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Clipping Eletrônico ABESE | segunda-feira | 07 | Novembro | 2011 | edição 258





 

Manaus recebe Simpósio sobre Sistemas Eletrônicos de Segurança
A região norte do país recebe pela primeira vez o Simpósio de Sistemas Eletrônicos de Segurança, nos dias 10 e 11 de Novembro, no Comfort Hotel Manaus, em Manaus (AM). O principal objetivo do evento, realizado pela Associação Brasileira das Empresas... (Portal dos Trópicos/AM, 03/11/2011)

Governador madruga nesta segunda e inaugura Centro de Monitoramento Eletrônico de presos
O governador Eduardo Campos inaugura nesta segunda-feira (07), às 6h30, no bairro de Santo Amaro, o Centro de Monitoramento Eletrônico de Reeducandos, que será responsável pelo monitoramento de cerca de mil presos no Estado. O monitoramento... (Portal UOL/SP, 06/11/2011)

Comerciantes se previnem contra os assaltantes
As câmeras de segurança estão por toda parte. Atentas e vigilantes a qualquer movimento, se tornaram itens indispensáveis em shoppings, agências bancárias e loterias, e agora, com o crescimento da violência chegou aos mercadinhos e padarias de bairros... (O Jornal Alagoas/AL, 06/11/2011)

Câmera teria evitado impunidade no caso Rachel
Há três anos, corpo de menina foi achado dentro de uma mala na rodoviária, que não tinha circuito de vigilância. Nesta semana, imagens ajudaram a prender suspeito de raptar crianças. Uma menina de 9 anos sequestrada no caminho entre o colégio... (Jornal Gazeta do Povo/PR, 05/11/2011)

Porto Velho: Prefeitura adquire câmeras de monitoramento para melhorar segurança no trânsito
A Prefeitura de Porto Velho está intensificando o trabalho de modernização do trânsito da cidade. Após a instalação do Centro de Controle Operacional (CCO), o município começa a adquirir os equipamentos necessários para o pleno funcionamento do “serviço inteligente”... (Portal Sua Cidade/RO, 03/11/2011)

Atirador usa chumbinho contra bar em Ribeirão Preto (SP)
A Polícia Civil de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) investiga um caso inusitado: um morador da cidade tem efetuado disparos de chumbinho em frequentadores de um bar na Vila Virgínia. O Bar do Paixão fica em uma das esquinas do bairro residencial.... (Jornal Folha de S. Paulo/SP, 01/11/2011)

Para chefe da Polícia Civil de SP, câmeras de segurança representam hoje 1º passo para solução dos crimes
Não existe um levantamento específico da polícia sobre o assunto, mas em todos os crimes que atingiram repercussão na imprensa neste ano em São Paulo as imagens produzidas por elas acabaram sendo usadas em algum momento das investigações... (Portal R7/SP, 03/11/2011)

O Boticário investe em segurança eletrônica em lojas da região Nordeste
Rede firma parceria com a Plastrom Sensormatic e pretende instalar 168 câmeras em 42 lojas nas cidades de Natal e São Luís
rede de lojas O Boticário das cidades de Natal (RN) e São Luís (MA) anunciou nesta segunda-feira (31/10) que pretende... (Revista IP/SP, 30/10/2011)

Pousada investe em segurança eletrônica
Com foco em aumentar a segurança, conforto e tranquilidade dos hóspedes e funcionários, a Pousada Mauá Brasil optou pela TecVoz, empresa especializada em segurança eletrônica, para desenvolvimento do projeto de segurança eletrônica... (Monitor Mercantil Digital/SP, 31/10/2011)

Mistérios brasileiros
A polícia do Riod e Janeiro coça a cabeça: quer saber como ladrões roubaram durante a noite o cofre do restaurante, que fica no alto do Pão de Açúcar, e conseguiram fugir, se o teleférico não estava operando naquele horário. A encosta do morro tem 400 metros de altura. (Revista Isto É/SP, Nov.11)

