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Clipping Eletrônico A B E S E | segunda-feira | 02 | maio | 2011 | edição 231


Segurança certificada
A questão da segurança no Brasil vem tomando cada vez mais importância, seja pelo número de vítimas fatais, seja pelos prejuízos ao patrimônio público e privado que dela decorrem. É comum vermos no noticiário de TV cenas de violência, como assaltos... (Jornal DCI/SP, Opinião – 29/04/2011)

Condomínios também vão integrar sistema de monitoramento em Santos
Há em Santos atualmente 30 câmeras de vigilância instaladas em locais considerados estratégicos.O Sistema Informatizado de Monitoramento (SIM) da Prefeitura de Santos ganhará aliados importantes no combate e na prevenção de crimes: os condomínios... (Jornal A Tribuna/SP – 13/04/2011)

Cresce a prevenção eletrônica contra a insegurança
Condomínios assaltados, empresas invadidas, indústrias furtadas. É certo que, atualmente, aumentou a insegurança. O Observatório de Segurança Pública da Universidade Estadual...(Especial Sobre Segurança Empresarial - Revista Exame/SP - Informativo Publicitário./SP – Abri. 11 pág 102 a 105)


 

O tipo de empreendimento determina o equipamento
Quem pensa na segurança de sua casa ou empresa acaba caindo em dois ou três procedimentos básicos. Entre os itens mais procurados estão os alarmes e o circuito interno de câmeras. Pesquisa do IBGE aponta que três a cada cinco domicílios... (Revista Exame/SP – Abri. 11 pág 108)

Associação amplia câmeras em Ribeirão Preto
A questão da segurança chama cada vez mais a atenção da população brasileira, e dos empreendedores, principalmente por causa do aumento da criminalidade nas grandes cidades, mas também no interior, que vê um aumento expressivo... (Jornal DCI/SP, - 29/04/2011)

TJRO prioriza segurança com controle eletrônico de acesso
Sistema permite acesso de servidores, visitantes e profissionais que atuam na área judiciária após liberação por chip de segurança. O Tribunal de Justiça de Rondônia se vale da tecnologia para oferecer mais segurança às pessoas que utilizam... (Jornal Tudo Rondônia/RO – 24/05/2011)

Estado investe mais na PM e economiza com Polícia Civil
Verba dada à corporação militar superou 35% do previsto nos últimos seis anos.Já a civil recebeu 13% a menos, algo em torno de R$ 65 milhões; recurso seria suficiente para melhorar inteligência.O governo paulista concentrou seu investimento... (Jornal Folha de S. Paulo/SP, Cotidiano – 29/04/2011)

Cidades da região de Londrina adotam câmaras de segurança
O programa conjunto visa implementar a segurança nos municípios através da vigilância dos pontos onde a incidência de crimes é maior.  O prefeito de Rolândia e presidente do Consórcio Intermunicipal de Segurança de Londrina e Região (CISMEL)... (Portal H News/PR – 28/04/2011)

Segurança pública com câmeras privadas
Com a tecnologia IP, surgem novas idéias e se torna possível até mesmo compartilhar câmeras privadas com órgãos de segurança pública.O Brasil já conta com um parque instalado de mais de 5 milhões de câmeras de vigilância e monitoramento... (Portal IP News/SP – 27/04/2011)

Exército tem projeto de segurança para Copa com custo de R$ 2 bilhões
Quantia é para investimento em inteligência e armas contra terrorismo. Plano deverá ser finalizado e apresentado a Dilma em 2012, diz general. O Exército possui um projeto de R$ 2 bilhões para equipar até 2014 os sistemas de inteligência e de prevenção... (Portal G1/SP – 30/04/2011)



PMs brasileiros usarão ´óculos do Robocop´ para mais segurança na Copa do Mundo
Policiais dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro começarão a usar uma nova tecnologia de identificação de criminosos. Uma pequena câmera presa aos óculos será capaz de identificar até 400 faces por segundo em um raio de até 50 metros... (Portal Revista Segurança e Cia/SP – 27/04/2011)

Qualidade das câmeras IP aumentou mais de 600 vezes desde 1996, diz criador
O mercado de câmeras IP (que se comportam dispositivos de rede e permitem que as imagens também possam ser vistas pela internet) saiu do zero quando nasceu em 1996, para movimentar cerca de US$ 2,5 bilhões em 2011. A informação... (Portal Revista Segurança e Cia/SP – 28/04/2011)

Brasil vai adquirir novos radares de olho na Copa
O Brasil precisa criar uma nova e moderna estrutura de defesa antiaérea para atender à necessidade da segurança da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, e pode comprar esse equipamento na China. No dia 12 de abril, em Pequim, durante... (Portal Diário de Mogi/SP – 01/05/2011)

Justiça autoriza uso de tornozeleiras em presos de Araraquara
Decisão anterior proibia o monitoramento eletrônico dos detentos. Veto continua em outras cidades do Estado.  O desembargador Damião Cogan, da 5.ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu liminar liberando o uso... (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 27/04/2011)

Audiência Pública em maio debaterá monitoramento de ruas com câmeras de TV
A Câmara Municipal de Campo Grande promove no próximo dia 04 de maio (quarta-feira) audiência pública para debater a instalação de monitoramento com câmeras de TV para auxiliar o trabalho da segurança pública em nossa cidade.A reunião marcada... (Jornal A Crítica/MS – 29/04/2011)


