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Clipping Eletrônico A B E S E | terça-feira | 14 | junho | 2011 | edição 237


Segurança eletrônica cresce entre pequenas empresas
Sistema é usado para reduzir perda por furtos de clientes e funcionários.O setor de segurança eletrônica nas empresas, que inclui câmeras e sensores, cresceu 12% em 2010, em comparação com o ano anterior. O aumento foi impulsionado.... (Jornal Folha de S. Paulo/SP, Negócios – 12/06/2011)

Câmeras e alarmes são mais utilizados
Eficácia dos sistemas de segurança aumenta quando empresa combina ferramentas e treinamento da equipe. Entre os sistemas eletrônicos disponíveis no mercado, os mais utilizados por micro e pequenas empresas são circuitos fechados (40%)... (Jornal Folha de S. Paulo/Sp, Negócios – 12/06/2011)

Porto Alegre – Simpósio Regional ABESE no Everest Hotel vai discutir a qualidade do mercado de segurança eletrônica
O Simpósio Regional ABESE/Sul acontecerá nos dias 9 e 10 de Junho de 2011, levantará discussões sobre as oportunidades que  se apresentam ao mercado de sistemas eletrônicos... (Portal do Consumidor/RS – 06/06/2011; Portal Sortimentos/RS – 06/06/2011; Portal GEBBEG/RS – 06/06/2011)

Exposec movimenta R$ 170 milhões em negócios
Crescimento já reflete na organização da próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.A 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), evento marcado por grandes lançamentos... (Portal Revista IP/SP – 06/06/2011)

SEGURANÇA ELETRÔNICA - 14ª Exposec recebe mais de 34 mil visitantes e movimenta R$ 170 milhões em negócios
Evento contou com inúmeras novidades hi-tech e reafirmou sua posição como vitrine tecnológica do setor na América Latina.A 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec) superou as expectativas mais uma vez. O evento, que foi marcado... (Portal Segs/SP – 06/06/2011)


 

Penitenciária no RS não pode mais ser considerada de segurança máxima
Declaração foi dada pelo secretário estadual de Segurança, Airton Michels.  A Pasc (Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas)  não pode mais ser considerada como de segurança máxima, segundo o secretário estadual da pasta, Airton Michels... (Portal R7/SP – 13/06/2011)

Região da Vila Madalena quer usar câmera contra arrastão em SP
Vítimas de uma onda de arrastões a bares e restaurantes, comerciantes da Vila Madalena (zona oeste de São Paulo) pedem a instalação de câmeras de monitoramento nas ruas.A Ageac (Associação de Gastronomia, Artes e Cultura da Vila Madalena)... (Portal Jornal de Floripa/SC- 08/06/2011)

Centro de Santos (SP) vai ganhar 18 novas câmeras
A Prefeitura de Santos e a Petrobras assinaram na segunda-feira (6) um convênio para instalar 18 câmeras de monitoramento na região central da cidade.Os equipamentos devem começar a funcionar em um mês e custarão pouco mais de R$ 1 milhão... (Portal Jornal de Floripa/SC- 08/06/2011)

Radares multam cinco veículos por minuto
Em 2010, 543 aparelhos espalhados pelas rodovias estaduais e federais de SP aplicaram 2,43 milhões de multas. Neste ano, número deve crescer 15%. A cada minuto, cinco veículos são multados por radares que flagram excesso de velocidade... (Portal Estadão /SP - 12/06/2011)

Organizadas do Rio firmam acordo e terão de cadastrar seus integrantes
Termo de Ajustamento de Conduta proposto pelo Ministério Público foi assinado nesta segunda-feira para operacionalizar o Estatuto do Torcedor. Representantes das torcidas organizadas de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco firmaram... (Portal Globo Esporte/SP – 13/06/2011)

Recursos das multas de trânsito são insuficientes para beneficiar o trânsito
A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) estima que a arrecadação de 2011 do Fundo Municipal de Desenvolvimento do Trânsito (FMDT) deva crescer 11,28% em relação ao ano anterior, alcançando a cifra de 660 milhões em multas de trânsito... (Portal Segs/SP – 8/06/2011)

Vereador quer câmeras de vigilância em boates de Londrina
A Câmara de Vereadores de Londrina analisa na próxima terça-feira (14) um projeto de lei de autoria do vereador José Roque Neto (PTB) que obriga estabelecimentos como casas de shows e boates que recebam público superior a 500 pessoas instalarem... (Portal Bonde/PR – 12/06/2011)


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Segurança eletrônica cresce entre pequenas empresas