Aumenta em 80% procura por cerca elétrica e alarme em Campos
No período de férias escolares muitas pessoas viajam deixando as casas vazias. Com a chegada das férias escolares a procura por cercas elétricas, alarmes e outros itens de segurança aumenta em 80% em Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio... (Portal R7/SP, 04/11/2011)

Senado terá 900 câmeras e custará R$ 8,1 mi até o fim do ano
O Senado vai comprar e instalar, até o fim do ano, 900 câmeras de vigilância para monitorar as dependências da Casa. A renovação do sistema vai custar R$ 8,1 milhões. Atualmente, o Senado tem 142 equipamentos do gênero, espalhados... (Jornal Correio Braziliense/DF, 03/11/2011)


Clipping Eletrônico A B E S E  2 5 8




 







































 

 

 

 

 

 

 

 

 


Manaus recebe Simpósio sobre Sistemas Eletrônicos de Segurança

A região norte do país recebe pela primeira vez o Simpósio de Sistemas Eletrônicos de Segurança, nos dias 10 e 11 de Novembro, no Comfort Hotel Manaus, em Manaus (AM).

O principal objetivo do evento, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança-ABESE e SIESE AM, é motivar a discussão e troca de experiências sobre o mercado na região, cujo potencial de crescimento é elevado.

O Simpósio Regional ABESE/Norte deverá proporcionar um reforço significativo para fortalecimento da atividade na região, promovendo representatividade, capacitação e regulamentação, preparando o mercado para atender a crescente demanda por produtos e serviços de segurança privada.

Em 2010, o segmento registrou crescimento de 12% no Brasil, com faturamento de US$ 1,68 bilhão, conforme dados da ABESE. “Muitos desconhecem a Associação, porém o mercado de Manaus está bem aquecido. A realização deste Simpósio trará para os empresários do Amazonas e região, um excelente e atualizado panorama do setor e uma maior aproximação com a entidade”, destaca Esperidião Gomes, presidente do SIESE-AM.

No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial. As tecnologias de sistemas de controle de acesso, que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Mais de 90% destes produtos são consumidos pelo setor não-residencial.

(Portal dos Trópicos/AM, 03/11/2011)

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Governador madruga nesta segunda e inaugura Centro de Monitoramento Eletrônico de presos

O governador Eduardo Campos inaugura nesta segunda-feira (07), às 6h30, no bairro de Santo Amaro, o Centro de Monitoramento Eletrônico de Reeducandos, que será responsável pelo monitoramento de cerca de mil presos no Estado. O monitoramento será realizado através de tornozeleira eletrônica, que envia informações, via satélite, para uma central localizada em São Paulo. Os dados serão repassados ao Centro Integrado de Operações de Defesa Social (CIODS), em Pernambuco.  Cada equipamento custa ao Estado R$ 660 mensais.

 O centro, onde trabalharão 40 técnicos especializados, exercerá papel fundamental no processo de ressocialização, pois possibilitará o controle do deslocamento do reeducando através de áreas restritas de locomoção, o que vai facilitar o seu retorno ao convívio com a sociedade por meio da educação e do trabalho.

A Lei de Execução Penal prevê que o reeducando do Regime Semiaberto realize visita familiar, atividades profissionais e educativas, além de trabalho externo, sob fiscalização do Estado. Desta forma, o monitoramento eletrônico terá a função de controlar e efetivar este processo. Os reeducandos que utilizarão as tornozeleiras serão cadastrados no sistema de monitoramento, sendo criadas Zonas de Inclusão, que determinam o trajeto que eles utilizarão quando não estiverem na Unidade Prisional e o local e horário que deverão permanecer. Em caso do descumprimento do limite estabelecido, imediatamente, o CIODS é informado e encaminha uma viatura policial ao local para o recolhimento ao Sistema Penitenciário, onde serão realizadas as averiguações e procedimentos administrativos e judiciais cabíveis.
Quem romper o equipamento passa a ser considerado foragido, assim como se evadir do local ou não se apresentar à Unidade. Caso não ocorra a fuga, o reeducando poderá responder pelo crime de Dano Contra o Patrimônio, passível de Decisão Judicial de Regressão do regime semiaberto para o fechado.

