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Clipping Eletrônico A B E S E | quarta-feira | 1º | junho | 2011 | edição 235


US$2 bilhões
É QUANTO deve movimentara mercado de segurança eletrônica, no Brasil, até o fim de 2011. Impulsionado por novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones e tablets, o segmento deve manter... (Revista Istoé Dinheiro/SP – Maio.11  pg 11)

Abese lança cartilha gratuita com orientações de segurança
Manual está disponível na sede da associação, em São Paulo. Contra o aumento dos assaltos a condomínios, a Abese (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) lançou na semana passada em São Paulo... (Jornal Folha de S. Paulo/SP, Imóveis – 29/05/2011)

Tecnologia sem planejamento atrapalha segurança de condomínio
Câmeras espalhadas pelo condomínio costumam ser das primeiras providências tomadas para garantir a segurança do prédio, porém o sistema pode não ser o suficiente.Se mal projetado e com material de baixa confiança, o circuito de segurança... (Jornal Folha de S. Paulo/SP, Imóveis – 27/05/2011)

Segurança movimenta US$ 2 bi
Puxado por novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones ou tablets, o mercado brasileiro de segurança eletrônica deve chegar próximo a US$ 2 bilhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) em 2011. Segundo... (Portal Folha de Pernambuco, PE, 23/05/2011)

Mercado brasileiro de segurança eletrônica poderá atingir US$ 2 bilhões
Neste ano, o mercado brasileiro de segurança eletrônica possivelmente atingirá cerca de US$ 2 bilhões, segundo dados da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos). De acordo com... (Portal Info Money, SP, 23/05/2011; Jornal Correio do estado/MS – 23/05/2011)

Feira em SP aposta na biometria e no celular para tratar de segurança
A 14ª Exposec vai até esta quinta (26) na capital paulista.Aparelho que recebe ligação para abrir portão de casa é uma das atrações.Imagine estar a milhares de quilômetros de distância de casa e acionar a abertura do portão de entrada só com um toque no celular... (Portal G1, SP, 25/05/2011)

São Paulo tem uma câmera de segurança para cada dez pessoas
Número total de equipamentos espalhados pela cidade é superior a 1 milhão.Um levantamento feito pela ABESE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA) revelou que a cidade de São Paulo possui... (Portal R7, SP, 27/05/2011)

Quantidade de câmeras está acima da média
Na entrada da cidade, o aviso sobre o monitoramento. O número de câmeras de monitoramento de Mogi está acima do encontrado em grandes cidades espalhadas pelo País, segundo o diretor de comunicação da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS... (Portal Mogi News, SP, 29/05/2011)

Segurança condominial
A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) lançará dia 24 de maio, primeiro dia da 14ª Exposec (Feira Internacional de Segurança), que acontece até 26 de maio, uma Cartilha direcionada para a segurança em condomínios... (Portal Sindico Net, SP, 23/05/2011)

Dos bairros nobres à periferia, cercas elétricas se proliferam e instalações precárias preocupam
As cercas energizadas, popularmente conhecidas como cercas elétricas, há tempos deixaram de ser artigos de luxo e acabaram se tornando essenciais em grande parte das construções brasileiras. Em Campo Grande, por exemplo, elas estão presentes... (Portal Entreattos/MS – 23/05/2011)


 

Região Metropolitana de SP tem mais 4 casos de roubo a caixas eletrônicos
Bandidos roubaram máquinas na capital e também em Osasco e São Bernardo do Campo. Quatro casos de roubos a caixas eletrônicos foram registrados entre a noite de segunda-feira e a manhã desta terça-feira, 31, na capital e na Grande São Paulo... (Jornal O Estado de S. paulo/Sp – 31/05/2011)

PMs vão usar armas não letais em nova UPP do Rio
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), inaugurou na manhã do último dia 17/05, a 17ª UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da capital fluminense. A unidade fica no morro de São Carlos, no centro, e atenderá a cerca de 17 mil moradores... (Portal Revista Segurnça e CIA/SP – 26/05/2011)

Videomonitoramento reduz acidentes e infrações
O motorista que trafega pelas rodovias de acesso à Sorocaba, Raposo Tavares ou Castello Branco, já pode contar com a tecnologia a favor da sua segurança. No último ano, o Centro de Controle Operacional (CCO) da Viaoeste (em Barueri) ganhou... (Jornal O Cruzeiro do Sul/SP -29/05/2011)

Mogianos querem mais câmeras
Além de inibir ação de marginais, equipamentos proporcionam segurança às pessoas que andam pelas ruas. Inibir a ação de marginais, identificar criminosos e esclarecer crimes. Estes são os principais pontos positivos destacados pelos mogianos que aprovam... (Jornal Mogi news/SP – 29/05/2011)

Metrô de São Paulo usa tecnologia de CFTV IP da Pelco no monitoramento de estações
Melhorar cada vez mais a segurança dos usuários no sistema é uma constante da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô. Isso envolve, por exemplo, a melhoria dos métodos de monitoramento da segurança dos usuários... (Portal Incorporativa/SP – 31/05/2011)

Guarda Municipal de Uberaba (MG) se arma com pistolas de choque contra o crime na cidade
Os agentes da Guarda Municipal de Uberaba, no Triângulo Mineiro, começam a ser treinados nesta segunda-feira (30) para usar as novas armas de choque não letais adquiridas pela corporação – também conhecidas como pistolas taser.De acordo... (Portal UOL/SP – 30/05/2011)



TecVoz apresenta novos softwares
Os programas serão capazes de visualizar, integrar e gerenciar simultaneamente todos os equipamentos de segurança eletrônica da TecVoz e de todas as marcas de produtos IP do mercado.A TecVoz, empresa especializada em armazenamento, transmissão e captação de imagem e voz via rede ou internet, e referência no setor de CFTV... (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 24/05/2011)

Campo Grande deve implantar monitoramento em áreas estratégicas da cidade
O sistema de segurança pública em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, deve ser reforçado a partir da medida preventiva sobre a instalação de câmeras de vigilância em regiões de grande movimento. O assunto será debatido... (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 26/05/2011)

Vereadores aprovam projeto que obriga colocação de câmeras em escolas
Dois projetos de lei preventivos relacionados às escolas municipais foram aprovados em primeira discussão na 21ª sessão ordinária realizada pela Câmara Municipal. O primeiro deles, de autoria de José Francisco Martinez (PSDB)... (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 26/05/2011)


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US$2 bilhões

É QUANTO deve movimentara mercado de segurança eletrônica, no Brasil, até o fim de 2011. Impulsionado por novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones e tablets, o segmento deve manter acrescimento de 12%, o mesmo anotado em 2010.

(Revista Istoé Dinheiro/SP – Maio.11  pg 11)

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Abese lança cartilha gratuita com orientações de segurança

Manual está disponível na sede da associação, em São Paulo. Contra o aumento dos assaltos a condomínios, a Abese (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) lançou na semana passada em São Paulo uma cartilha sobre segurança para síndicos. De acordo com o manual, entre os problemas mais comuns nos circuitos de proteção instalados estão a falta de planejamento, a compra de equipamentos de baixa qualidade para reduzir custos e a contratação de equipamentos e vigilância sem a orientação de especialistas.

