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Clipping Eletrônico A B E S E | segunda-feira | 16 | maio | 2011 | edição 233 |
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Clipping Eletrônico A B E S E 2 3 3
Para entidade, sensação de insegurança motiva compra de equipamentos. Com cerca de R$ 2 mil, é possível comprar sistema com quatro minicâmeras. Levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Sistema Eletrônico de Segurança (Abese) com base em dados de 2009 mostra que o Distrito Federal tem cerca de 250 mil câmeras de vigilância, o que dá uma média de uma câmera para cada dez habitantes. O número engloba os equipamentos instalados para fins particulares em residências, estabelecimentos comerciais e condomínios particulares e as câmeras instaladas em áreas públicas.De acordo com o vice-presidente da Abese, Augustus Von Sperling, a sensação de insegurança tem motivado os brasilienses a investir na instalação de câmeras. “Antes nós tínhamos uma tranquilidade muito grande, eu cresci brincando nas superquadras. Hoje em dia, isso não existe mais”, avalia.Von Sperling disse que a cidade tem uma grande concentração de órgãos públicos e que a renda per capita de Brasília é uma das mais altas do país. “Um sistema de vigilância simples com quatro minicâmeras e gerenciado por computador sai por cerca de R$ 2 mil”, conta.O mercado de segurança eletrônica cresce, em média, 15% por ano no Distrito Federal. Em 2010, o setor movimentou U$ 1,5 bilhão, segundo a Abese.Von Sperling ressalta que a instalação de câmeras não é suficiente para conter o aumento da violência, mas o equipamento é eficaz na identificação de criminosos. “A câmera não evita, ela registra os fatos. Não é porque tem a câmera que todo ladrão vai deixar de assaltar. Em vários estados, o ladrão 'peita' a câmera, como no Rio de Janeiro, por exemplo.” (Portal G1/SP – 09/05/2011; Portal Brasília/DF – 10/05/2011)
No DF há uma câmara de vigilância para cada dez habitantes. Uma câmera de vigilância para cada dez habitantes é a média apontada pelo Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Siese) no Distrito Federal, em 2010. As 250 mil câmeras estão espalhadas em 62.500 lugares como nos comércios, locais públicos e residências. O número engloba os equipamentos instalados para fins particulares em residências, estabelecimentos comerciais e condomínios particulares, assim como as câmeras instaladas em áreas públicas. A onda crescente das ocorrências de violência fez com que o brasiliense tomasse suas próprias providências. “Geralmente, as pessoas reforçam a segurança depois de terem passado por situações extremas”, explica Augustus Von Sperling, presidente do Siese-DF. Prova disso é que, atualmente, 14 mil imóveis possuem sistemas de alarmes. A empresa de segurança Soberana monitora o sistema de 11 câmeras do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran). “O objetivo é impedir furtos nos carros, tanto das pessoas que passam pelo local como dos que estão apreendidos, além de preservar o órgão de qualquer dano”, explica o monitor Bruno Fernandes, 24 anos. Na sede são 14 câmeras externas e internas, além da presença do vigia. Com isso, casos de furtos já foram solucionados. “Um vigia de carro pegou o celular de um motorista que o havia esquecido no estacionamento. Quando a vítima nos procurou, conseguimos identificar o assaltante por meio do sistema e a polícia foi acionada”, relata. CUSTO E BENEFÍCIO Um sistema de vigilância simples, com quatro minicâmeras e gerenciado por computador, sai por cerca de R$ 2 mil. Irenaldo Pereira Lima, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no Distrito Federal (Sindesp) diz que, com o monitoramento feito por prestadora de serviço, a mensalidade sai, em média, por R$ 80. Mas os especialistas destacam a importância do investimento. Von Sperling diz que a cidade tem uma grande concentração de órgãos públicos, e que a renda per capita de Brasília é uma das mais altas do País. Portanto, as pessoas têm a necessidade de se precaver em relação aos bens materiais. Entretanto, ele ressalta que a instalação de câmeras não é suficiente para conter o aumento da violência, mas o equipamento é eficaz na identificação de criminosos. Quem transita pela Rodoviária do Plano Piloto também pode ser filmado. Apesar do local ainda não ter um sistema de monitoramento, os donos de estabelecimento trataram de reforçar a segurança. O proprietário da Coquetel Lanches, Sebastião Leite, 43 anos, diz que o motivo maior da instalação das duas câmeras é prevenir possíveis furtos.“Há três anos tomei esta medida”, lembra. O assessor especial de gabinete da Secretaria de Transportes, Luis Messina, informa que existem estudos na Rodoviária para a uso do monitoramento 24 horas. SAIBA + No Distrito Federal, cerca de 60% das instalações de câmera de vigilância são para prevenir ações de bandidos, 30% delas servem para gerenciamento de pessoas e o restante tem outras finalidades. No Brasil existem 10 mil empresas que atuam nesse segmento, gerando cerca de 113 mil empregos diretos e mais de 1,3 milhão de indiretos, segundo dados da Abese. Atualmente, existem cerca de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no País. Em 2009, o setor movimentou um montante na ordem de US$ 1,5 bilhão, com um crescimento de 7% em comparação ao ano anterior. (Jornal de Brasília/DF – 11/05/2011)
