|
Clipping Eletrônico A B E S E | Terça-Feira | 6 | dezembro | 2011 | edição 261 |
|
Clipping Eletrônico A B E S E 261 Investimento em itens de segurança eletrônica deve crescer 17% neste ano, estima associação. Só na região do Morumbi (zona oeste), foram 17 assaltos a casas e condomínios entre os dias 24 de outubro e 19 de novembro, segundo a Polícia Militar. O temor que esses episódios acarretam aumenta o investimento em equipamentos de segurança eletrônica. De acordo com a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o consumo de produtos do ramo aumentou 18% de 2009 para 2010 e deve crescer 17% neste ano -sem contar serviços de implantação e de monitoramento. Os gastos crescentes nem sempre são feitos da maneira devida. O primeiro erro é montar o sistema sem consultoria profissional, com alarmes sem monitoramento e câmeras de baixa resolução na entrada (veja na pág. 4). Falta de atenção, como lavar a calçada com o portão aberto, é outro problema comum na segurança residencial. Segundo o Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), na maioria dos arrastões a condomínios da capital, os ladrões usaram carro parecido com o de morador ou simularam entrega de produtos. Contra isso, é preciso investir em normas para condôminos e em treinamento dos funcionários. As regras de conduta devem ser definidas por um profissional a partir da rotina, diz Oswaldo Oggiam, da Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. "Os procedimentos têm de ser aprovados em assembleia e divulgados para os moradores", afirma o administrador de condomínios Jair Aleixo. Projetos de especialista partem de R$ 5.000 Manutenção mensal do sistema representa 3% dos custos do prédio Alarme sem serviço de monitoramento e guarita sem blindagem são erros comuns no sistema de segurança Câmeras para o circuito fechado de televisão, central de alarmes e controles de acesso. Esses são os itens necessários em um sistema eletrônico de segurança, informa a Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). Conforme os produtos usados e o tamanho, o gasto pode variar bastante. O orçamento pedido pela Folha de um sistema com câmeras, cerca elétrica e botões de pânico para um condomínio residencial de uma torre saiu por R$ 6.210. Por outro lado, um edifício de alto padrão no Campo Belo (zona sul) investiu quase R$ 100 mil em seu sistema de segurança -R$ 5.000 para o projeto feito por consultor. "Temos 50 câmeras e sala de segurança blindada e gravamos até quatro meses de imagens", descreve a síndica Helena Ozaki. O projeto sem implantação custa de R$ 5.000 a R$ 8.000. A manutenção do sistema representa, em geral, 3% do orçamento mensal do prédio. O uso da tecnologia é favorável ao trabalho da polícia. "Trabalhamos bastante em cima de imagens de câmeras particulares. Mas elas não evitam os assaltos", pondera o capitão da Polícia Militar, Moisés do Nascimento. MONTAGEM Comprar equipamentos do sistema eletrônico de segurança vale mais a pena do que contratá-los por comodato -empréstimo pela empresa de monitoramento. "Não há tantas atualizações no mercado que comprometam o investimento", diz José Ramon Moreno, gerente da Teleatlantic. No circuito de televisão, o erro mais comum é usar câmeras de baixa resolução para a área externa, diz o coordenador da empresa TecVoz Nivaldo Felizola. "A imagem fica comprometida no contraluz", afirma. O uso de alarmes só faz sentido se acompanhado de monitoramento, ressalta Oswaldo Oggiam, diretor de marketing da Abese. Assim, o alarme envia mensagem para uma central de acompanhamento, que liga para o morador para verificar se há algo errado. PORTARIA Para que o sistema de segurança seja efetivo, o porteiro tem de estar protegido, frisa Omar Anauate, diretor da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios. O ideal é que a guarita seja elevada em relação ao nível da calçada. Se fica perto da rua, o ideal é investir em blindagem da estrutura -sai por R$ 25 mil. Cai o número de invasões a condomínios As invasões em prédios residenciais passaram de 18 casos, entre janeiro a setembro de 2010, para 9 em 2011, de acordo com o Deic. Segundo a Polícia Militar, o Morumbi (zona oeste) registrou entre setembro e novembro queda de 58,2% nos roubos de casa em relação ao trimestre anterior, após operação policial. (Jornal Folha de S. Paulo, Imóveis/SP – 04/12/2011) Casa pode ser monitorada pelo iphone Um sistema com câmera IP e tecnologia sem fio, da Bosch, pode ser configurado para enviar fotos do imóvel para o iPhone se houver barulho ou movimentação enquanto os moradores estiverem ausentes. O usuário pode, então, acompanhar ao vivo o que está acontecendo no ambiente. O aplicativo do celular permite acender ou apagar luzes, por exemplo. O kit custa a partir de US$ 1.000 (R$ 1.789). (Jornal Folha de S. Paulo, Imóveis/SP – 04/12/2011) Quem mora em casa sabe bem como é importante mantê – la fora do alcance de bandidos. E um aliado é a tecnologia. Prova disso, é que empresas especializadas em segurança apresentam equipamentos cada vez mais modernos que permitem até o monitoramento da casa à distância. No entanto, antes de instalar qualquer sistema de segurança eletrônica é fundamental avaliar qual corresponde melhor às suas necessidades. “É preciso contar com a consultoria e serviços de uma empresa especializada e idônea, capacitada para realizar uma análise de seus pontos vulneráveis”, explica Leandro Martins, diretora da área de monitoramento Siemens Building Technologies. Para garantir a eficiência dos equipamentos também é fundamental verificar se os produtos tem o Selo de Qualidade ABESE (Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança). “Ele permite identificar as empresas que estendem aos requisitos de qualidades regulamentados e tem o objetivo de orientar a compra consciente e segura do consumidor”, destaca Oswaldo Oggiam, diretor de marketing da associação. Além disso, também vale a pena consultar a Cartilha do Consumidor, que visa conscientiza – lo sobre os passos corretos de como adquirir um sistema de segurança adequado a suas necessidades. Segundo Martins, a cada cem tentativas de furtos em imóveis, 94 fracassam. Ou seja, vale a pena investir. Mas sem esquecer que cada casa é diferente e, por isso, deve receber uma solução diferenciada para atendê – la, de acordo com suas características. (Revista Construir/SP – Novembro. 