(Portal UOL/SP, 06/11/2011)

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Comerciantes se previnem contra os assaltantes

As câmeras de segurança estão por toda parte. Atentas e vigilantes a qualquer movimento, se tornaram itens indispensáveis em shoppings, agências bancárias e loterias, e agora, com o crescimento da violência chegou aos mercadinhos e padarias de bairros. Para evitar as ações de criminosos, os comerciantes estão investindo cada vez mais em segurança, transformando seus estabelecimentos em verdadeiras fortalezas.

No bairro do São Jorge, após ser assaltado duas vezes, Marcos Antônio de Oliveira, dono de um mercadinho, resolveu investir no sistema de câmeras. “O mercadinho fica localizado num ponto cercado por grotas, é um bairro violento e a polícia passa aqui raramente. Então, somos alvos fáceis de bandidos. Fui assaltado duas vezes e resolvi colocar câmeras de segurança. Até agora tem resolvido. Desde que coloquei o sistema, não tive mais problema. Porém, acredito que ainda conto com a sorte e com a proteção de Deus”, contou.

Ao todo são quatro câmeras instaladas dentro do estabelecimento. Elas ainda servem para localizar os pequenos furtos, que de acordo com o comerciante, acontecem quase todos os dias. “Os furtos são um problema são difíceis de combater. Quase todos os dias as câmeras flagram alguém tentando levar alguma coisa. Dependendo do que seja levado e de quem esteja levando, tomamos as providências, mais nada de chamar a polícia”, relatou.

Mercado é impulsionado pelo medo da violência

Por causa do medo, ganha força o mercado de sistemas de segurança, que desde 2002 vem crescendo 13% ao ano. A estimativa é que, hoje, uma em cada dez casas em Alagoas tenha algum aparato para “intimidar” os invasores. E se alguém acha que quem gasta com segurança é apenas morador de bairros nobres, dono de grande empresa, se engana. Um novo perfil de cliente tem movimentado o setor, são pessoas que vivem na periferia ou têm pequeno negócio e são vítimas constantes da criminalidade.

Sem falar, que um sistema de alarme, que há 20 anos custava o preço de um carro popular, agora já cabe no orçamento. O aluguel de um sistema de câmeras pode ser adquirido por R$ 300 mensais, enquanto a vigilância permanente de um segurança particular custa em média R$ 700 por mês. Aqueles que não querem investir tanto acabam gradeando todo o estabelecimento e tendo que ser seletivo sobre o público que irá atender.

De acordo com Aragones Almeida, proprietário da empresa de vigilância Sentra Segurança Eletrônica, o aumento da violência tem feito com que a procura pelas novas tecnologias também cresça. “Hoje temos sessenta clientes fixos em Maceió e a tendência é que esse número também aumente. São públicos variados e vão desde residências até estabelecimentos comerciais. Uma nova procura está acontecendo entre os comerciantes dos bairros mais pobres, que precisam ainda mais desse serviço, justamente por não poder ter prejuízo com arrombamentos e roubos”, relatou.

Tecnologia é paliativo, não resolve o problema

A tecnologia ajuda, mas nem sempre resolve. As câmeras instaladas no mercadinho de Antônio Santana Santos até registraram um assalto. Mas o que o comerciante queria mesmo, depois de um investimento é que o roubo fosse evitado. No caixa, não sobrou nenhum dinheiro e para eles, restou apenas o medo. “Fui assaltado cinco vezes e quem pensa que as câmeras evitaram alguma coisa se engana. Fiz um investimento, acreditando que a situação mudaria e que os bandidos ficariam com medo, mas eles são ousados e continuaram nos roubando. As câmeras não adiantam”, desabafou.