A questão da segurança no Brasil vem tomando cada vez mais importância, seja pelo número de vítimas fatais, seja pelos prejuízos ao patrimônio público e privado que dela decorrem. É comum vermos no noticiário de TV cenas de violência, como assaltos a bancos, arrastões em edifícios residenciais e sequestros.Uma ferramenta eficiente para evitar esse tipo de ocorrência é aumentar o sistema de monitoramento em lugares públicos e privados. Sabendo que estão sendo monitorados, muito bandidos tendem a não partir para a ação. Assim, os principais objetivos desse tipo de sistema são detectar, comunicar e inibir ações criminosas.Quando não é possível evitar uma ocorrência, os sistemas de segurança passam a ter o papel de auxiliar a empresa e a polícia a desvendar os passos do ocorrido e identificar os criminosos. Trata-se de uma ferramenta para preservação do patrimônio, vidas e meio ambiente. Para que cumpra sua missão, os equipamentos precisam ser confiáveis e adequados às necessidades do espaço onde será utilizado.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), um bom projeto de sistema eletrônico começa com uma análise de risco que considera espaço, instalações elétricas e hidráulicas e o contexto socioeconômico no qual o sistema está inserido (rua, bairro e cidade). Caso contrário, haverá falhas e pode até incentivar uma ação criminosa.Para garantir eficiência na instalação e monitoração de um sistema eletrônico de segurança, a Associação criou o Selo de Qualidade Abese, garantindo a diferenciação das empresas que possuem estrutura adequada para atuação no segmento.Para o cliente, seja pessoa física ou jurídica, a certificação é uma garantia de comprometimento da empresa com o serviço prestado, o que, na prática, confere segurança física e emocional aos clientes, item fundamental nesses dias em que a insegurança aparece como um dos fatores mais preocupantes no dia a dia dos brasileiros. (Portal Guia do CFTV/SP – 11/05/2011)
Para entidade, sensação de insegurança motiva compra de equipamentos.Com cerca de R$ 2 mil, é possível comprar sistema com quatro minicâmeras. Levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Sistema Eletrônico de Segurança (Abese) com base em dados de 2009 mostra que o Distrito Federal tem cerca de 250 mil câmeras de vigilância, o que dá uma média de uma câmera para cada dez habitantes. (Portal Bairro de Campo Grande/SP – 11/05/2011)
A 14ª edição da Feira Internacional de Segurança (Exposec) acontecerá entre os dias 24 e 26 de maio e tem como objetivo apresentar novidades e tendências para o setor. O evento será realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, e a expectativa de crescimento para este ano é de 14%, segundo os organizadores. Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a feira contará com cerca de 600 empresas, de mais de 15 países, e espera receber 34 mil pessoas durante os três dias de evento. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, nesta edição o volume de negócios é estimado em aproximadamente R$ 135 milhões. A 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos setores ligados à segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados. (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 09/05/2011)
Exposec 2011 reunirá diversos setores em segurança eletrônica e espera movimentar R$ 135 milhões em negócios.A 14ª edição da Feira Internacional de Segurança (Exposec) acontecerá entre os dias 24 e 26 de maio e tem como objetivo apresentar novidades e tendências para o setor. O evento será realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, e a expectativa de crescimento para este ano é de 14%, segundo os organizadores.Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a feira contará com cerca de 600 empresas, de mais de 15 países, e espera receber 34 mil pessoas durante os três dias de evento. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, nesta edição o volume de negócios é estimado em aproximadamente R$ 135 milhões. A 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos setores ligados à segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados. (Portal Revista IP/SP – 10/05/2011)
Trens, ônibus, cruzamentos, prédios, condomínios e até lojinhas de R$ 1,99 - as câmeras de segurança estão em todo lugar. Inibir roubos e furtos e ajudar em investigações policiais estão entre as principais atribuições dos equipamentos. No Grande ABC, estimativa da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) aponta que há uma câmera para cada 16 habitantes, o que equivale a cerca de 156 mil equipamentos. As prefeituras também aderiram ao videomonitoramento. Com cerca de 2,5 milhões de habitantes, a região tem 151 câmeras municipais. Elas estão espalhadas por Diadema (64), Santo André (19), São Bernardo (8) e São Caetano (60). Em Santo André, que iniciou o monitoramento em 2008, foram flagradas 336 ocorrências desde o início de 2010 até o fim de março último. Lidera a lista o uso de entorpecentes, com 56. Em São Bernardo, desde que o sistema foi instalado, em março do ano passado, foram mais de 100 ocorrências entre flagrantes de crime ambiental e roubos. São Caetano inaugurou o sistema em abril e ainda não tem dados; Diadema afirmou não possuir estatísticas. Para o diretor de marketing da Abese, Oswaldo Oggiam, o que importa não é o número de câmeras instaladas, mas sim o tipo de tecnologia utilizada. "O objetivo é monitorar o trânsito, impedir roubos ou o uso de entorpecentes? Há um tipo de câmera específica para cada finalidade, e cabe às prefeituras escolherem um sistema inteligente", destacou. No caso das empresas, comércios, prédios e residências, o alerta vem do especialista em segurança Jorde Lordello: para prevenir e flagrar crimes, é preciso monitorar as imagens. "Deve-se instalar pelo menos oito câmeras num pequeno comércio para garantir que ele será totalmente monitorado", explicou. O custo de uma câmera varia de R$ 180 a R$ 300, e kits básicos podem chegar a R$ 3.000. Muitas vezes os proprietários de lojas pequenas não têm dinheiro para o monitoramento. "Neste caso, a câmera entra como um fator inibidor e pode ajudar a polícia, mas não impede o crime", alertou. O delegado seccional de São Bernardo, Rafael Rabinovici, destacou que as câmeras auxiliam no trabalho de investigação. "O equipamento ajuda em casos como identificação de veículos em fuga e de marginais e elaboração de retratos-falados, entre outros", exemplificou. Para Rabinovici, a proposta do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC de integrar o videomonitoramento da região irá melhorar