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Segurança certificada

A questão da segurança no Brasil vem tomando cada vez mais importância, seja pelo número de vítimas fatais, seja pelos prejuízos ao patrimônio público e privado que dela decorrem. É comum vermos no noticiário de TV cenas de violência, como assaltos a bancos, arrastões em edifícios residenciais e sequestros. Uma ferramenta eficiente para evitar esse tipo de ocorrência é aumentar o sistema de monitoramento em lugares públicos e privados. Sabendo que estão sendo monitorados, muito bandidos tendem a não partir para a ação. Assim, os principais objetivos desse tipo de sistema são detectar, comunicar e inibir ações criminosas. Quando não é possível evitar uma ocorrência, os sistemas de segurança passam a ter o papel de auxiliar a empresa e a polícia a desvendar os passos do ocorrido e identificar os criminosos. Trata-se de uma ferramenta para preservação do patrimônio, vidas e meio ambiente. Para que cumpra sua missão, os equipamentos precisam ser confiáveis e adequados às necessidades do espaço onde será utilizado.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), um bom projeto de sistema eletrônico começa com uma análise de risco que considera espaço, instalações elétricas e hidráulicas e o contexto socioeconômico no qual o sistema está inserido (rua, bairro e cidade). Caso contrário, haverá falhas e pode até incentivar uma ação criminosa. Para garantir eficiência na instalação e monitoração de um sistema eletrônico de segurança, a Associação criou o Selo de Qualidade Abese, garantindo a diferenciação das empresas que possuem estrutura adequada para atuação no segmento. Para o cliente, seja pessoa física ou jurídica, a certificação é uma garantia de comprometimento da empresa com o serviço prestado, o que, na prática, confere segurança física e emocional aos clientes, item fundamental nesses dias em que a insegurança aparece como um dos fatores mais preocupantes no dia a dia dos brasileiros.

(Jornal DCI/SP, Opinião – 29/04/2011)

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Condomínios também vão integrar sistema de monitoramento em Santos

Há em Santos atualmente 30 câmeras de vigilância instaladas em locais considerados estratégicos.O Sistema Informatizado de Monitoramento (SIM) da Prefeitura de Santos ganhará aliados importantes no combate e na prevenção de crimes: os condomínios residenciais, que poderão dispor e afixar câmeras voltadas para a rua, no formato das 30 que já operam na orla, no Centro e na Área Industrial da Alemoa.As imagens serão monitoradas 24 horas por dia pela equipe do SIM, agilizando o atendimento de ocorrências. Segundo o secretário municipal de Segurança, Renato Penteado Perrenoud, a possibilidade de integração sempre existiu, mas só agora houve a primeira adesão.Trata-se do Condomínio Jardins da Grécia, na Ponta da Praia. O condomínio investirá na compra dos equipamentos, fios e cabo de fibra ótica. A Prefeitura entrará com a instalação e o serviço de monitoramento. "A parceria é possível com qualquer entidade privada. Não importa a localização do edifício, porém, quanto maior a distância da rede de fibra ótica, maior será o gasto para interligar o imóvel ao sistema. Em média o investimento é de cerca de R$ 38 mil".Os parceiros recebem as especificações dos equipamentos que são necessários para a instalação e monitoramento das câmeras para fazer a cotação e a compra do equipamento. Desde 2006, quando começou a funcionar, o SIM registrou 12 mil intervenções, coibindo uso de drogas, furtos e tentativas de roubo, entre outros crimes. O diretor de Comunicação da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA, Rogério Reis, prevê um crescimento nesse mercado em função das parcerias. "Esse tipo de parceria começou a ser adotado há pouco tempo e será o futuro. Já estamos crescendo 15% ao ano e a expectativa é de acelerar esse ritmo em função desse formato de segurança preventiva".

Sicon

O sistema de monitoramento em vídeo já é obrigatório em empresas e, sobretudo, em condomínios residenciais, diz o presidente do Sindicato dos Condomínios Prediais do Litoral Paulista (Sicon), Rubens Moscatelli. O que não é comum e nem justo, segundo ele, é que os custos sejam repassados aos condôminos."Do jeito como está sendo feita, essa parceria joga a responsabilidade de investir em segurança nas áreas públicas para iniciativa privada e para as pessoas. Isso é atribuição do Estado". Para ele, a parceria é mais que bem-vinda, mas o gasto deveria ser financiado pelo Município. Atualmente, o SIM conta com 20 câmeras na orla, cinco no Centro Histórico, três na Alemoa e uma móvel.

Na orla, equipamentos quebrados

Das 30 câmeras de vigilância que integram atualmente o Sistema Informatizado de Monitoramento (SIM), 10 estão quebradas ou passando por manutenção. Um dos pontos da orla que contava com o equipamento, no Posto 5, próximo à Rua Alexandre Martins, no bairro Aparecida ficará sem o serviço por tempo indeterminado.No local há apenas o suporte para a instalação do equipamento.Por causa de um acidente de trânsito, a câmera que estava instalada no local caiu no chão e quebrou. "Como não há possibilidade de conserto, termos que substituí-la. Mas, por enquanto, estamos sem verba para isso", esclareceu o secretário municipal de Segurança, Renato Penteado Perrenoud.O auxiliar de almoxarifado, Carlos Oliveira Silva criticou o grande número de câmeras danificadas, em prejuízo da população . "Na minha opinião é um descaso que mais de 30% dos equipamentos estejam sem funcionar". Por questão de segurança o secretário , ele preferiu não informar a localização dos pontos cegos, mas afirmou que essa manutenção é muito dinâmica. "Há alguns dias eram 12 sem funcionar. Agora são apenas 10", disse ele.