O estabelecimento fica no bairro do Vergel do Lago, próximo de uma das bases comunitárias instaladas recentemente pela Defesa Social. Apesar da presença da Polícia Militar, que faz rondas na região, o comerciante resolveu se fechar dentro do mercadinho. “Fico no cadeado o tempo todo e olhe que já tentaram me roubar a gente dentro da loja. Só abrimos à porta quando chega alguém conhecido. Vivemos num medo constante”, afirmou. “Outra questão é que nunca prestei queixa à polícia. Não acredito que eles vão prender ninguém, apesar de sabermos que esses assaltos são de pessoas que moram na região e moramos aqui. Eles podem voltar e querer se vingar”.

Segurança armada na porta do “comércio”

Na porta de uma das padarias do bairro do Vergel do Lago, um homem alto, de óculos escuros e mãos na cintura, observa todo o movimento. O vigilante, que não quis dar o nome, está no local há cerca de um ano. Ele trabalha armado e se diz seguro de usar a arma caso seja necessário. “Tenho porte de arma e não confio em trabalhar desarmado. Fico observando o movimento e se vierem atirando, tenho curso e vou saber o que fazer”, disse o segurança, que trabalha por conta própria.

(O Jornal Alagoas/AL, 06/11/2011)

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Câmera teria evitado impunidade no caso Rachel

Há três anos, corpo de menina foi achado dentro de uma mala na rodoviária, que não tinha circuito de vigilância. Nesta semana, imagens ajudaram a prender suspeito de raptar crianças. Uma menina de 9 anos sequestrada no caminho entre o colégio e o ponto de ônibus, no Centro de Curitiba. Dois dias depois, seu corpo é encontrado na rodoviária dentro de uma mala. Em outro caso, três meninas são aliciadas também no Centro, mas encontradas vivas horas depois. O primeiro crime ainda não teve solução, já o segundo teve a ajuda de uma ferramenta fundamental para ser esclarecido: as câmeras de vigilância.

Há exatos três anos, a falta de elementos concretos dificulta a solução da morte de Rachel Genofre. Ninguém viu a jovem sendo raptada ou quem deixou a mala debaixo de um dos bancos azuis da Rodoferroviária. “La­men­to que não houvesse, à época, um circuito interno lá. Imagens de câmeras são decisivas quando não há testemunhas. Daí a dificuldade de se esclarecer esse caso”, diz a delegada Vanessa Alice, responsável pelas investigações desde novem­bro de 2008.

Menos de um ano depois do crime, em 2009, a Urbs decidiu instalar câmeras de vigilância na rodoviária, lugar por onde circulam cer­­ca de 35 mil pessoas diariamente. Atualmente são 30 câmeras com alcance de 360 graus fazendo a vigilância do local. Segundo a pre­­­­feitura, as ocorrências em 2009, antes da instalação, eram de 100 por mês. O número atualmente é de apenas 5 ocorrências mensais.

Sem câmeras

Passados três anos do crime, muitos locais públicos de grande circulação em Curitiba continuam sem câmeras de segurança. No caso do crime mais recente, quando uma menina foi raptada no último dia 23 no Passeio Público, se a polícia dependesse de imagens de circuitos de segurança públicos para en­­contrar o suspeito, o caso poderia seguir impune como o Caso Rachel. Isso por­­que não foram imagens do Passeio Público, mas de câmeras de vigilância de locais privados – um mer­­cado e uma galeria de serviços –, que fi­­zeram o Serviço de In­­ves­­tigação de Crianças Desapa­recidas (Sicride) chegar até o suspeito do crime na terça-feira passada. Uriel do Nas­­cimento, 45 anos, está no Centro de Triagem 2 de Piraquara onde aguarda o fim das investigações.

Segundo o superintendente do Sicride, Mauro Aurélio de Gracia, como as câmeras continuam restritas a regiões centrais e de maior movimento, as imagens ainda são pouco utilizadas para solucionar casos de desaparecimento de crianças. “Porém, quando há imagens, cerca de 80% dos casos são solucionados, e justamente por causa das gravações”, disse.

