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Clipping Eletrônico A B E S E | segunda-feira | 11 | abril | 2011 | edição 228 |
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Clipping Eletrônico A B E S E 2 2 8
Em contato com a redação do portal de notícias Aqui Acontece nesta terça-feira, 05, o proprietário da empresa de segurança eletrônica Mega Alarme, Levi Medeiros, informou que durante o roubo ocorrido no último final de semana no Centro de Atendimento Psicossocial de Penedo (CAPS), o alarme não estava ativado, sendo a empresa isenta de qualquer responsabilidade, uma vez que a segurança eletrônica havia sido implantada na última sexta-feira, 1º de abril, mas a pedido da diretora do CAPS, Tereza Cristina, o equipamento não foi ativado.De acordo com Levi Medeiros, o primeiro roubo ocorrido no CAPS (sábado, 26 de março) levou a prefeitura de Penedo a pedir pressa na instalação do equipamento no local que por estar localizado numa área mais afastada do centro urbano da cidade, necessitava de mais segurança. O pedido foi acatado pela empresa que até na véspera do segundo roubo - ocorrido entre a noite de sábado, 02, e a madrugada de domingo, 03 - já havia instalado os equipamentos e deixado tudo pronto para a ativação do sistema de vigilância eletrônica.Levi ainda relatou que, mesmo sem haver a ativação do sistema, um de seus patrulheiros, ao passar pelo CAPS por volta das 3h30min da madrugada de domingo, observou que o vigilante estava chegando ao posto de trabalho. Sem questionar o vigilante, o funcionário da Mega Alarme se dirigiu até o bairro Santa Cecília, onde o alarme da Escola Municipal Maria da Glória Tavares havia disparado. Diretora do CAPS confirma versão Em contato com a diretora do Centro de Atendimento Psicossocial, Tereza Cristina, a mesma confirmou as informações prestadas por Levi Medeiros, corroborando as declarações do empresário que se sentiu prejudicado com as informações conflitantes prestadas pela polícia no primeiro momento em que a matéria foi ao ar no Aqui Acontece, informando o segundo roubo registrado na sede do CAPS em menos de 8 dias.A dedução de que o equipamento deveria estar ligado pode ter ocorrido pelo fato de ao chegarem no local antes da diretora, que estava em viagem e só tomou conhecimento do caso na tarde de domingo, os policiais puderam constatar que toda a fiação dos sensores haviam sido puxadas e algumas cortadas, levando a crer que os “gatunos” também deduziram que o sistema estivesse em funcionamento.Algo que chama a atenção e foi dito por Levi Medeiros durante conversa com nossa redação foi o fato de somente o pessoal da Mega Alarme e poucas pessoas do quadro funcional do CAPS saberem do local exato onde estava a sirene, que apesar da escuridão no momento em que os ladrões adentraram na sede, o equipamento foi facilmente localizado e também danificado. Vigilante Bêbado De acordo com Tereza Cristina, o pedido para não ativar o alarme durante o final de semana foi provocado pelo fato de não haver tempo hábil para reunir os vigilantes e explicar a implantação do novo sistema de segurança. Ela ainda declarou que a chegada do vigilante Jailton Ferreira dos Santos que deveria estar no CAPS desde às 18horas do sábado só foi efetivada às 3h30 minutos da madrugada de domingo. “As informações que tenho conferem com as repassadas pela Mega Alarme. O vigilante realmente só chegou ao seu posto de trabalho durante a madrugada e em estado notório de embriaguez”, disse Tereza Cristina.Ainda de acordo com a diretora do CAPS, existe um livro de ocorrências para que tudo de anormal que acontece lá possa ser registrado, no entanto, até a segunda-feira, 04 de abril, nada havia sido registrado no livro de ocorrências. “Já informamos o descaso praticado pelo vigilante à secretária de saúde que deve adotar as providências cabíveis junto a Procuradoria Geral do Município”, destacou a diretora. Secretária não sabia do roubo Ao falarmos com a Secretária de Saúde de Penedo, Geonice Peixoto, fomos informados que apesar de tratar-se de um crime que deveria ter sido informado de imediato ao titular da pasta, nada foi dito até segunda-feira, 04, quando a secretária buscou se inteirar do acontecimento. “As vezes o pessoal liga para falar besteira e diante de um acontecimento como esse a gente fica sem saber o que aconteceu”, desabafou Geonice. (Portal Aqui Acontece/SP – 06/04/2011)
