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Clipping Eletrônico A B E S E | segunda-feira | 20 | junho | 2011 | edição 238 |
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Clipping Eletrônico A B E S E 2 3 8
Deputado Jerônimo Goergen (PP) levará à Comissão de Finanças da Câmara propostas recebidas de mudanças no Simples Nacional. O deputado federal Jerônimo Goergen (PP) participou de seminário em Porto Alegre, proposto pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), onde foram apresentadas reivindicações do setor em relação à elevada incidência de tributos. O parlamentar palestrou sobre a movimentação da reforma tributária em Brasília e destacou os principais pontos que são considerados fundamentais, como a redução na alíquota interestadual, unificação e simplificação de ICMS; a desoneração ou mudança na base de tributação da folha de pagamento; a agilização na devolução de créditos por exportação e investimento do PIS/COFINS e a ampliação do limite de enquadramento no SUPERSIMPLES.O sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do RS, através de seu vice-presidente Jaime Lopes, reforçou o coro na necessidade de articulação política para aprovação do Projeto de Lei nº 1759/2007, que regulamenta a função, com o Estatuto da Segurança Privada. “Nosso chamamento para que o deputado Jerônimo estivesse aqui também tem o objetivo de capitanear nosso pleito, pois representa muito para a categoria. Combinamos uma agenda importante que será encaminhada em Brasília para o andamento deste PL”, afirma Lopes. De acordo com o assessor jurídico da ABESE, José Laércio Araújo, há uma urgente necessidade da revisão tributária para o setor no Simples Nacional, que hoje taxa empresas que exercem diferentes atividades com os mesmos índices: “ Há uma disparidade na tributação atual, pois de acordo com a Lei 7.102/83, em seu artigo 2º, inciso 1º, que gerou o CNAE 80.20, foi fixada tributação do setor no anexo IV com valores mais elevados e não no anexo III, como deveria ser. Solicitamos ao deputado Jerônimo que leve este nosso pleito para incluí-lo no relatório do novo Simples, para que tenhamos esta regulação, que não penalizaria as empresas”, avalia Araújo.Para o relator da Sub Comissão das Micro e Pequenas Empresas as reivindicações do setor vão se somar às modificações que vão ser compiladas no texto do relatório do Simples “Estamos recolhendo todas as sugestões possíveis para o relatório que vou apresentar na Sub Comissão das micro e pequenas empresas. A situação das empresas de segurança eletrônica não é diferente, pois comprovei que existem distorções que podem , se revisadas no novo Simples, dar fôlego as empresas para seu crescimento e conseqüente geração de mais emprego e renda. Também vou atuar para que o projeto que regulamenta a função tenha o devido tramite na Câmara, o que já estaremos fazendo próxima semana, diz Jerônimo Goergen." (Portal Jerônimo Goergen/RS – 17/06/2011)
Evento contou com inúmeras novidades hi-tech e reafirmou sua posição como vitrine. tecnológica do setor na América Latina.A 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec) superou as expectativas mais uma vez. O evento, que foi marcado por grandes lançamentos tecnológicos, congressos, palestras e serviços, aconteceu entre os dias 24 e 26 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, com a participação de mais de 34 mil visitantes, ultrapassando o número previsto. O crescimento já traz reflexos na próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.Realizada pela ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) e organizada pelo Grupo CIPA, a Exposec foi palco de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica, como o controlador de presença de alunos, que avisa aos pais ou responsável a data e o horário em que o estudante entrou e saiu da escola, seja por e-mail ou SMS; o pen drive biométrico, que evita que as informações contidas no equipamento sejam acessadas por pessoas não autorizadas; o portão Contatto que pode ser aberto ou fechado por meio de uma ligação telefônica.“Essa edição foi além das expectativas em termos de público e novidades. A cada ano a Exposec se reafirma no mercado como principal vitrine do segmento, além de ser uma oportunidade única para a troca de informações, discutir temas relevantes, novas tendências e direcionamentos desse mercado”, ressalta Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE. De acordo com Progianti, as oportunidades de negócios estão mais aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de crimes e suspeitos, além do momento aquecido por causa da demanda gerada pela realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País.Com mais de 600 expositores, a feira movimentou aproximadamente R$ 170 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas de mais de 28 países. “O evento comprovou que o mercado está aquecido e mostrou também que o público está interessado em inovações. Para o ano que vem, já ampliamos o espaço em 30%, onde certamente esperamos resultados ainda melhores”, conclui.Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2010 com um crescimento de 12%, registrando um faturamento de US$ 1,680 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 10 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos. No País, há hoje mais de 700 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. (Jornal A Hora On Line/SP – 14/06/2011)
A Comissão de Segurança da UEM reuniu-se pela primeira vez nesta quarta-feira (15). O grupo foi criado por meio de uma Portaria do Gabinete da Reitoria e tem como foco fazer análises e propor medidas que assegurem a segurança nas dependências da UEM.Segundo o prefeito do câmpus, Igor Valques, informou que essa é uma iniciativa de prevenção, já que não é não é significativo o volume de ocorrências registrado na UEM. “Um grupo já vinha se mobilizando nestas discussões, mas, com a Comissão, a nossa ação se tornou oficial”, explica.Na primeira reunião, foi discutido que as questões principais que envolvem a segurança na Universidade: o fato da Instituição estar no centro da cidade; ela ser via de passagem; e a dificuldade de controle do tráfego no câmpus. Por causa disso, a primeira proposta é de se fazer um levantamento do locais e dos tipos de delito que acontecem na UEM. E mais: definiu-se o início do processo de implantação de câmeras nos portões.No dia 28, o grupo se reúne mais uma vez para analisar os dados que a Universidade já dispõe sobre a segurança no câmpus. (Portal O Diário/PR – 16/06/2011)
Declaração foi dada pelo secretário estadual de Segurança, Airton Michels. A Pasc (Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas) não pode mais ser considerada como de segurança máxima, segundo o secretário estadual da pasta, Airton Michels, em entrevista à Rádio Guaíba, na manhã desta segunda-feira (13).- É uma cadeia que não atende mais aos padrões necessários de hoje. Ela é de segurança média.A declaração foi feita após um preso, conhecido como Zoreia, fugir durante o horário de visitas, no domingo (12).O sistema de monitoramento desse presídio “está se deteriorando”, disse o secretário para explicar o motivo para a maior parte das 40 câmeras existentes na Pasc estarem desligadas no domingo.- Se joga dinheiro público fora, consertando um carro velho que não funciona mais. Nós queremos implementar outro tipo de sistema.A ideia, de acordo com Michels, é desenvolver um método para que a penitenciária seja supervisionada, em tempo real, pelos servidores de dentro da Secretaria da Segurança.- Enquanto isso, estamos suprindo a falta de tecnologia com o material humano.Segundo o secretário, havia 27 agentes na casa prisional quando ocorreu a fuga. Ele disse que esse é um número alto, cerca de um servidor para casa 11 presos.- Era suficiente para que não ocorresse uma fuga tão primária e à luz do dia.“Os agentes cuidam muito bem das cadeias. Ontem foi um fato excepcional. Houve um descuido, que não poderia tem ocorrido.Essa foi a segunda fuga registrada na Pasc desde a sua criação. A primeira ocorreu em 1999, quando o assaltante de bancos Cláudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, escapou do local. Na época, Michels era superintendente da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários).O secretário ressaltou também, durante a entrevista, que a prioridade do governo é acabar com a superlotação no Presídio Central, em Porto Alegre.- A nossa tarefa principal é resolvermos o problema do Central, que tem mais de 5 mil presos. Em quatro anos, reformularemos o presídio para atender cerca de 1.000. Nesta segunda-feira, mais de 50 policiais militares estão mobilizados na captura. A suspeita é de que Sandro Alexandre de Paula, de 27 anos, esteja escondido em uma mata às margens da ERS 401. O titular da delegacia de Capturas do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) Eduardo de Oliveira Cesar, disse que o criminoso tinha condenações por tráfico de drogas e assalto a bancos.O superintendente da Susepe, Gelson Treiesleben, anunciou a abertura de uma sindicância, com a corregedoria da instituição e agentes de inteligência, para investigar a segunda fuga da história da Pasc. (Portal R7/SP – 13/06/2011)