As câmeras de segurança também contribuem nas investigações de outros crimes. Uma das unidades da polícia que mais usa imagens é a Delegacia de Furtos e Roubos, de Curitiba. Segundo o de­­legado Rodrigo Brown de Oliveira, este recurso é importante porque, além de ajudar a identificar os suspeitos, auxilia a polícia a entender como atuam as quadrilhas. “É bom ressaltar que os equipamentos têm que gravar imagens em boa qualidade e que devem estar afixadas em posições estratégicas. Caso contrário, elas não ajudam de nada”, disse.

De acordo com o secretário de Defesa Social, o uso das câ­­meras reduziu o número de ocorrências nas regiões onde estão instaladas. O projeto da prefeitura é chegar a até 450 câmeras instaladas em 2014, mas o secretário afirma que a escolha dos locais depende de diversos fatores. “A maioria dos parques, por exemplo, tem o projeto técnico aprovado, mas precisam de conectividade para que elas sejam monitoradas pelo centro de controle, seja ele local ou geral.”

Mistério cerca três anos de assassinato

Há três anos, a mala encontrada na rodoviária com o corpo da me­­nina Rachel Genofre coloca a polícia do Paraná diante de um de seus casos mais desafiadores. O cadáver foi encontrado dentro da bolsa em posição fetal, envolvido em dois lençóis. Na cabeça da menina, havia sacolas plásticas. A garota vestia a camiseta do colégio e estava nua da cintura para baixo. Ela foi morta por asfixia mecânica por esganadura e apresentava sinais diversos de agressões.

O principal trunfo da polícia é o sêmen coletado do corpo de Rachel. O material é comparado com o DNA de suspeitos, para comprovar a autoria. Até hoje, no entanto, quase 100 exames foram realizados e todos deram negativo. A prova científica já inocentou três suspeitos.

A delegada Vanessa Alice, em mais mil dias de investigação, viajou a quatro estados para interrogar suspeitos e visitou hotéis, estabelecimentos comerciais e edifícios residenciais, além de ter analisado imagens de todas as câmeras de segurança entre a escola que Rachel estudava e a rodoviária.

A mãe de Rachel Genofre, Maria Cristina Lobo Oliveira, não desistiu de ver o responsável pela morte da menina preso. “As esperanças continuam, tenho fé de que ele será pego”, diz.

(Jornal Gazeta do Povo/PR, 05/11/2011)

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Porto Velho: Prefeitura adquire câmeras de monitoramento para melhorar segurança no trânsito

A Prefeitura de Porto Velho está intensificando o trabalho de modernização do trânsito da cidade. Após a instalação do Centro de Controle Operacional (CCO), o município começa a adquirir os equipamentos necessários para o pleno funcionamento do “serviço inteligente” que utiliza câmeras de monitoramento para identificar problemas que ocorrem no trânsito. Quatro câmeras já foram instaladas em pontos estratégicos. Elas estão localizadas nos cruzamentos da Carlos Gomes com a Marechal Deodoro, da Pinheiro Machado com a Jorge Teixeira; da 7 de Setembro com a Brasília; e da Calama com a Rio Madeira.

Outras 18 serão adquiridas ampliando a área de vigilância que passará a ser feita com 22 câmeras. “Esse projeto de modernização que está sendo implantado pelo prefeito Roberto Sobrinho, é de fundamental importância para que se possa agilizar o tempo de resposta aos problemas que ocorrem no trânsito de Porto Velho. Com a vigilância por câmeras as informações serão passadas em tempo real, o que aumenta a capacidade de ação da prefeitura”, afirmou João Marcos Mendes, secretário adjunto da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran).

Ele adiantou que as câmeras que são operadas pelo CCO são especificamente para as situações de transito, como controle de tráfego e monitoramento em caso de acidentes, mas também podem ser utilizadas em casos de calamidade pública e também na área de segurança, prevenindo possíveis delitos praticados nos cruzamentos semaforizados.

