ÿþ<title> :: ABESE :: </title> <div align="center"> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" > <div align="center"> <table cellspacing="0" style="border-collapse: collapse" bordercolor="#111111" cellpadding="0" width="605"> <tr> <td width=""> <p align="left"><font face="Arial" color="black" size="2"><b> <a name="r0"></a></b></font><br> <font size="2" face="Arial"><map name="FPMap0"> <area target="_blank" alt="Site Texto Assessoria" coords="396, 18, 593, 85" shape="rect" href="http://www.textoassessoria.com.br/"> <area target="_blank" alt="Site ABESE" shape="rect" coords="26, 36, 163, 164" href="http://www.abese.org.br"> </map> <img align="center" alt="visite nosso site" border="0" height="260" src="http://textoasses.dominiotemporario.com/clippingtexto/Abese/Abese-Newsletter-2011-para-todos.jpg" width="600" usemap="#FPMap0"><br> &nbsp;</font></td> </tr> <tr> <td width="595" style="border-style: solid; border-width: 1px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; padding-top: 1px; padding-bottom: 1px" height="27"> <p align="center"><b><font face="Arial" size="2"> Clipping Eletr&#244;nico A B E S E </b> | Segunda-Feira | 13 | fevereiro | 2012 | <b>edi&#231;&#227;o 269</b> </b></font></td> </tr> <tr> <td width="" height=""> <table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-collapse: collapse" bordercolor="#111111" width="100%" id="table2" height=""> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <br><img align='center' alt='' border='0' src='http://textoasses.dominiotemporario.com/clippingtexto/Abese/abese na imprensa.jpg' width='300' height='20'></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href='#a1'> Classe média investe em segurança<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Não é preciso viajar muito ao passado para lembrar quando itens como câmeras, cercas eletrificadas e alarmes eram encontrados somente em mansões. Hoje, seja pelo clima de insegurança...(Jornal de Bauru/SP, 08/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <img align='center' alt='' border='0' src='http://textoasses.dominiotemporario.com/clippingtexto/Abese/not.jpg' width='300' height='20'></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f1"> O crime da mala em Cumbica<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Enquanto o número de passageiros aumentou 11% no ano passado, o volume de furtos no Aeroporto Internacional de Guarulhos cresceu 76%. A polícia acaba de prender uma das gangues, mas várias...(Revista Veja S. Paulo/SP  Fevereiro. 12 pg 24 a 30) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f2"> Feira aborda setor de segurança<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> São paulo - A 7ª edição da ISC Brasil 2012 - Feira e Conferência Internacional de Segurança - será realizada entre os dias 24 e 26 de abril, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte...(Jornal DCI, São Paulo/SP  13/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f3"> Conferência Rio+20 terá esquema de segurança recorde<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Maior aparato já montado no país para evitar riscos será testado em evento de desenvolvimento sustentável. Com a expectativa de receber 120 chefes de Estado, governo vai usar novos sistemas...(Jornal Folha de S. Paulo, Ciência/SP  13/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f4"> Litoral sul deve receber novo sistema de câmeras<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Mesmo com o litoral norte liderando as estatísticas de violência no Estado de São Paulo, é a região sul que irá ganhar um reforço no sistema de monitoramento. O governo estadual...(Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  12/002/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f5"> Mansões na praia adotam infravermelho anticrime<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Kit de segurança é reforçado com vigias sob guarda-sol e múltiplo sistema de câmeras. Aparato é tentativa de conter onda de violência no litoral, região com mais homicídios...(Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  12/002/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f6"> Monitoramento eletrônico de presos vira solução no Brasil<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Atualmente, o Brasil registra mais de 496.200 presos, sendo que os estados apresentam cerca de 298.000 vagas nas unidades prisionais. Com o objetivo de combater o déficit de mais de 200 mil vagas...(Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f7"> Cresce apelo por segurança privada em aeroportos dos EUA<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Parlamentares insatisfeitos com o desempenho da Agência de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (TSA, na sigla em inglês) voltaram a insistir em uma proposta que busca permitir que os aeroportos...(Jornal New York Times/EUA, 08/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f8"> Deputado pretende tirar PMs dos estádios de futebol<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> O Relator da Lei Geral da Copa-2014, Vicente Cândido, disse que vai lutar para tirar a Polícia Militar (PM) dos estádios de futebol. Para ele a segurança deve ser de responsabilidade dos...(Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#f9"> Vulnerabilidade em câmeras da Trendnet vaza vídeos na internet<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Falha está em câmeras vendidas após abril de 2010, diz fabricante. Empresa já disponibilizou uma atualização para eliminar a brecha. Um blogueiro de segurança conhecido como  someLuser ...Portal G1/SP, 08/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g0"> Setor de segurança influencia a formação de mais profissionais<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> O crescimento do mercado de segurança privada no Brasil aumentou nos últimos anos. Diversos segmentos contratam profissionais, muitas vezes sem saber se os mesmos estão aptos a exercerem...(Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g1"> Câmeras de segurança para Carnaval de Porto Alegre são instaladas<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Equipamentos ficarão espalhados pelo Complexo Cultural do Porto Seco. Imagens geradas serão monitoradas pela Brigada Militar. A montagem de nove câmeras que serão instaladas no Complexo...(Portal G1/SP, 08/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g2"> Modelo de segurança para a Copa 2014 é apresentado ao setor de segurança privada<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> No último dia 31/01, representantes de entidades de classe e de sindicatos de empresas de segurança privada, das 12 cidades sedes, fizeram a 1ª reunião com a Gerência Geral de Segurança...(Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g3"> Policial persegue a si mesmo depois de ser confundido na câmera de segurança<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Um policial acabou perseguindo "a si mesmo" por cerca de 20 minutos em uma cidade britânica, depois de ter sido confundido por outro policial que monitorava as ruas da cidade por câmeras...(Jornal Folha de S. Paulo/SP, 10/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g4"> Câmera de segurança de supermercado nos EUA flagra tentativa de sequestro de menina<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> A câmera de segurança de um supermercado em Bremen, nos Estados Unidos, flagrou o momento em que um homem tentou sequestrar uma menina de sete anos. O sequestrador pegou Brittney Baxter...(Jornal Extra/RJ, 10/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g5"> Prédio da Vila Madalena sofre arrastão<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Armado, grupo invadiu cinco apartamentos do bairro nobre da zona oeste e manteve moradores como reféns. Empregada doméstica acabou ferida com uma coronhada na cabeça; suspeitos ainda...(Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g6"> Bancos tiram porta giratória das agências<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Casos de roubos diminuíram, mas Folha apurou que a medida é motivada por ações judiciais de clientes barrados. Itaú e Bradesco são dois dos principais bancos que adotaram...(Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  09/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g7"> Monitoramento eletrônico da Prefeitura colabora com segurança pública<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> As 46 câmeras de monitoramento eletrônico disponibilizadas pela Prefeitura Municipal em vários pontos da capital baiana e instaladas em toda a frota de transporte coletivo têm colaborado...