(Jornal A Tribuna/SP – 13/04/2011)

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Cresce a prevenção eletrônica contra a insegurança

Condomínios assaltados, empresas invadidas, indústrias furtadas. É certo que, atualmente, aumentou a insegurança. O Observatório de Segurança Pública da Universidade Estadual Paulista (UNESP) aponta que na ultima década, a questão da tornou-se problema fundamental e um dos principais desafios ao estado de direito no Brasil. Entre esses desafios, estão o aumento da taxa de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança nos grandes centros urbanos, as dificuldades de administração da justiça criminal. Contra todos esses problemas, os meios de prevenção, em especial os eletrônicos, ultimamente, acompanharam esse crescimento.Os condomínios já adotam práticas de segurança e já não há mais reclamações por eventuais desconfortos. Nos shopping centers, têm sido adotadas medidas e equipamentos que beneficiam lojistas, visitantes e o próprio empreendimento. Esses exemplos repetem-se em aeroportos, bancos e edifícios comerciais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 78% das pessoas se sentem em casa, 67% em seu bairro e 52% na cidade.Isso se deve, em grande medida, aos novos equipamentos eletrônicos de segurança. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas e Sistemas Eletrônicos (Abese), o setor de segurança cresceu em tomo de 13% nos últimos dez anos.Esse mercado também sofisticou-se como poucos podem imaginar. A Prosegur, por exemplo, forte na área de transporte de valores, oferece também serviços de integração de sistemas de segurança, para detectar incidências e informar os agentes no menor tempo possível. A tecnologia da empresa pode juntar circuitos fechados de TV, controle de acessos, sensores, portas mecânicas e proteção de caixas-fortes, além de câmeras de segurança.Com presença no Brasil, a israelense Nice lançou o Situator, um sistema completo para análise de imagens de câmeras de segurança que faz mais do que armazenar vídeo. É possível analisar imagens e determinar, por exemplo, se há quebras de segurança- como falta de crachá entre as pessoas filmadas. É possível, também, verificar pessoas em uma multidão em busca de comportamento fora do padrão. O sistema integra câmeras digais e analógicas e controle de acesso, de diferentes fabricantes, em uma central que determina ações.Outra empresa, a Gocil, tem um sistema que permite aos gestores e analistas de segurança controlar câmeras de vigilância por meio de smartphones. A mesma companhia oferece soluções como o Botão de Pânico Portátil, alarme móvel que acompanha a pessoa e funciona como um SOS. Acionado recentemente por uma executiva do setor bancário, o sistema acompanhou a posição online dela e até chegou a ouvir o que ocorria durante o sequestro relâmpago. O desfecho foi positivo.

(Especial Sobre Segurança Empresarial - Revista Exame/SP - Informativo Publicitário./SP – Abri. 11 pág 102 a 105)

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O tipo de empreendimento determina o equipamento

Quem pensa na segurança de sua casa ou empresa acaba caindo em dois ou três procedimentos básicos. Entre os itens mais procurados estão os alarmes e o circuito interno de câmeras. Pesquisa do IBGE aponta que três a cada cinco domicílios brasileiros têm ao menos um dispositivo de segurança como alarme, câmeras, interfone, grades nas janelas e cerca elétrica, entre outros. Mas, em questões de segurança, isso não é tudo.Especialistas dizem que investimento em segurança deve levar em conta o tipo do empreendimento. Edifícios comerciais, shopping centers, condomínios residenciais, hospitais e hotéis têm características e necessidades próprias que não podem ser ignoradas. E não se pode esquecer que segurança visa a integridade não só das instalações e equipamentos como de dados e informações e, acima de tudo, da integridade das pessoas. Neste caso, a tecnologia é uma grande aliada. Há requisitos específicos para cada tipo de local. Condomínios demandam controles de acesso, circuitos fechados de TV, monitoramento, porteiros de confiança. Os hospitais precisam proteger equipamentos valiosos em um ambiente complexo. Hotéis devem proteger seus hóspedes sem tolher seu movimento no prédio. Shoppings e supermercados precisam de equipamentos que reduzam a chance de furto. Estádios, cinemas e centros de convenções querem controle sobre os frequentadores. Em janeiro último, a Soccerex, feira no Rio de Janeiro, mostrou uma catraca com câmera de alta definição, para registro de rostos de torcedores em estádios de futebol. Basta aproximar o ingresso do leitor de acesso. Desde 1980, os controles de acesso evoluíram das características com cartão magnético para os sofisticados sistemas de identificação biométrica. O controle por leitura digital foi o que mais se adaptou às necessidades do mercado brasileiro, contra os modelos que usam reconhecimento de íris e da face. No Rio, a Polícia Militar iniciou testes com um programa do FBI que pode ser usado na Copa de 2014, na Olimpíada de 2016 e no Sambódromo. O chefe do Centro de Comunicações e Informática da PM-RJ, major Fábio Cajueiro, explicou que a ferramenta americana é um centro de comando virtual que possibilita o compartilhamento das informações entre a Polícia Militar, Civil e a Guarda Municipal.

(Revista Exame/SP – Abri. 11 pág 108)

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Associação amplia câmeras em Ribeirão Preto