Termo de Ajustamento de Conduta proposto pelo Ministério Público foi assinado nesta segunda-feira para operacionalizar o Estatuto do Torcedor. Representantes das torcidas organizadas de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco firmaram na noite desta segunda-feira, na sede do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, no Centro, um pacto pela não violência. Foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo MP, um acordo que também inclui Ministério do Esporte, Polícia Militar, Superintendência de Desportos do Estado do Rio (Suderj) e Federação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro (FTORJ). Trata-se do primeiro passo para operacionalizar o Estatuto do Torcedor e pôr em prática regras rígidas para adequar a conduta de integrantes das torcidas organizadas e melhorar a segurança nos estádios e em seus arredores. A torcida que não aderir ao TAC estará desrespeitando o Estatuto do Torcedor, será considerada ilegal e impedida de entrar nos estádios de maneira associada.A assinatura do acordo contou com a presença do Ministro dos Esportes, Orlando Silva Junior. A partir dela, os torcedores terão de ser cadastrados. Além das digitais, será obrigatório fornecer endereço, RG e CPF. Os dados serão coletados em parceria com o Ministério do Esporte, dentro do programa Torcida Legal, que fará o cadastramento e coleta de informações, inclusive biométricas (digitais), adotando procedimento uniforme em todo o país. Haverá um período de seis meses para que torcidas com número mínimo de 200 integrantes realizem os registros.- As torcidas organizadas fazem parte do espetáculo do futebol brasileiro. Elas podem crescer mais a partir do momento que passam a ser ouvidas. Esse Termo de Ajustamento de Conduta vai determinar que as torcidas ainda não formalmente constituídas se constituam. O Estatuto do Torcedor reconhece diretos e responsabilidades dos torcedores. As atribuições das torcidas organizadas tendem a criar ambiente de conforto e segurança nos estádios brasileiros. As torcidas organizadas são as mais interessadas em mobilizar mais e mais torcedores para suas equipes. Nosso objetivo é firmar o Termos de Ajustamento de Conduta com todas as torcidas dos 27 estados do Brasil – disse o ministro do Esporte. Segundo Orlando Silva, o trabalho para cadastrar os torcedores será feito a partir de serviços e equipamentos contratados pelo Ministério do Esporte que serão ofertados aos clubes e aos governos para modernização dos estádios. O projeto completo está orçado em R$ 54 milhões (equipamentos de cadastro e câmeras de monitoramento nos estádios) e R$ 10 milhões no sistema de cadastramento. O contrato está em processo de licitação.- Acredito que ainda em 2011 teremos a oportunidade de implantar esse programa em todos os estados do Brasil, particularmente para os estados com clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Tenho convicção que o projeto vai continuar em outros anos.O TAC oficializa propostas contidas num termo de cooperação técnica firmado em 2009 para conjugar esforços na implementação de uma política nacional de segurança e de prevenção da violência nas partidas de futebol. Iniciativas semelhantes estão em prática nos estados de Minas Gerais, Paraná (TAC já assinado) e São Paulo.- Este TAC é mais um instrumento de prevenção de violência nos estádios de futebol. O acordo foi resultado de mais de 20 horas de reuniões com diversas autoridades e com integrantes das próprias torcidas organizadas e da Federação das Torcidas. A torcida envolvida em episódios de violência física será proibida de frequentar os estádios e será punida coletivamente, conforme determina a legislação. Vamos passar da fase das boas intenções para o cumprimento dos compromissos assumidos, sob pena de banimento de toda a torcida. O TAC é só um ponto de partida: um pacto pela não violência. Esse compromisso terá de ser reafirmado a cada rodada por todos os integrantes das torcidas – afirmou o Promotor de Justiça Pedro Rubim Borges Fortes, da 4ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor. A Federação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro participou das reuniões do Ministério Público, inclusive com advogados. Algumas cláusulas do TAC são resultado deste diálogo.