Sistema é usado para reduzir perda por furtos de clientes e funcionários.O setor de segurança eletrônica nas empresas, que inclui câmeras e sensores, cresceu 12% em 2010, em comparação com o ano anterior. O aumento foi impulsionado por micro e pequenos negócios ""que representam mais de 50% do faturamento do mercado, segundo pesquisa da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança)."Com a falta de capital para contratar equipes de segurança patrimonial, empresas de pequeno porte recorrem a esses sistemas para reduzir o índice de assaltos e furtos", diz Carlos Alberto Progianti, presidente da entidade.Estudo realizado anualmente pelo Provar (Programa de Administração de Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), mostra que 40,5% das perdas financeiras de varejos no país, em 2009, ocorreram por furtos internos (funcionários) e externos.O índice de 2010 ""que será divulgado em agosto"" deve se manter no mesmo patamar, segundo Claudio Felisoni, coordenador do estudo. "Apesar do maior investimento em segurança, como o volume de vendas cresceu 13% em 2010 [em relação a 2009], o total de furtos deve ter subido na mesma proporção", avalia.Mesmo com três câmeras instaladas em sua loja, Marcela Vieira, 22, proprietária de uma franquia de joias em um shopping em Barueri (30 km da capital), foi furtada no mês passado. O sumiço de dois anéis, afirma, resultou em prejuízo de quase R$ 400."Quero investir em um sistema que prenda as peças ao expositor", planeja a empresária. Por enquanto, elas ficam soltas no mostruário.

(Jornal Folha de S. Paulo/SP, Negócios – 12/06/2011)

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Câmeras e alarmes são mais utilizados

Eficácia dos sistemas de segurança aumenta quando empresa combina ferramentas e treinamento da equipe. Entre os sistemas eletrônicos disponíveis no mercado, os mais utilizados por micro e pequenas empresas são circuitos fechados (40%) e alarmes contra intrusos (26%), de acordo com levantamento realizado pela Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) e obtido com exclusividade para a Folha.

Juntas, essas ferramentas ajudam a reduzir perdas por furto. Os empresários, porém, têm também de investir em outras medidas para aumentar a eficácia dos sistemas.Uma delas é treinar a equipe para usar os equipamentos, cita José Ramon Moreno, gerente técnico da Teleatlantic, empresa de monitoramento. Ele indica a ajuda de especialistas na implantação.Sistemas de monitoramento das imagens gravadas ""em que alguém vigia permanentemente a movimentação do estabelecimento"" também são armas para inibir furtos e roubos, aconselha David Fernandes da Silva, consultor de segurança da Abese.Uma cópia do conteúdo gravado deve ir para um local remoto, como o computador pessoal, complementa Nilton Migdal, consultor de segurança. "Isso evita que o assaltante leve o HD [dísco rígico] do equipamento da empresa com as imagens do crime."

COMPOSIÇÃO

A combinação de sistemas, como alarmes e circuitos de filmagem, por exemplo, é alternativa utilizada pelos empresários para reforçar a segurança do estabelecimento.Esse é o caso de Carlos Eduardo Puttini, 26, dono da Jarjeans, loja de roupas, em Santos (70 km da capital).Com alto índice de perda de produtos, o empresário contratou serviço de monitoramento interno. Entretanto, não obteve o resultado esperado e, há quatro meses, investiu também em tarjas magnéticas presas a cada peça."Além de reduzir o total de furtos, deixo meu cliente mais à vontade, uma vez que não preciso acompanhar o que ele faz enquanto olha e prova as roupas", destaca.Segundo Adriano Sambugaro, diretor da Gateway Security, desenvolvedora de técnicas para proteção de mercadorias, o grande erro de pequenos empresários é achar que o sistema de segurança é caro e postergar o investimento ou comprar equipamentos simples vendidos na rua.

INVESTIMENTO

"A tecnologia completa custa, em média, R$ 5.000 à vista, valor inferior ao prejuízo obtido com assaltos e furtos internos de funcionários", calcula o diretor (veja mais na página 3).

Ciente do prejuízo que poderia ter no caso de um assalto, André Schuartz, 26, dono da Cassinera, empresa de serviços de cassino para eventos, investiu R$ 3.000 em um sistema de proteção."Implantei botões de pânico em todas as salas. De onde estiver posso acionar a polícia", conta Schuartz, que diz nunca ter sido assaltado.