Outra vantagem do monitoramento por meio do “olho” eletrônico, é que a prefeitura tem agora, um instrumento mais preciso para o estudo vias e de identificação dos locais onde ocorrem as maiores incidências de trânsito, além de servir de base para que a Semtran possa montar sua estratégia de ação. “Vamos ter um ganho muito grande com esses equipamentos. E queremos ampliar ao máximo essa capacidade de monitoramento não apenas com as câmeras da prefeitura. Estamos em vias de assinar um convênio que vai nos permitir ter acesso também ao sistema de vigilância eletrônica que começa a ser implantado pelo Governo do Estado e vice versa”, explicou o adjunto da Semtran. As câmeras de monitoramento funcionam com lentes de LED, função dia/noite e zoom óptico mínimo de 26x e digital mínimo de 12x, com alta resolução, giros de 360° na horizontal e 180° na vertical, além de possuir caixas de antivandalismo e suporte para poste.

Especificações dos semáforos:

Hoje, a Prefeitura de Porto Velho possui 36 cruzamentos semaforizados controlados pelo CCO que está estruturado com suporte técnico e operacional para programar o controle dos semáforos e o controle das câmeras. Além disso, está em processo de licitação o monitoramento 100% dos cruzamentos semaforizados, que será feito através de programações na plataforma antares (software de programação de semáforos) para controle de tráfego, defasagem de via, onda verde ou sincronismo e programações em dias especiais e monitorar ainda os problemas de falta de energia e queima de lâmpadas.

(Portal Sua Cidade/RO, 03/11/2011)

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Atirador usa chumbinho contra bar em Ribeirão Preto (SP)

A Polícia Civil de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) investiga um caso inusitado: um morador da cidade tem efetuado disparos de chumbinho em frequentadores de um bar na Vila Virgínia.

O Bar do Paixão fica em uma das esquinas do bairro residencial. De acordo com o dono, Paixão Gomes da Silva, ao menos quatro pessoas já foram vítimas de lesões provocadas pelos projéteis.

Na manhã desta terça-feira, uma delas registrou um boletim de ocorrência relatando a agressão. A polícia investiga o caso.

Segundo Paixão, imagens da câmera de segurança mostram o momento em que as pessoas são atingidas, ao atravessarem a rua em frente ao estabelecimento. De acordo com ele, não foram ouvidos disparos. Os casos aconteceram nas noites de sexta-feira e sábado, por volta das 21h. Além das quatro pessoas feridas, um caminhão do bar, que estava estacionado em frente ao local, também foi atingido.

(Jornal Folha de S. Paulo/SP, 01/11/2011)

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Para chefe da Polícia Civil de SP, câmeras de segurança representam hoje 1º passo para solução dos crimes

Não existe um levantamento específico da polícia sobre o assunto, mas em todos os crimes que atingiram repercussão na imprensa neste ano em São Paulo as imagens produzidas por elas acabaram sendo usadas em algum momento das investigações. O crescimento da importância delas foi tão grande que, segundo o delegado geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro, as câmeras de segurança representam hoje o primeiro passo para solucionar os crimes.

"Com a evolução da sociedade, o crime também vai evoluindo e a polícia precisa se valer de novas tecnologias, que antigamente eram mais caras e ruins, comparadas com as de hoje. Mas elas as câmeras são hoje o primeiro passo para solução dos crimes. Em Londres, por exemplo, o policial acompanha as ações pelas câmeras e faz até cidadão pegar a bituca de cigarro que ele jogou no chão".

Para Carneiro, as câmeras têm duas funções na segurança: inibir o crime e ajudar a identificar o bandido. "Recentemente, vários criminosos foram identificados com a ajuda destes equipamentos. Nesses casos que aconteceram há pouco tempo, de roubos a restaurantes em São Paulo, vários bandidos foram identificados, inclusive pelas roupas usadas no dia do crime. Teve um latrocínio, por exemplo, em Praia Grande, em que câmeras de segurança mostraram tudo que aconteceu. Além dos estabelecimentos comerciais, como bancos, restaurantes e bares, as câmeras instaladas em áreas de uso privativo - como condomínios e residências - têm cada vez mais ajudado a polícia a esclarecer crimes".