- A FTORJ busca o entendimento e a melhora nos estádios. No último mês, participamos da confecção desse TAC. Agora, acreditamos que vá mudar o pensamento dos integrantes, pois envolve lideranças e sublideranças. Vamos conseguir fazer acontecer. Sessenta e cinco torcidas vão aderir - informou o presidente Flávio Martins.As novas regras já estarão em vigor na disputa entre Flamengo e Botafogo, no próximo domingo, no Engenhão, pela quinta rodada do Brasileiro. ALGUNS DESTAQUES DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA: - Torcidas organizadas signatárias do TAC deverão regulamentar seus atos constitutivos em 180 dias, a contar da assinatura do documento, além de se constituir em pessoa jurídica de direito privado, na modalidade associação, registrando seus respectivos estatutos no Cartório de Registro Civil de Pessoa Jurídica, encaminhando cópia ao Gepe e à Suderj.- Torcidas com número de integrantes inferior a 200 estarão dispensadas de registro em cartório, mas, obrigatoriamente, deverão elaborar estatuto, que funcionará como seu ato constitutivo, e procederão o seu encaminhamento ao Gepe e à Suderj.- Representantes das torcidas e da FTORJ receberão identificação própria expedida pela Suderj para facilitar a interlocução com organizadores dos eventos esportivos e poderes públicos.- Haverá prazo de seis meses, a contar da assinatura do TAC, para que as torcidas cadastrem todos os seus integrantes. Esse cadastramento deverá ser realizado por meio eletrônico (arquivo digital) e entregue ao Gepe, devendo conter, dentre outros dados, nome completo do integrante, naturalidade, filiação, RG, CPF, endereços residencial e comercial, fotografia e assinatura.- As torcidas deverão expedir carteira de identificação (com fotografia) de seus membros, cujo modelo será entregue à Suderj e ao Gepe. Expirado o prazo para a execução do procedimento, o integrante da torcida poderá ser impedido de adentrar nos estádios trajando ou portando qualquer adereço da torcida se não exibir, quando solicitado, o documento de identificação.- A torcida se comprometerá a enviar representantes para reuniões com o comando do Gepe, que deverão ocorrer regularmente, em especial, às vésperas dos clássicos regionais e de partidas especiais, atendendo a pedido da FTORJ, devendo ser elaborada ata com detalhamento das providências a serem adotadas no dia da partida no deslocamento e na permanência nos estádios.- A medida educativa de suspensão de comparecimento aos estádios por deliberação do Gepe consistirá na proibição de que qualquer torcedor vinculado à respectiva torcida adentre aos estádios, portando ou não apetrechos como camisas, blusas, bonés, calções, faixas e outros signos representativos que, de qualquer maneira, possam identificar a respectiva torcida organizada, e será aplicada pelo prazo mínimo de dois jogos e prazo máximo de três meses, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, principalmente a responsabilização individual do integrante que participou do fato que deu origem à aplicação da medida. Caso haja descumprimento dessa medida por torcedor vinculado à torcida banida e que seja surpreendido ingressando ou dentro do estádio pelo Gepe, a contagem do prazo de banimento será reiniciada a partir desta data, gato que será formalmente comunicado pelo Gepe ao Ministério Público, à Suderj, à FTORJ, acompanhado de prova documental do descumprimento da medida.- Caso não seja suficiente a suspensão da torcida organizada pelo período máximo de três meses em razão da gravidade da conduta, o Ministério Público deverá ajuizar ação civil pública para o banimento da torcida organizada pelo período de até três anos, nos termos do artigo 39 – A da Lei nº 10.671/03. Suderj, Gepe, FTORJ, qualquer torcida ou torcedor individual e qualquer representante da sociedade civil poderão apresentar representação ao MP para que, se for o caso, instaure-se inquérito civil e ajuíze-se ação civil pública em face de uma torcida organizada, que será responsável pela defesa da associação e de cada membro cadastrado, nos termos do artigo 39 – A da Leia nº 10.671/03. (Portal Globo Esporte/SP – 13/06/2011)
Correntistas de Itaú, Caixa e Bradesco tiveram problemas nas últimas duas semanas provocados por falhas no sistema de tecnologia. Há duas semanas, milhares de clientes do Itaú, maior banco privado brasileiro, tomaram um susto. Sem razão aparente, os saldos de suas contas correntes sumiram. Dez dias atrás, correntistas da Caixa Econômica Federal, quarto maior banco do País, não conseguiram fazer saques nem usar cartões durante dois dias. Em ao menos duas madrugadas no meio da semana passada foi a vez de clientes do Bradesco, terceiro maior do setor, não poderem efetuar pagamentos com os cartões.Esses "minibugs" têm sido cada vez mais frequentes, apesar do investimento das instituições financeiras em tecnologia. No