A compra de câmeras e monitores sem planejamento conforme o cotidiano do edifício pode criar apenas falsa impressão de segurança. "A tecnologia é uma importante ferramenta, mas, sem planejamento e integração com a rotina do condomínio, não funciona", aponta David Fernandes, consultor de segurança da Abese e autor da cartilha.O livro poderá ser obtido gratuitamente por síndicos e administradoras na associação (www.abese.org.br).

ORIENTAÇÃO

O lançamento ocorreu na feira Exposec, realizada de 24 a 26 de maio com novidades da eletrônica para o tema. É importante lembrar que, antes de iniciar a compra de materiais, o síndico deve contratar um consultor de segurança para fazer a análise de risco do condomínio.

Só assim é possível um projeto adequado para cada caso e até economia de recursos com mão de obra. "Um sistema de câmeras bem projetado pode reduzir a necessidade de vigilantes noturnos", afirma Leonardo Cassettari, gerente de marketing da TecVoz. A empresa apresentou um software com alarmes para manter o porteiro acordado. O sistema registra o tempo de resposta para monitorar a atenção na portaria.

(Jornal Folha de S. Paulo/SP, Imóveis – 29/05/2011)

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Tecnologia sem planejamento atrapalha segurança de condomínio

Câmeras espalhadas pelo condomínio costumam ser das primeiras providências tomadas para garantir a segurança do prédio, porém o sistema pode não ser o suficiente.Se mal projetado e com material de baixa confiança, o circuito de segurança pode ser burlado e pegar desprevenidos porteiro e moradores."Minicâmeras com baixa resolução na área externa do prédio podem servir de intimidação, mas não ajudam na hora de reconhecer um morador ou um ladrão", afirma Leonardo Cassettari, gerente de marketing da fornecedora Tec Voz.No entanto, modelos de pequeno porte e com resolução de 420 linhas podem ser usados sem problemas no "hall" do elevador ou em áreas internas do condomínio.Para as entradas e regiões fronteiriças do terreno, o melhor são câmeras profissionais. Nesse caso, é importante que a câmera tenha boa compensação de luz, assim poderá ter imagens nítidas mesmo quando os faróis de carros estiverem direcionados para a lente.Outro erro comum é o uso de apenas um computador, instalado na portaria, para comandar o sistema.O problema é que os ladrões podem, no dia do assalto, levar o computador e, com ele, as gravações de vídeo, alerta Flávio Domingues, diretor da empresa de segurança Carrer e Dom.

PROJETO

Antes de fazer o orçamento para turbinar a segurança do condomínio, o primeiro passo é procurar um profissional para realizar a análise de risco.Será o consultor de segurança o responsável por determinar as vulnerabilidades do condomínio e, dentro de um borderô predeterminado pelo síndico, criar um projeto de segurança."De pouco adianta uma empresa que vende o material fazer a análise de risco porque é de seu interesse a venda", considera o consultor de segurança David Fernandes, autor da cartilha sobre segurança de condomínios da Abese (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança).Projeto feito, é hora de garimpar orçamentos, sempre lembrando que há de se comparar equipamentos e instalações de qualidades semelhantes."Algumas empresas chegam a usar cola quente para prender os cabos de energia, em vez de protegê-los em tubulação", conta Domingues. O cabeamento deve vir dentro de tubos para ser protegido de alguém que queira cortá-lo.Baterias extras e fonte única de eletricidade com "nobreak" para todas as câmeras são necessárias para que o circuito continue trabalhando mesmo em caso de falta de energia elétrica.

PREÇO

Sem recorrer a jeitinhos para reduzir o custo, a Folha fez orçamento para circuitos de segurança de dois condomínios diferentes.Para uma área de 2.000 m² e uma torre, um circuito com 16 câmeras e dois computadores sai por R$ 15.500.Já em um condomínio com área de 4.000 m² e três torres, o sistema com 44 câmeras e dois computadores custa R$ 53 mil.

(Jornal Folha de S. Paulo/SP, Imóveis – 27/05/2011)

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Segurança movimenta US$ 2 bi

Puxado por novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones ou tablets, o mercado brasileiro de segurança eletrônica deve chegar próximo a US$ 2 bilhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) em 2011. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos (ABESE), o segmento está aquecido e, depois de avançar 12% no ano passado, a US$ 1,6 bilhão, deve manter a trajetória de crescimento neste ano.“A segurança eletrônica já apresenta crescimento proporcional à evolução da tecnologia da informação, tanto em segurança doméstica e corporativa quanto na esfera pública. A tendência deve ser ampliada, principalmente com a aproximação da Copa e da Olimpíada’’, diz o diretor da ABESE, Oswaldo Oggiam. De acordo com o executivo, atualmente os circuitos integrados de TV respondem por 40% do mercado e a participação poderá aumentar com a criação das chamadas cidades digitais na preparação para os eventos - que integrarão as imagens a registros de ocorrências e fotos.Além de estádios, os alvos são hotéis, prédios públicos e ruas, que devem ter maior controle. Só em São Paulo, que hoje abriga um milhão de câmeras - um a cada dez habitantes -, a expectativa é duplicar o volume em três anos. Parte do movimento deverá elevar o ritmo médio de crescimento anual da indústria para 18% a partir de 2012.Também se espera crescimento em sistemas para detecção de metais e explosivos e sistemas avançados de identificação biométrica. “Além de gravar imagens, as câmeras estão cada vez mais inteligentes, podem servir como sensores de presença e até executar tarefas que antes exigiam controle humano, como aproximação automática diante de situação suspeita’’, diz Oggiam.A paulista PPA, que desenvolve e produz equipamentos no Brasil, por exemplo, criou tecnologia que permite o acionamento e o fechamento de portões por controles enviados por celular. “Um software instalado no automatizador do portão permite que o usuário literalmente telefone para o portão ou envie um SMS para controlar o acesso a sua residência’’, diz o coordenador comercial da empresa, Reinaldo de Barros Júnior. Produtora de 25 mil automatizadores de portão e dez mil sistemas de alarmes por mês, o grupo mantém uma equipe de cerca de 20 pesquisadores de novas tecnologias que no momento trabalham no desenvolvimento de sistemas para serem controlados por tablets. Outra tecnologia é direcionada a controle de acesso nas escolas. No momento em que a criança passa o seu crachá eletrônico pelas catracas, os pais recebem uma mensagem de texto no celular informando sobre o horário da entrada. “O conceito de Big Brother já se disseminou na cultura brasileira há 12 anos e teve efeito positivo do ponto de vista de segurança”.

(Portal Folha de Pernambuco, PE, 23/05/2011)

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Mercado brasileiro de segurança eletrônica poderá atingir US$ 2 bilhões

Neste ano, o mercado brasileiro de segurança eletrônica possivelmente atingirá cerca de US$ 2 bilhões, segundo dados da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos). De acordo com a associação, o segmento se encontra em um momento interessante, sendo estimulado sobretudo pelas novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones ou tablets. A perspectiva é de que setor mantenha trajetória de crescimento em 2011.