o trabalho da polícia. A ideia deve ser discutida com o Ministério da Justiça em maio. Os lojistas ouvidos pela equipe do Diário na Rua Coronel Oliveira Lima, em Santo André, instalam câmeras de segurança em seus comércios principalmente para inibir pequenos furtos e monitorar clientes e funcionários. Na loja de utilidades domésticas de Gorman Chan, 30 anos, o sistema de monitoramento está instalado desde que abriu a loja, há cinco anos. "Meu objetivo é espantar os ladrões, mas para fazer flagrante tenho também um segurança de olho em quem entra e sai", explicou. Outra proprietária de uma loja na mesma rua, que preferiu não se identificar, afirmou ter instalado as câmeras principalmente para monitorar os clientes. "Alguns reclamam sobre o troco ou que não levaram a mercadoria para casa. Com as imagens, consigo comprovar", destacou. A gerente de outro comércio, Rosevani Oliveira Lacerda, 28, afirmou que ali é possível flagrar crimes porque a câmera é monitorada enquanto a loja está aberta. "Ajuda a evitar prejuízos", afirmou. RESIDENCIAL Comércios e prédios não são os únicos a investir no sistema para inibir bandidos. O representante de vendas Fábio Carmona, 38, instalou sistema de monitoramento na casa onde mora após uma invasão, há cerca de um ano. "Levaram objetos pessoais, computador, televisão. Tive um prejuízo razoável", relembrou. Para evitar novas invasões, Carmona colocou a mão no bolso: pagou R$ 2.600 por quatro câmeras com infravermelho, mais dois sensores e um sistema de ligação que possibilita gravação de imagens 24 horas. "Isso inibe os ladrões. Não tive mais problemas depois que instalei o equipamento", ressaltou. As cidades que possuem videomonitoramento pretendem ampliar o número de câmeras em mais 241, totalizando 392 olhos eletrônicos no Grande ABC. São Bernardo é a mais ambiciosa: quer 200 câmeras nas escolas do município. O custo do projeto ainda está em estudo, mas a segunda fase deverá ser iniciada no segundo semestre deste ano e concluída em 2012. Hoje, as oito câmeras da cidade monitoram o Paço Municipal e sete escolas da região do Alvarenga. Diadema quer mais 20 câmeras para o projeto Olhar Eletrônico, mas aguarda liberação de verbas do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania). O valor é de R$ 1, 27 milhão, com contrapartida de R$ 26 mil. Santo André também aguarda recurso do Pronasci para instalar mais 21 câmeras até o fim de 2012. São Caetano não informou se pretende instalar mais câmeras. Já Rio Grande da Serra afirmou estar em fase de estudos para implantação do monitoramento na cidade. Ribeirão Pires respondeu que não possui câmeras e não informou sobre novos projetos. Mauá não se manifestou. (Portal Guia do CFTV/SP – 12/05/2011;Portal Revista Segurança e CIA/SP – 13/05/2011)
Enquanto se discute a capacidade do transporte aéreo das cidades que vão abrigar os jogos da Copa do Mundo de 2014, alguns aeroportos de municípios menores correm o risco de parar por não atenderem requisitos de segurança. Na lista de instalações que podem ter as operações suspensas estão 14 aeródromos, sendo 2 em Minas Gerais, 1 em Rondônia, 1 no Pará e 10 no Amazonas, segundo informações da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar). De acordo com as regras, os aeroportos terão até 31 de dezembro para se equipar com carros de bombeiros, equipamentos de segurança e equipes com profissionais habilitados (2 a 3 bombeiros), afirma o diretor da Abetar, Victor Celestino. A partir dessa data, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fará a fiscalização de todos os aeroportos para verificar se estão adequados ou não. Em caso negativo, o aeroporto pode parar.A intenção da agência é enquadrar as instalações brasileiras aos padrões da Associação do Transporte Aéreo Internacional (Iata). Mas a decisão, bem-vinda para dar mais segurança ao setor, esbarra na incapacidade financeira dos gestores desses aeródromos. A maioria deles é administrado pelas prefeituras locais, que mal conseguem investir em outras melhorias para a população. "Temos visto casos em que os prefeitos têm de escolher se investem em saúde ou nos aeroportos", destaca o diretor da Trip Linhas Aéreas, Evaristo Mascarenhas.Segundo ele, o problema pode afetar dez aeroportos da Amazônia, onde a companhia aérea opera. O pior, diz ele, é que na região ou se usa o transporte fluvial (mais demorado e mais barato) ou o aéreo. "Não há outra alternativa." A Anac diz que, por enquanto, não há nenhuma irregularidade no funcionamento dos aeródromos, já que eles ainda estão dentro do prazo.O problema, dizem especialistas, é que se nada for feito nesse prazo não adiantará de nada, já que as prefeituras não têm dinheiro para fazer os investimentos. "Essas cidades não têm recurso nem para fazer a manutenção dos carros de bombeiro nem para pagar os salários dos funcionários que terão de ficar disponíveis nos aeroportos", diz uma fonte, que não quis se identificar. (Portal revista Segurança e CIA/SP – 09/05/2011)
Dois homens jogaram um coquetel molotov contra uma base da Polícia Militar na noite de ontem (8) em São José, na Grande Florianópolis. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, esse é o oitavo ataque a prédios públicos de segurança em Santa Catarina em pouco mais de um mês.De acordo com relato de testemunhas à polícia, os suspeitos estavam em uma motocicleta e jogaram o artefato por volta das 19h30. O coquetel não chegou a explodir. Os dois homens fugiram logo após o ataque, registrado pelas câmeras de segurança dos prédios vizinhos.Três policiais estavam de plantão no momento do incidente, segundo informações da PM. Ainda não há informação de quem possa ter cometido o atentado. A suspeita é de que ele esteja relacionado a integrantes da facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense) e que a ordem tenha partido de penitenciárias do Estado. ATAQUES A onda de ataques a prédios de segurança em SC começou na madrugada do dia 1º de abril, quando uma bomba caseira explodiu em um posto da Polícia Militar na praia de Coqueiros, em Florianópolis. Não houve feridos.Outros três ataques foram registrados em duas bases operacionais da polícia próximos à região da praia dos Ingleses e na 4ª Delegacia de Polícia Civil em Coqueiros, também na capital. Em todos os casos, homens atiraram contra o local.O quinto ataque foi registrado na Central de Triagem de Florianópolis, no dia 20 de abril. Um artefato semelhante a uma bomba foi deixado próximo ao prédio da Central, mas não explodiu. No sexto ataque, em Itajaí, uma delegacia foi alvejada com mais de 30 tiros.Já o penúltimo ataque ocorreu em uma delegacia de São José, também por ameaça de bomba, segundo a Secretaria de Segurança Pública.A Polícia Civil prendeu seis pessoas na última sexta-feira (6) suspeitas de integrar as ações. SÃO PAULO Na Grande São Paulo, uma base da Polícia Militar e uma da Guarda Municipal foram atacadas entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira.A base da PM no terminal de cargas da rodovia Fernão Dias, na região do Parque Novo Mundo (zona norte de São Paulo), foi atingida por tiros disparados por ocupantes de um Gol, durante a madrugada, segundo a corporação. Duas balas atingiram o carro particular de um policial de plantão; os outros atingiram colunas do prédio.Na noite de domingo, uma base da Guarda Municipal de Santo André (ABC paulista) foi atingida por tiros disparados pelos criminosos. (Jornal Folha de S. Paulo/SP, Cotidiano – 09/05/2011)
Alunos das 45 escolas da rede municipal de ensino de Votorantim, a 102 quilômetros de São Paulo, já sabem que têm de se comportar também fora das salas de aula. Seus passos e gestos são acompanhados pelo foco de 270 câmeras instaladas em pátios, corredores, quadras e portões. A cidade é a primeira do Estado a ter 100% de monitoramento por vídeo nas escolas municipais. O sistema funciona 24 horas e previne também ações de vandalismo à noite. As câmeras só não filmam o interior das classes para não interferir no trabalho dos professores.O custo é de R$ 170 mil por mês, mas o prefeito Carlos Augusto Pivetta (PT) acredita que compensa. "Se fôssemos manter vigilância humana em todas as escolas, o custo seria de quase o dobro." Ele disse que o objetivo não é flagrar as ações criminosas, mas evitar que elas aconteçam. Nos primeiros dias de funcionamento do sistema, não houve registro de vandalismo e agressões nas escolas. Um homem furtou uma das câmeras, mas teve toda a ação filmada e foi identificado. A Polícia Militar, que registrava de dois a três flagrantes de tráfico de droga nas imediações dos prédios, não teve mais esse trabalho.A instalação das câmeras foi discutida com os pais de alunos. Houve divergência apenas quando à filmagem das classes. Muitos achavam que o uso de câmeras poderia servir para avaliar o desempenho dos professores, mas a privacidade em sala de aula acabou prevalecendo. A prefeitura de Sorocaba pode adotar o modelo de Votorantim. Projeto que prevê a instalação de câmeras nas escolas foi aprovado em definitivo pelos vereadores, mas a lei depende do aval do prefeito Vitor Lippi (PSDB) para entrar em vigor. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 09/05/2011)
Imagens distantes mostram apenas a ação dos bandidos. Com a onda de assaltos na região de Campinas, as câmeras de circuito de segurança são consideradas boas alternativas para ajudar a polícia na identificação dos bandidos e da ação das quadrilhas. Denise Maciel mora em condomínio fechado e mesmo assim recorreu às câmeras para ter mais segurança. "É para inibir um pouco a mais", afirma.De acordo com o especialista em análise de imagens no trabalho de perícia Ricardo Molina, um segundo de imagem é divido em várias partes e uma apenas uma parte delas pode ser essêncial para ajudar a perícia da polícia", diz Molina. Os peritos usam programas de tratamento de imagem para melhorar a qualidade dos vídeos gravados pelas câmeras de segurança. Bons equipamentos custam até R$ 800 no comércio, explica o especialista."Noventa por cento das imagens não ajudam, por causa da baixa qualidade da câmera e falta de iluminação", disse Molina. O delegado José Carlos Fernandes, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, confirma que muitos crimes são difíceis de serem esclarecidos por causa dá má qualidade das imagens. "Elas não conseguem o resultado esperado", disse o delegado. Casos As imagens do circuito de segurança ajudaram a polícia a identificar a quadrilha, que roubava lojas de grife em Americana no mês passado.Há mais de 10 anos, a investigação de um protesto de perueiros que bloqueou as principais rodovias de acesso a Campinas também teve a ajuda das imagens. Foi possível saber as placas dos veículos e identificar os envolvidos. Como usar as câmeras de circuito O perito Ricardo Molina revela o que muita gente que investe em câmeras, mas não sabe como usar o recurso. Em muitos casos, as imagens não ajudam a identificar os criminosos.Um exemplo é o caso da família Meneghetti, em Piracicaba, onde os bandidos invadiram a casa, mataram a empregada e sequestraram o casal de empresários, que foram mortos e encontrados em um canavial.Molina diz que as câmeras de circuito da casa não estavam bem posicionadas. Apenas as imagens do banco, onde os bandidos sacaram dinheiro é que tinham registros dos suspeitos, mesmo assim, o trabalho de identificação foi difícil e lento porque o equipamento dificultava a identificação do rosto do criminoso. Dica Especialista Segundo o especialista em segurança Osvaldo Missio, em uma casa, por exemplo, a câmera não pode ficar muito alta ou muito distante do local onde se quer cobrir com as imagens. Outra dica importante é que as imagens precisam ser gravadas em um arquivo eletrônico e que fique fora da casa ou indústria, porque os assaltantes podem levar o arquivo para impedir identificação. Um boa iluminação no local aonde são feitas as imagens também é fundamental, orienta Missio. (Portal EPTV/SP – 10/05/2011)