(Jornal Folha de S. Paulo/Sp, Negócios – 12/06/2011)

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Porto Alegre - Simpósio Regional ABESE no Everest Hotel vai discutir a qualidade do mercado de segurança eletrônica

O Simpósio Regional ABESE/Sul acontecerá nos dias 9 e 10 de Junho de 2011, levantará discussões sobre as oportunidades que  se apresentam ao mercado de sistemas eletrônicos de segurança. Profissionais e empresários do setor de sistemas eletrônicos de segurança do Sul terão oportunidade única de discutir e trocar experiências sobre o mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES) durante o Simpósio  Regional ABESE/Sul, que será realizado no Everest Hotel ( Rua Duque de Caxias, 1357 – Centro ), em Porto Alegre. No primeiro dia do evento, serão abordadas as particularidades do mercado de SES no Rio Grande do Sul;  os avanços, benefícios, desafios e oportunidades no setor;  os primeiros passos da Federação Interestadual de SES, além de questões jurídicas como o Projeto de Lei 1759/2007 e o Estatuto da Segurança Privada. Já no segundo dia, os empresários terão a oportunidade de participar de um curso completo de gestão envolvendo os fundamentos e modelos existentes de gestão empresarial, os princípios de liderança e o Selo de Qualidade ABESE, ferramenta que traz regulamentação e atualização ao setor e proporciona aos consumidores finais mais credibilidade e confiança. Segundo dados da ABESE, somente a região Sul do Brasil representa 22% do mercado de sistemas eletrônicos de Segurança no País. Em 2010, o segmento registrou crescimento de 12% no Brasil, com faturamento de US$ 1,680 bilhão. “A região Sul tem avançado  nos últimos anos, crescendo e demandando continuamente produtos e serviços de sistema eletrônicos de segurança, o que torna necessário promover a reciclagem e a troca de informações entre os empresários.É importante mostrar às empresas as ferramentas que auxiliam o consumidor na hora de escolher o produto ideal para sua necessidade, bem como fornecer informações sobre gestão empresarial e liderança,visando a profissionalização de nosso negócio”, afirma Jaime Lopes, vice-presidente do SIESE – RS (Sindicado das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Rio Grande do Sul). Promovido pela ABESE em parceria com o SIESE-RS,o evento é uma iniciativa para profissionalizar e fortalecer o mercado de sistemas eletrônicos de segurança que tem crescido a uma média de 13% ao ano, nos últimos 10 anos, média de crescimento deverá permanecer. Isso porque o mercado de SES é relativamente novo e deverá manter seu crescimento nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda do mercado com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país, bem como a utilização das tecnologias de SES pelos serviços públicos. Outra iniciativa da entidade é a cartilha de segurança para condomínios que mostra conceitos de segurança e prevenção com o objetivo de fornecer informações adequadas para adquirir os sistemas de segurança eletrônicos de acordo com as necessidades de cada imóvel, para que síndicos,moradores, gerentes e administradores possam ter mais subsídios no planejamento eficaz da segurança. A cartilha traz detalhes sobre desde o que é segurança, passando pela importância do diagnóstico e da análise de risco para a elaboração do Plano Diretor de Segurança Condominial, até chegar ao projeto de sistemas eletrônicos de seguranças, quais equipamentos escolher e como selecionar empresas especializadas para a venda, instalação, monitoramento 24hs. Também destaca porque os crimes ocorrem nos condomínios, quais as falhas mais comuns, os riscos diários, seleção de funcionários e de empresas de vigilância ou portaria, procedimentos e treinamentos, leis e normas técnicas pertinentes.  

Simpósio Regional ABESE/SUL

:: Quando: 9 de Junho, das 8h30 às 18h e 10 de Junho, das 9h às 17h

:: Onde: Everest Porto Alegre Hotel

:: Endereço : Rua Duque de Caxias, 1357 – Centro – Porto Alegre – RS

:: Informações e inscrições: (11) 2198 1853

(Portal do Consumidor/RS – 06/06/2011; Portal Sortimentos/RS – 06/06/2011; Portal GEBBEG/RS – 06/06/2011)

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Exposec movimenta R$ 170 milhões em negócios

Crescimento já reflete na organização da próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.A 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), evento marcado por grandes lançamentos tecnológicos, congressos, palestras e serviços, contou com a participação de mais de 34 mil visitantes, ultrapassando o número previsto pelos organizadores. O crescimento já reflete na organização da próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo CIPA, a feira foi palco de soluções para o mercado de segurança eletrônica. Com mais de 600 expositores, a feira movimentou aproximadamente R$ 170 milhões em negócios. O mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2010 com um crescimento de 12%, registrando um faturamento de US$ 1,680 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 10 mil empresas atuantes.