Perspectivas

O diretor da ABESE, Oswaldo Oggiam, acredita que com a aproximação de eventos de importância mundial, como a Copa do Mundo e a Olimpíada, o setor de segurança eletrônica sofrerá forte expansão. Segundo o diretor, atualmente o crescimento do setor já acompanha a expansão da tecnologia da informação, observada tanto em segurança doméstica e corporativa, quanto na esfera pública.Circuitos integrados de TV respondem por 40% do mercado e essa participação poderá ser ainda maior com a criação das chamadas cidades digitais que fazem parte dos planos para os eventos.Hotéis, prédios públicos e ruas também serão importantes alvos da segurança eletrônica. Só em São Paulo, que atualmente possui cerca de 1 milhão de câmeras, a expectativa é duplicar o volume em três anos.Parte do movimento deverá elevar o ritmo médio de crescimento anual da indústria para 18% a partir de 2012. Ainda, sistemas para detecção de metais e explosivos e sistemas avançados de identificação biométrica também deverão apresentar crescimento.Nesse contexto, Oggiam ressalta os recursos, cada vez mais evoluídos, das câmeras, que conseguem até mesmo servir como sensores de presença e executar tarefas que antes eram feitas apenas por humanos.

Feira de tecnologia

Serão expostas diversas inovações em termos de tecnologia de segurança eletrônica na feira conhecida como Exposec, que ocorrerá em São Paulo entre os dias 24 e 26.O evento contará com 35 mil empresas que, além dos sistemas direcionados a segurança pública, também apresentarão sistemas destinados ao segmento residencial e de pequenos negócios, interessados em inovação.

(Portal Info Money, SP, 23/05/2011; Jornal Correio do estado/MS – 23/05/2011)

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Feira em SP aposta na biometria e no celular para tratar de segurança

A 14ª Exposec vai até esta quinta (26) na capital paulista.Aparelho que recebe ligação para abrir portão de casa é uma das atrações.Imagine estar a milhares de quilômetros de distância de casa e acionar a abertura do portão de entrada só com um toque no celular. Essa é uma das novidades da 14ª Exposec, feira de segurança que chega ao seu último dia nesta quinta-feira (26) em São Paulo. O evento, promovido pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA (ABESE), tem ainda pen drive que só reconhece o usuário pela digital e um controlador de acesso de estudante capaz de ajudar a evitar o desperdício de merenda.O equipamento que permite entrar em uma casa apenas discando do celular chama-se Contatto e está sendo comercializado pela PPA. Em uma situação hipotética, ele funciona da seguinte forma: o morador que vive em São Paulo, mas está em viagem em outro estado, “liga” para seu portão e ele abre, deixando, por exemplo, o jardineiro que esqueceu a chave entrar.O consultor técnico Márcio Andrade explica. “Geralmente, para abrir o portão, a pessoa usa um controle remoto. Agora, basta usar o telefone celular. É só colocar um chip de qualquer operadora no aparelho e registrar o número.” Segundo ele, assim que recebe a chamada, o portão deixa o telefonema registrado e, por estar ligado a uma câmera, grava em até três segundos o momento em que se abre para alguém entrar ou sair.“O portão identifica o seu número e dá o comando de abrir. Não precisa atender a chamada, não gasta nada”, conta Andrade. O representante comercial Samir de Paula mora no Chile e mostrou interesse pelo produto. Quer vendê-lo no país vizinho. “A integração com o celular é muito importante na vida do consumidor. Ele tem múltiplas funções. Por que não abrir a porta de casa?”, questiona.

Economizando merenda

Uma outra invenção tecnológica afeta diretamente a vida escolar. O Presença Digital, desenvolvido pela Madis Rodbel, registra a presença de alunos por meio da biometria (uso das digitais dos dedos da mão) no momento em que chegam e saem da escola. Com o número exato de estudantes em sala de aula, a cozinheira pode calcular a quantidade de merenda suficiente.“A professora abre o relógio (no início da classe) e o aparelho vai marcando a entrada dos alunos. Na cozinha, um monitor mostra quantos alunos estão na escola e a cozinheira tem como saber para quantas pessoas vai fazer a comida. Evita o desperdício”, diz Allan Santana, engenheiro de projetos da empresa.Além disso, os pais recebem um e-mail, em tempo real, informando que horas o filho chegou ou saiu da aula. “Acho que 100% dos pais vão gostar de saber se os filhos estão na escola”, aposta Santana. É o caso do técnico em segurança eletrônica Alessandro Damaceno do Nascimento. “Acho bom para ter o controle. A gente fica mais tranquilo”, diz ele, que visitava a feira com a mulher e a filha de 9 anos. “A gente já vive vigiado. Esse é mais um meio de segurança”, conta Edinalva Bezerra.

Pen drive exclusivo

Com 27 anos de experiência no mercado de captura de dados para identificação de pessoas, a CIS trouxe como novidade para essa edição da Exposec o pen drive biométrico, que reconhece o usuário por impressão digital. “A principal vantagem é que se você tem informações sigilosas e seu pen drive é roubado, ninguém tem acesso aos dados dele”, conta o gerente comercial da CIS, Pedro Luis Domingos.De acordo com Domingos, uma espécie de chip instalado no pen drive “lê as minúcias da digital” cadastrada e emite uma luz azul se reconhece o usuário. Se uma pessoa não autorizada tenta usar o equipamento, ele pisca uma luz vermelha, indicando que aquela digital não foi reconhecida. “A biometria hoje é uma tendência”, diz Domingos, que espera começar a vender seu produto em até 60 dias com preço estimado de R$ 450.

Informações cifradas

A espionagem industrial é um tema que não ficou de fora da feira e motivou a Gold Lock a criar o Gold Lock 3G Enterprise. “É uma tecnologia israelense de criptografia usada para fazer a proteção da comunicação de empresas e (órgãos) governamentais”, conta Marcelo Copeliovitch, diretor-geral no Brasil da empresa israelense.Traduzindo, se duas pessoas têm o software instalado em seus telefones ou computadores , não há como um hacker identificar as mensagens ou um “espião” realizar grampos para ouvir a conversa porque as informações estarão em código.“Hoje em dia está mais fácil fazer interceptações (telefônicas) não autorizadas. Com essa facilidade, as pessoas que têm informações privilegiadas ficam vulneráveis. A espionagem industrial é mais comum do que se imagina”, afirma Copeliovitch. Segundo ele, os clientes que mais procuram esse produto são políticos e executivos das áreas financeira e farmacêutica.

Catraca de estádio

Nesses anos de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil, a segurança é uma das maiores preocupações. A Digicon levou para a feira a Catrax Stadium, um equipamento “inteligente” que registra os dados do torcedor que comprou o ingresso. A vantagem, como explica João Diniz, gerente de produto da empresa, é que a compra pode ser feita com o cartão de crédito.De acordo com ele, o torcedor compra com antecedência o ingresso de um jogo, por exemplo, e no dia da partida basta passar o cartão do banco na catraca para receber o bilhete, impresso ali mesmo durante a passagem.“Ele vai receber na hora um comprovante com o número do assento, o nome dele. Não precisa ir mais lá para comprar o ingresso”, afirma Diniz. “Os estádios estão se preocupando em ter soluções mais confiáveis para que o ingresso não caia na mão de cambistas.”