A Operação Barreira Fiscal ganhou um novo aliado para reforçar as fiscalizações nas fronteiras do Estado do Rio de Janeiro: o Centro de Comando e Controle e suas barreiras virtuais. Com a ajuda da central de monitoramento, instalada no posto de Nhangapi, em Itatiaia, é possível acompanhar em tempo real o trabalho dos fiscais e a circulação de veículos em estradas vicinais através de 35 câmeras, sendo duas do tipo speed, que permitem uma visualização de 360°.Durante a apresentação do Centro de Comando e Controle à imprensa, ontem, o subsecretário de Governo e coordenador-geral do programa, Reynaldo Braga, afirmou que a tecnologia ajudará a reprimir ainda mais a sonegação fiscal e a entrada de armas, drogas e produtos pirateados, além do tráfico de animais silvestres. O monitoramento passou por testes durante três meses no maior posto de fiscalização do estado, por onde passam 75% das mercadorias que circulam pelo Rio de Janeiro.- As imagens do centro são transmitidas ao vivo às secretarias de Governo e de Fazenda. Monitoramos todos os movimentos que acontecem nas rotas alternativas em um raio de 80 quilômetros. Quando os agentes verificam um veículo suspeito, anotam o tipo do caminhão, a data e o horário da passagem para analisar se vale a pena mandar fiscais ao local. Para que o serviço seja ágil, as equipes móveis já ficam posicionadas nessas pontos estratégicos - afirmou Reynaldo Braga. Centro de controle chegará a outras unidades A central de monitoramento de Nhangapi servirá como um grande laboratório. A expectativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro é levar a tecnologia também aos outros sete pontos fixos e volantes da Operação Barreira Fiscal, que funciona todos os dias: Levy Gasparian (BR-040); Morro do Coco (BR-101/Norte); Timbó (BR - 356); Angra dos Reis (Rio-Santos); Jamapará (Além Paraíba); Trevo da Prata (RJ-130); e Mato Verde (Norte Fluminense).- Por enquanto, estamos trabalhando com equipes volantes em outros postos. A previsão é investir no monitoramento de câmeras em outras unidades no futuro. Vamos expandir aos poucos, porque precisamos nos familiarizar com a tecnologia e capacitar os monitores, que se substituem a cada duas horas. Outro objetivo do centro é dar mais transparência ao trabalho das equipes. O uso das câmeras também assegura a redução de custos e o aumento da produtividade - disse o coordenador-geral da Barreira Fiscal. Barreiras virtuais: mais segurança também para os caminhoneiros Os cinco mil motoristas que passam pelo posto da Via Dutra diariamente aprovam a Operação Barreira Fiscal. Nilton Sergio Vaz e Evaldo Pinheiro são alguns dos milhares de caminhoneiros que se sentem mais seguros com a fiscalização. Com 40 anos de estrada, Evaldo já se acostumou com as rotineiras vistorias no posto de Itatiaia, por onde passa duas vezes por mês para chegar até o seu destino, em Natal. Com as barreiras virtuais, ele está ainda mais tranquilo.- Acho a ideia de usar câmeras para intensificar as ações ótima. A abordagem dos fiscais já é muito educada e profissional. Depois de passar no guichê e apresentar a nota fiscal dos produtos que estamos transportando, vamos para a pesagem. Na minha opinião, a Operação Barreira Fiscal é uma evolução. Posso dizer que me sinto mais seguro quanto ao roubo de cargas também. Quem não deve, não teme - contou o caminhoneiro Evaldo Pinheiro, que transporta eletrodomésticos.Mais de R$ 1 bilhão de arrecadação em um ano de operação.Lançada em 1° de fevereiro de 2010, a Operação Barreira Fiscal tem como principal missão recuperar para os cofres públicos cerca de R$ 500 milhões em Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por ano. Em doze meses, o programa contribuiu para o aumento da arrecadação estadual em R$ 1,2 bilhão e aplicou mais R$ 216 milhões em multas por sonegação de impostos.Recursos são destinados às áreas da saúde, educação e segurança.A operação é formada por 130 auditores fiscais de receita estadual, 145 agentes da Secretaria de Governo, 193 policiais militares e 50 agentes fazendários em pontos estratégicos das rodovias que ligam o Rio de Janeiro ao Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. Os recursos arrecadados são destinados às áreas da saúde, educação e segurança. (Jornal Diário do Vale/SC – 10/05/2011)
Com as novas câmeras que serão instaladas em áreas públicas pelos próximos anos, Balneário Camboriú terá cerca de 100 equipamentos monitorando as ruas. O município tem, de acordo com o censo 2010, feito pelo IBGE, 108 mil habitantes, o que representa uma câmera para cada 1.080 moradores.É quase o dobro da quantidade de câmeras que a Polícia Militar tem instaladas em Itajaí, onde vivem 183 mil habitantes. Em Blumenau, são 36 equipamentos para 309 mil habitantes, média de uma câmera para cada 8.583 pessoas.Para o comandante do 12º Batalhão da PM em Balneário Camboriú, tenente-coronel Cláudio Koglin, a instalação de mais câmeras ajudará no controle à criminalidade. O oficial lembra, entretanto, que é preciso que haja uma resposta às imagens que estão sendo gravadas.– Sem a presença do elemento humano, o monitoramento serve só para resgatar o passado, em vez de prevenir – diz Koglin, que garante que o aumento no número de câmeras não vai reduzir a quantidade de policiais nas ruas.Com as novas câmeras que serão instaladas em áreas públicas pelos próximos anos, Balneário Camboriú terá cerca de 100 equipamentos monitorando as ruas. O município tem, de acordo com o censo 2010, feito pelo IBGE, 108 mil habitantes, o que representa uma câmera para cada 1.080 moradores.É quase o dobro da quantidade de câmeras que a Polícia Militar tem instaladas em Itajaí, onde vivem 183 mil habitantes. Em Blumenau, são 36 equipamentos para 309 mil habitantes, média de uma câmera para cada 8.583 pessoas.Para o comandante do 12º Batalhão da PM em Balneário Camboriú, tenente-coronel Cláudio Koglin, a instalação de mais câmeras ajudará no controle à criminalidade. O oficial lembra, entretanto, que é preciso que haja uma resposta às imagens que estão sendo gravadas.– Sem a presença do elemento humano, o monitoramento serve só para resgatar o passado, em vez de prevenir – diz Koglin, que garante que o aumento no número de câmeras não vai reduzir a quantidade de policiais nas ruas. (Jornal de Santa Catarina/SC- 09/05/2011)