(Portal Bahia Total/BA, 07/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g8"> 6 presos por furto de malas em Cumbica<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> Bagagens de voos internacionais eram desviadas por funcionários para desembarque doméstico e falso passageiro as tirava de terminal. Seis pessoas que atuavam em um esquema de roubo de malas...(Jornal O Estado de S. Paulo, Metrópole/SP  07/02/2012) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> <a href="#g9"> BigBrother<br> </a> </span></b> <span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: Arial"> A Dropcam HD é uma câmera de segurança que transmite imagens ao vivo para laptops, tablets e smartphones. Custa US$ 149 no site www.dropcam.com. Se quiser gravar vídeos...(Revista Valor Investe/SP  Fevereiro. 12  pg 82) </span></font> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> <p align="justify" style="margin-right: 5px"> <font size="2" face="Arial"> </td> </tr> </table> <font face="Arial" color="black" size="3"><hr width="99%"> <div align="right"> <p style="margin-right: 5px"> <font color="#02369A" face="Arial" size="1"><b>Clipping Eletr&#244;nico A B E S E 269</b></font> </font></div> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "a1"></a> Classe média investe em segurança </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Não é preciso viajar muito ao passado para lembrar quando itens como câmeras, cercas eletrificadas e alarmes eram encontrados somente em mansões. Hoje, seja pelo clima de insegurança que vai na contramão das estatísticas de diminuição criminal registradas na cidade (leia mais abaixo) ou pelo maior poder aquisitivo da população, os sistemas de segurança se tornaram quase que comuns. Para quem é do ramo, esse aquecimento do setor tem um responsável: a classe média. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança (SES) cresce, em média, 13% anualmente. A taxa foi divulgada durante Congresso Internacional de Segurança realizado no final do ano passado e promovido pela própria associação, na qual se chegou ao consenso de que a classe média é a principal consumidora e propulsora dessa  fatia . E Bauru não foge dessa realidade. Segundo empresários do ramo, mais da metade da procura por sistemas de monitoramento parte exatamente da classe média.  Hoje, pessoas da classe média representam 55% da minha clientela , confirma Rodrigo Cristiano Paes Lopes, proprietário de uma empresa de segurança eletrônica na cidade. De acordo com ele, que está há 21 anos no ramo, itens como alarmes e cercas elétricas deixaram de ser objetos de luxo.  As pessoas querem mais segurança. E estão dispostas a pagar por isso , afirma Rodrigo Lopes. Por toda a cidade, é comum encontrar quem destina parte dos rendimentos para  comprar mais segurança. É o caso de um morador da Vila Alto Paraíso, que, em busca da mesma garantia que o motivou a  blindar sua residência, pediu para não ter o nome divulgado. O técnico de informática de 35 anos instalou recentemente em sua casa cerca elétrica, alarme monitorado e sensores magnéticos nas portas e janelas. Além de uma mensalidade de R$ 60,00 para manter o monitoramento, o preço de todo o equipamento, no mercado, gira em torno de R$ 3,5 mil. O Investimento é alto para o técnico de informática, porém,  bem gasto para garantir mais tranquilidade.  Eu tenho mulher e um filho pequeno, de 5 anos. Fico muito pouco em casa. Se alguém pular no meu quintal, eu sei o que está ocorrendo , conta. Ele ainda explica que morava em um apartamento e, só se mudou para uma residência, quando tinha dinheiro para investir na segurança do local.  Foi a primeira coisa que eu fiz. Mais para frente, quero colocar câmeras ainda , completa. Valores variam Mas, quanto custa essa segurança a mais? Segundo Rodrigo Cristiano Paes Lopes, os valores variam de acordo com o anseio do cliente. Ele, entretanto, recomenda o alarme monitorado, que seria o item mais vendido atualmente em Bauru.  O alarme monitorado sai, em média, por R$ 850,00 e mais uma mensalidade de R$ 50,00. Com ele, uma central sabe tudo o que ocorre no imóvel por meio de sensores , afirma. Quem quer uma proteção mais em conta, pode optar pela cerca elétrica.  O valor é de aproximadamente R$ 450,00, mas é uma proteção mais limitada. Protege de forma perimetral o muro . E quem pode gastar um pouco mais possuem ainda opções mais modernas. É o caso das câmeras com visualização móvel.  Um sistema com três ou quatro câmeras sai por R$ 1,8 mil, em média. Esses equipamentos possibilitam que a o proprietário veja o que ocorre em sua casa de um computador ou pelo celular , completa Rodrigo Lopes. Quando o barato sai caro Quando se fala em segurança, todo cuidado é pouco. É o que afirma Rodrigo Cristiano Paes Lopes, proprietário de uma empresa de segurança eletrônica em Bauru. De acordo com ele, a pessoa que opta por um sistema de monitoramento tem de saber muito bem a procedência do equipamento e a idoneidade da empresa.  Não adianta comprar aquele equipamento falsificado ou contratar uma empresa que você não conhece. Quando a pessoa faz isso, pode estar até se colocando mais em risco. O ideal é sempre buscar um profissional que trabalhe com bons equipamentos e que você possa conhecer muito bem a empresa , aconselha.  Big Brother da vida real Além de apontar que a classe média é a propulsora do mercado de sistemas de segurança, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) ainda contabiliza um verdadeiro  Big Brother do monitoramento. Segundo estimativas da associação, há atualmente 710 mil imóveis  blindados com sistemas eletrônicos no País. Desse número, a associação aponta que metade seja de estabelecimentos comerciais e metade de residências e condomínios. Em relação ao número de empresas que oferecem esses sistemas, segundo a Abese, existem atualmente 12 mil atuando no segmento. (Jornal de Bauru/SP, 08/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f1"></a> O crime da mala em Cumbica </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Enquanto o número de passageiros aumentou 11% no ano passado, o volume de furtos no Aeroporto Internacional de Guarulhos cresceu 76%. A polícia acaba de prender uma das gangues, mas várias outras continuam à solta nos terminais.Na última segunda (6), o Aeroporto Internacional de Guarulhos/Cumbica ocupou as manchetes dos noticiários por dois acontecimentos importantes. Um deles foi o leilão de sua privatização, realizado junto com os dos terminais de Viracopos, em Campinas, e de Brasília. A concessão de Guarulhos, que tem prazo de vinte anos, acabou arrematada por 16,2 bilhões de reais pelo consórcio Invepar. O outro fato foi a descoberta de mais uma gangue que lá agia. Cinco pessoas terminaram presas, sob a acusação de desviar malas das esteiras do desembarque internacional para o setor de desembarque doméstico. Dali, um integrante do bando saía com as bagagens como se fosse um passageiro, sem ser importunado por ninguém. Segundo a polícia. a quadrilha atuava dessa forma havia um ano. as buscas realizadas nas casas dos ladrões, os investigadores encontraram parte do material furtado recentemente. Três dos envolvidos confessaram o crime. Batizada de Oitavo Mandamento, numa referência bíblica ao preceito Não furta-rás (nas religiões judaica e protestante: na católica, esse é o sétimo mandamento), a operação coordenada por Ricardo Guanaes Domingues, titular da Delegacia do Aeroporto de Cumbica. envolveu 21 policiais. A partir de uma denúncia anônima, a equipe começou a seguir as pistas para chegar aos bandidos. contando com a ajuda de guardas à paisana e de grampos telefônicos autorizados pela Justiça. Em uma das conversas interceptadas, realizada no fim do ano passado, há o seguinte diálogo entre dois comparsas: - Bateu uma saudade de roubar umas malas - diz um. - Eu estava falando sobre isso com a minha namorada - diz o outro. - O problema é que os moleque são c.. se não já ia organizar mais uma aí pra levantar uma grana. - Tem que ser no período da noite - afirma o primeiro. - Estou voltando de férias e conversamos. O término do trabalho. de posse de mandados de busca e apreensão. Os policiais dirigiram-se às residências dos meliantes. onde encontraram 25 malas de viagem com aparelhos eletrônicos, roupas, jóias, perfumes e brinquedos. Sem antecedentes criminais. Os envolvidos tinham emprego fixo e, em sua maioria, nível superior de ensino. Três deles eram funcionários de uma companhia aérea e um havia sido demitido da mesma empresa dias antes da prisão. "Sempre desconfiamos dessa espécie de conexão, pois ó gente com acesso a áreas restritas aos passageiros poderia fazer esse tipo de coisa", afirma Domingues. "Eu sei que outras