A casa do ex-deputado federal Celso Russomanno (PP), no Morumbi, zona sul da capital, foi invadida por ladrões na tarde de domingo. Russomanno, a mulher e os dois filhos não estavam em casa no momento do crime."Levaram tudo que a gente tinha. Levaram televisões, os DVDs, levaram uma coleção de relógios que eu tinha, com mais de 80 peças e que começou com meu avô", disse o ex-deputado ao site G1. Os ladrões também levaram câmeras, joias e um carro.Os ladrões entraram na casa arrombando uma porta. Todos os cômodos da residência foram revirados. Os assaltantes abriram gavetas e malas atrás de objetos de valor.A mulher de Russomanno, Lovani Neuland Russomanno, disse ao G1 que a casa tem alarme, mas ele estava desligado no momento do crime.Na tarde de ontem, a polícia recuperou parte dos objetos roubados na Cidade Ademar. (Jornal Destak/SP – 05/04/2011)
Serviço não trará custos para a cidade nos seis primeiros meses. A Secretaria de Segurança Pública de Campinas anunciou que, até o fim do ano, vai instalar 29 câmeras com sensores de movimento em postos de saúde e em escolas municipais para fazer o monitoramento noturno desses locais, até o fim deste ano. A prefeitura não vai ter gastos com esse serviço nos seis primeiros meses, período de testes, acordado com as empresas.Essas câmeras, quando detectarem qualquer tipo de movimento, vão acionar um alarme na Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CimCamp) para que a polícia seja mobilizada com mais rápidez. De acordo com a assessoria de imprensa da secretaria de segurança pública , esse monitoramento extra não vai exigir a contratação de mais técnicos, porque vai permitir que o trabalho de acompanhamento das câmeras seja otimizado.No início do mês de maio, 25 câmeras de segurança vão ser instaladas na cidade, sendo 20 delas com sensores que identificam as placas dos veículos. O sistema computadorizado é capaz de verificar se os veículos foram furtados. As cinco câmeras restantes vão ajudar no combate ao vandalismo e as pichações.A previsão é que, até o fim de 2012, a prefeitura tenha instalado 500 câmeras de segurança nas ruas e instalações públicas da cidade, mas os locais não vão ser divulgados por razões de segurança. (Portal EPTV/SP – 07/04/2011)
Apesar de o episódio que causou a morte de ao menos 12 alunos na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio, na manhã de quinta-feira (7), ser um caso isolado, a tragédia chama atenção para a fragilidade na segurança das escolas públicas e divide a opinião de especialistas em segurança pública quanto à possibilidade de a barbárie ter sido evitada.O especialista em segurança Jorge Lordello defende a implantação de medidas simples, como o controle de pessoas que entram e saem das instituições municipais e estaduais de ensino.- É necessário que escolas e universidades controlem com mais rigor seus acessos. Essas instituições são responsáveis pela segurança de seus alunos. No caso do atirador, isso poderia ter sido evitado, já que ele não era mais aluno e não deveria estar lá. Mas ele não encontrou nenhuma resistência. Ao contrário, contou uma história, disse que ia fazer uma palestra mesmo sem ter sido convidado pela direção e entrou facilmente na unidade com duas armas e dezenas de munições. Fatalidade Para Michel Misse, professor de sociologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o que ocorreu foi uma fatalidade e independe da segurança.- Não se trata de aumentar ou diminuir a segurança nas escolas. Em nenhum lugar no mundo, seria possível prever o que aconteceu, até porque a escola estava comemorando aniversário e convidando seus ex-alunos para fazer palestras. Provavelmente, ele sabia disso e aproveitou-se da situação para entrar nas salas de aula.Após o ataque, a diretora do Sepe (Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio), Rosilene Macedo, disse que a questão da violência nas escolas é uma pauta que o sindicato vem tentando debater há anos, sem sucesso, com a Secretaria de Educação.- Professores e alunos testemunham situações de violência de forma rotineira e a prefeitura fecha os olhos. Não adianta apenas pacotes pedagógicos. Precisamos de mais funcionários nas escolas, porteiros, construção de mais escolas para que os alunos não fiquem como sardinhas em lata. Na quarta-feira (6), um professor foi agredido por um aluno e ele mesmo precisou chamar a polícia, pois a direção fica de mãos atadas e a secretaria não toma providências. (Portal R7/SP -07/04/2011)