11 pg 118) Congresso Internacional de Segurança discute desafios e oportunidades no mercado de sistemas eletrônicos de segurança Nos últimos dez anos, o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, valores que devem se repetir nos próximos anos analisando o potencial de crescimento das principais tecnologias do setor, como os sistemas de circuito fechado de TV – CFTV. A afirmação acima foi confirmada durante o VII Congresso Internacional de Segurança (CIS), realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), em 24 e 25 de novembro, em São Paulo. Com o tema “A evolução do vídeomonitoramento além da segurança”, o VII CIS – Congresso Internacional de Segurança atraiu cerca de 120 participantes, entre empresários, estudantes, associados e profissionais dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal. Todos ouviram dos experientes empresários palestrantes sobre os desafios e, especialmente, as oportunidades para o mercado de CFTV, que representa 40% dos negócios de Sistemas Eletrônicos de Segurança (SES), seguido do mercado de sistemas de alarmes contra intrusos com 26% de participação, sistemas de controle de acesso com 24% e equipamentos de detecção e combate a incêndio com 10% do mercado. Mário Filho, diretor da divisão de sistemas da Johnson Controls abriu a programação com a palestra Tecnologia IP/HD, falando sobre os projetos com câmeras IP, tecnologias e case de sucesso, como por exemplo, a integração de sistemas tecnológicos para estádios e arenas. Em seguida, Marcelo Colareno, diretor da Câmara Argentina de Segurança Eletrônica (CASEL), falou sobre controle de acesso e gestão de identificação, destacando os diferentes tipos de usuários. “A busca por novas tecnologias é constante, mas depende de inúmeros fatores. Por exemplo, acompanhamos todo o avanço da biometria, porém não vimos essa tecnologia se popularizar, por outro lado, podemos contar com sistemas bem acessíveis, contribuindo para popularizar a sua utilização, como o reconhecimento de impressões digitais, cercas elétricas e o monitoramento a distância”. Leandro Martins, diretor da área de monitoramento na Siemens no Brasil, fez uma breve apresentação sobre o futuro das centrais de monitoramento. Logo após, Márcio Ferreira, gerente nacional de vendas da Intelbrás apresentou a gestão do processo de aquisição à segurança eletrônica. Encerrando o primeiro dia, Tácito Augusto Leite, diretor da Indra, ministrou sobre a importância da segurança da informação, explicando como proteger o sigilo dos clientes. Danilo Leandro, gestor de tecnologia, e André Campos, gestor de operações da Prosegur, além de abordar a evolução dos sistemas integrados de segurança, também apresentaram o resultado da participação da empresa no Rock in Rio 2011. “Cerca de 500 profissionais estiveram envolvidos na operação que uniu equipe humana e tecnologia para fazer segurança com inteligência. Todos os profissionais que fizeram parte da operação passaram por um rígido treinamento, voltado especificamente para grandes eventos”, comentou Danilo Leandro. “Fazer a segurança de um evento é complicado, precisa de muito planejamento, pois não é fácil lidar com pessoas e isso pode gerar problemas. A segurança de grandes eventos demanda cautela, concentração e inteligência”, concluiu André Campos. Nesse sentido, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que está presidindo o Comitê Público Olímpico, falou aos participantes no segundo dia do Congresso reforçando a importância da tecnologia somada à estrutura física para vencer a grande preocupação com a segurança nos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil nos próximos anos. “A segurança é a nossa principal preocupação. Por isso, reunir inteligência e tecnologia, cenário permitido com os sistemas eletrônicos de segurança será fundamental para garantir a segurança das atividades, comunidades e demais situações ao redor dos eventos esportivos”, afirmou. O coordenador do Grupo de Estudos Técnicos de Segurança da Universidade de São Paulo, Ronaldo Pena, destacou um outro aspecto importante abrangendo a infraestrutura para implantação de centrais de vídeo monitoramento, apresentando os projetos de parcerias público-privadas para a implantação dos sistemas em diferentes projetos. Encerrando a sétima edição do CIS, o capitão da polícia militar Márcio Albuquerque, explanou sobre a importância do videomonitoramento público e os projetos da PM que envolvem as centrais de monitoramento e a aquisição de câmeras. “Essa edição do CIS reuniu um público de visão e iniciativa interessado na oportunidade de adquirir conhecimento, trocar experiências, tirar dúvidas e gerar negócios, atitudes fundamentais para a evolução do mercado brasileiro de sistemas eletrônicos de segurança, que em 2010 movimentou a ordem de US$ 1,68 bilhão, e reúne mais de 12 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos”, completa o presidente da ABESE. (Portal Planeta Seguro/SP / Revista Segurança e Cia/SP, 01/12/2011) Seguro e tecnologia, uma combinação ideal Juntos, segurança eletrônica e seguro residencial garantem tranquilidade e ressarcimento de bens. Dezembro e janeiro marcam o calendário como meses de festas e férias de verão, mas também de intensas viagens. E é quando vai se ausentar de casa por períodos mais prolongados que muita gente também se lembra da proteção do que vai deixar para trás. Mas é justamente nessa época do ano que atitudes comuns, como avisar vizinhos ou deixar luzes acesas, tornam-se ineficazes ou até arriscadas, sinalizando a ausência de muitos moradores de uma mesma rua. Nas grandes cidades e capitais, as câmeras de segurança, equipamentos que são hoje bem mais acessíveis que dez anos atrás, já se tornaram verdadeiros coadjuvantes do trabalho policial. Muros altos com cercas eletrificadas e iluminação com sensores de movimento também se incorporaram à paisagem dos bairros de classe média e alta. Mas todo esse aparato eletrônico, embora aumente muito a sensação de segurança, é apenas preventivo, e não assegura o ressarcimento de bens em caso de roubo, o que só um bom seguro pode fazer. Especialistas em segurança recomendam a combinação de dispositivos eletrônicos com seguro residencial ou comercial como um modelo ideal de proteção. E há empresas seguradoras que ainda dão desconto na apólice aos clientes que já têm, em casa ou no trabalho, algum tipo de equipamento eletrônico de segurança. Na Caixa Seguros, esse abatimento pode chegar a 36%. "Seguro e segurança eletrônica são complementos importantes com objetivos diferentes", diz