(Portal Revista IP/SP – 06/06/2011)

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SEGURANÇA ELETRÔNICA - 14ª Exposec recebe mais de 34 mil visitantes e movimenta R$ 170 milhões em negócios

Evento contou com inúmeras novidades hi-tech e reafirmou sua posição como vitrine tecnológica do setor na América Latina.A 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec) superou as expectativas mais uma vez. O evento, que foi marcado por grandes lançamentos tecnológicos, congressos, palestras e serviços, aconteceu entre os dias 24 e 26 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, com a participação de mais de 34 mil visitantes, ultrapassando o número previsto. O crescimento já traz reflexos na próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.Realizada pela ABESE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA) e organizada pelo Grupo CIPA, a Exposec foi palco de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica, como o controlador de presença de alunos, que avisa aos pais ou responsável a data e o horário em que o estudante entrou e saiu da escola, seja por e-mail ou SMS; o pen drive biométrico, que evita que as informações contidas no equipamento sejam acessadas por pessoas não autorizadas; o portão Contatto que pode ser aberto ou fechado por meio de uma ligação telefônica.“Essa edição foi além das expectativas em termos de público e novidades. A cada ano a Exposec se reafirma no mercado como principal vitrine do segmento, além de ser uma oportunidade única para a troca de informações, discutir temas relevantes, novas tendências e direcionamentos desse mercado”, ressalta Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE. De acordo com Progianti, as oportunidades de negócios estão mais aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de crimes e suspeitos, além do momento aquecido por causa da demanda gerada pela realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País.Com mais de 600 expositores, a feira movimentou aproximadamente R$ 170 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas de mais de 28 países. “O evento comprovou que o mercado está aquecido e mostrou também que o público está interessado em inovações. Para o ano que vem, já ampliamos o espaço em 30%, onde certamente esperamos resultados ainda melhores”, conclui.Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2010 com um crescimento de 12%, registrando um faturamento de US$ 1,680 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 10 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos. No País, há hoje mais de 700 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes.

(Portal Segs/SP – 06/06/2011)

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Penitenciária no RS não pode mais ser considerada de segurança máxima

Declaração foi dada pelo secretário estadual de Segurança, Airton Michels.  A Pasc (Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas)  não pode mais ser considerada como de segurança máxima, segundo o secretário estadual da pasta, Airton Michels, em entrevista à Rádio Guaíba, na manhã desta segunda-feira (13).- É uma cadeia que não atende mais aos padrões necessários de hoje. Ela é de segurança média.A declaração foi feita após um preso, conhecido como Zoreia, fugir durante o horário de visitas, no domingo (12).O sistema de monitoramento desse presídio “está se deteriorando”, disse o secretário para explicar o motivo para a maior parte das 40 câmeras existentes na Pasc estarem desligadas no domingo.- Se joga dinheiro público fora, consertando um carro velho que não funciona mais. Nós queremos implementar outro tipo de sistema.A ideia, de acordo com Michels, é desenvolver um método para que a penitenciária seja supervisionada, em tempo real, pelos servidores de dentro da Secretaria da Segurança.- Enquanto isso, estamos suprindo a falta de tecnologia com o material humano.Segundo o secretário, havia 27 agentes na casa prisional quando ocorreu a fuga. Ele disse que esse é um número alto, cerca de um servidor para casa 11 presos.- Era suficiente para que não ocorresse uma fuga tão primária e à luz do dia.“Os agentes cuidam muito bem das cadeias. Ontem foi um fato excepcional. Houve um descuido, que não poderia tem ocorrido.Essa foi a segunda fuga registrada na Pasc desde a sua criação. A primeira ocorreu em 1999, quando o assaltante de bancos Cláudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, escapou do local. Na época, Michels era superintendente da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários).O secretário ressaltou também, durante a entrevista, que a prioridade do governo é acabar com a superlotação no Presídio Central, em Porto Alegre.- A nossa tarefa principal é resolvermos o problema do Central, que tem mais de 5 mil presos. Em quatro anos, reformularemos o presídio para atender cerca de 1.000. Nesta segunda-feira, mais de 50 policiais militares estão mobilizados na captura. A suspeita é de que Sandro Alexandre de Paula, de 27 anos, esteja escondido em uma mata às margens da ERS 401. O titular da delegacia de Capturas do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) Eduardo de Oliveira Cesar, disse que o criminoso tinha condenações por tráfico de drogas e assalto a bancos.O superintendente da Susepe, Gelson Treiesleben, anunciou a abertura de uma sindicância, com a corregedoria da instituição e agentes de inteligência, para investigar a segunda fuga da história da Pasc.

