicar o crescimento constante no mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES). Questões como as oscilações do dólar e a popularização dos produtos e preços – que registram queda de 70% de 1999 até 2011, são fundamentais neste processo de evolução do mercado de SES. Todo esse cenário remete a um significativo conjunto de oportunidades e desafios do setor, especialmente, se lembrarmos que não existe uma legislação específica de âmbito nacional para a segurança eletrônica. Atualmente, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE e a Federação Interestadual das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – FENABESE participam ativamente das discussões envolvendo o Estatuto da Segurança Privada, projeto da Polícia Federal que dispõe sobre as atividades de segurança privada, armadas ou desarmadas, e, portanto, reunirá em seu contexto a segurança eletrônica.

Além disso, é cada vez maior o número de tecnologias apresentadas para o segmento de segurança eletrônica. Exemplo disso são os resultados da Exposec – Feira Internacional de Segurança, realizada em São Paulo, com a participação de mais 600 expositores e R$ 170 milhões em negócios em 2011, além da participação de aproximadamente 34 mil visitantes. O crescimento já traz reflexos na próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012. Realizada pela ABESE, a Exposec é palco de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica. A cada ano, a Exposec se reafirma no mercado como principal vitrine do segmento, além de ser uma oportunidade única para a troca de informações, discutir temas relevantes, novas tendências e direcionamentos desse mercado. E as oportunidades de negócios estão mais aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de crimes e suspeitos, além da expectativa por causa da demanda gerada pela realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País.

As novidades que tem se destacado no mercado de sistemas eletrônicos de segurança são inúmeras. No segmento de alarmes, pode-se citar os que passam pelo tipo de proteção com tecnologia sem cabeamento de sensores internos e externos, criando soluções de projetos de segurança mais limpo, seguro e rápido para instalar. Além disso, mais especificamente podemos citar as novidades em CFTV que são câmeras de IVA ou vídeo análise que por meio de meta dados conseguem analisar o comportamento humano e realizar a biometria por meio de reconhecimento facial.

Nos últimos dez anos, o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 26% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Já as tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda gerada pela Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Mais de 90% destes produtos são consumidos pelo setor não-residencial.

Além disso, os novos softwares criaram uma nova inteligência eletrônica e com certeza continuarão evoluindo nos próximos anos, facilitando a vida dos profissionais de segurança no desenvolvimento de projetos que aumentem a capacidade de prevenção nessa área, sendo um impulso tecnológico no que já era avançado, criando novas perspectivas. Também as várias opções em redes, a qualidade da imagem e a queda dos preços tem determinado o crescimento da tecnologia IP. O desenvolvimento do vídeo monitoramento remoto como serviço tem crescido e a tecnologia IP pode transmitir sem problemas uma imagem mais limpa. As escolhas de novas opções de câmeras e lentes pelos fabricantes, gravações remotas com maior qualidade aliada a softwares de gestão cada vez mais específicos, transformarão este mercado nos próximos anos.

O mercado está em expansão e as empresas têm o desafio de se preparar para esse crescimento. Nesse sentido, é fundamental a garantia da qualidade dos serviços prestados somado à qualidade da mão de obra. Por esse motivo, o planejamento estratégico da ABESE prioriza a capacitação, regulamentação e representatividade.

* Carlos Progianti é diretor da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE).

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Sistemas Eletrônicos de Segurança são aliados para inibir ação criminosa durante as férias

Todos os anos milhares de pessoas programam suas viagens nos meses de dezembro e janeiro. Seja de longa ou de curta duração, é imprescindível que todos tenham consciência de que é necessário atentar-se ainda mais à segurança dos imóveis, redobrando os cuidados e tomando as devidas precauções para evitar surpresas indesejadas. É justamente nessa época do ano que atitudes comuns, como avisar vizinhos ou deixar luzes acesas, tornam-se ineficazes ou até arriscadas, sinalizando a ausência de muitos moradores de uma mesma rua.