Polícia tem 2 suspeitos, mas problemas no "Big Brother"; da Prefeitura impedem confirmação. Três meses depois da morte do casal Meneghetti, na Vila Rezende, em Piracicaba, a Delegacia de Investigações Gerais revelou ter chegado a dois principais suspeitos, que já estariam presos por outro delito. Segundo o delegado, a grande dificuldade de confirmar a participação deles no crime deve-se a uma pane no circuito de câmeras da Prefeitura que impediu que a polícia tivesse acesso a imagens que poderiam desvendar a identidade dos autores.A casa dos empresários Cláudio e Lílian foi invadida no dia 15 de fevereiro. Os bandidos mataram a empregada e raptaram os dois, que foram encontrados, também mortos, 11 dias depois em um canavial na cidade.O delegado João Batista Vieira de Camargo explica que teve acesso a imagens da câmera de vigilância de uma casa nas proximidades da residência de Cláudio de Lílian. A partir da estimativa do horário em que os assassinos saíram da casa deles, por volta de 12h10, chegou-se a um carro suspeito e a alguns possíveis trajetos até a agência bancária. No percurso, eles teriam passado por pelo menos dez câmeras da Central de Monitoramento Eletrônico Municipal.“Solicitamos as imagens à Prefeitura, mas eles alegaram que, dois dias depois do crime, houve uma tempestade, que fez com que a central perdesse todas as imagens armazenadas até aquela data. E eles não conseguiram recuperar nada. Isso prejudicou muito nosso trabalho”, conta Camargo.A negativa da Prefeitura sobre as imagens revoltou o irmão de Cláudio, José Reynaldo Meneghetti, que tem acompanhado diariamente o trabalho dos investigadores. “Se a gente passa 5Km acima da velocidade permitida, a câmera funciona para multar a gente”, disse.A Prefeitura confirmou a pane nas câmeras e disse que, de fato, ela deveu-se à forte tempestade que atingiu a cidade no dia 18 de fevereiro, quando um vendedor ambulante morreu atingido pela queda de uma árvore no Engenho Central, momentos antes do show da cantora Ivete Sangalo. Segundo a assessoria de imprensa, os equipamentos já voltaram a funcionar. As investigações Camargo explica que, desde que o casal desapareceu, a equipe da DIG tem realizado diligências frequentes e já passou, inclusive, por outros estados, como Minas Gerais e Paraná, além de cidades paulistas, como Campinas, São Paulo e Leme. O serviço de inteligência tem trabalhado de forma intensa no caso, entretanto, além do problema com as câmeras da Prefeitura, o delegado lembra que outros três fatores tornaram o crime de difícil esclarecimento.O primeiro, segundo Camargo, foi a demora que ocorreu até a DIG ser acionada. “O crime foi por volta de meio-dia e passaram a ocorrência para nós só às 15h”. Outro problema, para ele, foi o equívoco com relação à informação da placa do carro. “Por um descuido do despachante da família, ficamos em busca da caminhonete com a placa errada por dois dias”. E o terceiro fator que o delegado coloca foi a questão da casa deles não ter sido completamente preservada para a perícia. “A cunhada da Lílian havia marcado um almoço com ela. Quando chegou à casa e viu a cena, acabou tocando em alguns objetos e as digitais foram danificadas”.Apesar dos obstáculos, a investigação já avançou, de acordo com o delegado e a própria família. Camargo contou que foram localizados alguns objetos em uma caçamba próxima ao local onde o casal foi encontrado. Sem dar muitos detalhes, o policial conta que estes objetos foram associados a um outro crime e uma pessoa acabou presa.“As pistas vêm devagar, aos poucos”, diz Camargo. Para ele, agora é preciso encontrar elementos que sustentem a linha de investigação para que os culpados paguem pelo crime.A família está confiante no trabalho da Polícia Civil. “Todos os dias eu vou à delegacia acompanhar o caso. Acredito muito que logo tudo vai se resolver”, falou Reynaldo, que agora vive com a sobrinha Laís Meneghetti, de 23 anos, única filha deixada por Cláudio e Lílian. (Portal EPTV/SP – 15/05/2011)
Câmeras de vídeo já são comuns, porém apenas inibem e não impedem ataques. A onda de assaltos contra o comércio da cidade nos últimos meses - principal alvos são joalherias, postos de combustíveis e lotéricas - tem preocupado empresários que estão reforçando a segurança e sistemas de monitoramento eletrônico com câmeras, mas mesmo assim cobram mais policiamento.Vítima de várias pequenos assaltos nos últimos meses, posto de combustíveis próximo a Coopemar conta hoje com oito câmeras de monitoramento e nos próximos dias outras duas serão instaladas, segundo a gerência. O custo do investimento para tentar evitar prejuízo com roubos ultrapassa R$ 2 mil.“Mesmo com essas oito câmeras, os assaltos continuam acontecendo e não me iludo achando que vai mudar a situação. O que falta mesmo é uma maior presença policial”, afirma o gerente Carlos Alberto Batel.O comerciante Alexandre Yoshio, 32, concorda. Para ele, o efetivo da Polícia Militar está defasado.“Os bandidos não têm medo de câmera e sim da polícia. Com câmera e sem polícia por perto, eles vão assaltar. O número de oficiais hoje na cidade está bem abaixo do ideal”, afirma.Gerente de lotérica assaltada semana passada, Rita de Cássia Oliveira, 40, tem oito câmeras na loja. Ela acredita também que a crescente onda de crimes está ligada a falta de policiais nas ruas.Para ela, os bandidos se sentem à vontade de agir. “É de manhã, à tarde, no início da noite. Eles estão muito ousados”.