Serviço:

14ª Exposec

Local: Centro de Exposições Imigrantes (km 1,5 da Rodovia dos Imigrantes)

Horário: das 13h às 20h – até esta quinta (26) - entrada gratuita

(Portal G1, SP, 25/05/2011)

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São Paulo tem uma câmera de segurança para cada dez pessoas

Número total de equipamentos espalhados pela cidade é superior a 1 milhão.Um levantamento feito pela ABESE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA) revelou que a cidade de São Paulo possui mais de 1 milhão de câmeras de segurança. O número corresponde a cerca de um equipamento para cada grupo de dez paulistanos.A relação dessa vigilância permanente com o aumento da segurança da cidade não é consenso entre a população, mas o fato é que todos os dias esses “olhos eletrônicos” flagram crimes, acidentes de trânsito e muitas vezes ajudam a identificar culpados. Somente a Polícia Militar tem 272 câmeras espalhadas pelas ruas de São Paulo. A instituição garante que a tendência desse número é aumentar.Segundo a ABESE, a segurança eletrônica está mal distribuída no Brasil. Cerca de 53% das câmeras estão concentradas no Sudeste, 22% no Sul, 12% no Centro Oeste , 9% no Nordeste e apenas 4% na Região Norte.A associação afirma ainda que o número total dos equipamentos deve triplicar nos próximos anos, acompanhando uma tendência mundial.

(Portal R7, SP, 27/05/2011)

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Quantidade de câmeras está acima da média

Na entrada da cidade, o aviso sobre o monitoramento. O número de câmeras de monitoramento de Mogi está acima do encontrado em grandes cidades espalhadas pelo País, segundo o diretor de comunicação da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA (ABESE), Rogério Reis. Segundo ele a implantação de câmeras em cidades brasileiras é recente e que, neste aspecto, Mogi está num bom caminho. Uma das cidades campeãs em câmeras instaladas no Brasil, Curitiba, conta com cerca de 500 equipamentos."No Brasil o segmento é novo e vem aumentando de 20 anos para cá. E, nos últimos dez anos, tem apresentado um crescimento anual bastante significativo. No mundo, tem cidades que possuem uma câmera em cada esquina. Londres tem mais de 4 milhões, por exemplo. Aqui ainda é recente, embora esteja crescendo"."Este investimento de R$ 1,9 milhão feito por Mogi das Cruzes até pode parecer alto, mas o custo-benefício é maior. Se tivesse um policial para cada um destes 77 pontos onde há câmeras instaladas nas ruas, não tenho dúvidas de que o custo seria pelo menos dez vezes maior, afirmou".Segundo dados divulgados pela ABESE, existem no Brasil cerca de 10 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança gerando cerca de 113 mil empregos diretos e mais de 1,3 milhão indiretos. São cerca de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. Em 2009, o setor movimentou US$ 1,5 bilhão, com um crescimento de 7% em comparação ao ano anterior.

(Portal Mogi News, SP, 29/05/2011)

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Segurança condominial

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) lançará dia 24 de maio, primeiro dia da 14ª Exposec (Feira Internacional de Segurança), que acontece até 26 de maio, uma Cartilha direcionada para a segurança em condomínios. O manual traz diversas dicas, além de abordar questões fundamentais para a eficiência da segurança em condomínios empresariais, residenciais e industriais.Elaborado pelo consultor de segurança empresarial e condominial, David Fernandes, CPP (Certified Protection Professional) a cartilha mostra conceitos de segurança e prevenção com o objetivo de fornecer informações adequadas para adquirir os sistemas de segurança eletrônicos de acordo com as necessidades de cada imóvel, para que síndicos, moradores, gerentes e administradores possam ter mais subsídios no planejamento eficaz da segurança. “A cartilha traz detalhes sobre desde o que é segurança, passando pela importância do diagnóstico e da análise de risco para a elaboração do Plano Diretor de Segurança Condominial, até chegar ao projeto de sistemas eletrônicos de seguranças, quais equipamentos escolher e como selecionar empresas especializadas para a venda, instalação, monitoramento 24hs. Também destacamos porque os crimes ocorrem nos condomínios, quais as falhas mais comuns, os riscos diários, seleção de funcionários e de empresas de vigilância ou portaria, procedimentos e treinamentos, leis e normas técnicas pertinentes ”, afirma o consultor.Ainda no dia do lançamento da cartilha, síndicos e administradores de imóveis poderão retirar gratuitamente um exemplar no estande da ABESE, além de tirar dúvidas com o autor da cartilha. Em 2009, a ABESE elaborou a Cartilha do Consumidor, em parceria com os co-autores Daniel Coelho e David Fernandes, que orienta sobre a maneira correta de adquirir um sistema de segurança eletrônica e traz dicas sobre os tipos de sistemas e o passo a passo para escolher corretamente o serviço que atenda as particularidades da sua propriedade. De acordo com a ABESE, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES) tem crescido a uma média de 13% ao ano, nos últimos 10 anos, e vive perspectivas cada vez mais positivas. Isso porque o mercado é relativamente novo e crescerá ainda mais nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda do mercado com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país, bem como a utilização das tecnologias pelos serviços públicos.Abrangente e completa, a 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.  * Mais informações pelo telefone: (11) 3294-8033 e (11) 5585-4355 ou pelo site:  www.exposec.tmp.br

SERVIÇO

Exposec – XVI Feira Internacional de Segurança Eletrônica

Local: Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP)

Dias: 24 a 26 de maio

Horário: das13h às 20h

Mais informações: www.exposec.tmp.br ou pelo telefone (11) 3294-8033 / 5585-4355

Entrada gratuita

OBS: Também será oferecido diariamente transporte gratuito (ida e volta), saindo da Estação Jabaquara do Metrô (Rua Nelson Fernandes, 400 – ao lado do terminal de ônibus).

(Portal Sindico Net, SP, 23/05/2011)

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Dos bairros nobres à periferia, cercas elétricas se proliferam e instalações precárias preocupam