Quadrilha manteve moradores reféns e roubou sete apartamentos de condomínio. O circuito de câmeras de segurança do condomínio de luxo assaltado no domingo (3), no bairro Mont' Serrat, em Porto Alegre, pode auxiliar a polícia a identificar a quadrilha que manteve moradores como reféns e roubou sete apartamentos. Um dos integrantes foi preso durante a a madrugada desta segunda-feira (4), próximo a uma churrascaria na rua Silva Jardim, no bairro Auxiliadora. As informações são do Correio do Povo.Segundo o delegado que investiga o caso, Rodrigo Bozzeto, com a captura desse homem será mais fácil localizar os demais criminosos. Ele não descarta que o grupo tivesse informações privilegiadas sobre o funcionamento do prédio, já que o preso rendeu o porteiro justamente no horário da troca de turno dos funcionários.A polícia fez campana na churrascaria após receber uma denúncia e identificou o suspeito, que teria recebido uma ligação e, logo depois, tentado voltar correndo para dentro do estabelecimento. O homem correu cerca de uma quadra entre prédios e em cima de telhados. Quando foi alcançado, os agentes ingressaram no restaurante e localizaram um colete de motoboy que teria sido usado por ele no assalto, um radiocomunicador, três celulares de vítimas do condomínio, um molho de chaves de um veículo do prédio, uma boina, dois bonés, duas mochilas, um carregador de bateria e dois estabilizadores.Várias vítimas reconheceram o suspeito, que tinha antecedentes criminais. Segundo a polícia, ele deu abertura para os cerca de dez integrantes da quadrilha, armados com revólveres e pistolas, entrarem no prédio, na rua Comendador Rheingantz, no bairro Mont'Serrat. Após assaltar um motoboy e roubar sua roupa, o homem se passou por entregador de pasteis e rendeu um dos vigias. O grupo passou então a entrar nos apartamentos a medida que os moradores chegavam o saiam. Dois carros foram roubados e utilizados na fuga. Um deles, um Ford Versailles, do filho de um morador, foi recuperado na avenida 24 de Outubro. Os criminosos também roubaram joias, dinheiro e pertences. Suspeito estaria envolvido em outro assalto O homem preso nesta madrugada teria envolvimento em um assalto ocorrido em 2010, em Canoas. Agentes do Delegacia de Roubos a Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam, no dia 4 de outubro, três irmãos. Dois deles seriam proprietários de um restaurante, no bairro Auxiliadora. O terceiro teria antecedentes por assalto a banco e cumpriria pena no regime semiaberto no albergue Padre Pio Buck, em Porto Alegre. (Portal R7/SP – 07/04/2011)
A Axis Communications lançou uma câmera dome PTZ que incorpora duas lentes diferentes para permitir aos usuários uma visão panorâmica de 360 graus e funções manuais de pan, tilt e zoom de 18x para um videomonitoramento detalhado, com qualidade HDTV. A câmera de rede interna dome PTZ AXIS P5544 é ideal para aplicações que requerem uma visão ampla e nítida, com visualizações de zoom in para fins de investigação adequadas para aeroportos, estações de trem, centros logísticos e shopping centers.“A AXIS P5544 oferece uma visão de campo completa com 360 graus sobre uma área de 950m2 – aproximadamente o tamanho de uma quadra de tênis, e pode fazer pan, tilt e zoom de 18x para identificar pessoas a cerca de 150 metros”, diz Sérgio Fukushima, gerente técnico da Axis Communications na América do Sul. “A alta qualidade de imagem é permanente, seja em modo de visão em 360 graus ou em imagens com auxílio do zoom”.A AXIS P5544 conta com a exclusiva tecnologia Panipsus, que permite ao produto funcionar como uma câmera de visão geral em 360 graus com uma lente grande angular, além de oferecer pan de 360º, tilt de 180º, zoom de 18x e vídeo HDTV a 720p. Uma das facilidades oferecidas ao usuário é a possibilidade de clicar