(Portal R7/SP – 13/06/2011)

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Região da Vila Madalena quer usar câmera contra arrastão em SP

Vítimas de uma onda de arrastões a bares e restaurantes, comerciantes da Vila Madalena (zona oeste de São Paulo) pedem a instalação de câmeras de monitoramento nas ruas.A Ageac (Associação de Gastronomia, Artes e Cultura da Vila Madalena) e o Conseg (conselho de segurança) da região vão enviar um ofício à Secretaria da Segurança Pública e à prefeitura pedindo a instalação de cabos de fibra óptica no subsolo.Com isso, será possível colocar câmeras nos postes em cruzamentos da região. As imagens seriam monitoradas pela Polícia Militar.Segundo o presidente da Ageac, Flavio Pires, a PM, a Polícia Civil e a Câmara Municipal vão chancelar o documento, que ficará pronto na semana que vem.Logo após os ataques, mais intensos entre fevereiro e março, restaurantes e casas noturnas reforçaram a segurança. Ao menos 11 dos 19 locais assaltados neste ano instalaram câmeras na porta, melhoraram a iluminação e contrataram vigias.

ATAQUE NO CENTRO

A última vítima de assalto foi a casa noturna Alberta #3, na avenida São Luís (centro). Na madrugada de domingo, quatro homens e uma mulher se passaram por clientes, ficaram duas horas bebendo e, quando o local fechou, anunciaram o assalto.Cerca de R$ 5.700 foram levados do caixa. Dois clientes que deixavam o bar tiveram seus celulares roubados.Segundo o sócio do bar Cláudio Medusa, 39, até anunciar o roubo, os ladrões --armados e vestindo terno-- foram educados. "Mas, durante o assalto, um deles se irritou ao ver a quantia no caixa e gritou, pedindo um cofre que nem existe."Os donos do bar decidiram instalar câmeras de segurança e, desde ontem, já passaram a usar detector de metais manual em seus clientes.

(Portal Jornal de Floripa/SC- 08/06/2011)

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Centro de Santos (SP) vai ganhar 18 novas câmeras

A Prefeitura de Santos e a Petrobras assinaram na segunda-feira (6) um convênio para instalar 18 câmeras de monitoramento na região central da cidade.Os equipamentos devem começar a funcionar em um mês e custarão pouco mais de R$ 1 milhão à empresa.Segundo estimativa da prefeitura, o novo aparato de segurança  deve beneficiar cerca de 18 mil moradores no centro histórico, Vila Mathias, Vila Nova, Paquetá e no Valongo, onde a Petrobras vai construir um complexo de três torres para ser a base dos negócios e exploração do petróleo do pré-sal na Bacia de Santos. O primeiro dos prédios deve ficar pronto no final de 2013.As 18 câmeras se somarão a 30 do Sistema Integrado de Monitoramento, operado em conjunto pela Secretaria de Segurança, Polícia Militar e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), e vão auxiliar também no controle do trânsito na cidade.As câmeras têm alcance mínimo de 500 metros, visibilidade de 360º na horizontal e de 180º na vertical e serão blindadas.

(Portal Jornal de Floripa/SC- 08/06/2011)

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Radares multam cinco veículos por minuto

Em 2010, 543 aparelhos espalhados pelas rodovias estaduais e federais de SP aplicaram 2,43 milhões de multas. Neste ano, número deve crescer 15%. A cada minuto, cinco veículos são multados por radares que flagram excesso de velocidade nas estradas paulistas. No ano passado, os 543 equipamentos instalados em rodovias estaduais e federais aplicaram 2,43 milhões de multas por esse tipo de infração ao Código de Trânsito Brasileiro. Neste ano, o total de multas deve chegar a 2,8 milhões, um aumento de 15%. A frota total do Estado, em abril, era de 21,9 milhões de veículos, incluindo motos. O valor mínimo de cada multa por transitar acima da velocidade permitida é de R$ 85,13.Nos três primeiros meses deste ano, apenas nas rodovias estaduais 674.331 motoristas foram flagrados em velocidade acima do limite, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). A média, que foi de 190 mil multas por mês no ano passado, subiu para 215,7 mil.As rodovias administradas pelo Estado têm 512 radares em operação, entre fixos, móveis e portáteis. Deles, 255 estão em estradas concedidas à iniciativa privada.No ano passado, equipamentos flagraram exatos 2.299.712 veículos em excesso de velocidade, segundo o DER. Outros 31 radares, responsáveis por 130 mil multas em 2010, ficam em rodovias federais que cortam o Estado.Além de novos radares terem entrado em operação, o cerco aos motoristas infratores também aumentou com as novas tecnologias adotadas pelos fabricantes. Agentes de fiscalização passaram a contar com equipamentos mais eficientes, como, por exemplo, os radares tipo OCR (com reconhecimento ótico de caracteres), também chamados de radares inteligentes ou "dedo-duro". Seus sensores indicam a velocidade do veículo com mais precisão e também fazem a leitura da placa, possibilitando identificar veículos com licenciamento vencido. Os 42 radares desse tipo em operação nas rodovias estaduais paulistas aplicaram, entre janeiro e março deste ano, 114.277 multas por excesso de velocidade.A nova geração de radares fixos e estáticos dispõe ainda de flashes infravermelhos para multar à noite, câmeras digitais, fibra ótica e conexões para envio de dados por wireless, o que reduz o número de autuações descartadas pela má qualidade da foto ou por dúvida quanto ao veículo infrator. Caso dois veículos passem ao mesmo tempo pelo sistema de medição, o equipamento consegue identificar aquele que ultrapassou o limite de velocidade.Mas usuários reclamam do uso de radares como "armadilhas" contra os motoristas. O engenheiro Mauro Segamarchi, morador de Itu, foi autuado na Rodovia Washington Luís a 98 km/hora, quando a velocidade máxima é de 110 km/h. "No local da multa, as placas baixam a velocidade de repente para 80 km/h e os motoristas freiam, aumentando o risco de acidente", conta.De acordo com o DER, a velocidade de cada trecho rodoviário é definida segundo critérios técnicos, com o objetivo de aumentar a segurança. A sinalização segue normas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os radares são instalados em locais em que a velocidade excessiva pode resultar em acidentes. Os pontos são definidos por técnicos do próprio DER ou pelas concessionárias.Operação. Apenas quatro empresas, contratadas pelo DER, são responsáveis por fazer a manutenção e operação dos equipamentos medidores de velocidade nas rodovias paulistas. São elas a Fiscal Tecnologia, a Sitran Sinalização, a Splice e a Engebrás. De acordo com o DER, a contratação das empresas obedece ao disposto na Lei 8.666/93, a chamada Lei das Licitações.