As cercas energizadas, popularmente conhecidas como cercas elétricas, há tempos deixaram de ser artigos de luxo e acabaram se tornando essenciais em grande parte das construções brasileiras. Em Campo Grande, por exemplo, elas estão presentes tanto em mansões da área nobre quanto em casas pequenas localizadas na periferia. Mas existe um problema: a maioria delas é clandestina.Conforme Luiz Dodero Junior, presidente do Siese/MS (Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança de Mato Grosso do Sul), 80% das instalações de cercas elétricas feitas em Campo Grande são irregulares. “O que o consumidor não sabe é que elas são instaladas por empresas informais, cujos proprietários não recolhem impostos e muito menos registram seus funcionários. No dia em que o cliente precisar de uma garantia, poderá não localizar quem instalou a cerca em sua casa”, alerta.Autor da lei complementar 65, de 31 de maio de 2004, que regulamenta e disciplina a instalação de cercas energizadas em Campo Grande, o vereador Marcelo Bluma (PV), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, explica que elaborou a proposta visando atingir dois objetivos: impedir instalações clandestinas, propiciando assim um meio de proteção aos cidadãos menos esclarecidos, que, pensando estar adquirindo um equipamento seguro, na verdade correm perigo.Segundo o parlamentar, as cercas energizadas podem produzir acidentes sérios, principalmente quando não têm descarga adequada para repelir o invasor e oferecem risco de eletrocussão. “Quando elaborava o projeto, me deparei com instalações em que as cercas estavam ligadas a um fio da rede de energia. Cheguei a ver algumas artesanais feitas com arames farpados. Isso distorce totalmente a ideia do equipamento, pois pode até acarretar a morte de alguém”, ressalta.Somente em 1º de outubro do ano passado é que a prefeitura de Campo Grande publicou o decreto 11.347, ordenando que a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) passasse a fiscalizar as instalações das cercas elétricas no município. Por conta disso, os proprietários de imóveis que utilizam esses equipamentos têm até o fim de setembro deste ano para regularizá-los, contratando profissionais que verifiquem se as execuções foram feitas com base nas normas técnicas.Após essa etapa, o consumidor necessita apresentar projeto à prefeitura para ser submetido à aprovação e assim receber certificado de vistoria. Quem não cumprir a determinação pode receber multas variáveis de R$ 1.437,50 a R$ 5.750,00, que serão majoradas até 31 de dezembro de 2011.De acordo com Waldiney Costa, diretor de controle urbanístico e de posturas da Semadur, a instalação das cercas energizadas deve ser feita mediante licença da secretaria. Por isso, as empresas prestadoras de serviços de instalação e manutenção dos equipamentos e os profissionais legalmente habilitados precisam efetuar cadastramento no órgão, mediante apresentação de uma série de documentos.Contrato social da empresa, no caso de pessoa jurídica; RG, CPF, para pessoa física; bem como cartão no CNPJ; registro no Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul); alvará de funcionamento ou cartão de inscrição junto à Semre (Secretaria Municipal de Receita); certidão negativa de violação dos direitos do consumidor emitida pelo Procon; e certidão negativa para com a Fazenda Pública Municipal, são os documentos que precisam ser apresentados à Semadur para obter a licença.Nesse processo, o decreto estabelece que as empresas e profissionais cadastrados na Semadur também devem apresentar requerimento de instalações contendo projeto, memorial descritivo, ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), requerimento do proprietário e autorização dos proprietários dos imóveis vizinhos quando as cercas forem instaladas em linhas divisórias com outras casas.As empresas e os profissionais com cadastros deferidos receberão certidões com validade de um ano, sinalizando que estão habilitados a entrar no sistema da prefeitura, por meio da internet. A partir daí serão procurados pelos contribuintes para a elaboração de projetos.Apesar da ordem, o engenheiro eletricista Osvaldo Arakaki, que trabalha na prefeitura, conta que apenas oito empresas estão cadastradas, mas habilitadas são quatro. “As outras ainda não entregaram a documentação. No entanto, o maior problema enfrentado pela prefeitura é justamente cadastrar as inúmeras empresas que ainda faltam e que por esse motivo são consideradas clandestinas”. Normas – Pela lei de Bluma, cercas elétricas instaladas corretamente têm que possuir correntes intermitentes (não contínuas) ou pulsantes, potência máxima de cinco joules, média de 50 impulsos elétricos por minuto, com cada impulso equivalente a um milésimo de segundos. A unidade de controle deve ser constituída, no mínimo, de um aparelho energizador de cerca que apresente um transformador e um capacitor. Vale lembrar que as cercas só podem ser instaladas em muros com altura superior a 1,60m.Quando uma cerca elétrica for instalada em sua residência, o consumidor precisa verificar se foi feita a instalação de aterramento específico para o equipamento; se os cabos elétricos destinados às conexões da cerca energizada possuem características técnicas para isolamento de, pelo menos, 10 kV (kilovolts); se a cada dez metros de cerca foram colocadas placas de advertência; se a altura mínima do primeiro fio de arame energizado compreende 1,80m em relação ao nível do solo da parte externa do imóvel cercado, entre outras observações.Uma cerca elétrica instalada de forma correta protege o consumidor de futuras dores de cabeça, avalia o vereador. “Ela é concebida por meio de corrente alternada para que o invasor, ao tentar entrar na casa, leve um choque, sendo projetado para fora. Nesse caso a corrente é cortada automaticamente. Já as cercas clandestinas podem deixar os bandidos presos a elas até que morram”, observa Marcelo Bluma, alertando para o fato de que os proprietários de casas com instalações irregulares podem responder a crime de homicídio culposo.A popularização desses equipamentos acabou acirrando a concorrência entre as empresas, que passaram a baratear os serviços, alega Luiz Dodero Junior. “O mercado infelizmente sofre com a questão da informalidade, mas o consumidor precisa ter noção de que há instalações responsáveis e irresponsáveis. As cercas que não usam eletrificadores profissionais, sendo diretamente ligadas de qualquer forma à energia, são perigosas e podem causar até mesmo um incêndio”, adianta.As cercas profissionais, que atendem a legislação e seguem os padrões técnicos, custam de R$ 1,2 mil a R$ 1,5 mil (num terreno de 360 metros, por exemplo). Há aquelas com valor mais acessível, comercializadas entre R$ 600 e R$ 800.Segurança – A trabalhadora autônoma Eloir Saldanha, 25, frisa que a segurança de sua família foi afetada há dois anos e meio, exatamente num dia de Natal, quando bandidos invadiram a residência em que mora com o marido e dois filhos pequenos, localizada no Jardim Aeroporto, periferia da Capital. O medo de que isso novamente acontecesse fez com que ela instalasse cerca elétrica no imóvel.Eloir detalha que nem mesmo o cão pit bull conseguiu manter a vigilância da casa, afinal, foi dopado pelos bandidos. Ela e a família não estavam em casa e quando chegaram se depararam com tudo bagunçado e diversos objetos, sem contar os de valor emocional levados como seu álbum de casamento e dois DVDs da cerimônia.Waldiney Costa, diretor de controle urbanístico e de posturas da Semadur, diz que empresas responsáveis por esse tipo de instalações devem procurar se regularizar perante a prefeitura.“A cerca elétrica é um custo benefício que vale a pena. Eu gastei R$ 700 para colocar e aconselho as pessoas a instalarem em suas casas, pois hoje em dia todos querem segurança”, revela Eloir, citando que procurou se informar sobre a legislação para que comprasse equipamento seguro.Os vizinhos da autônoma emitiram parecer favorável à instalação da cerca, mas caso os pareceres fossem negativos, Eloir poderia solicitar a instalação em até 45 graus para dentro do seu terreno.O comerciante Francisco de Lima, 54, também procurou se informar a respeito da legislação das cercas e até mesmo de câmeras de filmagem para proteger sua casa e seu comércio, situados no bairro Bonança, onde mora há 30 anos. “Eu costumava ter meu mercado assaltado e desde que instalei o sistema, os roubos acabaram”.Francisco ficou tão satisfeito que solicitou a instalação de cercas em dois imóveis alugados por ele na periferia. “Eu acredito que esses equipamentos inibem a ação dos marginais”, destaca. Fiscalização – O presidente do Siese/MS, que também é um dos sócios-proprietários da empresa Reforce, informa que as cercas elétricas realmente inibem os bandidos pelo fato de oferecerem mais segurança que em imóveis desprovidos desse equipamento. Mas ele explica que o contingente dos sistemas eletrônicos de segurança é muito amplo, formado por diversos subsistemas: cercas, alarmes de intrusão, proteção de perímetros, alarmes de incêndio, circuitos fechados de televisão, monitoramento de imagens, controles de acesso, entre outros.“No caso da minha empresa, devido à dificuldade com o mercado informal em relação às cercas elétricas, o foco acabou sendo direcionado a outros subsistemas. Por esse motivo é que, à medida que o Poder Público começar a fiscalização, o trabalho ficará mais sério e esse tipo de instalação só será feita por empresa legalizada”, reforça Luiz Dodero Junior, alegando que em Mato Grosso do Sul existem cerca de 200 empresas clandestinas atuando no segmento.A Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) vem empreendendo um trabalho de conscientização para tentar minimizar a dificuldade do consumidor em comprar esse tipo de sistema. Pensando nisso, o órgão elaborou uma cartilha de orientação sobre os procedimentos que devem ser seguidos na instalação das cercas elétricas.Além disso, a Abese também desenvolveu selo de qualidade que cria parâmetros de gestão e métodos de trabalho para verificar se a empresa é qualificada ou não. As empresas sérias buscam esse selo para se diferenciar no mercado, afirma Luiz Dodero.Necessidade – Na avaliação de Luiz Dodero, antigamente, para vender um sistema de segurança, o comerciante precisava mostrar que o investimento realmente valeria a pena. “Hoje, os arquitetos já buscam empresas que façam toda a infraestrutura para receber os equipamentos”.Para Marcelo Bluma, a segurança é uma questão que cada vez mais envolve a sociedade. “Se as cidades brasileiras forem observadas a fundo, é possível constatar que a segurança praticamente está voltando à idade média, quando grandes muralhas eram feitas em torno dos castelos para que houvesse proteção contra o inimigo externo. As cidades medievais e os condomínios fechados, urbanisticamente, se aproximam muito”.Já Waldiney Costa esclarece que Campo Grande está passando por um desenvolvimento muito intenso relacionado ao grande número de casas populares oriundas do financiamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), construídas na periferia. “Algumas delas possuem cercas elétricas. Isso prova que esses equipamentos, antes presentes apenas na região central, também estão se franqueando para os bairros”.A fiscalização pode servir de aliada ao Poder Público no combate à clandestinidade e ao próprio consumidor, garantindo a segurança e a eficácia das cercas elétricas.