Oswaldo Oggiam, diretor de Marketing da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). "Aquela fase de quem morava em residências sem nenhum tipo de proteção já passou, as pessoas estão conscientes da falta de segurança, houve uma mudança de mentalidade nesse sentido", acrescenta. "O sistema eletrônico de proteção é preventivo, se a casa tiver um alarme e houver um roubo mesmo assim, quem entrar com certeza vai passar menos tempo no local, mas a gente sempre aconselha os clientes a fazerem um seguro, justamente para garantir o ressarcimento de grande parte dos bens subtraídos". Ambos os seguros residenciais da Caixa Seguros oferecem coberturas contra roubos, e custam a partir de R$ 69 por ano -- ou menos de R$ 6 mensais. "O segurado que tiver uma apólice com amplas coberturas pode ter vários pertences pessoais indenizados em casos de roubo ou incêndio da residência", diz o diretor de Riscos Diversos da Caixa Seguros, Alexandre Batista. "Aparelhos eletroeletrônicos, móveis e roupas são alguns dos itens dessa lista". Quem tem um seguro empresarial também conta com a mesma proteção. "Indenizamos o cliente até o limite da quantia segurada, a depender do valor acertado no contrato", diz Batista. O valor médio dos seguros para empresas e estabelecimentos comerciais é de R$ 600 ao ano, mas existem planos a partir de R$ 200 na Caixa Seguros. Na avaliação do diretor de Marketing da Abese, combinar seguro com sistema eletrônico de segurança tem um ótimo custo-benefício e cabe em todos os bolsos, graças ao barateamento e às facilidades proporcionadas por ambos os setores. Não é apenas uma forma de diminuir os prejuízos em caso de uma eventualidade, é também um investimento. "Dá para combinar um seguro mais básico com equipamentos de segurança mais sofisticados ou vice-versa", comenta Oggiam. "Hoje em dia, tem a segurança eletrônica modular, o cliente pode investir primeiro no alarme e depois em câmeras, ele pode fazer um planejamento financeiro por etapas". Segundo o especialista da Abese, o monitoramento remoto 24 horas, com botão de pânico e envio da polícia, custa, em média, de R$ 80 a R$ 120 por mês, dependendo da região. "Também é possível alugar um alarme para quem não mora em casa própria". Negligenciar a proteção do patrimônio no presente pode sair caro no futuro, quando a pessoa precisar de um seguro, sem tê-lo contratado. "Falta ainda uma cultura de prevenção entre muitos brasileiros, que pagam TV a cabo, mas não se preocupam com a segurança da casa", comenta Oggiam. "As pessoas tendem a ser muito reativas, só tomam providências depois que algo acontece". O especialista da Caixa Seguros concorda que é um investimento que vale a pena, porque pesa pouco no bolso e dá garantias fundamentais ao segurado. "O seguro de uma casa custa até vinte vezes menos que o de um carro", comenta. "Além de ressarcir o cliente em caso de roubos e furtos, o seguro também protege a residência contra incêndio, queda de raio e danos elétricos". Com os produtos da Caixa Seguros combinados a um sistema eletrônico de segurança que custe em média R$ 100 por mês, é possível ter uma proteção completa da casa por R$ 169 mensais ou da empresa por R$ 300 ao mês. E com os descontos de até 36% oferecidos pela empresa para quem já tem algum tipo de equipamento eletrônico de segurança instalado, estar protegido e poder sair com mais tranquilidade nas viagens de férias, ou ao longo do ano, pode ficar ainda mais barato. (Portal Brasil 247/SP, 28/11/2011) Controle integrado ajuda a fechar o cerco contra invasões Presença de eclusa nos acessos de pedestres e veículos, guarita blindada, identificação biométrica das digitais dos dedos para liberação dos prestadores de serviços, cartão com leitura magnética para a entrada dos moradores: essas são algumas das medidas adotadas para o controle de acesso dos condôminos, visitantes e fornecedores ao Condomínio Practical Way, empreendimento de três prédios, 288 apartamentos e quase dez anos de vida localizado no bairro de Vila Leopoldina, zona Oeste de São Paulo. A ideia é criar no bairro “a fama de que é difícil entrar neste prédio”, conta o gerente predial Francisco das Chagas Ribeiro Matias, que trabalha no local há nove anos. “Isso desarma qualquer intenção de invasão”, acredita Chagas. Para o consultor em segurança Eduardo Lauande, o rigor e a atenção aos procedimentos são itens indispensáveis a um controle eficaz, critérios que devem recair tanto sobre o fluxo de pedestres quanto de veículos, envolvendo a população fixa (residente) e flutuante (visitantes, entregadores, prestadores de serviços etc.). Eles pressupõem ainda, pela ordem, qualificar previamente “o perfil do circulante”; confirmar quem é a pessoa e quais seus objetivos; e, no momento seguinte, liberar o acesso ou, caso haja forte indício de que seja um suspeito, acionar o botão de pânico. Em termos de equipamentos, o diretor de marketing da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), Oswaldo Oggiam, recomenda a integração dos recursos de controle de acesso aos de proteção do perímetro e das áreas internas (por meio do CFTV, sistemas de alarme e sensores). De acordo com Oswaldo, “o grande vilão do acesso é o carro”, especialmente nos residenciais. Neste caso, o diretor da Abese propõe aos síndicos que o controle seja feito pelos porteiros, através de software que lhes permita fazer a identificação dos condôminos e colaboradores fixos pela confirmação da imagem. No Condomínio Practical Way, o controle da entrada dos usuários das 722 vagas de garagem é feito por um porteiro exclusivamente destinado a essa função, através da identificação do crachá que deve estar bem visível no para-brisa dos veículos. Em caso de perda ou esquecimento, o condutor não entra com o veículo e, caso reclame e cause problemas, é prontamente advertido, conforme prevê o Regulamento Interno. A área de segurança do condomínio é terceirizada e, em cada turno de trabalho, atuam quatro profissionais, sendo dois porteiros (um deles para os pedestres). O gerente predial Francisco das Chagas relata que o sistema foi implantado gradativamente nos últimos nove anos, com a troca dos motores dos portões automáticos, ampliação e blindagem da guarita e construção de um acesso exclusivo de serviços, separado do social. Também foi implantado o cartão magnético para acesso dos moradores na portaria social, com leitores instalados nos dois portões da clausura. (Revista Direcional Condomínios/SP, Nov.11) IndigoVision