De acordo com Carneiro, a difusão da tecnologia permite que qualquer cidadão passe a registrar “crime, desastre e acidente” e contribua, de forma direta, com as investigações policiais.

De acordo com o professor de Direito Criminal da PUC-SP (Pontifícia Universidade de São Paulo), Christiano Jorge Santos, o uso das câmeras de segurança deve crescer ainda mais nos próximos anos porque esses equipamentos são a forma que o cidadão encontrou para se "defender” dos crimes mais comuns (furtos e roubos). Porém, segundo ele, para que essas câmeras ajudem efetivamente, elas precisam “ser adequadas”. "Se um bandido estiver em frente a um condomínio, claro que ele tenderá a procurar um lugar que esteja menos protegido. A mera colocação da câmera para controle já é alguma coisa. Mas para ajudar nas soluções investigações da polícia é preciso considerar a resolução da imagem, se a câmera é de boa qualidade, e também se ela grava e envia as imagens para um arquivo remoto".

O professor da PUC ressalta que como a popularização de dispositivos de monitoramento por imagem acompanha o aumento da violência, cada vez mais a população do país passará a se sentir monitorada. "Hoje em dia não pode fazer uma careta dentro do elevador porque está sendo filmado. Mas se é para ajudar na segurança, se releva. Tudo deve ser ponderado. O direito a segurança e a privacidade são garantidos pela constituição".

Para Santos, porém, a principal discussão relacionada as câmeras de segurança não é a perda da privacidade que elas podem vir a causar, mas sim o fato de esses dispositivos não serem a "chave" para solucionar a criminalidade. Segundo ele, é preciso seriedade na segurança pública para melhorar as condições em que vive a sociedade brasileira. "É preciso mudar a legislação, ter maiores investimentos na área, melhorar a qualidade do policiamento, dar mais liberdade de ação para policiais honestos e limpar os corruptos".

(Portal R7/SP, 03/11/2011)

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O Boticário investe em segurança eletrônica em lojas da região Nordeste

Rede firma parceria com a Plastrom Sensormatic e pretende instalar 168 câmeras em 42 lojas nas cidades de Natal e São Luís rede de lojas O Boticário das cidades de Natal (RN) e São Luís (MA) anunciou nesta segunda-feira (31/10) que pretende ampliar seus investimentos em segurança eletrônica, em parceria com a Plastrom Sensormatic. De acordo com a empresa, do total das 42 lojas, 22 em Natal e 20 em São Luís, adquiriram quatro câmeras cada.

Para o proprietário das lojas nas duas cidades, Glauber Gentil, as câmeras auxiliam tanto na prevenção de furtos quanto na gestão da loja. “O CFTV complementa minha área de prevenção de perdas. Aliado a uma equipe bem treinada, o risco de perdas e quebras operacionais é muito baixo”, destacou.

De acordo com o gerente de soluções da Plastrom Sensormatic, Rodrigo Barros, a fabricante se preocupa não só com a escolha dos equipamentos de segurança eletrônica, mas, principalmente, em como o varejista pode utilizar a solução para melhorar a gestão de sua loja e aumentar suas vendas. "O CFTV é um ótimo aliado da área de prevenção de perdas, desde que bem utilizado pelo lojista e pelos funcionários", finalizou Barros.

(Revista IP/SP, 30/10/2011)

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Pousada investe em segurança eletrônica

Com foco em aumentar a segurança, conforto e tranquilidade dos hóspedes e funcionários, a Pousada Mauá Brasil optou pela TecVoz, empresa especializada em segurança eletrônica, para desenvolvimento do projeto de segurança eletrônica, em parceria com a integradora QG Seg.

Com terreno de aproximadamente dez hectares, a integradora localizou câmeras aos arredores da pousada, proporcionando ampla cobertura de toda a área, estabelecendo pontos estratégicos de movimento.