Mortes

No último feriado, o da Semana Santa, o número de acidentes fatais caiu 17,8%

na comparação com os dados registrados no ano passado.

4 pontos

na Carteira Nacional de Habilitação é a penalidade mínima no caso de excesso de velocidade, segundo o Código de Trânsito Brasileiro.

Mais multas na capital

Na capital paulista, a CET quer instalar equipamentos para flagrar mais infrações, principalmente à noite. A companhia estima que multas vão quintuplicar.

(Portal Estadão /SP - 12/06/2011)

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Organizadas do Rio firmam acordo e terão de cadastrar seus integrantes

Termo de Ajustamento de Conduta proposto pelo Ministério Público foi assinado nesta segunda-feira para operacionalizar o Estatuto do Torcedor. Representantes das torcidas organizadas de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco firmaram na noite desta segunda-feira, na sede do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, no Centro, um pacto pela não violência. Foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo MP, um acordo que também inclui Ministério do Esporte, Polícia Militar, Superintendência de Desportos do Estado do Rio (Suderj) e Federação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro (FTORJ). Trata-se do primeiro passo para operacionalizar o Estatuto do Torcedor e pôr em prática regras rígidas para adequar a conduta de integrantes das torcidas organizadas e melhorar a segurança nos estádios e em seus arredores. A torcida que não aderir ao TAC estará desrespeitando o Estatuto do Torcedor, será considerada ilegal e impedida de entrar nos estádios de maneira associada.A assinatura do acordo contou com a presença do Ministro dos Esportes, Orlando Silva Junior. A partir dela, os torcedores terão de ser cadastrados. Além das digitais, será obrigatório fornecer endereço, RG e CPF. Os dados serão coletados em parceria com o Ministério do Esporte, dentro do programa Torcida Legal, que fará o cadastramento e coleta de informações, inclusive biométricas (digitais), adotando procedimento uniforme em todo o país. Haverá um período de seis meses para que torcidas com número mínimo de 200 integrantes realizem os registros.- As torcidas organizadas fazem parte do espetáculo do futebol brasileiro. Elas podem crescer mais a partir do momento que passam a ser ouvidas. Esse Termo de Ajustamento de Conduta vai determinar que as torcidas ainda não formalmente constituídas se constituam. O Estatuto do Torcedor reconhece diretos e responsabilidades dos torcedores. As atribuições das torcidas organizadas tendem a criar ambiente de conforto e segurança nos estádios brasileiros. As torcidas organizadas são as mais interessadas em mobilizar mais e mais torcedores para suas equipes. Nosso objetivo é firmar o Termos de Ajustamento de Conduta com todas as torcidas dos 27 estados do Brasil – disse o ministro do Esporte. Segundo Orlando Silva, o trabalho para cadastrar os torcedores será feito a partir de serviços e equipamentos contratados pelo Ministério do Esporte que serão ofertados aos clubes e aos governos para modernização dos estádios. O projeto completo está orçado em R$ 54 milhões (equipamentos de cadastro e câmeras de monitoramento nos estádios) e R$ 10 milhões no sistema de cadastramento. O contrato está em processo de licitação.- Acredito que ainda em 2011 teremos a oportunidade de implantar esse programa em todos os estados do Brasil, particularmente para os estados com clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Tenho convicção que o projeto vai continuar em outros anos.O TAC oficializa propostas contidas num termo de cooperação técnica firmado em 2009 para conjugar esforços na implementação de uma política nacional de segurança e de prevenção da violência nas partidas de futebol. Iniciativas semelhantes estão em prática nos estados de Minas Gerais, Paraná (TAC já assinado) e São Paulo.- Este TAC é mais um instrumento de prevenção de violência nos estádios de futebol. O acordo foi resultado de mais de 20 horas de reuniões com diversas autoridades e com integrantes das próprias torcidas organizadas e da Federação das Torcidas. A torcida envolvida em episódios de violência física será proibida de frequentar os estádios e será punida coletivamente, conforme determina a legislação. Vamos passar da fase das boas intenções para o cumprimento dos compromissos assumidos, sob pena de banimento de toda a torcida. O TAC é só um ponto de partida: um pacto pela não violência. Esse compromisso terá de ser reafirmado a cada rodada por todos os integrantes das torcidas – afirmou o Promotor de Justiça Pedro Rubim Borges Fortes, da 4ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor. A Federação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro participou das reuniões do Ministério Público, inclusive com advogados. Algumas cláusulas do TAC são resultado deste diálogo.- A FTORJ busca o entendimento e a melhora nos estádios. No último mês, participamos da confecção desse TAC. Agora, acreditamos que vá mudar o pensamento dos integrantes, pois envolve lideranças e sublideranças. Vamos conseguir fazer acontecer. Sessenta e cinco torcidas vão aderir - informou o presidente Flávio Martins.As novas regras já estarão em vigor na disputa entre Flamengo e Botafogo, no próximo domingo, no Engenhão, pela quinta rodada do Brasileiro.