lança primeira linha de câmeras compatíveis com o ONVIF A IndigoVision acaba de anunciar a ampliação de sua linha de videomonitoramento com o lançamento das câmeras HD, 1080p, de 2 megapixels. Segundo a fabricante, os quatro modelos de novas câmeras segue o padrão ONVIF e representam as primeiras câmeras da IndigoVision compatíveis com o padrão. A nova linha inclui um Minidome interno, um Minidome resistente a vandalismo e dois Microdomes, internos ou externos, para espaços menores. De acordo com a empresa, a família IndigoVision Minidome HD foi desenvolvida para atender ambientes multicast, permitindo que um número ilimitado de usuários visualize o vídeo ao vivo na rede com largura de banda reduzida. A dupla codificação H.264 oferece aos usuários a flexibilidade de transmitir simultaneamente em diferentes resoluções e velocidades de quadros, o que é particularmente útil quando se faz transmissão remotamente, bem como localmente. O WDR também está disponível, para melhor qualidade da imagem em áreas com níveis de luz contrastantes. Ainda segundo a fabricante, os Minidomes internos e resistentes a vandalismo oferecem zoom e foco remoto como opção, para simplificar a instalação e reduzir o custo contínuo de propriedade. O filtro IR automático que otimiza o desempenho em ambientes com pouca luz é fornecido como padrão, e os recursos de áudio estão incluídos. Os Microdomes são projetados para monitoramento discreto em espaços pequenos com um microfone integrado. (Revista Segurança e Cia/SP, 29/11/2011) Rastreadores de tiros vão ser testados na Tijuca Para ajudar a polícia a rastrear tiros disparados de uma distância de até três quilômetros, o Sistema de Detecção de Disparos de Arma de Fogo já está instalado e começa a funcionar em fevereiro na Tijuca, Vila Isabel, Andaraí e Maracanã. Comprado ano passado pela Secretaria de Segurança Pública por R$ 1,5 milhão, o equipamento vai ser testado a partir da próxima semana, a partir das 22h. Serão três dias de testes em 15 pontos diferentes. Por medida de segurança, algumas ruas serão fechadas. O sistema permitirá que policiais ou serviços de emergências cheguem ao local do disparo mais rápido. O equipamento utiliza o recurso ShotSpotter, que detecta barulhos de tiros e define, com precisão, o local de onde foi feito o disparo, quantos tiros foram dados e até o calibre da arma. Nos testes serão disparados tiros de cinco calibres em sacos de areia. O disparo é detectado através da vibração que é enviada em até nove segundos para as centrais de monitoramento no 4º BPM (São Cristóvão), 6º BPM (Tijuca) e Centro de Comando e Controle (CCC), na Secretaria de Segurança, na Central do Brasil. Os dados serão repassados por celulares, rádios ou computadores aos policiais e serviços de emergências. Os sensores foram instalados em prédios da área. Mas, como a Secretaria de Segurança encontrou resistência por parte de moradores, em alguns lugares foi preciso colocar postes para fixar os aparelhos. Após avaliação dos resultados é que a Secretaria de Segurança vai decidir se ampliará ou não o serviço a outras áreas. Em setembro de 2012, a base do programa que está na Secretaria passará para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), ainda em construção. O sistema reduziu crimes em cidades dos Estados Unidos e é usado em Canoas (RS). (Jornal O Dia Online/RJ, 01/12/2011) Mercado informal de segurança no Paraná é três vezes maior que o legal O mercado ilegal de segurança privada no Paraná é três vezes maior que o número de empresas autorizadas pela Polícia Federal. No Estado, há cerca de 100 empresas com registro na PF. Para se tornar vigilante é preciso ser brasileiro, ter 21 anos, não ter antecedentes criminais e frequentar curso de formação em escola reconhecida pela Polícia Federal. Mas ter só o curso básico não libera o profissional para trabalhar armado. "O vigilante só tem direito ao porte de arma em serviço se for registrado em empresa de segurança privada", explica o presidente do Sindesp-PR, Maurício Smaniotto. "Só o fato de ter feito o curso básico e não ter vínculo com a empresa não lhe dá o direito de usar arma em serviço." Quem autoriza a prestação dos serviços de segurança privada é a Polícia Federal e a legislação é rigorosa. As empresas precisam ter capital social integrado de pelo menos 100 mil UFIRs (R$ 105 mil) e apresentar certidões negativas criminais dos diretores. A lei obriga também que vigilantes passem por curso de formação para obter a Carteira Nacional de Vigilante. Segundo o sindicato, os trabalhadores ilegais geralmente atuam como vigilantes de estabelecimentos de pequeno porte, como farmácias e postos de combustíveis, além de fazer rondas em bairros. Quem contrata um profissional clandestino expõe o próprio patrimônio a riscos. "Você não conhece quem está prestando o serviço. Essa pessoa pode facilitar um roubo e trabalhar com arma clandestina", alerta Smaniotto. Para o presidente o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança de Maringá e Região, José Maria da Silva, a preferência pelo profissional sem registro tem explicação no preço pago ao trabalhador, que corresponde à metade do piso salarial da categoria, hoje em R$ 1,2 mil. "O empresário prefere ter o clandestino porque paga uma miséria para o trabalhador e não recolhe impostos", argumenta o presidente. "O grande problema é que o trabalhador ilegal não sabe se defender, não sabe atacar um bandido quando precisa e nem fazer os primeiros socorros. É por isso que ele custa pouco, mas o serviço prestado não é o mesmo do que o do legalizado". Para saber se a empresa de segurança privada que você vai contratar tem autorização da Polícia Federal para funcionar, basta acessar o site www.dpf.gov.br , clicar em ‘Segurança privada’ e digitar o CNPJ da empresa. (Diário de Maringá/PR, 30/11/2011) Uso de estabilizador e No-break é essencial para garantir proteção e segurança aos equipamentos eletrônicos Garantir a segurança dos equipamentos eletrônicos no Brasil é uma tarefa delicada. No País, segundo o ELAT/INPE (Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), cerca de 70% dos desligamentos na transmissão e 40% na distribuição são provocados por raios, sendo que o número de transformadores queimados por eles ficam em torno de 40%. Estes números mostram o impacto considerável da ação danosa das descargas elétricas vindas do céu. Um relâmpago que atinge as proximidades onde existem eletrônicos em