Com o aumento da criminalidade, sistemas eletrônicos de segurança são, cada vez mais , um aliado de peso na proteção de casas e condomínios, principalmente quando se viaja ou se ausenta por determinado período. Os cuidados começam com a escolha adequada da empresa prestadora do serviço de segurança eletrônica, seguido de uma detalhada análise de risco do local, para então definir a opção mais eficiente de acordo com a necessidade de cada imóvel.

“A implantação de alarmes, cercas elétricas ou Circuito Fechado de TV (CFTV) deve ser algo muito bem planejado. É recomendável que seja utilizado equipamento com monitoramento e possibilidade de conexão remota, o que permite acompanhar em tempo real o que está acontecendo no imóvel e, assim, agilizar o acionamento da polícia caso aconteça alguma invasão”, explica Carlos Progianti, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE.

Atualmente, existem avançadas tecnologias extremamente eficientes na proteção de imóveis. Se pensarmos em tendência mundial em segurança eletrônica podemos citar Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo, Sistemas avançados de identificação biométrica, Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências).

A ABESE também destaca as novidades em CFTV (Circuito Fechado de TV) que são câmeras de IVA ou vídeo análise que por meio de meta dados conseguem analisar o comportamento humano e ou reconhecimento biométrico. Outras novidades são os alarmes que passam pelo tipo de proteção com tecnologia totalmente sem cabeamento de sensores internos/externos criando soluções de projetos de segurança mais limpo, seguro e rápido para instalar.

Também há outros equipamentos em expansão, como as tecnologias de sistemas de controle de acesso – que tem registrado crescimento e representam 24% do mercado, e incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, íris, voz, palma da mão e facial).

Para aqueles que já possuem algum sistema eletrônico de segurança, alguns cuidados são fundamentais como, por exemplo, informar a companhia de monitoramento sobre a ausência, além de checar se os equipamentos estão com funcionamento e instalação adequados. Por outro lado, àqueles que ainda não aderiram aos sistemas eletrônicos de segurança, os cuidados são muitos. A ABESE ressalta que apenas empresas especializadas estão capacitadas para fazer uma análise completa sobre as fragilidades do imóvel e recomendar a instalação de equipamentos específicos para neutralizá-las.

“Somente um estudo feito com critério pode tornar a segurança do imóvel menos vulnerável e dar ao proprietário a real dimensão dos equipamentos que necessita como quantidade de câmeras e sensores para se ter um sistema confiável”, alerta Progianti.

Dentro deste contexto, o investimento em segurança eletrônica, setor que cresce a uma média de 13% ao ano, é uma medida eficiente para garantir a integridade de residências e condomínios, uma vez que estes sistemas são desenvolvidos com o objetivo de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. Em 2010, o segmento registrou crescimento de 12% no Brasil, com faturamento de US$ 1,68 bilhão.

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Congresso Internacional de Segurança discute desafios e oportunidades no mercado de sistemas eletrônicos de segurança

Conteúdo do evento destacou a evolução do vídeo monitoramento ,mercado que representa 40% do negócio de sistemas eletrônicos de segurança e traz perspectivas de crescimento expressivas para os próximos anos

Nos últimos dez anos, o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, valores que devem se repetir nos próximos anos analisando o potencial de crescimento das principais tecnologias do setor, como os sistemas de circuito fechado de TV – CFTV. A afirmação acima foi confirmada durante o VII Congresso Internacional de Segurança (CIS), realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), em 24 e 25 de novembro, em São Paulo.

Com o tema “A evolução do vídeo monitoramento além da segurança”, o VII CIS – Congresso Internacional de Segurança atraiu cerca de 120 participantes entre empresários, estudantes, associados e profissionais dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal. Todos interessados em ouvir dos experientes empresários palestrantes, sobre os desafios e, especialmente, as oportunidades para o mercado de CFTV, que representa 40% dos negócios de Sistemas Eletrônicos de Segurança (SES), seguido do mercado de sistemas de alarmes contra intrusos com 26% de participação, sistemas de controle de acesso com 24% e equipamentos de detecção e combate a incêndio com 10% do mercado.