irregularidades acontecem no aeroporto, mas posso dizer com segurança que conseguimos quebrar um esquema que vinha fazendo vítimas havia muitos meses: Não bastassem seus problemas crônicos, como atrasos, superlotação e filas intermináveis - um investimento para tentar aliviar uma pequena pane do caos foi a inauguração do Terminal 4. ocorrida na última semana, Cumbica também vem se tomando mais inseguro. Enquanto o número de passageiros aumentou 11 % no ano passado em relação a 2010, a quantidade de furtos cresceu 76% no mesmo período. atingindo o total de I 389 ocorrências - uma média de quatro crimes por dia. A situação preocupa ainda mais quando se verifica que poucas queixas são registradas em boletin de ocorrência. "Em 90% dos casos. a vítima não procura a polícia", afirma um investigador. A maior pane das ações é promovida por gangues especializadas. Uma das que atormentam os frequentadores é formada por ladrões estrangeiros. quase todos sul-americanos. Eles se misturam aos passageiros no terminal e, aproveitando momentos de descuido, levam bagagens de mão. No fim do ano passado. a policia prendeu em flagrante quatro colombianos aplicando esse golpe. Outro bando é especialista em surrupiar equipamentos eletrônicos. como notebooks e tablets. Eles agem em duplas ou trios e circulam principalmente pelos saguões de embarque, plataformas, café e restaurantes. Um dos alvos preferidos são as salas de espera nas asas A e D. Em ambas, existem alguns pomos cegos para as câmeras de segurança, o que facilita as ações. O empresário Eduardo Santos, de 30 anos, está entre os que sofreram com os problemas de segurança em Cumbica. Em setembro passado, quando chegou em casa na volta de uma viagem à Itália, teve uma desagradável surpresa ao abrir as malas: a trava do zíper havia sido arrebentada e as roupas estavam reviradas. "Levaram um relógio Bulgari, de 5000 dólares", conta ele, que vai entrar na Justiça contra a British Airways. Um ponto em comum nas histórias das vítimas é a desinformação dos funcionários das empresas que deveriam socorrê-I os nesses momentos. "Quando dei conta do sumiço da minha bagagem, a atendente da Gol me disse que alguém devia tê-Ia levado por engano", relata a estudante Olivia Abumanssur, de 23 anos. "Tive de esperar um mês para entrar com um pedido de indenização." O caso ocorreu há quarenta dias e, entre os itens de valor furtados, estavam casacos de inverno e garrafas de vinho comprados no Chile. No fim de 201 0, ao retomar de uma viagem a Paris, a relações-públicas Ticiana Neves Guerra, de 33 anos, não encontrou a mala na esteira de bagagens. 'Perdi minhas melhores roupas, minha câmera fotográfica e boa parte de minhas fotos, lamenta. A Iberia, companhia aérea pela qual viajou, lhe prometeu uma resposta em até 21 dias. Como não houve retomo, Ticiana processou a empresa e acabou fazendo um acordo: recebeu uma indenização de 5 800 reais. Quando o passageiro perceber que foi furtado, deve procurar a empresa, preencher um formulário específico e comparecer à delegacia para registrar a ocorrência. As companhias aéreas fazem um reembolso que é calculado a partir do peso da mala (44 reais por quilo). Como o valor é muito baixo, algumas das vítimas optam por entrar com ações de indenização na Justiça. Segundo os especialistas em segurança, Cumbica virou um campo fértil para a ação dos gatunos por causa de uma série de falhas. A principal delas é o inexpressivo efetivo policial no local. São. apenas oito PMs divididos entre a sala de operações, as viaturas que fazem rondas na área externa e os salões de embarque e desembarque. Ninguém precisa ser perito no assunto para saber que esse número é insuficiente para patrulhar o aeroporto mais movimentado do país. Considerando o total de 80000 passageiros que circulam diariamente nos terminais, dá uma média de um PM para cada grupo de 10000 pessoas. Há também vinte policiais civis e 1085 agentes da Infra-era, aqueles rapazes de uniforme preto, que não têm poder de policia. A vigilância é complementada pelo sistema de 600 câmeras de monitoramento, um número também insuficiente diante do movimento. Nesse campo, diga-se, ocorreu até um avanço. Há dois anos, a Infraero, estatal ainda responsável pela administração do aeroporto, dobrou o número de câmeras. Mesmo assim, continua sendo pouco. "A quantidade atual teria de ser multiplicada por trinta para chegarmos perto do ideal", diz o coronel José Vícente, especialista em segurança pública. Até o estacionamento, um dos mais caros do país, com diárias de 50 reais, é alvo dos golpistas. Administrado pela empresa MaxiPark, ele serve de campo de atuação para a gangue do estepe. Os bandidos aproveitam a falta de policiamento na área para rapinar pneus dos veículos. No fim do ano passado, dois ladrões foram presos em flagrante, já fora das dependências do aeroporto, com três pneus roubados no pátio. Descobriu-se depois que eles praticavam ao menos vinte furtos do tipo por mês. Cumbica sempre fica em desvantagem quando é comparado a outros grandes aeroportos do mundo em questões como pontualidade e conforto. No item segurança, a diferença também é abissal.O John F. Kennedy, em Nova York, por exemplo, recebe quase o dobro de passageiros em relação a Guarulhos e tem 4 000 vigilantes cuidando da área. Nem sempre, é verdade, todo esse aparato elimina a ocorrência de problemas. O Barajas, em Madri, registra hoje praticamente a mesma quantidade de furtos que Cumbica, com a ressalva de que também recebe quase 70% a mais de viajantes. Para coibir essas ações, sua administração iniciou uma campanha para as companhias aéreas reduzirem o número de funcionários terceirizados e temporários. Procurados por VEJA SÃO PAULO, os representantes do consórcio Invepar, que tomará conta do aeroporto paulista daqui para a freme, disseram que não se manifestarão sobre o assunto ames de abril, inicio do período da concessão. Resta aos passageiros torcer para que a rnelhoria da segurança no aeroporto esteja entre suas prioridades. (Revista Veja S. Paulo/SP  Fevereiro. 12 pg 24 a 30) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f2"></a> Feira aborda setor de segurança </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> São paulo - A 7ª edição da ISC Brasil 2012 - Feira e Conferência Internacional de Segurança - será realizada entre os dias 24 e 26 de abril, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo. A feira é considerada uma das mais importantes da indústria de segurança no País, e apresentará aos participantes os últimos avanços de produtos, tendências e soluções para o setor. (Jornal DCI, São Paulo/SP  13/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f3"></a> Conferência Rio+20 terá esquema de segurança recorde </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Maior aparato já montado no país para evitar riscos será testado em evento de desenvolvimento sustentável. Com a expectativa de receber 120 chefes de Estado, governo vai usar novos sistemas e equipamentos. Dois helicópteros com câmeras de última geração, 24 embarcações, cinco centros de descontaminação de massas e 15 mil agentes de segurança, entre militares das Forças Armadas e da Polícia Federal. Esses são alguns números do maior aparato de segurança já montado para um evento no Brasil, a ser testado na Rio+20 conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável que acontece em junho no Rio. Para efeito de comparação, no Pan-Americano de 2007, também no Rio, o patrulhamento da orla foi feito com lanchas. Já na Rio+20, duas fragatas serão usadas. O número de helicópteros subiu de 14 para 18. Com uma expectativa de presença de 120 chefes de Estado, o governo se prepara para usar novos equipamentos e sistemas. "É o evento que vai mobilizar a maior atenção de segurança no Brasil", afirma o vice-almirante Ney Zanella, responsável pelo tema no Ministério da Defesa. Será a primeira vez que a Polícia Federal vai testar o novo Sistema Nacional de Procurados e Impedidos. Ligado a bancos de dados internacionais, o sistema pode barrar suspeitos e condenados ao tentarem entrar no país. Todas as formas de acesso ao Rio estarão sob monitoramento: a Polícia Rodoviária Federal fará a segurança nas rodovias federais, 24 embarcações estarão a postos para controlar o movimento na orla e 16 aeronaves militares serão disponibilizadas para a segurança e o deslocamento de autoridades. Além disso, a PF terá à disposição dois helicópteros com câmeras que permitirão identificar contratempos no trajeto das delegações. Toda a logística será coordenada por cinco centros de controle sob comando das Forças Armadas o principal deles terá como base o Palácio Duque de Caxias. "Durante a