funcionamento, por exemplo, poderá gerar um pico de tensão que atravessará a fiação, rede, linhas telefônicas e outros meios, podendo penetrar no computador por meio da tomada, linha telefônica ou de dados da rede, danificando partes internas do equipamento. Dentro deste cenário, o uso de aparelhos como estabilizadores, módulos isoladores e No-break, torna-se essencial para garantir a proteção dos dispositivos, sistemas e arquivos nos mais diversos ambientes. Eles evitam os problemas proporcionando proteção completa, preservação dos dados e aumento da vida útil dos equipamentos e sistemas conectados a eles. A APC by Schneider Electric, especialista em soluções e serviços para ambientes críticos de energia e refrigeração, possui produtos específicos para cada tipo de aplicação, que abrangem desde a área residencial ou doméstica até a de escritórios com alto desempenho. O estabilizador é um regulador de energia e sua principal função é atenuar as oscilações de tensão que ocorrem na rede elétrica. Deve ser usado quando há a necessidade de trocar a voltagem de 220V para 110Ve quando ocorre oscilação na tensão, o que pode ser percebido pela alteração de luz nas lâmpadas, comum em épocas de chuva. Estes acontecimentos podem provocar a queima da fonte dos equipamentos ligados diretos na tomada. Assim como os estabilizadores, os módulos isoladores devem ser usados nas mesmas situações e ainda em casos de tomada sem aterramento, o que ocasiona choque elétrico na carcaça do equipamento e situações em que aparecem pequenos chuviscos na tela da televisão sempre que outro equipamento é ligado ao mesmo tempo. Já a função principal do No-break é a de garantir, no caso de queda da rede elétrica, o funcionamento do computador e de qualquer outro dispositivo que esteja plugado nele, dando um tempo extra para que o usuário consiga salvar seus trabalhos e fazer um desligamento seguro. Além de proteger em todas as outras situações já mencionadas, ele é indicado para problemas de subtensões, sobretensões, surtos, picos de energia, ruídos, e Black-out. Na categoria no-breaks para ambientes residenciais ou escritórios, a APC by Schneider Electric possui a linha de Back-UPS que oferece proteção de energia para redes wireless, computadores, consoles de jogos e outros equipamentos eletrônicos em residências ou escritórios. Os produtos da companhia agem contra surtos e picos perigosos estando disponíveis em modelos de torre ou piso e, juntamente com uma variedade de características padrão, são a escolha ideal para uma conexão segura. Sobre a APC by Schneider Electric APC by Schneider Electric, um dos líderes globais em serviços críticos integrados de energia e refrigeração, fornece hardware, software e serviços projetados para assegurar a alta disponibilidade e a maior eficiência de energia em ambientes residenciais, corporativos, de data centers, e industriais. Respaldada pela força, experiência e a ampla rede de serviços críticos de energia e refrigeração da Schneider Electric, a APC fornece soluções bem planejadas e perfeitamente instaladas e mantidas ao longo de seus ciclos de vida. Mais informações em www.apc.com/br. Sobre a Schneider Electric Como especialista global na gestão de energia e com operações em mais de 100 países, a Schneider Electric oferece soluções integradas para diversos segmentos de mercado, obtendo posições de liderança em energia e infraestrutura, processos industriais, automação predial, data centers/networks, bem como forte presença em aplicações residenciais. Com o objetivo de oferecer energia mais segura, confiável e eficiente, a empresa, com mais de 110.000 colaboradores em todo o mundo, atingiu em 2010 um faturamento de 19,6 bilhões de euros, através de seu firme compromisso em ajudar as pessoas e organizações a “fazerem o máximo da sua energia”. Mais informações em www.schneider-electric.com.br. (Portal Segs/SP, 28/11/2011) Diretran define modelo de parceria com Detran Em andamento desde 2009, o processo de municipalização do trânsito de Campo Mourão avançou mais um passo com a definição do modelo de parceria entre a prefeitura e o Detran. Foi escolhida uma terceira opção, na qual parte da responsabilidade fica com o Departamento de Trânsito e a outra para a prefeitura que fará convênio com a Polícia Militar (PM). A decisão foi tomada na última semana, quando foi encaminhado um ofício à diretoria do órgão em Curitiba. Para a definitiva implantação falta apenas a anuência do governador do Estado. O processo começou a ser estudado em 2008, foi concretizado com a criação do projeto em 2009 e a aprovação na Câmara de Vereadores, em março de 2010. Além de Campo Mourão, 12 outros municípios estão em situação semelhante. Na reunião entre todos, a diretoria do Detran apresentou três opções. A primeira é a que toda a responsabilidade ficaria com o Detran, o que não é mais permitido por lei. A outra opção seria que tudo caberia à prefeitura. Neste caso, seria necessária a contratação de um agente para cada mil veículos, o que resultaria em 50 agentes no município de Campo Mourão. Essa alternativa foi descartada por todos os envolvidos, até porque a administração não teria condições de arcar com os custos. A única alternativa foi a parceria entre prefeitura e Detran, na qual cada um arcaria com parte das responsabilidades. Segundo o chefe da diretoria de trânsito, Dirceu Jacob de Souza, o Detran ficaria com o processamento das multas, as notificações e a distribuição da arrecadação. Para a prefeitura ficaria o julgamento dos recursos de multas e o convênio com a PM. Neste caso fica proibida a instalação de equipamentos de monitoramento eletrônico, como lombadas e radares. “Com essa escolha, mais para frente se a gente observar que é possível partir para um sistema em que tudo fique concentrado na Diretran, faremos isso”, ressalta. A distribuição do que for arrecadado com as multas será feita após o desconto dos 5% definidos em lei para o Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset). Dependendo se a multa é estadual ou municipal a divisão é 40% e 60%. Ou seja, se for municipal, a prefeitura fica com 60% e o Estado com 40%. Se for estadual, os percentuais se invertem. “Mas existem algumas multas, definidas em lei, em que 100% fica para o Estado”, finaliza Jacob. Depois de concluído o processo de municipalização, poderá ser implantado o estacionamento rotativo pago. “Com isso formalizado podemos partir para a criação da Zona Azul, ou não. Mas o