“Nosso mercado é relativamente novo e deverá manter seu crescimento nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda do mercado com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país, bem como a utilização das tecnologias de SES pelos serviços públicos. Procuramos abordar esses aspectos durante as palestras do CIS, apresentando cases que ilustram a evolução do vídeo monitoramento, a importância da gestão adequada dos sistemas, a infraestrutura necessária para a implementação das tecnologias, além das tendências e oportunidades do setor”, afirma Carlos Progianti, presidente da ABESE.

Mário Filho, diretor da divisão de sistemas da Johnson Controls abriu a programação com a palestra tecnologia IP / HD, falando sobre os projetos com câmeras IP, tecnologias e case de sucesso, como por exemplo, a integração de sistemas tecnológicos para estádios e arenas. Em seguida Marcelo Colareno, diretor da Câmara Argentina de Segurança Eletrônica (CASEL), falou sobre controle de acesso e gestão de identificação, destacando os diferentes tipos de usuários. “A busca por novas tecnologias é constante, mas depende de inúmeros fatores. Por exemplo, acompanhamos todo o avanço da biometria, porém não vimos essa tecnologia se popularizar, por outro lado, podemos contar com sistemas bem acessíveis, contribuindo para popularizar a sua utilização, como o reconhecimento de impressões digitais, cercas elétricas e o monitoramento a distância”.

O diretor da área de monitoramento na Siemens no Brasil, Leandro Martins fez uma breve apresentação sobre o futuro das centrais de monitoramento. Logo após, Márcio Ferreira, gerente nacional de vendas da Intelbrás apresentou a gestão do processo de aquisição à segurança eletrônica. Encerrando o primeiro dia, Tácito Augusto Leite, diretor da Indra, ministrou sobre a importância da segurança da informação, explicando como proteger o sigilo dos clientes.

Danilo Leandro, gestor de tecnologia e André Campos, gestor de operações da Prosegur, além de abordar a evolução dos sistemas integrados de segurança, também apresentaram o resultado da participação da Empresa no evento Rock in Rio 2011. “Cerca de 500 profissionais estiveram envolvidos na operação que uniu equipe humana e tecnologia para fazer segurança com inteligência. Todos os profissionais que fizeram parte da operação passaram por um rígido treinamento, voltado especificamente para grandes eventos”, comentou Danilo Leandro. “Fazer a segurança de um evento é complicado, precisa de muito planejamento, pois não é fácil lidar com pessoas e isso pode gerar problemas. A segurança de grandes eventos demanda cautela, concentração e inteligência”, concluiu André Campos.

Nesse sentido, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que está presidindo o Comitê Público Olímpico, falou aos participantes no segundo dia do Congresso reforçando a importância da tecnologia somada à estrutura física para vencer com maestria a grande preocupação com a segurança nos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil nos próximos anos. “A segurança é a nossa principal preocupação. Por isso, reunir inteligência e tecnologia, cenário permitido com os sistemas eletrônicos de segurança será fundamental para garantir a segurança das atividades, comunidades e demais situações ao redor dos eventos esportivos”, afirmou.

O coordenador do Grupo de Estudos Técnicos de Segurança da Universidade de São Paulo, Ronaldo Pena, destacou um outro aspecto importante abrangendo a infraestrutura para implantação de centrais de vídeo monitoramento, apresentando os projetos de parcerias público-privadas para a implantação dos sistemas em diferentes projetos. Encerrando a sétima edição do CIS, o capitão da polícia militar Márcio Albuquerque, explanou sobre a importância do vídeo monitoramento público e os projetos da PM que envolvem as centrais de monitoramento e a aquisição de câmeras.

“Essa edição do CIS reuniu um público de visão e iniciativa interessado na oportunidade de adquirir conhecimento, trocar experiências, tirar dúvidas e gerar negócios, atitudes fundamentais para a evolução do mercado brasileiro de sistemas eletrônicos de segurança, que em 2010 movimentou a ordem de US$ 1,68 bilhão, e reúne mais de 12 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos”, completa o presidente da ABESE.

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