conferência, nenhum helicóptero que não tenha sido inspecionado antes voará no Rio de Janeiro", afirma Zanella. Os navios que estarão atracados no porto serão inspecionados até por baixo para ver se não há bombas. ORÇAMENTO Apesar da importância do encontro, o governo já deu sinais de que quer um orçamento enxuto. No mês passado, abriu créditos especiais de R$ 214,1 milhões para a área mas, segundo a Folha apurou, o Planalto determinou que só R$ 111,6 milhões sejam liberados. A Casa Civil afirmou que a previsão inicial teve como base uma "estimativa de gastos" e contemplava "despesas ordinárias dos órgãos envolvidos", como uniformes. "Os valores foram revistos com o intuito de elevar o nível de eficiência do gasto público, sem, no entanto, comprometer o objetivo das ações e a segurança do evento", afirma a nota. (Jornal Folha de S. Paulo, Ciência/SP  13/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f4"></a> Litoral sul deve receber novo sistema de câmeras </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Mesmo com o litoral norte liderando as estatísticas de violência no Estado de São Paulo, é a região sul que irá ganhar um reforço no sistema de monitoramento. O governo estadual tem um projeto para instalar 64 novas câmeras, ainda sem previsão de data exata. Planos para fazer o mesmo no litoral norte estão em estudo, segundo o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido. Ao custo de R$ 7 milhões, os novos equipamentos serão instalados nas rodovias de acesso às cidades e também em vias dentro delas. O sistema será igual ao que já existe em rodovias paulistas no qual câmeras registram o número da placa dos veículos para identificar se eles estão em dia ou envolvidos em algum crime. Santos, São Vicente, Mongaguá e Guarujá são os municípios do litoral sul paulista que devem receber a maior parte das câmeras. Praia Grande já tem um sistema amplo de monitoramento. São 1.530 câmeras, todas elas instaladas ao longo da orla e nos bairros. Santos e Guarujá também são equipadas com o mesmo sistema de monitoramento. Bertioga e Mongaguá não dispõem de câmeras. Itanhaém tem apenas duas. Em Cubatão, a instalação de uma rede de monitoramento com 25 câmeras será feita até o fim do semestre, segundo prevê o governo. "Além das praias, queremos monitorar as entradas das cidades", explica Aparecido. "Porque, como os prefeitos dizem, o ladrão é metropolitano. Sai de um município e vai a outro para cometer o crime. A ideia é unificar a informação", explica o secretário. (Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  12/002/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f5"></a> Mansões na praia adotam infravermelho anticrime </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Kit de segurança é reforçado com vigias sob guarda-sol e múltiplo sistema de câmeras Aparato é tentativa de conter onda de violência no litoral, região com mais homicídios no Estado Sob sol do meio-dia, o segurança da mansão à beira-mar observa o movimento, protegido por um guarda-sol. Perto dele, câmeras miram o vaivém de banhistas e os aparelhos infravermelho detectam a passagem de eventuais "invasores" que se aproximarem da casa, na praia da Baleia, uma das mais chiques do litoral norte paulista. Às vésperas do Carnaval, o litoral, que foi a região mais violenta do Estado em 2011, enfrenta um momento crítico. Não à toa o cenário acima é cada vez mais comum, especialmente em Juquehy, Baleia, Barra do Sahy e Maresias. A violência faz turistas reforçarem a segurança. Das quatro cidades do litoral norte, só São Sebastião teve queda nos homicídios na comparação 2010/2011. Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba tiveram alta. Na Baleia, uma mansão instalou câmeras e infravermelho ao longo da viela ao lado do imóvel. Cercas elétricas completam o aparato, que inclui ainda um vigia 24 horas. Ao longo da orla, homens de bermuda e radiocomunicadores ficam de plantão em frente aos portões das casas. São seguranças particulares, que se transferem para o litoral com os patrões nesta época do ano. "Está todo mundo se prevenindo. Não tem como viver no paraíso. Na praia de Boiçucanga, o comércio inteiro tem [câmeras]", afirma Eder Ávila Castanho Monteiro, vice-presidente do Conseg (conselho de segurança) de São Sebastião. "A comunidade é parceira da polícia aqui." Os cães de guarda também são comuns, segundo Eder. "Sempre tem um pit bull ou cão de outra raça nas casas." Mesmo com a vigilância incrementada, há registros de assaltos a mansões de praia. Em novembro passado, uma casa da família Civita, do grupo Abril, na Barra do Sahy, foi invadida por dois ladrões, que levaram tablets e celulares após fazerem moradores reféns. Dias depois, a dupla acabou presa. CRACK Para Maria Antonia Civita, que tem casa na Baleia e preside a ONG Verde Escola, a disseminação do crack tem relação direta com a violência. "São jovens que cometem furtos. Hoje, a droga chega diariamente. É um problema que se vê na capital e acontece aqui também", disse. Segundo o comando da Polícia Militar, durante a temporada, cerca de mil PMs atuam nas quatro cidades, o dobro do policiamento normal. "Os roubos diminuíram na Baleia, em Maresias e em Boiçucanga", disse o tenente-coronel Evandro Góes, responsável pelo litoral norte. (Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  12/002/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f6"></a> Monitoramento eletrônico de presos vira solução no Brasil </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Atualmente, o Brasil registra mais de 496.200 presos, sendo que os estados apresentam cerca de 298.000 vagas nas unidades prisionais. Com o objetivo de combater o déficit de mais de 200 mil vagas nos presídios, o governo federal declarou que irá investir R$ 1,1 bilhão no sistema penitenciário nos próximos três anos, apresentando medidas que visam à melhoria na vida da população carcerária brasileira. Dentre as medidas, uma das prioridades é a regulamentação do monitoramento eletrônico de presos como método de pena alternativa, com o intuito de assegurar a dignidade, a educação e a reinserção social do sentenciado, além de desvincular o indivíduo do convívio danoso dentro das prisões, hoje consideradas verdadeiras  universidades do crime . O monitoramento pode ser realizado de duas maneiras: com o auxílio de sistemas RFID que são tecnologias para o rastreamento de produtos ou cargas, e com sistemas equipados de GPS e GPRS, utilizados no rastreamento de veículos ou pessoas. Por meio de crachás, pulseiras ou tornozeleiras, podemos monitorar, além dos sentenciados, pessoas de importância, como juízes, executivos ou políticos; pessoas que precisam de algum tipo de assistência e os chamados  solitários , trabalhadores que atuam em lugares isolados ou em áreas de risco. Maurício Ciaccio, Diretor da área de Monitoramento da multinacional de segurança privada G4S, empresa líder em tecnologias e soluções para o monitoramento de ofensores, apresenta uma tecnologia conhecida como lone worker um tipo de crachá composto de um hardware com GPS e GPRS, que realiza o rastreamento.  Vamos imaginar que um trabalhador solitário em uma mina de carvão ou um idoso usa esse crachá e surge uma emergência como um problema de saúde (no caso do trabalhador) ou uma queda (no caso do idoso). Ele aperta o botão de pânico e a informação chegaria à central de monitoramento em tempo real e outras pessoas poderiam agir sobre esse alerta , explica. O Diretor Internacional da G4S Bob Thomas, um dos maiores especialistas do assunto na atualidade, é responsável pela área de monitoramento de pessoas da empresa nos EUA. Em entrevista, ele comentou sobre o setor no mercado brasileiro e sobre os trabalhos já realizados pela G4S no país.  O Brasil, com seus 26 estados mais o Distrito Federal, é um excelente candidato à superpopulação nas cadeias. Por isso, precisamos  sintonizar o sistema de justiça criminal brasileiro e, quando falo  sintonizar , quero dizer  ajustar-se ao sistema. Isso inclui liberar os ofensores, determinando em quais atividades devem trabalhar e projetar um programa para monitorá-los, definindo as regras que devem seguir , diz. Ciaccio também explanou sobre as dificuldades de expandir este tipo de serviço pelo país.  No Brasil, apesar da existência do DEPEN (Departamento Penitenciário Nacional) ele ainda não atua nos moldes de uma agência reguladora do sistema penitenciário. Se tivéssemos essa agência, teríamos procedimentos já estabelecidos que ditassem como se constrói um presídio, suas principais características, como funciona o monitoramento de sentenciados, quais são os procedimentos necessários. Como isso não acontece, cada estado procura a solução dentro de sua necessidade, e isso é uma preocupação, pois acaba incompatibilizando o sistema nacional . O executivo apresentou ainda a importância da integração entre o serviço público e privado na gestão do processo e em medidas que garantem a reação imediata em qualquer tentativa de violência.  