(Portal Entreattos/MS – 23/05/2011)

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Região Metropolitana de SP tem mais 4 casos de roubo a caixas eletrônicos

Bandidos roubaram máquinas na capital e também em Osasco e São Bernardo do Campo. Quatro casos de roubos a caixas eletrônicos foram registrados entre a noite de segunda-feira e a manhã desta terça-feira, 31, na capital e na Grande São Paulo.No final da noite desta segunda-feira, 30, criminosos explodiram um caixa eletrônico da rede Banco 24 Horas instalado na loja de conveniência de um posto de combustível na avenida Fuad Lutfalla, na Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo.Moradores ouviram o estrondo e acionaram a polícia. Nenhum criminoso foi preso. O caixa eletrônico e parte da loja ficaram destruídos. Notas manchadas de tinta, por causa do sistema que inutiliza o dinheiro em caso de violação da máquina, foram deixadas no local, mas a polícia acredita que os bandidos conseguiram levar parte do dinheiro. O caso será investigado no 72º Distrito Policial, da Vila Penteado.Bandidos amarraram os vigias de um prédio da Editora Saraiva, na Rua Henrique Schaumann, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, e roubaram três caixas eletrônicos do banco Itaú, por volta das 3h. Ninguém foi preso. O caso é investigado pelo 14º DP.Em Osasco, três caixas eletrônicos, da rede Banco 24 Horas, pegaram fogo por volta de 3h30, após bandidos tentarem roubar o dinheiro das máquinas usando explosivos. Os caixas eletrônicos ficam dentro do supermercado Cambuí, na rua Professora Adelaide Escobar Bueno, no Jardim Munhoz Júnior.O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater as chamas. A quadrilha fugiu antes da chegada da polícia e nenhum participante da ação foi preso. O caso será registrado no 10º Distrito Policial de Osasco, no Jardim Baronesa.Após invadirem um prédio da Telefônica na Rua Basílio Machado, na região central de São Bernardo do Campo, cinco bandidos roubaram caixas eletrônicos, por volta das 5h. Os criminosos renderam os vigias do local e, com o uso de maçaricos, levaram dinheiro das máquinas. Ninguém foi preso. O caso será encaminhado ao 1º DP.

(Jornal O Estado de S. paulo/Sp – 31/05/2011)

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PMs vão usar armas não letais em nova UPP do Rio

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), inaugurou na manhã do último dia 17/05, a 17ª UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da capital fluminense. A unidade fica no morro de São Carlos, no centro, e atenderá a cerca de 17 mil moradores da localidade e das favelas do Zinco, Querosene e Mineira. A novidade será o uso de armas não letais. De acordo com o governador, 315 pistolas modelo Taser, doadas pelo Ministério da Justiça, serão distribuídas a policiais da unidade e, em seguida, para outras UPPs da cidade. O objetivo, segundo o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que participou da inauguração, é começar um novo conceito de policiamento pacificado no Brasil. Ele explicou que o Rio foi escolhido para o projeto por conta da experiência com as UPPs.As Tasers são pistolas que imobilizam o agressor com descargas elétricas."Vamos chegar a 2.000 armas não letais para a polícia da paz", afirmou Cabral. À frente da 17ª UPP está o capitão Luiz Piedade, que comandará um efetivo de 250 policiais, sendo 51 mulheres, o maior contingente feminino dentre as UPPs. Esta é a terceira unidade pacificadora na região, que engloba nove morros ocupados desde o dia 6 de fevereiro pela polícia. Antes já haviam sido instaladas unidades no morro do Fallet/Fogueteiro (15ª) e no morro dos Prazeres (16ª).Segundo o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a meta é completar até 2014 a ocupação de 40 favelas, entre elas, Rocinha, em São Conrado, zona sul. A cúpula da segurança do Rio já possui um plano para ocupar a favela, mas a data não será divulgada.A secretaria também informou que a UPP do morro de São Carlos vai beneficiar cerca de 200 mil pessoas que vivem no Catumbi, Estácio e em alguns bairros da região central.

(Portal Revista Segurnça e CIA/SP – 26/05/2011)

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Videomonitoramento reduz acidentes e infrações