Para o projeto, foram utilizadas câmeras profissionais (TECDNS550HS), câmeras infravermelho (CDIR) e minicâmeras (MCS). Todos os equipamentos são gerenciados pelo DVR TecVoz de 16 canais 480/480 Fps. Na instalação foram utilizados cabos UTP"s e Coaxiais com 95% de malha.

A pousada Mauá Brasil fica situada na região de Visconde de Mauá, localizada no eixo Rio-São Paulo, uma área de proteção ambiental no alto da Serra da Mantiqueira, na divisa com o Parque Nacional de Itatiaia.

(Monitor Mercantil Digital/SP, 31/10/2011)

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Mistérios brasileiros

A polícia do Riod e Janeiro coça a cabeça: quer saber como ladrões roubaram durante a noite o cofre do restaurante, que fica no alto do Pão de Açúcar, e conseguiram fugir, se o teleférico não estava operando naquele horário. A encosta do morro tem 400 metros de altura.

(Revista Isto É/SP, Nov.11)

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Aumenta em 80% procura por cerca elétrica e alarme em Campos

No período de férias escolares muitas pessoas viajam deixando as casas vazias. Com a chegada das férias escolares a procura por cercas elétricas, alarmes e outros itens de segurança aumenta em 80% em Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio. Na região, é comum as famílias viajarem para as casas de praia, deixando as residências vazias.

Para atender a demanda, algumas empresas de segurança já criaram um contrato trimestral. Desta forma, prestam o serviço apenas neste período. De acordo com o comandante da Polícia Militar na cidade (8º BPM), tenente coronel Lúcio Flávio Barate, para evitar o furto, o importante é não deixar pistas que mostrem que a casa está vazia, como jornais acumulando na porta.

De janeiro a outubro deste ano foram registrados 580 casos de furto em residências na área do batalhão.

(Portal R7/SP, 04/11/2011)

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Senado terá 900 câmeras e custará R$ 8,1 mi até o fim do ano

O Senado vai comprar e instalar, até o fim do ano, 900 câmeras de vigilância para monitorar as dependências da Casa. A renovação do sistema vai custar R$ 8,1 milhões. Atualmente, o Senado tem 142 equipamentos do gênero, espalhados pelas dependências do prédio, mas, desse total, apenas 50 estão em funcionamento. Servidores da Polícia Legislativa reclamam que a deficiência no sistema deixa a Casa vulnerável, pois há diversos pontos cegos no edifício.

O atentado ocorrido na escola Tasso de Silveira, no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro, em abril deste ano, preocupou os responsáveis pela segurança do Senado. Diante da invasão que resultou na morte de 12 crianças, a Polícia Legislativa passou a pressionar a direção da Casa por investimentos na área de prevenção. A imagem desgastada do parlamento perante a população e a repercussão da tragédia na escola carioca fizeram com que o Senado atendesse a uma solicitação de renovação do sistema de segurança. “As câmeras têm mais de 15 anos. Vai melhorar na parte de prevenção, acompanhamento e investigação. A gente vem pedindo a modernização do sistema há anos. O Senado está vulnerável. O sistema é antigo e tem manutenção difícil. A Casa agora vai ficar realmente resguardada”, acredita o diretor da Polícia Legislativa do Senado, Pedro Ricardo Carvalho.

Com a ampliação do número de câmeras, corredores dos gabinetes, dos andares do Anexo I, as dependências externas e até mesmo as residências oficiais dos senadores serão monitoradas em tempo real por um sistema integrado. Atualmente, a imagem das 50 câmeras em funcionamento são observadas por um operador em uma sala da Polícia Legislativa que tem 16 monitores e uma mesa de comando.

Entre as 900 novas câmeras que o Senado está comprando, há previsão de que pelo menos 10 sejam comandadas com sistema remoto, por meio de um joystick, para que o operador direcione o ângulo da imagem para a área que merecer atenção. Outros servidores serão designados para fiscalizar os monitores.

Na lista das áreas que carecem de monitoramento estão o Salão Negro, a Chapelaria, o térreo do Anexo I e os jardins de inverno da Casa.

(Jornal Correio Braziliense/DF, 03/11/2011)

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