em qualquer área de interesse mesmo durante o modo overview 360º, bem como dar zoom in e ativar as funções pan ou tilt imediatamente sobre a área de interesse para uma visualização mais próxima em HDTV no modo normal. O uso de duas lentes distintas para diferentes campos de visão implica manutenção da qualidade de imagem mesmo fazendo zoom in. Graças à resolução HDTV, a AXIS P5544 possui um zoom de 18x com autofoco.Outras características da câmera incluem funcionalidades dia e noite para melhor visualização mesmo com pouca iluminação e amplo range dinâmico para melhor visibilidade de objetos em áreas escuras. A AXIS P5544 possui suporte para áudio bidirecional e detecção de áudio, o que pode ser usado para disparar um alarme na ocorrência de barulhos incomuns. A câmera pode se conectar a dispositivos externos, como sensores, e tem suporte para o AXIS Camera Application Platform, que permite a instalação de aplicações de vídeo analítico dos parceiros da Axis. O produto ainda conta com um slot embutido para cartão de memória SD/SDHC que permite armazenamento local de gravações.Construída para facilitar a instalação, a nova dome PTZ da Axis tem classificação IP51, o que garante proteção contra poeira e chuva. Além disso, a câmera utilize High Power over Ethernet (IEEE 802.3at), item que simplifica a instalação, já que é preciso apenas um cabo de rede padrão para transportar vídeo, energia e controles PTZ. Axis Communications Fundada em 1984, na Suécia, a Axis Communications é uma empresa de TI que oferece soluções de vídeo para ambientes de rede em instalações profissionais. Líder mundial em seu segmento, a companhia orienta a mudança do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.A Axis opera globalmente com escritórios próprios em mais de 18 países e em parceria com distribuidores, integradores de sistemas e via parceiros OEM em 70 países. Os mercados fora da Suécia respondem por mais de 95% das vendas e mais de 3 milhões de canais de vídeo já foram vendidos em todo mundo. Atualmente, suas soluções são distribuídas no país pela CNT Brasil, Anixter, Network1 e Delta Cable. Para mais informações, acesse: www.axis.com. (Portal Segs/SP – 07/04/2011)
A Polícia Militar pretende contar com 4 mil câmeras de monitoramento no Estado até a Copa do Mundo, em 2014. Atualmente, são 338, instaladas na capital, em Campos do Jordão e Aparecida do Norte, em um investimento de quase R$ 20 milhões por parte do Governo. A próxima cidade do interior onde será instalado o sistema de videomonitoramento da PM será Bauru. Na capital, os equipamentos estão espalhados por 272 pontos diferentes, onde há grande fluxo de pessoas, como o centro, proximidades de estádios de futebol e eventos, além de bairros da periferia.Em Aparecida, existem 34 em locais escolhidos em conjunto com a prefeitura. O investimento chegou a R$ 2,47 milhões. Em Campos do Jordão, a PM destinou R$ 2,02 milhões para colocar em ação 32 câmeras. Essas duas cidades foram escolhidas em virtude da forte atração turística, em determinadas épocas do ano. Cada uma tem sua central própria de monitoramento.Na capital, a central funciona numa sala do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Ali trabalham 60 pessoas, 24 horas por dia, em três turnos de revezamento. A central permite que, quando percebido um crime ou a possibilidade de que isso possa ocorrer, os operadores das câmeras identificam o local e, após consulta aos bancos de dados criminais, despacham viaturas por via digital. A agilidade do videomonitoramento facilita a prisão em flagrante e a imagem pode ser usada como prova em investigações da Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana, companhias de tráfego e em trabalhos da prefeitura. Câmera inteligente O monitoramento na cidade de São Paulo começou em 2007 com número reduzido de câmeras e foi crescendo aos poucos. São dois tipos de equipamento, o fixo e o móvel. O primeiro, denominado “inteligente”, foca apenas um local e seu software está programado para emitir um sinal sonoro à central quando houver algum incidente. Por exemplo, uma câmera dessa, instalada em frente a uma agência de banco, vai avisar quando houver qualquer movimento anormal entre as pessoas, de acordo