O motorista que trafega pelas rodovias de acesso à Sorocaba, Raposo Tavares ou Castello Branco, já pode contar com a tecnologia a favor da sua segurança. No último ano, o Centro de Controle Operacional (CCO) da Viaoeste (em Barueri) ganhou reforço tecnológico e dobrou a capacidade de monitoramento das estradas. Atualmente, são 90 câmeras espalhadas pelos 168 quilômetros de concessão (que incluem o Rodoanel) ligadas 24 horas, monitoradas por 15 funcionários e mais dois integrantes da Polícia Militar Rodoviária. Além das câmeras, mais de 20 painéis espalhados pelas estradas têm informado os motoristas do videomonitoramento. Além disso, na área de concessão da Colinas, por exemplo, outras 23 câmeras monitoram os motoristas desde 2004. Fatos que têm inibido infrações de trânsito que resultam em acidentes, tem potencializado o socorro rápido e reduzido o uso dos acessos para crimes. Em 1998, a Viaoeste registrou 111 mortes por acidentes e em 2010 foram 73; redução 38 acidentes. Já entre janeiro e abril do ano passado, a concessionária somou 941 acidentes, com 702 feridos e 23 mortes. No mesmo período, neste ano, foram somados 1.002 acidentes, 708 feridos e 21 mortes. O número de acidentes cresceu entre um período e outro, mas o de mortes caiu. O volume de tráfego cresceu cerca de 10% ao ano, desde o início da concessão, em 1998, o que elevou a exposição a acidentes. E atualmente estima-se que 600 mil veículos trafeguem por dia pela área de concessão. Além dos números de acidentes registrados pela concessionária, a Polícia Militar Rodoviária (PMR) também já verificou queda nas infrações. O 1º Pelotão da PMR na rodovia Castello Branco, por exemplo, que fiscaliza o trecho km 13 ao 69, conta com 47 câmeras no percurso; o que possibilita visualização do tráfego nos dois sentidos.De acordo com Polícia Rodoviária, em outubro passado houve 392 autuações por infrações de direção incorreta. Mas em março passado foram 150, destacando queda de 161% entre um mês e outro.Outra queda considerável foi registrada nas infrações de caminhões que trafegavam pela pista da esquerda, o que é proibido: em outubro passado foram 217 autuações contra 31 de março deste ano. A infração por trafegar pelo acostamento gerou 251 multas em outubro de 2010 e 31 em março passado. As explicações para a queda e/ou aumento dos números são muitas. Mas o fato é que desde que o motorista passou a ser informado da fiscalização eletrônica pelos painéis da estrada, eles estão mais bem comportados. "Percebemos melhora no comportamento dos motoristas, agora pensam mais antes de cometer infrações ou fazer ultrapassagem perigosa", afirma Fausto Camilotti, gerente do setor de Integração com o Cliente da Viaoeste. Já para o aspirante a oficial da PMR, PM João Sadala Sfair, a ampliação de câmeras no trajeto facilitou o trabalho dos policiais e das concessionárias. Um exemplo, segundo ele, é que o tempo antes gasto nos atendimentos da polícia foi reduzido em cerca de 50%, o que também favoreceu a prevenção de acidentes. "Em outubro de 2010 autuamos duas pessoas embriagadas e em março passado foram sete. As câmeras aumentaram o campo de visão do policial. Ao visualizar um carro fazendo zig zag, a viatura mais próxima o aborda. Isso fomenta a eficiência na fiscalização e explica os números", afirma Sadala.De acordo com Camilotti, a medida leva mais segurança para quem dirige pelas rodovias da CCR. Isso porque, os investimentos tecnológicos na fiscalização possibilitaram que as equipes médicas ou mecânicas cheguem em 85% das ocorrências em menos de 10 minutos. "Isso facilita a vida de todo mundo, da pessoa socorrida e dos motoristas ao redor. Em minutos, acionamos as viaturas mais próximas, a pista é interditada e o socorro feito. O objetivo é atender as ocorrências no menor tempo possível, para garantir fluidez ao tráfego", fala ele, que ressalta: "Há uma pesquisa do Ipea, de 2006, que aponta que um acidente com vítimas fatais e com lesões graves custam em média R$ 400 mil ao Estado, desde o atendimento até o auxílio morte ou acidente. Isso quem paga é o cidadão. Sem contar que evitar uma morte, salvar vidas, não tem preço e só traz benefícios à comunidade e ao cidadão. Ele está pagando por isso, deve receber segurança", finaliza.

(Jornal O Cruzeiro do Sul/SP -29/05/2011)

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Mogianos querem mais câmeras

Além de inibir ação de marginais, equipamentos proporcionam segurança às pessoas que andam pelas ruas. Inibir a ação de marginais, identificar criminosos e esclarecer crimes. Estes são os principais pontos positivos destacados pelos mogianos que aprovam a utilização de câmeras de monitoramento pela Prefeitura. Além desses fatores, os equipamentos proporcionam maior segurança ao andar pela cidade. As câmeras estão localizadas em cruzamentos estratégicos e em locais de grande concentração de pessoas, como no calçadão da rua Doutor Paulo Frontin. Os equipamentos, que num primeiro momento chegaram a ser vistos com desconfiança à privacidade dos cidadãos, hoje se tornaram "policiais digitais".Para o pedreiro Antonio Miguel da Silva, apesar de wMogi contar com 283, ainda faltam câmeras nas ruas. "Deveria ter mais equipamentos, pois garantem a segurança numa hora em que o policial não pode passar por um lugar, o que antes já era suficiente para os marginais aproveitarem para cometer crimes".A cuidadora Sueli Santos de Lima não pensa duas vezes ao dizer que quanto mais câmeras, melhor. "Morro de medo de andar pelas ruas. As câmeras me dão mais segurança. Com elas, fica mais fácil identificar um ladrão e até mesmo pegá-lo. Sem contar que um bandido pensa duas vezes antes de tentar alguma coisa", afirmou.A sensação de segurança é destacada também pelo autônomo Josialdo Luiz da Silva. "É ótimo para a cidade ter câmeras. Prestam um serviço excelente e ficamos mais seguros nas ruas. Para mim, deveria haver uma em cada esquina". O laboratorista Antonio Mariano ressalta que as câmeras são importantes para ajudar na solução de crimes. "Temos visto diversos crimes solucionados com a ajuda das imagens", disse. "Acredito que o número de equipamentos ainda é pequeno para o tamanho de Mogi", disse a balconista Renata Fonseca Fratus.

(Jornal Mogi news/SP – 29/05/2011)

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Metrô de São Paulo usa tecnologia de CFTV IP da Pelco no monitoramento de estações

Melhorar cada vez mais a segurança dos usuários no sistema é uma constante da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô. Isso envolve, por exemplo, a melhoria dos métodos de monitoramento da segurança dos usuários em seu sistema, o que leva à busca constante das melhores soluções no mercado. Dos estudos e levantamentos efetuados por sua equipe técnica surgiu a necessidade de adquirir solução de CFTV IP para controle em suas estações e demais dependências operacionais. Após análise das opções disponíveis no mercado, o corpo técnico do Metrô optou por um sistema implementado pela MPE com projeto da AutoSense e tecnologia da Pelco, fornecida pelo Grupo Policom.Com essa escolha, mais uma vez o Metrô de São Paulo sai à frente: é a primeira vez que um metrô da America Latina utiliza sistema de CFTV totalmente baseado em IP.A solução adotada foi primeiramente instalada na estação Sacomã, da Linha 2-Verde, que iniciou suas operações em janeiro de 2010. A partir de então, está sendo gradativamente expandida para outras estações e linhas, tanto que as novas estações da Linha 2-Verde, Vila Prudente e Tamanduateí , assim como o Pátio Tamanduateí, já foram contemplados.O sistema de CFTV é utilizado para monitoramento por imagens em todas as áreas das estações, inclusive com acompanhamento em tempo real pelos Centros de Controle Operacional (CCO) e de Segurança (CCS), além das Salas de Supervisão Operacional (SSO) em todas as estações. Permite ainda gravação das imagens para avaliação, investigação de fatos notáveis e segurança pessoal/patrimonial.Este sistema é composto por aproximadamente 200 câmeras PoE Pelco modelo IP110 antivandalismo, que trabalham em conjunto com o sistema de gerenciamento e gravação redundante (ENDURA), que possibilita a melhor qualidade de imagem com banda extremamente limitada, além de permitir integração com os sistemas existentes no Metrô. Detalhe importante, é que as câmeras fornecidas são do tipo DOME fume. Essa característica impede que as pessoas que circulam nos ambientes do Metrô saibam para onde as câmeras estão apontandoA solução ENDURA adotada neste projeto para cada uma das estações do Metrô, contempla dois gravadores de rede NSM5200 de 12 Terabytes cada, que trabalham em tecnologia RAID 6 e possuem função fail over, ou seja, “se ocorrer alguma falha no primeiro gravador e parar a gravação, o equipamento transfere a operação automaticamente para o segundo gravador, garantindo a operação do sistema 24h por dia, 365 dias por ano”, explica Marcelo Melim, gerente de contas CFTV do Grupo Policom. É possível ainda, em casos de emergência e perda total da gravação em uma estação, redirecionar automaticamente toda a gravação para uma outra, fazendo com que o sistema conte com contingência como nenhum outro já instalado pelo Metrô de São Paulo.Todos os benefícios gerados foram aqueles já esperados no projeto básico, quando foram definidos os objetivos do sistema de CFTV IP, que utiliza infraestrutura de cabeamento estruturado para a transmissão de imagens com aumento da qualidade no que diz respeito, inclusive, à resolução e quadros por segundo.Vale destacar que devido às características do Metrô de São Paulo, a instalação e o comissionamento tiveram de ser feitos em curto espaço de tempo e, na maioria das vezes, durante o período noturno, mais especificamente das 00h00 às 04h00, período em que as linhas do Metrô de São Paulo não estão em operação.O monitoramento por imagens se tornou necessário em qualquer ambiente para viabilizar controle e segurança pessoal e patrimonial, pois um ambiente monitorado e gravado promove, entre outras coisas, antecipação a uma série de ocorrências, o que garante maior segurança aos usuários do sistema.