A preocupação é que esse serviço precisa ser tratado a quatro mãos. Como fornecedor de soluções, posso prover a tecnologia e o procedimento, mas o Estado também precisa fornecer a reação, em caso de violação dos procedimentos pré-estabelecidos , diz Maurício Ciaccio.  Aliviar o sistema carcerário não significa simplesmente soltar o ofensor. É necessário tomar uma série de decisões. Os ofensores vão trabalhar ou ficar em casa? Se saírem no meio da noite, o que devemos fazer? Devemos chamar a polícia? Temos que ter procedimentos normativos para proteger a comunidade , completa Bob Thomas. (Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f7"></a> Cresce apelo por segurança privada em aeroportos dos EUA </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Parlamentares insatisfeitos com o desempenho da Agência de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (TSA, na sigla em inglês) voltaram a insistir em uma proposta que busca permitir que os aeroportos utilizem scanners corporais de empresas de segurança privada. Com isso, a agência poderia se concentrar mais em seu papel de vigiar, ao invés de operar e supervisionar a segurança feita nos aeroportos. Apenas 16 dos 450 aeroportos comerciais dos Estados Unidos usam empresas de segurança privada, que são controladas e supervisionadas pelo TSA, de acordo com regras criadas pelo Congresso quando criou a agência. Mas nos últimos anos a agência de segurança rejeitou os pedidos feitos por diversos aeroportos para participar do processo de triagem privado, uma decisão que alguns membros do Congresso e oficiais de aeroportos gostariam de mudar. Defensores da privatização dizem que este procedimento poderia economizar o dinheiro da agência e que as empresas de segurança privada são mais eficientes e eficazes do que o governo em executar tais operações. "Sei que eles têm um melhor desempenho, pois vi os resultados de um teste que foi feito com essas empresas", disse John L. Mica, um republicano da Flórida que é presidente do Comitê de Transporte da Câmara. Nesse cargo, Mica tem acesso a relatórios confidenciais que avaliaram a TSA, incluindo um relatório efetuado pelo Gabinete de Prestação de Contas do Governo sobre a eficácia dos scanners de tecnologia avançada que a agência tem instalado nos aeroportos. "Não sei quanta informação será revelada", disse Mica. "Mas a informação inicial que recebi é a de que não foi uma operação bem sucedida". Chuck Young, um porta-voz do Gabinete de Prestação de Contas do Governo, disse que não poderia discutir o relatório porque ele ainda é considerado confidencial. No entanto, a falta de transparência sobre o desempenho da agência de segurança é precisamente o motivo pelo qual os críticos dizem que ela não deve ser a reguladora, operadora e auditora das triagens nos aeroportos. Um estudo realizado no ano passado pelo Comitê de Transporte da Câmara constatou que a maioria dos países terceiriza este serviço, tirando a responsabilidade do governo, e as operações de triagem nos aeroportos geralmente são realizadas por empresas de segurança privadas. Segundo o estudo, a maioria dos países europeus, por exemplo, contrata scanners particulares que são operados por empresas privadas ou pelos próprios aeroportos. O relatório também inclui uma comparação detalhada entre a segurança do Aeroporto Internacional de São Francisco, que usa uma empresa de segurança privada para fazer o escaneamento corporal, e o Aeroporto Internacional de Los Angeles, que utiliza funcionários da TSA. Foi constatado que a equipe de segurança particular foi mais eficiente, fazendo a triagem de cerca de 65% passageiros a mais. Além disso, ele estima que o governo poderia economizar US$ 1 bilhão em cinco anos usando empresas particulares nos 35 maiores aeroportos do país. A TSA questiona essas estimativas, mas uma comparação de custo mais completa é difícil, em parte porque os dados do desempenho da agência são mantidos em segredo. Greg Soule, um porta-voz da TSA, disse que a diferença de custo entre a triagem feita pelo governo federal e pelas empresas de segurança privadas varia dependendo do contrato, mas que empresas privadas geralmente cobram de 3% a 9% a mais do que os agentes da TSA. Essa porcentagem está abaixo da estimativa feita pela agência em 2007, com uma diferença de 17%, e o Escritório de Prestação de Contas do Governo disse que os cálculos feitos pela TSA ainda contêm erros. A comissão de transporte baseou a sua estimativa de redução de custos principalmente numa maior produtividade e em menores taxas de negócios do que as empresas de segurança privadas (que resultam do baixo índice de contratação e custos de treinamento). Aeroportos com empresas privadas têm obtido um menor número de ausência de funcionários, que custam caro para substituir com funcionários contratados apenas como uma solução temporária. "Se esses números continuarem assim, poderia haver uma redução ainda maior de custos ao utilizar de uma maneira mais abrangente as empresas de segurança privadas", disse Robert Poole, diretor de política de transportes na Reason Foundation, uma empresa libertária de pesquisa de Washington. Poole disse que apoia a expansão do número de aeroportos que utilizam os serviços das empresas de segurança privadas como uma abordagem que, do seu ponto de vista, pode solucionar o conflito de interesses causado pelos múltiplos papéis da agência. "O Congresso criou a TSA de maneira que a agência acabasse tendo que se responsabilizar por missões conflitantes", disse ele. "Por um lado, ela é um órgão regulador de segurança e que toma decisões políticas. Por outro lado, faz a segurança dos aeroportos. Quando o desempenho da triagem não é como que deveria ser, é difícil imaginar uma reação mais eficaz por parte da TSA em comparação a uma empresa que se dedique apenas a isso." Mark VanLoh, diretor do departamento de aviação de Kansas City, Missouri, que usa empresas de segurança privadas no seu aeroporto internacional, disse considerá-las são mais responsáveis, particularmente quando acontecem incidentes em postos de controle. "Posso fazer uma ligação para a pessoa responsável por toda a operação e obter um retorno da minha ligação em apenas alguns minutos resolvendo o problema", disse VanLoh. "Não conseguiria fazer isso com a TSA." Ele também citou sua economia de custos, uma menor rotatividade entre os funcionários e um tratamento melhor dado aos passageiros como razões pelas quais Kansas City tem lutado para continuar utilizando os serviços desta empresa de segurança privada. Por outro lado, ter uma força de trabalho federal fornece à TSA mais flexibilidade para responder a ameaças de segurança maiores, declarou Soule. Essa é uma das principais razões pelas quais a agência rejeitou os aeroportos que se candidataram ao programa de parceria privada para a triagem. Mas a TSA está disposta a analisar os pedidos de aeroportos que consigam demonstrar uma "clara ou substancial" vantagem na privatização. "Existe um novo formulário no qual você precisa justificar porque acha que o programa de parceria de triagem seria melhor para o seu aeroporto", disse Diane Crews, uma porta-voz do Aeroporto Internacional Sanford de Orlando, que reenviou sua aplicação em dezembro. Existem muitas evidências de que mais aeroportos gostariam de fazer a troca. Charles Barclay, presidente da Associação Americana de Executivos de Aeroportos, disse ao Comitê do Senado de Segurança Interna que os membros do grupo queriam que a TSA permitisse que mais aeroportos pudessem optar por utilizar os serviços das empresas de segurança privadas. Mas para alguns autoridades dos aeroportos, esse é um tema delicado. "Acho que quase a maioria dos diretores dos aeroportos no país concordaria comigo: preferimos ser responsáveis pela segurança dos aeroportos", disse T. J. Orr, diretor de aviação do Aeroporto Internacional Charlotte Douglas, na Carolina do Norte, que testemunhou perante o Congresso sobre as dificuldades que o aeroporto está enfrentando ao trabalhar com a TSA. "Isso porque poderíamos fazer melhor, de maneira mais econômica e mais eficaz - ou seja, mais segura", disse Orr. "Mas muitas pessoas não querem se levantar e dizer, Estamos no caminho errado". (Jornal New York Times/EUA, 08/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f8"></a> Deputado pretende tirar PMs dos estádios de futebol </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> O Relator da Lei Geral da Copa-2014, Vicente Cândido, disse que vai lutar para tirar a Polícia Militar (PM) dos estádios de futebol. Para ele a segurança deve ser de responsabilidade dos organizadores do evento. A intenção do deputado federal é de que, ainda antes da Copa do Mundo de 2014, a segurança nos campeonatos regionais e nacionais seja realizada pela segurança privada. "Quero conversar no Congresso para que gente tire a segurança pública de dentro dos estádios. Que seja segurança privada contratada pelo organizador. Ou seja, temos de jogar a responsabilidade para os organizadores do evento", explicou o deputado. Questionado se acha possível que as entidades que organizam o futebol brasileiro aceitem ser os responsáveis pela segurança nos estádios, o petista mostrou confiança: "Vamos fazer o debate, acho que é defensável. O Andrés (Sanchez, diretor de Seleções da CBF) conversou na CBF, eu falei na Federação Paulista de Futebol. O mundo caminha para isso e o Brasil não pode ser diferente", explicou. A ideia de Cândido é fazer essa mudança na legislação o quanto antes, para que já entre em vigor durante os campeonatos regionais a nacionais, antes mesmo da Copa do Mundo de 2014. "Em se alterando o Estatuto do Torcedor, seria imediato. A não ser que a gente dê um prazo, ate pela assimilação de custos. Hoje, o que os organizadores pagam para a força pública é muito pouco. Para a privada seria maior. Mas vale lembrar que, fora dos estádios, continuaria a competência da segurança pública", finalizou. (Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "f9"></a> Vulnerabilidade em câmeras da Trendnet vaza vídeos na internet </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Falha está em câmeras vendidas após abril de 2010, diz fabricante. Empresa já disponibilizou uma atualização para eliminar a brecha. Um blogueiro de segurança conhecido como  someLuser divulgou no início de janeiro a existência de uma falha crítica em câmeras IP da Trendnet. O problema permite que o vídeo gerado pela câmera seja acessado remotamente, mesmo que o usuário não conheça a senha necessária para isso. A empresa disponibilizou uma correção na última segunda-feira (6) e alerta que vários modelos disponíveis desde abril de 2010 estão sujeitos ao erro. Segundo o  someLuser , basta acessar um endereço específico na câmera para que o vídeo seja acessado. Não é possível realizar nenhuma configuração ou adição de senha para desabilitar a função. Se a câmera não tiver acesso à internet, o vídeo ainda poderá ser acessado por qualquer um que tiver acesso à rede interna, como funcionários. A Trendnet disponibilizou uma correção para algumas câmeras e vários modelos, como a TV-IP110, TV-IP212 e a TV-IP312, estão vulneráveis. Veja a lista completa no site da Trendnet. Nem todas as câmeras já foram atualizados, mas a Trendnet pretende disponibilizar todas as atualizações até esta quarta-feira (8). Em comunicado, a Trendnet do Brasil informou que um alerta sobre o problema foi publicado em seu site oficial. Segundo o site de segurança The H, há centenas de câmeras abertas e acessíveis na internet. É possível monitorar escritórios, salas e quartos que são filmados pelas câmeras vulneráveis. (Portal G1/SP, 08/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g0"></a> Setor de segurança influencia a formação de mais profissionais </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> O crescimento do mercado de segurança privada no Brasil aumentou nos últimos anos. Diversos segmentos contratam profissionais, muitas vezes sem saber se os mesmos estão aptos a exercerem a profissão. A Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, estabeleceu normas para constituição e funcionamento de empresas particulares que exploram serviços de vigilância e transporte de valores. Conhecer um pouco mais sobre este ofício, seus direitos e deveres é o que o cliente deve saber. O vigilante, agente ou profissional de segurança privada é capacitado para zelar pela ordem e a segurança de pessoas nos limites de seus locais de trabalho. A atuação é de caráter preventivo para inibir, dificultar e impedir qualquer ação criminosa vinda de suspeitos. Para atuar neste mercado, o interessado deve comprovar que é brasileiro (nato ou naturalizado) e maior de 21 anos. A aprovação em exames de saúde e a comprovação de capacidade moral, mediante a apresentação de antecedentes criminais são critérios obrigatórios. Todo o profissional deve possuir o certificado do Curso de Formação para Vigilantes, oferecido por escolas de formação. O curso confere ao aluno, o direito à Carteira Nacional de Vigilante (CNV), documento de identidade funcional do vigilante. "As escolas de formação são regidas pela Polícia Federal. Ao mesmo tempo em que existem ótimos cursos, nem todos os aspectos são ensinados, como a particularidade de segurança em condomínios, por exemplo , diz Chen Gilad, diretor da Haganá Segurança, empresa especializada em segurança eletrônica. O Manual do Vigilante (elaborado pela Associação Brasileira dos Cursos deFormação e Aperfeiçoamento de Vigilantes e homologado pelo Departamento de Polícia Federal) criado para uniformizar o ensino de segurança ao vigilante em sua formação básica, extensões e respectivas reciclagens é o documento que normatizou o mercado. Direitos humanos, sistema de segurança pública, prevenção e combate a incêndio, primeiros socorros, armamento e tiro e vigilância são algumas matérias que constam na formação do profissional da segurança.  Por isso, na Haganá, além de contarmos com profissionais que já tem esta formação, oferecemos treinamento específico, aprimorando o profissional , diz ChenGilad. Os profissionais têm direito a porte de arma, quando em efetivo exercício; treinamento regular; seguro de vida e prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. Dentre alguns deveres constam a atuação no local de vigilância, observando peculiaridades do ambiente. (Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g1"></a> Câmeras de segurança para Carnaval de Porto Alegre são instaladas </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Equipamentos ficarão espalhados pelo Complexo Cultural do Porto Seco. Imagens geradas serão monitoradas pela Brigada Militar. A montagem de nove câmeras que serão instaladas no Complexo Cultural do Porto Seco para auxiliar na segurança durante os desfiles do Carnaval 2012 começa nesta terça-feira (7) em Porto Alegre. De acordo com o site oficial da Prefeitura, tudo estará funcionando já na sexta-feira (10), no primeiro dia da Muamba Oficial. A instalação será feita pela Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa). As imagens geradas serão monitoradas pela Brigada Militar. Haverá ainda uma outra câmera que, apesar de ter sido configurada pela Procempa, será de responsabilidade da Empresa de Transporte e Circulação (EPTC). As nove câmeras estarão divididas entre praça de alimentação, associação das entidades carnavalescas, concentração das escolas, e nos setores quatro, sete e oito do complexo. Além do videomonitoramento, será disponibilizado sinal Wi-Fi para acesso à internet livre e gratuita. (Portal G1/SP, 08/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g2"></a> Modelo de segurança para a Copa 2014 é apresentado ao setor de segurança privada </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> No último dia 31/01, representantes de entidades de classe e de sindicatos de empresas de segurança privada, das 12 cidades sedes, fizeram a 1ª reunião com a Gerência Geral de Segurança do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, no Rio de Janeiro.  Foi um primeiro encontro nacional com o segmento para discutir o modelo de segurança a ser implantado na Copa das Confederações 2013 e Copa 2014; alinhar as exigências do modelo com o setor; e esclarecer como se dará a contratação das empresas , explica o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), José Adir Loiola, que esteve presente na reunião. Na ocasião, foi apresentada a proposta do Curso de Extensão para Grandes Eventos. A intenção é fazer com que vigilantes de empresas privadas só atuem nos estádios de futebol se estiverem desarmados e se tiverem concluído o Curso de Extensão para Grandes Eventos nas escolas de formação de vigilantes. O curso foi formatado pela Coordenadoria-Geral de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal, que utilizou como base conhecimentos de especialistas em segurança, materiais nacionais e internacionais, assim como o regulamento de segurança da FIFA, além de ter analisado as sugestões e propostas das entidades de classe. Estiveram presentes no evento, representantes da Secretaria Nacional de Segurança para Grandes Eventos (Sesge) e da Coordenação Geral de Controle da Segurança Pública da Polícia Federal (CGCSP/DPF).  