com sua programação. A mesma situação ocorre nos estádios de futebol. Perto da câmera fixa, há uma móvel, que se movimenta em ângulo de 360° e mostra os detalhes do incidente. Tudo isso é observado pelo operador no Copom, que solicita envio de viatura ao local.O tenente Cleodato Moisés do Nascimento, porta-voz do Copom na capital, explica que a móvel tem sistema de zoom que alcança até três quilômetros e identifica prédios e carros. Até 600 metros, é capaz de mostrar detalhes com nitidez, como pessoas, placa e modelo de carro. Em caso de crime, o operador consegue acompanhar, nesse raio de visão, a ação ou fuga do envolvido e orientar por meio de imagens a viatura que age no local.O local para colocação de câmera é escolhido entre os que apresentam alto índice de ocorrência policial. Em São Paulo, as áreas mais críticas são Praça da Sé, avenidas Giovanni Gronchi, Ibirapuera, Paulista com Brigadeiro, Jacu-Pêssego, São Miguel, Francisco Morato, Estrada de Itapecerica e arredores do Masp (na Paulista).No ano passado, uma câmera da zona norte localizou uma passeata, em que os moradores atearam fogo em materiais colocados no meio da rua. Pelo vídeo, foi possível identificar e fotografar quem levou o sofá para queimar e as garrafas de álcool e ainda quem riscou o fósforo. Assim que a polícia chegou, identificou e prendeu, no meio da multidão, quatro pessoas flagradas pela central. “Quem estava lá não entendeu como foi possível reconhecer os culpados. Esse é o nosso segredo”, confidencia Moisés.Em outra ocasião, a sala de vídeo monitorou por uma hora e meia a ação de drogados e traficantes na Praça da Sé. Pelo vídeo, o operador viu pontos em que a droga era guardada. De surpresa, policiais de bicicletas chegaram ao local, prenderam seis pessoas e foram direto aos locais onde a droga estava. Há imagens que detectam ações das mais variadas, como motorista infrator, veículo roubado, briga, acidente de trânsito e outros acontecimentos no cotidiano de uma grande metrópole, como São Paulo. Cada operador da central monitora entre nove e 10 câmeras no vídeo em seu computador. (Portal Rede Notícia/SP – 06/04/2011)
Em algumas empresas o movimento aumentou até 50%. O crescimento da violência preocupa os moradores de Campinas. Essa preocupação trouxe um aumento entre 20% e 50% nas vendas de câmeras de segurança. A loja onde Marcelo Manzano é supervisor de vendas foi assaltada duas vezes nos últimos três anos. O sistema de alarme não bastou para que os crimes fossem evitados. "Só o alarme não foi o suficiente. Nós tivemos um enorme prejuízo e não conseguimos identificar os ladrões", lembra.Depois dos dois assaltos, o dono da loja de materiais e ferramentas investiu R$ 20 mil em segurança. A opção escolhida foi instalar 16 câmeras de monitoramento, que foram espalhadas pelos ambientes. Além de ser possível assistir as imagens pela internet, elas também são monitoradas 24 horas por dia em tempo real na empresa de segurança, onde 70% dos clientes são comerciantes.As empresas que vendem e trabalham com os equipamentos de segurança tem nos donos de lojas os principais clientes. Da central de monitoramento é feito o acompanhamento de 50 estabelecimentos com o sistema de alarme. "É um recurso a mais que eles tem para se precaver de um furto, roubo ou assalto", diz o consultor técnico, Gilmar Carvalho.A procura pelo serviço na empresa dobrou no primeiro semestre de 2011. São câmeras como essas que ajudam na identificação dos bandidos e nas investigações sobre o modo de agir dos assaltantes. Seja em postos de combustível ou lojas, o sistema de segurança também expõem a facilidade com que os roubos são realizados pelos ladrões. Qualidade necessária O delegado da Delegacia de Investigações Gerais, José Carlos Fernandes, explica que as câmeras realmente podem ajudar no reconhecimento dos bandidos, mas para isso é preciso haja qualidade nas imagens. "Muitas vezes o equipamento adiquirido pelas empresas não tem uma especificação mínima necessária para quando, na perícia técnica, se fizer a aproximação nos rostos e placas. Assim, a imagem fica fragmentada e não há como ser identificada", explica. (Portal EPTV/SP – 04/04/2011)
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