(Portal Incorporativa/SP – 31/05/2011)

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Guarda Municipal de Uberaba (MG) se arma com pistolas de choque contra o crime na cidade

Os agentes da Guarda Municipal de Uberaba, no Triângulo Mineiro, começam a ser treinados nesta segunda-feira (30) para usar as novas armas de choque não letais adquiridas pela corporação – também conhecidas como pistolas taser.De acordo com a prefeitura de Uberaba, a cidade é a primeira de Minas Gerais a utilizar esse tipo de armamento não letal. Foram investidos quase R$ 355 mil na aquisição de cem kits do armamento.As pistolas emitem descargas elétricas em ondas “T” que agem diretamente no sistema nervoso sensorial e motor de quem é atingido, causando paralisia temporária que pode durar até 15 minutos.O diretor do departamento da Guarda Municipal de Uberaba, Marco Túlio Gianvecchio, disse que as armas serão utilizadas somente em último recurso. Segundo ele, quando acionada, a arma dispõe de um chip que armazena as ações, com data e horário.“Não vai resolver, eles enfrentam cerca elétrica. Isso vai é deixá-los mais enraivecidos”, disse a comerciante Edilamar Capoli, 58 anos. “A prefeitura tem é de criar políticas públicas para tirá-los da rua.”Na mesma linha, Luiz Alberto Ferreira, 60, também comerciante, é contra a nova medida. “Precisam é dar trabalho para o jovem ocupar o tempo.Deveriam usar esse recurso para investir na educação e na geração de empregos”, afirmou.Já a dona de casa Roberta Fernanda de Carvalho Silva, 22, disse que uma guarda municipal com mais recursos é útil. “Vai diminuir bastante a violência aqui na cidade. O dinheiro está muito bem empregado, sim.”A professora Regina Maria de Oliveira, 58, ainda não formulou uma opinião sobre o assunto, mas disse preferir uma arma que não mata a uma arma letal. “Se vão usar uma arma, que seja uma não letal”, afirmou.

(Portal UOL/SP – 30/05/2011)

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TecVoz apresenta novos softwares

Os programas serão capazes de visualizar, integrar e gerenciar simultaneamente todos os equipamentos de segurança eletrônica da TecVoz e de todas as marcas de produtos IP do mercado.A TecVoz, empresa especializada em armazenamento, transmissão e captação de imagem e voz via rede ou internet, e referência no setor de CFTV (Circuito Fechado de TV) apresenta mais uma novidade, os softwares SIS TecVoz e o SiS Multi. O primeiro tem como objetivo gerenciar todos os produtos da TecVoz, tanto DVR Stand Alone, como DVR PC e câmeras IP, em uma única plataforma, além de ser compatível com os equipamentos mais antigos da marca.O SiS Multi, por sua vez integra todas as marcas de produtos IP em segurança eletrônica, presentes no mercado. A comunicação está presente entre os softwares, que conversam entre si.Os pacotes oferecem entre 4 a 64 canais de vídeos, sendo 4, 8, 16, 32 e 64, respectivamente. Além disso, os pacotes podem ser configurados de acordo com a necessidade do consumidor. Os programas atendem aos sistemas operacionais WINDOWS e LINUX, além de oferecer monitoramento remoto nas plataformas iPad, iPhone e alguns smartphones.O software SiS Multi é compatível com aproximadamente dois mil produtos do mercado, de marcas como LG, Samsung, Bosch, Pelco e AXIS. Entre as vantagens dos lançamentos, estão itens como a praticidade da integração e o custo benefício. "O objetivo é integrar todos os produtos TecVoz e demais marcas, trazendo maior liberdade para novas aquisições realizadas pelo mercado. Além da facilidade com a integração, a aplicação é muito prática e pode ser usada a Instalação Wizard, tanto para os softwares, quanto para as configurações das câmeras IPs e DVRs", explica Leonardo Vitulli, gerente de marketing da TecVoz .

(Portal Revista Segurança e CIA/SP – 24/05/2011)

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Campo Grande deve implantar monitoramento em áreas estratégicas da cidade

O sistema de segurança pública em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, deve ser reforçado a partir da medida preventiva sobre a instalação de câmeras de vigilância em regiões de grande movimento. O assunto será debatido pela prefeitura da cidade junto à população. O objetivo é apontar de que forma o sistema será adotado no município.O responsável pelo projeto, vereador Marco Alex, lembra alguns casos de sucesso na investigação policial baseada em imagens obtidas pelas câmeras de segurança, como o do segurança assassinado em uma boate de Campo Grande e o de assassinatos cometidos no centro de São Paulo. O político entende que a participação ativa da sociedade é importante para a definição da proposta. "Acredito que a prefeitura também precisa fazer seu papel, seja na manutenção e na expansão da iluminação pública, na implantação de projetos de lazer e esportivos para a juventude e, se for o caso, no apoio às ações de prevenção e repressão, caso das câmeras de monitoramento da cidade", definiu o vereador.

(Portal Revista Segurança e CIA/SP – 26/05/2011)

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Vereadores aprovam projeto que obriga colocação de câmeras em escolas

Dois projetos de lei preventivos relacionados às escolas municipais foram aprovados em primeira discussão na 21ª sessão ordinária realizada pela Câmara Municipal. O primeiro deles, de autoria de José Francisco Martinez (PSDB), prevê monitoramento por meio de câmeras de vídeo em escolas, CEIs (Centros de Educação Infantil), Unidades de Saúde, secretarias municipais e demais órgãos públicos. O objetivo é aumentar a segurança nos prédios públicos.

(Portal Revista Segurança e CIA/SP – 26/05/2011)

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