Assim como esta reunião, já fizemos e faremos outros encontros com todas as áreas de segurança que pretendemos contar nos eventos em 2013 e 2014. Esta integração entre as forças públicas e privadas é fundamental e todos precisam entender a função de cada um para que possamos oferecer um padrão internacional nos grandes eventos esportivos que somos responsáveis , enfatizou o gerente geral de segurança do Comitê Organizador Local (COL), Hilário Medeiros. Cerca de 50 mil profissionais da segurança privada devem ser escalados para o esquema de segurança da Copa do Mundo de Futebol no Brasil. Em cada estádio, aproximadamente três mil vigilantes, devidamente cadastrados na Polícia Federal, devem ficar responsáveis pela segurança no complexo interno das arenas (tendas de patrocinadores, área de circulação de pessoas, estacionamentos e catracas). Somente no Estado de São Paulo já são cerca de 167 mil vigilantes (entre homens e mulheres), em 400 empresas de segurança legalizadas. No Brasil, o efetivo da segurança privada é de 540 mil vigilantes trabalhando em 1.500 empresas autorizadas a funcionar no País. (Revista Segurança e Cia/SP, 09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g3"></a> Policial persegue a si mesmo depois de ser confundido na câmera de segurança </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Um policial acabou perseguindo "a si mesmo" por cerca de 20 minutos em uma cidade britânica, depois de ter sido confundido por outro policial que monitorava as ruas da cidade por câmeras de segurança. A história foi revelada pela revista "Police", da federação britânica de policiais, e especializada no setor de segurança. O nome do policial e a cidade não foram revelados pela revista, que baseou sua história em um depoimento anônimo de um outro oficial. O policial estava circulando a pé e a paisana em uma área de uma cidade britânica com alto índice de assaltos de casas quando recebeu pelo rádio a informação de que uma pessoa suspeita estava circulando nas redondezas e fora flagrada pelas câmeras. Ele chegou a receber pelo rádio a informação de que estava "muito perto do suspeito". Depois de cerca de 20 minutos, no entanto, um sargento que estava observando tudo pelas câmeras na central percebeu que o "suspeito" era o próprio policial. "Com dores de tanto rir, o sargento disse ao policial que o operador [na central] estava o observando na TV sem perceber que o suspeito era o próprio policial a paisana --ou seja, o policial estava perseguindo a si mesmo pelas ruas", afirma o relato publicado pela revista. A polícia de Sussex não confirmou a veracidade da história, já que a revista não publicou mais detalhes sobre a data e o local do episódio. No entanto, um porta-voz da polícia disse ao jornal britânico "Daily Telegraph" que, em meio a tantas preocupações sérias da polícia, é comum haver momentos de descontração com tudo sendo levado no bom-humor. (Jornal Folha de S. Paulo/SP, 10/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g4"></a> Câmera de segurança de supermercado nos EUA flagra tentativa de sequestro de menina </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> A câmera de segurança de um supermercado em Bremen, nos Estados Unidos, flagrou o momento em que um homem tentou sequestrar uma menina de sete anos. O sequestrador pegou Brittney Baxter no colo e saiu andando com ela. Mas acabou deixando a garota ir embora. Segundo o chefe de polícia de Bremen, cidade da Geórgia, o homem agarrou Brittney no corredor dos brinquedos. Ele esperou por dez minutos uma oportunidade de se aproximar da criança.  Nós estávamos só conversando, mas quando eu disse que estava indo procurar a minha mãe, ele me agarrou , contou Brittney. O bandido colocou a mão na boca da garota, na tentativa se silenciá-la. Mas ainda assim, Brittney se sacudia, dava pontapés e gritava. Até que o sequestrador decidiu largar a menina e saiu correndo. Tommy Woods, de 25 anos, foi preso poucas horas depois. Ele estava em liberdade condicional, por homicídio. O suspeito negou a tentativa de sequestro.  Eu sou inocente. Eu não toquei ninguém, não importunei ninguém. Eu não estava lá , afirmou ele. (Jornal Extra/RJ, 10/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g5"></a> Prédio da Vila Madalena sofre arrastão </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Armado, grupo invadiu cinco apartamentos do bairro nobre da zona oeste e manteve moradores como reféns. Empregada doméstica acabou ferida com uma coronhada na cabeça; suspeitos ainda não foram identificados. Sete homens fizeram um arrastão em um prédio de classe média na Vila Madalena, em São Paulo, no início da manhã de ontem. Moradores foram feitos reféns por mais de uma hora. Cinco dos 18 apartamentos do edifício, que fica na rua Aspicuelta, foram roubados. Segundo a Polícia Militar, o arrastão começou por volta das 6h10, quando dois homens, armados com pistolas, entraram por um portão do edifício que estava aberto e renderam o porteiro. Em seguida, outros cinco homens se juntaram ao grupo. Segundo o porteiro disse à polícia, os bandidos sabiam o nome e informações pessoais de alguns moradores e perguntavam por eles. Outros eram abordados no saguão de entrada e na garagem do edifício, de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública do Estado. Em um dos apartamentos, ladrões disseram à empregada que sabiam que a dona do imóvel era "a mais rica do prédio". Eles pediam dólares e perguntavam pela localização do cofre. Em outro, a empregada foi ferida com uma coronhada na cabeça. Após o arrastão, os moradores, amarrados com fios de telefone, eram levados para um apartamento no primeiro andar. O grupo levou malas, eletrodomésticos, joias, televisões, celulares e outros equipamentos eletrônicos, como tablets e notebooks. Moradores também disseram à polícia que os ladrões pediram que ninguém deixasse o local até que eles tivessem fugido. FALTA DE LUZ A PM foi chamada por volta das 8h20, quando moradores chegaram no local e desconfiaram ao ver que o porteiro não estava na guarita, como de costume. Segundo a PM, a queda de luz ocorrida na região na terça-feira pode ter causado uma falha no sistema de segurança do prédio. Câmeras do edifício e a cerca elétrica estavam desligados. Um dos portões do edifício, por onde os assaltantes entraram, também estava aberto devido ao problema. A Folha procurou os moradores, mas eles não quiseram comentar o caso. As vítimas foram ouvidas no 14º Distrito Policial (Pinheiros). O caso será investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). A polícia diz que pretende verificar possíveis suspeitos a partir de características físicas relatadas pelas vítimas. MORUMBI A Polícia Civil prendeu um assaltante acusado de participar de três roubos a residências no Morumbi (zona oeste de SP) este ano. Outros dois integrantes do bando foram identificados, mas continuam foragidos. Os moradores do bairro estão assustados com a nova onda de assaltos. Foram registrados 11 casos este ano. (Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g6"></a> Bancos tiram porta giratória das agências </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Casos de roubos diminuíram, mas Folha apurou que a medida é motivada por ações judiciais de clientes barrados. Itaú e Bradesco são dois dos principais bancos que adotaram a medida; sindicato dos bancários teme a volta dos roubos. Os principais bancos brasileiros iniciaram um processo de retirada das portas com detectores de metal das agências espalhadas pelo país. Feita de forma gradual e sem alarde, a ação é um refluxo da disseminação destes equipamentos deflagrada nas décadas de 1980 e 1990, quando o Brasil via recordes de roubos a bancos. Naquela época, São Paulo registrava mais de 1.200 roubos por ano. Em 2011, foram 251 casos registrados. Segundo fontes ouvidas pela Folha, apesar da queda nas ocorrências, as portas giratórias estão sendo retiradas devido ao grande número de processos judiciais. São ações de danos morais de clientes constrangidos diante de dificuldades de acesso às agências após o travamento das portas. Na ponta dessa tendência estão Itaú e Bradesco, que devem ser seguidos por outros. Novas agências estão sendo construídas já sem os equipamentos. As antigas estão sendo reformadas para a retirada. Isso vale para todos tipos de agência e não apenas para as chamadas "prime". O Itaú confirma. Diz que retirará essas portas em todas as agências do país. Só manterá onde for obrigado por lei [municipais ou