ALGUNS DESTAQUES DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA:

- Torcidas organizadas signatárias do TAC deverão regulamentar seus atos constitutivos em 180 dias, a contar da assinatura do documento, além de se constituir em pessoa jurídica de direito privado, na modalidade associação, registrando seus respectivos estatutos no Cartório de Registro Civil de Pessoa Jurídica, encaminhando cópia ao Gepe e à Suderj.- Torcidas com número de integrantes inferior a 200 estarão dispensadas de registro em cartório, mas, obrigatoriamente, deverão elaborar estatuto, que funcionará como seu ato constitutivo, e procederão o seu encaminhamento ao Gepe e à Suderj.- Representantes das torcidas e da FTORJ receberão identificação própria expedida pela Suderj para facilitar a interlocução com organizadores dos eventos esportivos e poderes públicos.- Haverá prazo de seis meses, a contar da assinatura do TAC, para que as torcidas cadastrem todos os seus integrantes. Esse cadastramento deverá ser realizado por meio eletrônico (arquivo digital) e entregue ao Gepe, devendo conter, dentre outros dados, nome completo do integrante, naturalidade, filiação, RG, CPF, endereços residencial e comercial, fotografia e assinatura.- As torcidas deverão expedir carteira de identificação (com fotografia) de seus membros, cujo modelo será entregue à Suderj e ao Gepe. Expirado o prazo para a execução do procedimento, o integrante da torcida poderá ser impedido de adentrar nos estádios trajando ou portando qualquer adereço da torcida se não exibir, quando solicitado, o documento de identificação.- A torcida se comprometerá a enviar representantes para reuniões com o comando do Gepe, que deverão ocorrer regularmente, em especial, às vésperas dos clássicos regionais e de partidas especiais, atendendo a pedido da FTORJ, devendo ser elaborada ata com detalhamento das providências a serem adotadas no dia da partida no deslocamento e na permanência nos estádios.- A medida educativa de suspensão de comparecimento aos estádios por deliberação do Gepe consistirá na proibição de que qualquer torcedor vinculado à respectiva torcida adentre aos estádios, portando ou não apetrechos como camisas, blusas, bonés, calções, faixas e outros signos representativos que, de qualquer maneira, possam identificar a respectiva torcida organizada, e será aplicada pelo prazo mínimo de dois jogos e prazo máximo de três meses, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, principalmente a responsabilização individual do integrante que participou do fato que deu origem à aplicação da medida. Caso haja descumprimento dessa medida por torcedor vinculado à torcida banida e que seja surpreendido ingressando ou dentro do estádio pelo Gepe, a contagem do prazo de banimento será reiniciada a partir desta data, gato que será formalmente comunicado pelo Gepe ao Ministério Público, à Suderj, à FTORJ, acompanhado de prova documental do descumprimento da medida.- Caso não seja suficiente a suspensão da torcida organizada pelo período máximo de três meses em razão da gravidade da conduta, o Ministério Público deverá ajuizar ação civil pública para o banimento da torcida organizada pelo período de até três anos, nos termos do artigo 39 – A da Lei nº 10.671/03. Suderj, Gepe, FTORJ, qualquer torcida ou torcedor individual e qualquer representante da sociedade civil poderão apresentar representação ao MP para que, se for o caso, instaure-se inquérito civil e ajuíze-se ação civil pública em face de uma torcida organizada, que será responsável pela defesa da associação e de cada membro cadastrado, nos termos do artigo 39 – A da Leia nº 10.671/03.