contrário não é válido, sem municipalizar não podemos ter estacionamento pago.” Novo modelo O novo modelo foi proposto no 1º Seminário Paranaense de Municipalização de Trânsito. A proposta surgiu para encontrar um novo modelo de gestão, mais adequado às necessidades das pequenas cidades. A nova modalidade de municipalização é uma parceria entre município e o Detran Paraná, capaz de viabilizar o funcionamento e permitir a organização de um cronograma que dê suporte para que os custos da prefeitura sejam programados e permitam a implantação total com tranqüilidade. (Jornal Tribuna/PR, 05/12/2011) Moradores de bairros nobres de SP investem em projeto de segurança em parceria com a Polícia Militar Moradores do Itaim Bibi e dos Jardins, bairros nobres da zona oeste de São Paulo, cansados de tantos assaltos, se mobilizaram para implantar câmeras de segurança nas principais ruas da região. O projeto já está sendo elaborado e deve ter um custo de cerca de R$ 50 mil por mês. Segundo o aposentado Bernardo Wallis, de 68 anos, presidente do Conselho de Segurança (Conseg) do Itaim Bibi, os moradores e comerciantes devem alugar os equipamentos e sugerir aos órgãos de segurança pública que monitorem o sistema eletrônico. "As primeiras vias a serem equipadas com câmeras serão as avenidas Faria Lima e Juscelino Kubistchek, as ruas João Cachoeira, Mário Ferraz e Tabapuã". De acordo com o presidente da associação Ame Jardins, João Maradei,o projeto de instalação de câmeras nas ruas da região foi tratado com o comandante da PM paulista. "Oferecemos a ele a possibilidade de os homens da corporação estarem à frente do monitoramento do sistema". (Revista Segurança e Cia/SP, 01/12/2011) Vigia e suspeito morrem em tentativa de roubo no Morumbi Um vigia morreu na manhã desta quinta-feira durante a tentativa de roubo a um condomínio na esquina da avenida Giovanni Gronchi com a rua Doutor Francisco Thomaz de Carvalho, no Morumbi, zona oeste de São Paulo. Um suspeito também morreu na troca de tiros. Informações preliminares da PM apontavam que um suspeito ferido tinha sido encaminhado ao pronto-socorro do Campo Limpo. Segundo moradores, no entanto, o vigia do prédio é que foi socorrido, mas morreu no hospital. De acordo com os moradores, por volta das 8h40, ocupantes de um Gol começaram a conversar com o vigia na entrada do prédio. Um criminoso se aproximou a pé e disparou contra o segurança, que reagiu e baleou o homem. O vigia --que teria sido atingido no peito-- ainda entrou no prédio e conseguiu chamar a polícia. Ele foi levado ao PS Campo Limpo, mas não resistiu ao ferimentos. Os suspeitos que estavam de carro fugiram do local. Imagens da câmera de segurança do prédio devem ajudar a identificar os envolvidos. O corpo do suspeito permanecia em frente ao condomínio por volta das 12h para a realização da perícia. O caso será registrado no 89º DP (Portal do Morumbi). (Jornal Folha de S. Paulo/SP, 01/12/2011) Ninguém vai revistar a mala de quem paga R$ 3.500 por hora Pilotos e órgão que administra voos regulares admitem falhas; Infraero diz que responsabilidade é de concessionários. "Ninguém vai revistar a mala de um passageiro que paga R$ 3.500 por hora de voo. Sempre se pressupõe que seja uma pessoa honesta. Nem é uma responsabilidade da empresa fazer essa revista", diz o piloto de uma empresa de táxi aéreo que opera no Campo de Marte, em São Paulo. Segundo outros pilotos, pegar uma aeronave ali é como tomar um táxi na rua. A Infraero diz que a responsabilidade pelo acesso aos hangares do Campo de Marte é dos próprios concessionários. Fala que mantém vigilância 24 horas nas entradas do aeroporto e câmeras de segurança. Na prática, não há abordagem a quem pretende chegar aos hangares. Já os seis principais aeroportos do interior com voos regulares administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) não têm como impedir que uma pessoa embarque com uma mala carregada de dinheiro, armas ou drogas. Apesar de bagagens de mão passarem por fiscalização eletrônica e manual, falta aparelho de raio X para checar o conteúdo de malas transportadas no porão (compartimento de carga) em São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Marília, Presidente Prudente, Bauru e Araçatuba. Segundo técnicos de operação dos aeroportos ouvidos pela reportagem, é possível transportar cocaína de Campo Grande a São Paulo ou trazer produtos roubados de São Paulo para Araçatuba sem chamar a atenção. Já o Daesp disse que vai instalar aparelhos de raio X para porão em aeroportos com voos regulares. Sobre o controle de bagagem, diz que legislação determina que a companhia aérea tenha procedimentos para controlar o que é despachado. Drogas. Se aeroportos com voos regulares não têm fiscalização, a situação é pior em aeroclubes menores. Usado pelo tráfico como ponto de abastecimento e desova de cocaína, o de Guararapes, a 560 quilômetros de São Paulo, não possui controle de pouso ou decolagem e foi palco nos últimos cinco anos de apreensões de mais de meia tonelada de cocaína trazida do exterior. Mesmo com as apreensões, não há no aeroporto nenhum posto de polícia ou vigilância. Além disso, os pousos e decolagens não são registrados. Em Sorocaba, a situação é parecida. "Se um passageiro embarca com drogas ou armas, nem ficamos sabendo. Não temos competência para fazer revista ou examinar a bagagem", disse o dono de uma empresa de fretamento e manutenção de aeronaves. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP, 02/12/2011) Condenado por matar travestis, ex-PM é preso por novo crime em SP Por ordem da Justiça, investigadores do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) prenderam na manhã desta terça-feira o ex-soldado da Polícia Militar de São Paulo Cirineu Carlos Letang Silva, suspeito de ter assassinado a tiros um travesti, em 26 de maio deste ano. Duas testemunhas reconheceram Silva como responsável pela morte de Alisson Pereira Cabral dos Anjos. Silva foi indiciado pelo DHPP sob suspeita de ser o autor do homicídio. O crime ocorreu num ponto de travestis na rua Doutor Edgar Teotônio Santana, na Barra Funda (zona oeste de São Paulo). A vítima foi morta com um tiro de revólver calibre 38. A prisão preventiva de Silva foi pedida à Justiça pelo delegado Antonio Carlos de Aguiar Desgualdo, chefe da equipe B-Sul, do DHPP. Em depoimento à Polícia Civil, Silva negou ter matado Alisson dos Anjos. Seu advogado não foi localizado pela reportagem. Na crônica policial paulistana, Silva, um