“Os criminosos não se importam com câmeras, com nada. Muitas vezes alguns deles não estão roubando porque querem dinheiro fácil. Eles estão ali porque acham que está na moda ser malandro, ser ladrão. Falta polícia sim, mas também educação”, completa a caixa Cláudia Veloso, 34. Lei obriga “apenas” lotéricas ter câmeras Uma legislação municipal obriga que lotéricas tenham monitoramento interno e externo de câmeras de segurança, o que vem sendo cumprido, segundo a presidente do Sindicato das Casas Lotéricas, Sueli Falcão, porém, ela reclama que a regra deveria valer para todos.“Existe uma lei normativa da Caixa Econômica Federal que já nos obriga a ter câmeras e todas estão de acordo. Já a medida da prefeitura deveria valer para os correspondentes bancários e até supermercados”, cobra Sueli.Segundo ela, para montar um bom sistema de segurança cada lotérica gasta em torno de R$ 5 mil e R$ 10 mil.Para o delegado Aéliton Roberto de Souza, da DIG, a presença de sistemas de monitoramento de vídeo no comércio inibe a ação dos ladrões e ajuda aumentar a segurança, reduzindo automaticamente a ousadia dos bandidos.“Este recurso inibe sim ações criminosas, mas também não impede que ela ocorra. Mesmo assim, posso dizer seguramente ser este um dos principais meios de auxílio na investigação”, fala o delegado.Segundo ele, é através de imagens gravadas em circuitos de segurança do comércio e outros locais que a polícia consegue chegar ao autor dos crimes praticados. “Tendo como prova a gravação do crime, é mais fácil de o bandido ser condenado. As câmeras têm um papel fundamental”, afirma. (Jornal O Diário/SP – 14/05/2011)
Presidente da Comissão de Transportes da Alerj, o deputado Marcelo Simão enviou requerimento de informação ao Metrô Rio perguntando em quanto tempo as 35 estações terão câmeras capazes de monitorar todo o sistema. Atualmente, segundo o presidente do Metrô informou no dia 2 de maio na reunião promovida pela comissão da Alerj, o sistema conta com 800 câmeras, e o planejamento é de se chegar a 1.100 em dois anos. Marcelo quer antecipar esse cronograma para que toda a rede seja vigiada. "Por sorte, a Estação Estácio tem câmeras qua captaram as imagens dos bandidos que fizeram o arrastão ontem e isso vai ajudar a polícia na identificação desses criminosos. Mas se fosse em outra estação sem o sistema ou um incidente ocorrido em um ponto cego? O Metrô tem que ser como big brother: sem ponto cego", disse Simão. "No dia em que houve o problema envolvendo um segurança e um passageiro, por exemplo, a alegação da concessionária para não fornecer as imagens que provaria que o cidadão pulou a roleta foi de que as câmeras ali não estavam funcionando", lembrou. O deputado acha que o episódio não justifica que a segurança do Metrô passe a usar armas letais. "Não cabe, a segurança do Metrô não tem poder de polícia, não tem treinamento de polícia e o uso de armas letais poderia acabar gerando um risco adicional ao usuário", disse Marcelo. Seguranças taxistas O deputado informou ainda que, em conjunto com a Comissão de Segurança da Alerj, vai chamar o Sindicato e Associações de Taxistas do Rio para discutir maneiras de melhorar a segurança da categoria. Entre domingo e quarta-feira, três taxistas foram mortos e um baleado em diferentes pontos do estado. "As UPPs estão levando os bandidos ao desespero e, embora não haja estatísticas oficiais , percebo que tem aumentado a violência contra texistas. Precisamos discutir isso e ver como a Parlamento pode contribuir", disse Simão. (Jornal Do Brasil/RJ – 16/05/2011)
Dispositivo para manchar cédulas foi instalado em cinco mil caixas em São Paulo. O balanço com os números de ataques aos caixas eletrônicos totalizam 20, sendo que 18 explodiram, contabilizados desde o início do ano. Em Campinas, foram registrados seis, outros dois em Valinhos e dez em cidades da região, um caixa em cada. Na terceira reportagem da série do Jornal Regional da EPTV Campinas mostra as ações preventivas dos bancos para conter a onda deste tipo de crime e aumentar a seguranças das pessoas que utilizam o equipamento.Uma das iniciativas que se mostrou eficiente foi a de manchar as cédulas, o dispositivo funcionou em três caixas explodidos na região: Campinas, Hortolândia e Mogi Mirim. Cinco mil caixas no estado já contam com essa tecnologia. O dispositivo é instalado dentro do caixa eletrônico, quando ocorre a explosão, a onda de impacto faz com que o equipamento dispare uma tinta rosa sobre as gavetas que guardam as cédulas e pelo menos 95% das notas são manchadas.Segundo os especialistas, os bancos avaliam apenas o fluxo de pessoas que circulam pelo local e utilizam os caixas e não se preocupam pouco com segurança. "As câmeras de segurança tem que ser monitorada por pessoas, por agentes de segurança, dentro de uma sala totalmente blindada incessível, se não os criminosos vão entrar para pegar a filmagem e tem que funcionar 24 horas, ou durante o período noturno", afirma o consultor em segurança Jaceguai Cunha. Primeiro dia A primeira reportagem mostra o resultado do aumento do número de casos é o medo das pessoas que vivem perto ou que precisam utilizar os caixas eletrônicos. Segundo dia A segunda reportagem da série exibida nesta quinta-feira (5) mostra as táticas usadas pelas várias quadrilhas, pela coincidência dos modos de agir. De acordo com as imagens de segurança de estabelecimentos que registraram os crimes, os bandidos chegam em três carros, se posicionam estrategicamente ao redor do caixa eletrônico. Depois, quatro pessoas ficam atrás de árvores ou postes para se proteger da explosão e são eles que dão a cobertura. Enquanto isso, dois vão até o caixa e colocam os explosivos, voltam e se protegem junto aos demais. O caixa explode e os mesmos que colocaram o explosivo, recolhem o dinheiro, colocam em bolsas e fogem. Toda a ação dura em média seis minutos. (Portal EPTV/SP – 09/05/2011)