estaduais] ou por insegurança. Já o Bradesco nega, apesar de casos registrados pela reportagem. De 12 agências do Bradesco visitadas pela Folha em São Paulo, 9 não têm mais portas giratórias. No Itaú, 4 -em 9 unidades- também não têm. No total, de 48 agências de várias bandeiras, 15 estão sem o equipamento. Equipes de segurança dos bancos, incluindo do Bradesco, comunicaram a retirada das portas aos policiais da Delegacia de Roubo a Banco. Segundo o delegado Rodolpho Chiarelli Junior, funcionários ligados à segurança bancária confirmam que a principal motivação são os processos de indenização. TEMOR O Tribunal de Justiça de São Paulo diz não saber quantas ações desse tipo correm nos fóruns. Pesquisa feita pela Folha aponta que mais de 1.000 já foram julgadas no Estado. Parte os bancos vencem, mas são obrigados a manter batalhões de advogados para defendê-los. Os processos pesquisados renderam de R$ 5.000 a R$ 15.000 em indenizações. São casos em que as pessoas foram impedidas de entrar em bancos por portarem marcapassos, pinos metálicos na perna e até casos de policiais barrados quando foram atender ocorrências. A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira Leite, afirma temer uma volta da onda de roubos a bancos. Para o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos, "é um retrocesso". "Um atentado contra a vida dos funcionários e dos clientes." (Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP  09/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g7"></a> Monitoramento eletrônico da Prefeitura colabora com segurança pública </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> As 46 câmeras de monitoramento eletrônico disponibilizadas pela Prefeitura Municipal em vários pontos da capital baiana e instaladas em toda a frota de transporte coletivo têm colaborado com o Governo do Estado na identificação de pontos de maiores índices de violência, especialmente neste momento em que o Policia Militar está com parte de sua tropa paralisada. "Já estamos ajudando o Estado, desde 2010, quando iniciamos a implantação das câmeras de monitoramento em vários pontos da cidade, e neste momento a Prefeitura Municipal está dando todo o apoio ao governo para a promoção da segurança, oferecendo maior tranquilidade aos soteropolitanos e turistas", atestou o prefeito João Henrique, na manhã deste sábado (4) na Sala de Situação da Companhia de Governança El etrônica de Salvador (Cogel). Na ocasião, João Henrique anunciou que a Sala de Situação está disponível para a imprensa e o governo estadual acompanharem a dinâmica da cidade durante a greve dos policiais militares. "As câmeras ajudam no monitoramento do trânsito, na realização de ações socais, identificação de áreas onde a população descarta lixo fora dos horários e locais inapropriados e, nesses dias, disponibilizamos os equipamentos a total serviço da segurança pública", informou o Prefeito. Tem assento no espaço os órgãos municipais e a Polícia Militar. Ao chegar do Rio de Janeiro, nesta manhã de sábado, onde tomava providências junto à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) para assegurar a operacionalização do primeiro tramo do metrô Linha 1, já neste semestre, o prefeito foi direto à Sala de Situação da Cogel para acompanhar pessoalmente a situação de segurança de toda a cidade. Ainda na capital carioca, João Henrique ordenou que os órgãos municipais estivessem à disposição do governo estadual para contribuir ao máximo com a segurança da população. A Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Prevenção à Violência (Sesp) intensificou o serviço de iluminação pública, especialmente próximo às delegacias, às Companhias Independentes da PM e às Bases de Segurança. A Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) reforçou as ações de podas de árvores, principalmente, próximo às câmeras de segurança, para oferecer maior visibilidade e controle sobre a violência, a partir da Sala de Situação da Cogel. As ações municipais atendem às solicitações do comando da Polícia Militar."A Prefeitura Municipal está colaborando ao máximo com o Estado para garantir a segurança da população dentro dos seus limites orçamentários e delimitações constitucionais", destacou o prefeito João Henrique. (Portal Bahia Total/BA, 07/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g8"></a> 6 presos por furto de malas em Cumbica </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> Bagagens de voos internacionais eram desviadas por funcionários para desembarque doméstico e falso passageiro as tirava de terminal. Seis pessoas que atuavam em um esquema de roubo de malas foram presas ontem no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Quatro eram funcionários de empresas terceirizadas prestadoras de serviços para companhias aéreas e outro era ex-empregado. Diversas bagagens foram apreendidas e agora serão identificadas para serem devolvidas às vítimas. As malas mais visadas eram as de passageiros de voos internacionais, principalmente provenientes dos Estados Unidos. O esquema funcionava da seguinte forma: as malas, que deveriam seguir para as esteiras do desembarque internacional, eram desviadas pelos funcionários para a área de desembarque doméstico. De lá, um integrante do grupo saía com a bagagem como se fosse passageiro. Se fizesse o mesmo no desembarque internacional, ele teria de passar obrigatoriamente pela alfândega. Na área de voos domésticos há pouca revista e a saída, depois de pegar a mala na esteira, é quase imediata. Por isso, era onde os bandidos encontravam trânsito livre para agir. Uma segunda alternativa investigada pela Polícia Civil de São Paulo para explicar a saída das malas é que elas podem ter sido desviadas antes mesmo de chegar às esteiras, nos carrinhos que andam pela pista. A apuração ainda segue, e o delegado titular do aeroporto, Ricardo Guanaes Domingues, disse acreditar que outras pessoas podem estar envolvidas no esquema de desvio de malas. "Era um esquema diferente, porque não era o furto de pertences de dentro da mala, mas da bagagem como um todo", afirmou o delegado, que investigava as seis pessoas da quadrilha - quatro homens e duas mulheres - havia mais de cinco meses. Algumas malas foram encontradas nas casas dos funcionários presos ontem. Segundo Domingues, o próximo passo é saber de quais companhias e de quais passageiros foram furtadas para devolvê-las. O delegado estima que, depois da intensificação das investigações aos chamados "crimes da mala", roubos e furtos em Cumbica caíram 30%. No saguão. O esquema que foi pego pela polícia ontem funcionava nas áreas restritas do aeroporto. Mas o mesmo problema de furto de malas acontece nos saguões de Cumbica também. Em novembro, quatro colombianos foram presos por furtar a bolsa de um passageiro enquanto ele fazia check-in em Cumbica. A polícia abordou o grupo - uma quadrilha acusada de atuar também em outros crimes no aeroporto - em um Corsa prata no estacionamento, e um deles confessou o crime. Naquele mesmo mês, outras cinco pessoas foram presas ou indiciadas por furto em Cumbica - entre elas, uma peruana e um argentino. Eles foram flagrados pelas câmeras de segurança do aeroporto, que mostraram os diversos momentos em que passageiros se descuidavam da bagagem enquanto o bando agia. No caso dos colombianos, foram câmeras do estacionamento de Cumbica que flagraram o Corsa prata usado pelos amigos Cristian Fabian Cardona, Iury Iurlei Rodriguez Lemes, Diego Armando Hernandez Rodriguez e Ehiber Reinoso Figueroa. Em ocasiões diferentes, quando outros furtos foram registrados no aeroporto, o mesmo carro aparecia nas imagens deixando o estacionamento. À polícia, eles disseram primeiramente que estavam no aeroporto para comprar passagem. Depois, confessaram o crime. Segundo Domingues, os colombianos atuavam também em hotéis e em eventos de grande aglomeração de pessoas. Ainda no estacionamento do aeroporto, uma quadrilha que roubava estepes de carros também foi pega pela polícia no fim do ano passado. (Jornal O Estado de S. Paulo, Metrópole/SP  07/02/2012) </span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-right: 5px"> <b><font size="1" face="Arial" color="black"><a href="#r0">voltar ao topo</a></font></b></p> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"><b> <a name = "g9"></a> BigBrother </b></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin-right: 5px; margin-bottom: .0001pt"> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial,sans-serif"> A Dropcam HD é uma câmera de segurança que transmite imagens ao vivo para laptops, tablets e smartphones. Custa US$ 149 no site www.dropcam.com. 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