ex-integrante da Rota --espécie de tropa de elite da PM paulista--, ganhou fama ao ficar conhecido como "O Matador de Travestis". Silva também é um dos réus no processo sobre o massacre dos 111 presos no pavilhão 9 da Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru (zona norte de SP), cometido pela Polícia Militar em 2 de outubro de 1992. Silva era da equipe da PM que invadiu o terceiro pavimento do pavilhão 9, onde foram mortos 78 dos 111 presos. Silva foi condenado em 2002 a 40 anos de prisão pelas mortes de três travestis na cidade de São Paulo, todas ocorridas cinco meses após o massacre do Carandiru. Em janeiro de 2003, quando Silva recorreu das condenações, o desembargador Luiz Pantaleão escreveu em sua decisão que o réu "elegia pessoas para morrer tão somente porque não agradavam o acusado por serem travestis e que isso demonstrava total descaso com a vida humana; intolerância com o próximo". "O acusado [Silva] praticou três delitos contra a vida e com emprego de violência real; era policial militar à época e deveria zelar pela segurança das pessoas; revelou insensibilidade total, mutilando um dos cadáveres; desta feita deve a maior reprimenda ser aumentada ao triplo, resultando a pena em quarenta anos de reclusão", decidiu, em 2003, o desembargador. Silva está em liberdade desde 16 de março deste ano. Ele deixou o regime fechado para o semi-aberto em 2004. SEM TORNOZELEIRA No fim de 2010, quando cumpria pena em regime semiaberto no Centro de Progressão Penitenciária de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, Silva impetrou um habeas corpus no Tribunal de Justiça paulista para evitar ser obrigado a usar a tornozeleira de monitoramento eletrônico durante a saída temporária de Natal e Ano Novo, mas o pedido não foi atendido pelo desembargador Pantaleão. Segundo Silva, o uso da tornozeleira "feria o princípio da dignidade humana, além de ter caráter vexatório, e representa uma violência moral e psicológica, e verdadeira exclusão social". "O uso de tornozeleira eletrônica não afronta a liberdade de locomoção do impetrante-paciente [Silva], que continua a ir e vir sem qualquer restrição a não ser aquelas próprias da disciplina na hipótese de saídas temporárias. Qualquer discussão sob o enfoque de direitos da personalidade, inclusive da dignidade humana, só poderá ser travada mediante a via cabível e adequada que, evidentemente, não é a do habeas corpus", escreveu o desembargador. (Jornal Folha de S. Paulo/SP, 29/11/2011) Mais de 1,5 mil policiais vão garantir segurança Mais de 1,5 mil policiais militares, civis, guardas municipais e seguranças particulares estarão nas ruas de Curitiba, terminais de ônibus e na Arena da Baixada, domingo, para garantir a segurança no jogo entre Atlético-PR e Coritiba, em uma das maiores operações já realizadas no Paraná. A vigilância também será feita do alto por dois helicópteros e uma torre com câmera de 360 graus. Para facilitar a identificação de pessoas envolvidas em eventuais tumultos, a PM terá à disposição granadas que espalham tinta. O jogo pode definir o rebaixamento do Atlético e a classificação do Coritiba para a Libertadores. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP, 02/12/2011) Ministro Cardozo inaugura penitenciária em Pacatuba A unidade vai abrigar 500 presos que estão no regime fechado. A cadeia tem moderna tecnologia de vigilância eletrônica. A Penitenciária Francisco Hélio Viana de Araújo, localizada em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi inaugurada, ontem, pelo governador Cid Gomes. O evento contou a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tendo em vista que aquela unidade prisional foi construída graças à parceria dos governos Federal e Estadual. A secretária da Justiça e Cidadania, Mariana Lobo, informou que a Penitenciária de Pacatuba tem capacidade para 500 presos, entretanto ressaltou que a unidade prisional não será um depósito de seres humanos. Ela lembrou que os detentos, já sentenciados, terão oportunidade de trabalhar, visto que duas indústrias de confecção firmaram parceria coma Sejus. Cem presos terão ocupação e terão um dia diminuído na pena por cada três dias trabalhados. A ocupação da penitenciária deve ocorrer dentro de, no máximo, 15 dias. Os presos que quiserem estudar também terão oportunidade. A escola da prisão tem 120 vagas. "Como não temos prisão perpetua, esses presos sairão um dia e precisam estar prontos para o novo convívio social", disse Mariana Lobo. Tecnologia Segundo Mariana Lobo, o sistema de segurança é de última geração. Além dos detectores de metais, a novidade é o ´body-scanner´, equipamento que permite revista nas mulheres sem que elas tenham de passar por situações constrangedoras. Ele escaneia a estrutura do corpo humano, sendo capaz de localizar armas e drogas. A Penitenciária ainda é munida de raio-X. O monitoramento da movimentação dentro e fora da cadeia será feito com 174 câmeras. Antes de ingressar, o detento terá de sentar na cadeira de identificação. O equipamento faz a coleta de impressões digitais e de sinais. (Diário do Nordeste/RN, 30/11/2011) Apresentado plano de segurança para o fim de ano Uma reunião com representantes das forças de segurança do município foi realizada, ontem (23), na sede da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas). Compareceram representantes da CDL, da Aciap (Associação Comercial, Industrial, Agropastoril e Prestadora de Serviços) e o gestor municipal de Segurança Pública, Jeferson Mamede, para a apresentação do plano de ações preventivas e repressivas que serão aplicadas no fim do ano, período em que o comércio registra o maior movimento. - Todas as ações planejadas, que serão realizadas em conjunto pela Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil, têm caráter de assegurar tranquilidade, tanto para os lojistas, quanto para o público consumidor. Atuaremos com um número maior de homens e preparamos uma ronda intensa pelo centro comercial e nos bairros que apresentaram maior índice de criminalidade no decorrer deste ano - afirmou Mamede. Dentre as ações preventivas, está prevista a atuação em pontos estratégicos do Centro, nas ruas Domingos Mariano, Joaquim Leite, Duque de Caxias e da Imprensa; na Praça das Nações Unidas e na Praça da Preguiça; e na saída da Ponte dos Arcos. Além disso, haverá qualificação dos operadores da central de câmeras, distribuição de informativos de segurança à população e aumento do número de vagas