A questão da segurança chama cada vez mais a atenção da população brasileira, e dos empreendedores, principalmente por causa do aumento da criminalidade nas grandes cidades, mas também no interior, que vê um aumento expressivo de roubos a lojas e postos de combustível, sendo boa parte dos assaltos em locais inclusive com caixas eletrônicos instalados. Em decorrência disso, a vigilância eletrônica virou atração necessária no Centro de Ribeirão Preto, cidade do nordeste paulista, localizada a 313 quilômetros da capital.O projeto de câmeras de monitoramento, denominado Olhos de Águia, idealizado pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), foi ampliado para mais quatro cruzamentos da cidade. O projeto, mantido em parceria com a iniciativa privada, passa a contar agora com 14 câmeras instaladas em pontos estratégicos da região central, monitoradas por integrantes da Polícia Militar.Os novos equipamentos, avaliados em R$ 100 mil, foram instalados nos cruzamentos das ruas Barão do Amazonas com Rui Barbosa; Jerônimo Gonçalves com São Sebastião; José Bonifácio com General Osório; e Álvares Cabral com São Sebastião. As 14 câmeras do projeto Olhos de Águia possuem alcance de 360º graus e visão noturna e o monitoramento é feito 24 horas por dia.Para José Carlos Carvalho, presidente da Acirp, a iniciativa visa dar mais segurança ao consumidor e ao lojista do Centro. A iniciativa, segundo ele, foi aprovada pelos associados e graças aos bons resultados nas dez primeiras câmeras instaladas foi possível expandir o programa. "Houve redução do número de furtos e roubos, especialmente de veículos e a pedestres, o que é bom para os negócios no centro", explicou.Segundo dados apresentados pela Polícia Militar, durante os quatro anos de monitoramento dos principais corredores comerciais do quadrilátero central, o projeto Olhos de Águia reduziu em 60% o número de furtos e roubos na região central. Além de reduzir o índice de tentativas de furto na região central, com ênfase para o policiamento preventivo, facilitando o trabalho da PM, as gravações das imagens de atos criminosos são utilizadas como ferramenta de apoio nas investigações da Polícia Civil.

Novos pontos

Segundo a prefeita Dárcy Vera (DEM), a instalação das novas câmeras foi decidida depois de consulta à Polícia Militar. "Os pontos para instalação das novas câmeras foram escolhidos pela PM, que opera o sistema e aciona suas equipes em situações que exigem sua participação", explica a prefeita de Ribeirão Preto, que ainda vê no programa uma importante providência visando à segurança da população.Já Alexandre Cabarite, vice-presidente da ACI, a ampliação do projeto só foi possível graças à participação de toda a sociedade, que ajuda a manutenção do projeto. "A verba de R$ 100 mil para compra dos novos equipamentos é resultado do convênio firmado desde o início do projeto entre Prefeitura e ACI", explica Cabarite.

Parceria

O projeto tem como parceiros Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil, Transerp, Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto (Sincovarp), CPFL e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O monitoramento das câmeras é feito pela Polícia Militar e Guarda Civil Municipal na central instalada na Base Centro, na rua Florêncio de Abreu. A central tem dois monitores, quatro TVs e um telão, que estão sendo observados 24 horas.As câmeras, que têm tecnologia de última geração, são do modelo Speed Dome, com rotação de 360 graus e alcance de 400 metros, com visão noturna. Cerca de 20 policiais e guardas civis foram treinados para a operação dos equipamentos. Eles receberam orientações técnicas da empresa que instalou o sistema e também passaram por treinamento da PM para estabelecer procedimentos de trabalho quando observarem, através das câmeras, diferentes infrações e situações no centro da cidade. Orçado inicialmente em cerca de R$ 800 mil, o projeto pode ser destinado a outros pontos da cidade. Para isso, a ACIRP depende da adesão de novos parceiros. As empresas localizadas nas proximidades dos equipamentos, por exemplo, devem contribuir com um determinado valor mensal para a manutenção e ampliação do sistema.

Programa

Instaladas experimentalmente no último mês de fevereiro de 2007 na região central da cidade, as dez câmeras iniciais do projeto Olho de Águia foram instaladas com o objetivo de coibir a ação de marginais e aumentar a segurança da população. Logo depois do período de testes, foram divulgadas as estatísticas do trabalho de monitoramento realizado por essas câmeras durante a fase de testes. No período de fevereiro a abril daquele ano, foram registradas 17 ocorrências e realizadas 25 detenções, sendo 12 pessoas presas em flagrante.

(Jornal DCI/SP, - 29/04/2011)

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TJRO prioriza segurança com controle eletrônico de acesso

Sistema permite acesso de servidores, visitantes e profissionais que atuam na área judiciária após liberação por chip de segurança. O Tribunal de Justiça de Rondônia se vale da tecnologia para oferecer mais segurança às pessoas que utilizam as instalações da Justiça. O primeiro prédio a receber um sistema eletrônico de controle de acesso é o edifício-sede, em Porto Velho. Servidores utilizam o cartão funcional, equipado com um chip, que faz a identificação da pessoa e libera a entrada, pela recepção e pela garagem do prédio. A medida visa a segurança e impõem a todos, sem exceção, a necessidade de passar pelo controle. O sistema entrou em funcionamento no mês de abril.As pessoas que não são do quadro de pessoal do TJRO, mas que são partes indispensáveis da Justiça, como advogados, promotores e defensores públicos; além de fornecedores e prestadores de serviços, também devem passar pelo sistema. Para a administração, não é restrição, e sim controle. Já são 910 visitantes cadastrados no sistema, número que somado ao de servidores neste prédio (mais de 800), impõe a medida de controle, pelo grande fluxo de pessoas. A política de segurança do TJRO é semelhante à utilizada pelo Tribunal Regional Federal, também na capital, e em outros tribunais, como o Supremo (STF), em Brasília, onde o controle é feito da mesma forma.Servidores e prestadores de serviço não precisam fazer cadastro, procedimento obrigatório para os outros profissionais que utilizam o prédio. O tempo médio para entrega e registro dos dados é de menos de um minuto. Após a fotografia, o visitante recebe um cartão, também com chip, que libera o acesso ao prédio por meio de sensores eletrônicos instalados na entrada do Tribunal de Justiça. O cadastro é feito só uma vez.Dessa forma, a Administração cumpre o que prevê a Resolução 104/2010, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A resolução dispõe sobre as medidas administrativas para a segurança nos tribunais. Questionado sobre o assunto pela Ordem dos Advogados do Brasil (Espírito Santo), o CNJ decidiu que é obrigatório que o profissional da advocacia passe pelas medidas de segurança adotadas pelos tribunais e fóruns de todo o país, inclusive submetendo-se à revista de bolsas e pastas, e a passagem por detectores de metais.Essas medidas, no entanto, não são utilizadas no prédio do TJRO, que mantém detectores nas entradas, mas exime-se de fazer revistas. A expectativa da administração é de que outras unidades do Judiciário sejam contempladas com o sistema de controle de acesso, mas para isso é necessário que haja mais recursos para investimentos dentro do orçamento do Poder para 2012. Entretanto, a preocupação com a segurança já é compartilhada por diversas ações na instituição, como nos projetos de novos fóruns pelo estado, que priorizam divisões estruturais limitando o acesso do público a áreas em que estão servidores, magistrados e os processos; em busca de evitar situações que possam comprometer o andamento de audiências, instruções processuais e demais atos praticados por pelo público interno da instituição ou por profissionais que dividem o protagonismo da prestação jurisdicional, como advogados e promotores de Justiça.