Equipamento será usado para o acesso de visitantes às unidades prisionais. Os presídios de Minas Gerais estão sendo modernizados com a instalação do identificador biométrico. No Sul de Minas, as unidades prisionais de Itajubá, Caxambu, Pouso Alegre, São Lourenço, Andradas, Poços de Caldas, Alfenas, Varginha, Lavras e a Penitenciária de Três Corações já receberam o equipamento. O principal objetivo é garantir maior agilidade e segurança no processo de visitação aos presos.O sistema consiste em fornecer a cada visitante um registro onde é armazenado, por meio de um programa de computador, a fotografia e a impressão digital. Para ter acesso à visita, o parente ou amigo precisa ser identificado biometricamente. Durante todo o tempo em que a pessoa fica dentro do presídio, ela usa uma etiqueta que é conferida no momento da saída.O projeto começou a ser desenvolvido no final de 2008 pela Superintendência de Articulação Institucional e Gestão de Vagas da Suapi, Subsecretaria de Administração Prisional. Os equipamentos já estão em funcionamento nas unidades de Juiz de Fora, Vale do Aço e Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para equipar as unidades, foram comprados inicialmente, 210 leitores biométricos, 210 webcams e 110 impressoras de etiquetas. No total, o investimento gira em torno de R$ 279 mil.Segundo a Secretaria de Defesa Social, das 120 unidades prisionais do Estado, 100 vão ter o identificador biométrico até julho deste ano. As outras 20 dependem de processo licitatório. (Portal EPTV/SP – 11/05/2011)
Um estudo da Ericsson, feito em parceria com a consultora Arthur D. Little, apontou as cidades com maiores avanços tecnológicos do mundo com base nas categorias de sustentabilidade, infra-estrutura, segurança, saúde, educação e outros. A pesquisa Networked Society City Index exibiu um gráfico com 25 cidades que se dividem em três velocidades de crescimento. São Paulo, a única cidade brasileira presente no ranking, ficou em 14º lugar, considerada uma posição de média velocidade em desenvolvimento.A grande ganhadora foi a Cidade de Cingapura, seguida por Estocolmo, na Suécia.As primeiras colocadas se destacaram por seus esforços em tecnologia sustentável, que diminuem emissões em CO2. Já São Paulo foi escolhida pelo alto índice de inclusão digital e acessibilidade de pessoas com deficiência pela capital. (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 09/05/2011)
Dez reeducandos saíram do regime fechado e já estão nas ruas utilizando o novo equipamento. Na presença de advogados e de diretores da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap), o juiz da Vara de Execuções Penais, José Braga Neto, concedeu a dez reeducandos a progressão para o regime semi-aberto. A diferença desse ato de rotina é que os presos ganharam a liberdade equipados com uma tornozeleira eletrônica e uma unidade de monitoramento.Alagoas é o primeiro estado do Nordeste a utilizar o equipamento, já testado com sucesso em algumas unidades da federação e em outros países. “Eles vão usar em caráter experimental por 30 dias. Ao final, faremos avaliações. Como não temos aqui uma unidade agroindustrial que abrigue os presos do semi-aberto, essa tecnologia será uma aliada importante”, explicou Braga Neto.Josenildo Laurindo da Silva, do presídio Cyridião Durval, foi o primeiro dos dez reeducandos a receber o equipamento. Segundo o advogado dele, Alexandre Omena, ele concordou em participar desse teste sem problemas. “A tornozeleira não será um estorvo para ele, que já tem um trabalho fixo e não quer voltar para a prisão. A monitoração eletrônica também é uma boa resposta para a sociedade”, destacou.A partir da inserção dos dados de cada reeducando no programa – como endereço, área espacial e horário permitido para circulação – o reeducando começa a ser monitorado a distância. “Vamos acompanhar o reeducando a partir da Vara de Execuções Penais, da Administração Penitenciária e da Central de Monitoramento da empresa em São Paulo”, ressaltou a gerente geral da Colônia Agro-Industrial São Leonardo, Evany Cavalcante.Para não cometer falta grave que leve a regressão de regime o reeducando deve permanecer em sua casa no horário de 20h00 às 05h00, não cometer crimes, não frequentar bares e boates, não se ausentar da cidade, nem mudar de endereço sem autorização do juiz e comparecer mensalmente na Vara de Execuções Penais.O equipamento também é de responsabilidade do reeducando. Ele deve conservá-lo consigo o tempo todo, sem danificá-lo, nem molhar a unidade de monitoramento. A unidade deve ser carregada na rede elétrica duas horas por dia. A central de monitoramento detecta todas essas ações, que também podem ser punidas com a regressão de regime.Equipamento - O equipamento é composto por uma tornozeleira (do tamanho de um relógio de pulso) e um dispositivo (do tamanho de um telefone celular), que coleta e envia informações via satélite para uma central de monitoramento. “Usando a tornozeleira todos os passos do reeducando são acompanhados em tempo real”, destacou o diretor da empresa Synergye, Marcelo Ribeiro.“A central é avisada quando o reeducando ultrapassa uma área pré-determinada. Em caso de violações de segurança como a retirada da tornozeleira, por abertura simples, corte ou mesmo descarregamento da bateria, a central fica sabendo. Em todos os casos existem protocolos que serão seguidos pela equipe de monitoração”, afirmou. (Jornal Primeira Edição/AL – 12/05/2011)
A Câmara de Maringá aprovou ontem, em primeira discussão e em regime de urgência, o projeto de lei que prevê a instalação de câmeras de vídeo nos estabelecimentos da rede municipal de ensino.A proposta do vereador Zebrão (PP) vai para segunda discussão na próxima terça-feira e deve ser sancionada pelo prefeito Silvio Barros (PP).Os vereadores governistas informaram que a prefeitura investirá R$ 4 milhões em um sistema de monitoramento por câmeras de vídeo. Outros dois projetos de destaque que seriam votados ontem foram adiados.Um deles é a chamada Lei das Calçadas, que regulamenta a ocupação dos passeios públicos por bares, lanchonetes e restaurantes, e teve a votação transferida para a próxima terça-feira. (Jornal O Diário/PR – 13/05/2011)
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