no estacionamento rotativo. - O número de câmeras de segurança instaladas na cidade passou de 16 para 25. Essas câmeras são um diferencial que não tínhamos em dezembro passado. O investimento já está contribuindo para a efetiva segurança do município. Somado ao sistema eletrônico, nossa ronda será em horário comercial, ficaremos nas ruas sempre até meia hora depois do horário de fechamento do comércio - explicou. Das ações repressivas, estarão em prática o aumento do número de homens, posicionamento estratégico da Guarda Municipal, controle de camelôs e operações educacionais de trânsito. - Tínhamos três carros para ronda, esse número subiu para 12. Agora, iremos intensificar três vezes mais o trabalho nas ruas - falou o gestor. A presidente da Aciap-BM, Carla Caravieri, se disse satisfeita com as propostas: - Ficamos muito satisfeitos com essas ações de segurança. Sabemos que o Natal é a data que mais movimenta o comércio e precisávamos tranquilizar nossos lojistas com relação à preservação da integridade dos estabelecimentos comerciais e à sua economia. Uma Barra Mansa mais segura representa um fim de ano feliz e satisfatório para todos. O tenente Robson Alves Guerreiro, da segunda companhia do 28º Batalhão da Polícia Militar, também esteve na reunião e comentou sobre a importância do apoio das entidades. - Nosso lema é tolerância zero com criminosos, armas e drogas. Mas, para a PM fazer um trabalho cada vez mais eficiente, é necessária a colaboração da população. Nós trabalhamos por meio de denúncias, não adianta ver, reclamar e deixar de denunciar. Não resolvemos problemas que não chegam até nós. É muito importante denunciar e fazer o registro policial. Contamos também com o apoio das entidades nessa missão - comentou. (Diário do Vale/SC, 24/11/2011) Carnatal: 1.500 PMs para a segurança Cerca de 1.500 policiais militares vão fazer parte do plano de segurança pública para o período do Carnatal. O planejamento para o período da festa deve ser divulgado hoje pelo comando da PM. O efetivo vai trabalhar nos quatro dias da festa, que tem início na próxima quinta-feira (1) e segue até domingo (4). O comandante da PM, coronel Francisco Araújo Silva, disse que "falta finalizar a questão do monitoramento eletrônico, como a escolha dos locais onde vão ser instaladas câmaras de TV". Mas, o coronel Araújo Silva confirmou que durante os quatro dias de folia a PM "vai colocar em serviço 1.500 praças por dia", que vão trabalhar na segurança de uma população circulante estimada em pelo menos 250 mil pessoas. Com relação ao trânsito, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) informou que vai interditar parte das vias públicas situadas no entorno do chamado Corredor da Folia, cuja concentração dos blocos ocorrerá a partir do Kartódromo, na avenida Prudente de Morais, de onde os foliões seguirão pela ruas Lima e Silva, Romualdo Galvão, Amintas Barros, com retorno pela Prudente de Morais e dispersão na Lima e Silva, em frente ao Sebrae. Segundo a Semob, a partir das 14 horas será interditado o fluxo de veículos pela Prudente de Morais e Romualdo Galvão. A orientação do órgão é para que os motoristas que circulam no trecho procurem buscar rotas alternativas como as avenidas Jaguarari, Xavier da Silveira, Rui Barbosa e a Via Costeira. Quem se desloca para Cidade Satélite, por exemplo, poderá acessar a Jaguarari e a Avenida da Integração. Já para quem viaja em direção à região Sul a orientação é trafegar pela Xavier da Silveira, Rui Barbosa e sair no Campus da UFRN, onde o fluxo de veículos será menor. Outra opção é a Via Costeira. A Semob também informa que o sistema de transporte coletivo também sofrerá alteração. Os ônibus e opcionais farão rotas alternativas. Aqueles que trafegam pela Prudente de Morais, no sentido centro/bairro, utilizarão itinerários provisórios pela Antônio Basílio, Jaguarari, Mor Gouveia. Os que circulam pela Av. Salgado Filho não sofrerão modificação no itinerário. Já os opcionais, que nos dias normais rodam pela Romualdo Galvão, irão pela Av. Salgado Filho. ÁXIS O serviço de táxis contará com o Programa Via Livre Eventos, por meio da criação de corredores nas principais vias de acesso ao Carnatal. Serão montadas três praças de táxis nas proximidades do Corredor da Folia, de forma a facilitar o embarque e desembarque dos usuários. A Semob destaca ainda que cerca de 90 agentes de trânsito e fiscais de transporte estarão envolvidos na operação durante os dias de folia. "A orientação principal é que o folião deixe o carro na garagem e vá de táxis, ônibus ou opcional", disse a secretária de Mobilidade Urbana, Elisabeth Thé. Entrega dos abadás dos blocos começa amanhã As entregas dos abadás para os foliões do Carnatal só vão ocorrer a partir de amanhã, dia 30. Mas, ontem, já estava sendo feita a pré-habilitação do bloco "Cerveja e Coco", na loja de número 68 do Shopping Cidade Jardim. A Central do Carnatal fica no Natal Shooping e informou que a entrega do bloco "Nana Banana" começa já amanhã, enquanto os outros blocos só a partir do dia 1º. Os foliões que vão brincar na 21ª edição do Carnatal vão ter à disposição 120 profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que deverão compor a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O coordenador administrativo do Samu, Rodrigo Azevedo, estarão atuando médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, "para dar todo o suporte em serviço de saúde ao evento, desde urgências até emergências". Segundo Azevedo, no entorno do Carnatal serão implantados dois hospitais de campanha, que é uma área montada com tenda, contendo uma sala de reanimação (emergência), uma sala de sutura e uma área para triagem para os foliões levados até a unidade em casos de excesso de ingestão de bebidas alcoólicas, corte, pacientes com parada respiratória, paciente que necessitarem tomar soro e qualquer outro tipo de urgência ou emergência. Quem não puder ser atendido no local, serão levados os hospitais privados e públicos, conforme tenham planos de saúde ou sejam segurados do SUS. Os hospitais de campanha ficarão por trás do restaurante Mangai, na rua Otto de Brito Guerra com a avenida Prudente de Morais, que terão duas ambulâncias de suporte básico, composto de dois médicos, dois enfermeiros e quatro técnicos de enfermagem e o outro de suporte avançado (UTI) com um médico, dois enfermeiros e dois técnicos de enfermagem, vizinho ao Kartódromo. (Jornal Tribuna do Norte/RN, 29/11/2011) |