(Portal Globo Esporte/SP – 13/06/2011)

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Recursos das multas de trânsito são insuficientes para beneficiar o trânsito

A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) estima que a arrecadação de 2011 do Fundo Municipal de Desenvolvimento do Trânsito (FMDT) deva crescer 11,28% em relação ao ano anterior, alcançando a cifra de 660 milhões em multas de trânsito.Entre as principais previsões de gastos no orçamento em milhões estão: 20 para implantação do Terminal Vila Brasilândia, 4 em corredores e requalificação de terminais, 12 para semáforos, 23 em faixas, sinalização vertical e horizontal, 51 em câmeras de monitoramento e fiscalização eletrônica, 52  em policiamento, CPTran e Fundo Nacional para Segurança do Trânsito, 15 para capacitação de operadores de transporte coletivos, 15 para o Plano Municipal de Mobilidade, 23  em comunicação e processamento e 442 que serão, em grande parte, utilizados em pagamento de pessoal, encargos e fornecedores.É interessante notar que não aparecem investimentos com educação de trânsito e programas de prevenção de acidentes, os valores previstos para corredores de ônibus indicam que o cenário atual do transporte coletivo pouco vai mudar. Também não aparece qualquer menção de investimentos no sistema cicloviário e não há previsão de aumento de agentes de trânsito.

 Destaco duas importantes iniciativas de investimentos:

A capacitação de motoristas e cobradores na capacidade técnica e operacional, principalmente em sua relação com passageiros idosos ou especiais  e  em sua relação de respeito e cuidado com outros ocupantes da via, como pedestres e ciclistas.A criação do Plano Municipal de Mobilidade, um necessário conjunto de diretrizes criadas com grande participação da população que permitirão humanizar e dar maior capacidade de deslocamento nos diversos meios de transportes, principalmente o coletivo e o não motorizado.O calamitoso problema de paralisação total da M, Boy Mirim nos horários de pico também não foi colocado com prioridade, pouco será feito para instalação de nobreaks e modernização dos semáforos, e obras como instalação de semáforos, rotatórias, lombadas eletrônicas, construção de terminais de ônibus, tem apenas valores simbólicos previstos no orçamento.Outro aspecto importante é que cada vez mais os recursos do Fundo são utilizados para pagamento de custeio (contrato CPTran, pagamento de pessoal) quando na verdade estes recursos deveriam ser orçamentários.Tememos mais um ano com poucos investimentos em benefício do trânsito e nos transportes da cidade com a repetição dos conhecidos problemas que nos afetam anualmente.

(Portal Segs/SP – 8/06/2011)

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Vereador quer câmeras de vigilância em boates de Londrina

A Câmara de Vereadores de Londrina analisa na próxima terça-feira (14) um projeto de lei de autoria do vereador José Roque Neto (PTB) que obriga estabelecimentos como casas de shows e boates que recebam público superior a 500 pessoas instalarem sistema de monitoramento por câmeras.Caso o projeto seja aprovado, as casas só terão alvará de licença renovado e liberado caso apresentem projetos de instalação das câmeras com pelo menos dois meses de antecedência da realização das festas. Entre os locais onde os equipamentos devem ser instalados está a entrada e saída de público do evento."Sabemos que a aglomeração de pessoas em eventos e festas, quando superior à 500 pessoas, aumenta a incidência em violência, tráfico de drogas, atos libidinosos entre outros", justifica o vereador. "A instalação de câmeras filmadoras em festas e eventos, inibirá e diminuirá a criminalidade, a violência e a desordem em nossa cidade, visto que esse mecânismo de proteção, dará ao município possibilidade de localizar o infrator, o criminoso ou vândalo", complementa.As comissões de Justiça, Defesa do Consumidor e Economia se manifestaram favoráveis à tramitação do projeto. Entre as sugestões de emendas ao projeto, está a de uma previsão para que as imagens sejam usadas exclusivamente para fins de segurança pública, garantindo a privacidade de quem frequenta os locais.

(Portal Bonde/PR – 12/06/2011)

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