(Jornal Tudo Rondônia/RO – 24/05/2011)

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Estado investe mais na PM e economiza com Polícia Civil

Verba dada à corporação militar superou 35% do previsto nos últimos seis anos.Já a civil recebeu 13% a menos, algo em torno de R$ 65 milhões; recurso seria suficiente para melhorar inteligência.O governo paulista concentrou seu investimento em segurança no últimos seis anos na Polícia Militar e economizou com a Polícia Civil.Dados do sistema orçamentário fornecidos pela liderança do PT na Assembleia a pedido da Folha mostram que de 2005 a 2010 o Estado investiu R$ 296 milhões além do previsto na corporação militar: incremento de 35%.Já a civil deixou de receber cerca de R$ 65 milhões em investimentos: 13% a menos.O policial civil é responsável por elucidar crimes. A verba não gasta seria suficiente para implantar um sistema de identificação por digitais que existe em países desenvolvidos há 30 anos.A PM patrulha as ruas. Em 2010, ganhou cinco helicópteros e, na semana passada, 50 caminhonetes Hilux SW4 2.7. O comandante da corporação, coronel Álvaro Camilo, tem um veículo de luxo Captiva, de R$ 92,9 mil.O secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto, no cargo desde 2009, é um ex-oficial da PM. Em sua gestão, os militares ganharam poder. Agora, PMs podem, por exemplo, registrar boletins de ocorrência e enviá-los a delegados -a atribuição era exclusiva da Polícia Civil.Na gestão de Ferreira Pinto, cerca de 800 delegados, num total de 3.300, foram ou estão sendo investigados.Especialistas dizem que aumentar o índice de esclarecimentos de crimes ajuda na sua redução. Hoje, São Paulo se diz incapaz de tornar públicas tais informações. Mas dados extraoficiais mostram que só 40% dos homicídios, por exemplo, são resolvidos.O presidente do sindicato dos investigadores, João Batista Rebouças da Silva Neto, admite que o índice é vergonhoso. "Muita gente não vai nem à delegacia porque sabe que não vai resolver. A gente sente muito isso", diz.Além de equipamentos mais modernos, o governo deixou de investir na estrutura física da Polícia Civil. Parte dos prédios onde estão as delegacias tem estado precário.Segundo o próprio governo, quase metade dos 1.460 edifícios ocupados pela Polícia Civil é alugada. Departamentos funcionam em casas adaptadas e galpões.A presidente da associação dos delegados, Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, afirma que a situação da Polícia Civil é ainda pior no interior do Estado.

(Jornal Folha de S. Paulo/SP, Cotidiano – 29/04/2011)

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Cidades da região de Londrina adotam câmaras de segurança

O programa conjunto visa implementar a segurança nos municípios através da vigilância dos pontos onde a incidência de crimes é maior.  O prefeito de Rolândia e presidente do Consórcio Intermunicipal de Segurança de Londrina e Região (CISMEL), Johnny Lehmann esteve na Câmara dos Vereadores de Londrina na última terça-feira, a convite dos vereadores, para falar sobre os critérios utilizados para a aquisição de câmeras para monitoramento de segurança nas cidades que integram o consórcio.O Cismel está concluindo a compra para 180 câmeras para os 10 municípios da Região Metropolitana. As câmeras serão distribuídas assim: Londrina (30), Apucarana (27), Cambé (23), Sertanópolis (22), Arapongas (20), Rolândia (15), Tamarana (13), Ibiporã (10), Bela Vista do Paraíso (10) e Jataizinho (10).O programa conjunto visa implementar a segurança nos municípios através da vigilância diuturna dos pontos onde as estatísticas indicam maior incidência de crimes e frequência de pessoas que têm fichas policiais que as indicam como perigosas para a sociedade. Esse monitoramento proporciona segurança aos cidadãos que transitam pelos locais e propiciam às autoridades policiais a oportunidade de agir imediatamente quando verificam alguma ação criminosa. E ainda ajuda a identificar as pessoas envolvidas em ilícitos flagrados pelo olho eletrônico.Os vereadores questionaram o presidente que informou que tudo foi estabelecido pelo Ministério da Justiça. “Não há o que discutir. O número de câmeras foi estabelecido por um trabalho de uma equipe técnica do Ministério da Justiça, seguindo as normas do Pronasci, em parceria com as polícias Civis e Militares de cada cidade”, afirmou Johnny. Ao final da sessão, os vereadores aplaudiram e cumprimentaram o presidente Johnny Lehmann e cobraram do prefeito de Londrina Barbosa Neto uma maior participação da prefeitura no processo do Consórcio.O Cismel, primeiro consórcio de municípios do Brasil a receber dinheiro fora das regiões das capitais brasileiras para essa área da segurança pública, busca junto ao Governo Federal recursos disponíveis no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

(Portal H News/PR – 28/04/2011)

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Segurança pública com câmeras privadas

Com a tecnologia IP, surgem novas idéias e se torna possível até mesmo compartilhar câmeras privadas com órgãos de segurança pública.O Brasil já conta com um parque instalado de mais de 5 milhões de câmeras de vigilância e monitoramento. Na busca por segurança, já podemos dizer que a regra é ter câmeras, pelo menos no que se refere a empresas. Contudo, uma das principais limitações dos sistemas de vídeo-monitoramento atualmente é que eles não são capazes de evitar assaltos ou invasões, apenas esclarecem os fatos.Porém, temos alguns exemplos que começam a mudar esse conceito de vigilância “passiva”. Na cidade de Atherton, na California, um programa governamental permite aos proprietários de negócios compartilharem suas imagens com a polícia. Em caso de alarmes, a polícia pode acompanhar o que está acontecendo em tempo real, permitindo uma ação mais eficiente e segura. Em Los Angeles, um programa semelhante leva as imagens de câmeras privadas para um equipamento instalado nas viaturas policiais. Quando chegam ao local do crime, os agentes têm a exata noção do que está acontecendo dentro do imóvel.No Brasil, o que chegamos mais perto deste modelo é realizado apenas por empresas de segurança e monitoramento de alarmes, que acessam remotamente as imagens e identificam se há alguma atividade criminosa na residência do cliente, quando alarme é disparado.  Esse serviço vem se tornando uma ferramenta importante à comunidade, pois permite imediato acionamento da polícia  com evidências precisas, facilitando a operação policial. O modelo brasileiro, contudo, não está inserido dentro de um contexto de política pública e, portanto, sua eficácia depende da competência das empresas privadas em estabelecer um relacionamento de credibilidade com a polícia.Grande parte das câmeras instaladas no Brasil pertence a ambientes privados: empresas, condomínios e residências. Porém, as imagens captadas pelas câmeras que são apontadas para áreas públicas são de interesse coletivo. Diversos crimes são esclarecidos por meio da recuperação de vídeos gravados por essas câmeras, mas eles poderiam ser prevenidos se houvesse um acesso on-line às imagens. Com compartilhamento em tempo real, acredito que os proprietários das câmeras seriam os maiores interessados em compartilhar suas imagens apontadas a áreas externas, pois conseguiriam, desta forma, obter um “policiamento virtual” de suas imediações. Teriam, portanto, todo o interesse na boa manutenção dos equipamentos e dos links para transmissão das imagens.O que permite tudo isso é a flexibilidade proporcionada pela tecnologia IP para vídeo, presente nas câmeras de rede e em praticamente todos os novos DVRs. Com esta tecnologia, as câmeras deixam de estar fisicamente vinculadas aos equipamentos de reprodução e gravação de vídeo e passam a ser acessíveis de qualquer lugar com acesso à internet. Esse acesso às imagens é gerenciado por software e as regras de acesso e privacidade dependem apenas do desejo do proprietário dos equipamentos.Com a tecnologia IP, surgem novas idéias e ampliam-se as possibilidades como, por exemplo, o compartilhamento de câmeras privadas com órgãos de segurança pública. Esse modelo de ação poderia se encaixar muito bem em nossas cidades, cujo investimento em sistemas de vídeo-monitoramento tem sido liderado pelo setor privado. O resultado seria a rápida expansão da cobertura de monitoramento público, sem a necessidade de investimento direto.

(Portal IP News/SP – 27/04/2011)

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Exército tem projeto de segurança para Copa com custo de R$ 2 bilhões

Quantia é para investimento em inteligência e armas contra terrorismo. Plano deverá ser finalizado e apresentado a Dilma em 2012, diz general. O Exército possui um projeto de R$ 2 bilhões para equipar até 2014 os sistemas de inteligência e de prevenção e combate ao terrorismo do país. O objetivo é garantir que os militares estejam preparados para atuar na segurança da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil.

O planejamento, denominado “Brigada Braço Forte”, ao qual o G1 teve acesso, estima que a aquisição de novos equipamentos é necessária porque “atualmente, o índice de obsolescência dos meios de comunicações (do Exército) ultrapassa 92%”, sendo que isso tem "afetado a capacidade de coordenação e controle até de simples emprego de tropa para ações emergenciais”.
Segundo o general Antonio Santos Guerra Neto, comandante do Centro de Guerra Eletrônica do Exército, o plano quer deixar os militares “aptos para contribuir para a segurança pública com informações e dissuasão” e deverá ser finalizado e apresentado à presidente Dilma Rousseff até 2012.

“A segurança na Copa é compartilhada e o Exército terá a sua parte, principalmente para garantir a questão logística do evento e a rápida difusão de dados sobre suspeitos ou alvos em potencial com a Polícia Federal e os outros órgãos de segurança pública. Teremos jogos em 12 capitais, equipes de todo o mundo estarão aqui e haverá chefes de Estado internacionais que teremos que fazer a proteção. Como o Exército está presente em todo o país, pode ajudar muito”, diz o general.

“Ainda estamos na fase de buscarmos as necessidades e contatar empresas para adquirir os equipamentos e a tecnologia necessária. Grandes companhias como Odebrecht, Embraer Defesa, Avibrás e Camargo Corrêa já demonstraram interesse em participar”, aponta o oficial.

O Ministério da Defesa informou que desconhece o projeto e que ainda será discutido futuramente como será a participação das Forças Armadas na segurança dos jogos. Segundo a pasta, o planejamento da Copa está sendo administrado atualmente pelo Ministério da Justiça.

Prevenção contra ataques

Dentre os pontos previstos no plano estão o monitoramento do espaço aéreo do país e investimentos em artilharia antiaérea (com a aquisição de radares e novas armas, capazes de abater caças invasores), monitoramento de suspeitos por meio de rádio e telefonia e também compra de equipamentos para detecção e destruição de bombas nucleares, químicas e bacteriológicas.

 “Vamos comprar também armas não letais, para a tropa ficar preparada para atuar em controle de distúrbios civis (como protestos). Não é para dar poder de combate, mas para prevenção e cooperação. Só a presença de um militar com um tanque nas ruas já demonstra poder”, diz Santos Guerra.

O projeto também prevê o aumento de número de militares em algumas capitais, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, “onde o contingente deve dobrar”, segundo o general. Haverá ainda compra de material para ações de defesa civil e calamidades que eventualmente venham a ocorrer no país, como enchentes e secas. "Cada vez mais, somos chamados a atuar nestes momentos de tragédia", acrescenta o comandante.

O projeto "Brigada Braço Forte" está ainda na primeira fase, em que foi contratada uma empresa para assessorar o Exército na elaboração de um projeto básico para definir quais são as tecnologias, armas e equipamentos que deveriam ser adquiridos. Em seguida, haverá contato com empresas interessadas em vendas, aprovação do orçamento pelo governo e a abertura de licitações ou contratos.

Monitoramento de fronteiras

Além deste projeto, o Centro de Guerra Eletrônica possui em andamento o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, o Sisfron, orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões) e que deve estar concluído em 2019, segundo o general Santos Guerra. Deverão ser instalados novos 29 pelotões de fronteira, principalmente nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Amazônia (hoje são 22 unidades, nenhuma no Centro-Oeste).

Serão comprados também novos equipamentos que permitirão rastrear, monitorar e impedir a entrada de armas e drogas pelas fronteiras do país.

“Temos 16 mil quilômetros de fronteira seca por onde se entra tudo no Brasil. Com radares de baixa altitude, lanchas, equipamentos de visão noturna, aeronaves não-tripuladas e maior número de homens vamos aumentar nosso poder de vigilância e fazer nossa parte contra a criminalidade”, diz o general.

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) iniciou em outubro de 2010 um planejamento junto com o Comitê Organizador da Copa do Mundo da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para garantir a segurança dentro e fora dos estádios durante os jogos, com orçamento inicial de R$ 4 bilhões.

Serão feitos investimentos nas polícias de todos os estados e formações no exterior. Desde o começo de 2011, o ministro da José Eduardo Cardoso, está visitando governadores e prefeitos das capitais do país buscando melhorar a troca de informações entre os órgãos de segurança pública até a Copa.

(Portal G1/SP – 30/04/2011)

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PMs brasileiros usarão ´óculos do Robocop´ para mais segurança na Copa do Mundo

Policiais dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro começarão a usar uma nova tecnologia de identificação de criminosos. Uma pequena câmera presa aos óculos será capaz de identificar até 400 faces por segundo em um raio de até 50 metros, comparando-as com registros policiais. Os óculos emitirão um alerta, através de uma pequena tela conectada ao aparelho, dizendo quais providências o policial deve tomar. "Para o olho humano, duas pessoas podem parecer idênticas. Comparando 46 mil pontos (com os óculos), os dados não irão falhar", afirma o major Leandro Agostini, em entrevista ao The Telegraph.O major defende o uso do acessório para o monitoramento de grandes eventos ou locais bastante frequentados, como aeroportos e shows de música. O aparelho traz um mecanismo inspirado na ficção científica. Os óculos são bem parecidos com os usados por Robocop, no filme de 1987. Eles estão em fase de teste e tiveram uso confirmado na Copa do Mundo de 2014.

(Portal Revista Segurança e Cia/SP – 27/04/2011)

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Qualidade das câmeras IP aumentou mais de 600 vezes desde 1996, diz criador

O mercado de câmeras IP (que se comportam dispositivos de rede e permitem que as imagens também possam ser vistas pela internet) saiu do zero quando nasceu em 1996, para movimentar cerca de US$ 2,5 bilhões em 2011. A informação foi dada por Martin Gren, engenheiro e inventor da primeira câmera IP, na ISC Brasil, feira e conferência internacional de segurança eletrônica que ocorre em São Paulo até amanhã (28). Gren disse ainda que desde quando surgiu, a qualidade das câmeras melhorou mais de 600 vezes para chegarmos hoje com dispositivos que filmam em Full HD e têm tecnologia P-iris, que melhora o foco das imagens. "Em 1996 tínhamos câmeras de qualidade horrível. Apenas em 2003 começamos a melhorar, com o scan progressivo, que permitiu filmagem de objetos em movimento sem que estes parecessem borrados", disse Gren. "Hoje é o setor de saúde e educação que utiliza mais o sistema de câmeras em rede. Logo após é o setor de segurança.No Brasil, a penetração de câmeras IP ainda é apenas de 15% em comparação com os dispositivos analógicos. No mundo esse valor é de 25%", completa o engenheiro. Ainda segundo Gren, a previsão é que em 2020 o setor movimente US$ 25 bilhões.

(Portal Revista Segurança e Cia/SP – 28/04/2011)

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Brasil vai adquirir novos radares de olho na Copa

O Brasil precisa criar uma nova e moderna estrutura de defesa antiaérea para atender à necessidade da segurança da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, e pode comprar esse equipamento na China.

No dia 12 de abril, em Pequim, durante visita da presidente Dilma Rousseff, o assunto foi tratado entre representantes da China National Precision Machinery Import and Export Corporation (CPMIEC), a agência estatal responsável pelos equipamentos eletrônicos de Defesa e autoridades brasileiras. Em 2008, os chineses já haviam submetido uma proposta preliminar ao Comando do Exército.

Essa, todavia, não é a única possibilidade: os especialistas da Força terrestre estão pesquisando equipamentos junto a fornecedores da Inglaterra, França e Rússia. Itália e Rússia também estão na lista. Qualquer negócio só será tratado em 2012.

O Exército quer adquirir um sistema antiaéreo tridimensional digital, de modo variável de detecção.

A Venezuela contratou nove conjuntos JYL-1, chineses, com alcance de 450km. Cada unidade é operada por oito militares e é acompanhada por um centro de controle. Pode alimentar redes de coleta de informações e fornecer dados para a artilharia baseada em mísseis e canhões de disparo rápido.

O custo da encomenda de Hugo Chávez é estimado em US$ 150 milhões. Os radares da China oferecidos ao Brasil são mais avançados. O tipo SLC-2, por exemplo, localiza granadas de obuses, foguetes e mísseis táticos em pleno voo, no limite de 50 km, permitindo fogo de interceptação com armas de saturação.

Há tipos leves, de porte individual, que são capazes de identificar o movimento de veículos a 5 km e de pessoal, a 2 km. Os pesados, de transporte por carretas 6x6, atuam além de 400 km.

A seleção e encomenda do novo sistema antiaéreo é prioridade no reaparelhamento do Exército. Segundo uma fonte do Ministério da Defesa ouvida pela reportagem, a aquisição depende da liberação de recursos. Este ano as despesas militares foram drasticamente cortadas pelo governo e as discussões para o próximo ano nem sequer começaram.

O Exército emprega um equipamento nacional, o EDT-Fila, da Avibrás Aeroespacial agregado a canhões Bofors L-70 e Oerlikon de alta cadência - com tecnologia com cerca de 30 anos. Na década de 80, eram listadas baterias de mísseis franceses. O equipamento foi desativado.

No setor, o que o Exército tem de mais moderno são os mísseis de porte pessoal russos Igla-18, com sistema de guiagem infra. Mais de 100 unidades com cerca de 50 tubos lançadores foram compradas.

Os testes não foram animadores: o índice de acerto ficou na faixa de 20%. O custo é de cerca de US$ 60 mil dólares.

(Portal Diário de Mogi/SP – 01/05/2011)

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Justiça autoriza uso de tornozeleiras em presos de Araraquara

Decisão anterior proibia o monitoramento eletrônico dos detentos. Veto continua em outras cidades do Estado.  O desembargador Damião Cogan, da 5.ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu liminar liberando o uso da tornozeleira eletrônica em detentos em regime semiaberto de Araraquara, interior paulista, com permissão de saída para trabalho externo.A liminar foi obtida pelo Ministério Público Estadual no início do mês e reverte, ainda que de forma provisória, uma das decisões judiciais de primeira instância que vetaram o monitoramento eletrônico em detentos que saem durante o dia para atividades de trabalho ou estudo.Autor do recurso aceito pelo tribunal, o promotor das Execuções Criminais de Araraquara, Herivelto de Almeida, alegou que o uso do equipamento evita distorções que hoje ocorrem nas saídas para trabalho externo, como um caso em que detentos do litoral sul foram à praia em vez de se apresentar para a atividade de ressocialização."É uma questão de segurança coletiva", afirma o promotor Herivelto de Almeida. "O monitoramento eletrônico garante o direito do detento de trabalhar e também garante o direito do Estado, que detém a custódia dele", diz.Desde o início do uso das tornozeleiras, no fim do ano passado, uma série de decisões judiciais limita o uso do equipamento em várias cidades do interior do Estado. O principal argumento dos juízes nessas decisões é que a tornozeleira só poderia ser usada em prisão domiciliar e saídas temporárias, como as que ocorrem em feriados santos ou Dia das Mães.Na interpretação da Promotoria, entretanto, o trabalho externo é uma forma de saída temporária, o que também abre caminho para o uso da tornozeleira nesses casos.Os críticos desse tipo de uso também dizem que o equipamento pode causar constrangimento para o detento na retomada do contato social. "O objetivo não é expor a pessoa. Uma calça esconde facilmente a tornozeleira", diz o promotor Almeida.Atualmente, em razão das decisões contrárias de juízes, só parte das 4,8 mil tornozeleiras à disposição da Secretaria de Administração Penitenciária está sendo usada.

PARA LEMBRAR

Pelo último balanço divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, referente a saídas temporárias antecipadas do feriado de Páscoa, o uso da tornozeleira eletrônica reduziu o número de presos que não voltaram às unidades prisionais do Estado: dos 9.283 detentos beneficiados por saída temporária, 5,3% não voltaram, índice que ficou em 3% no grupo de 103 presos monitorados. No fim de 2010, o índice de fuga entre os que usaram o equipamento foi de 1,3%, contra 7,1% dos demais. Os dados da saída temporária de Páscoa ainda não foram finalizados. O uso da tornozeleira eletrônica no Brasil foi liberado pela Lei Federal 12.258, do ano passado.

(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 27/04/2011)

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Audiência Pública em maio debaterá monitoramento de ruas com câmeras de TV

A Câmara Municipal de Campo Grande promove no próximo dia 04 de maio (quarta-feira) audiência pública para debater a instalação de monitoramento com câmeras de TV para auxiliar o trabalho da segurança pública em nossa cidade.A reunião marcada para as 9 horas, no Plenário Edroim Reverdito, está sendo organizada pela Comissão Permanente de Segurança Publica, composta pelos vereadores Alex (presidente), Carlão (vice) e Mario César (membro).Os parlamentares aproveitam a oportunidade para convidar todos os cidadãos campo-grandenses assim como a sociedade civil organizada para participar do debate.Serviço – A audiência pública será realizada às 9 horas, no Plenário Edroim Reverdito, na sede da Casa de Leis, localizada na Avenida Ricardo Brandão, nº 1.600, bairro Jatiuka Park.

(Jornal A Crítica/MS – 29/04/2011)

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