ano passado foram R$ 22 bilhões, 15% a mais que em 2009. O consumidor não se impressiona com esses bilhões. Quer seu dinheiro seguro. Insatisfeito, parte cada vez mais para reclamações nos órgãos responsáveis.Segundo o Procon de São Paulo, a quantidade de queixas em dois itens ligados ao uso da tecnologia (transação eletrônica não reconhecida e falha bancária em transações eletrônicas) cresceu 10% no primeiro trimestre ante igual período do ano passado. Em relação ao último trimestre de 2010, a alta foi de 9%.Foram 552 reclamações nos três primeiros meses de 2011, ante 496 e 507 dos períodos anteriores. As queixas de clientes no Banco Central (BC) também são pequenas em números totais, mas crescem em proporção até maior que as do Procon-SP.As chamadas reclamações procedentes (demandas em que se constatou descumprimento de regras do Conselho Monetário Nacional ou do BC) saíram de 371 em janeiro de 2010 para 792 em março deste ano, alta de 113%. Em abril, foram 602 queixas. O ranking do BC inclui débitos não autorizados, cobrança irregular de tarifas e segurança dos meios usados pelo cliente.São números relativamente baixos em relação às 141 milhões de contas correntes no País. No entanto, a supervisora do Procon-SP, Renata Reis, pondera que os clientes têm vários canais para se queixar, como a Justiça e o BC. "Se pensarmos de maneira mais ampla, podemos dizer que recebemos até queixas demais", diz. Em 2010, dois dos três primeiros colocados no ranking de reclamações do Procon foram bancos: Itaú na segunda posição e Bradesco na terceira.Além disso, na era da internet, os danos para as instituições financeiras são medidos por parâmetros não tradicionais. No dia em que os problemas do Itaú apareceram, por exemplo, o nome do banco ficou entre os chamados trend topics do twitter. Ou seja, foi um dos assuntos mais comentados no mundo virtual, com repercussões negativas para a imagem do banco.A julgar pela opinião do diretor para serviços financeiros da empresa de tecnologia Logica, Paulo Martins, os brasileiros devem se preparar para mais "minibugs". Ele diz que o sistema bancário brasileiro tem duas restrições estruturais na área tecnológica. A primeira é que foram criados de forma "picada", por várias empresas diferentes. Ou seja, há muitas linguagens se comunicando ao mesmo tempo por meio de "pontes". Isso, explica Martins, traz vulnerabilidades.O segundo ponto está relacionado ao processo de consolidação do setor nos últimos anos. Fusões e aquisições puseram sob o mesmo guarda-chuva instituições de grande porte e sistemas distintos - casos do Santander/Real e Itaú/Unibanco.Apesar disso, Martins diz que as panes não são aceitáveis. "Embora o sistema bancário brasileiro seja sólido e confiável, esses problemas tecnológicos podem, no limite, resultar até mesmo em risco sistêmico." A Logica é de origem britânica e faturou R$ 9 bilhões em 2010 em todo o mundo. No País, a empresa tem 11 anos e 700 funcionários.A gerente jurídica do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Maria Elisa Novais, cobra ações mais firmes do BC contra instituições que apresentam problemas. "Os bancos deveriam devolver em dobro o que eventualmente sumir da conta do cliente", diz. "Eles têm de sofrer penalidades no bolso."Em nota, o BC afirma que "dentro de suas atribuições legais supervisiona as instituições para garantir a estabilidade do sistema financeiro". Nesse contexto, diz que "um dos pontos verificados é a capacidade de a instituição corrigir o mais brevemente possível eventuais falhas operacionais, bem como de mitigar com agilidade os seus efeitos". (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 13/06/2011)
Bancos de São Bernardo têm 170 dias para se adequarem à legislação ou pagarão multa de R$ 2,5 mil. As agências bancárias, instituições financeiras e agências dos correios de São Bernardo têm cerca de 170 dias para se adaptarem à uma nova legislação da cidade. O prefeito Luiz Marinho sancionou a Lei 33/2011 que determina que as companhias terão que instalar câmeras de segurança em toda a parte externa dos prédios. O descumprimento da norma acarretará em multa de R$ 2,5 mil.De acordo com o vereador responsável pela iniciativa, Admir Ferro, o objetivo da norma é diminuir o número de assaltos conhecidos como saidinhas, quando o bandido rouba a vítima na saída do banco. “Esperamos diminuir expressivamente as ocorrências e se o assalto acontecer usar as imagens para identificação”, disse o vereador que também afirmou ainda não saber ao certo de que maneira a fiscalização dos equipamentos funcionará.Para o especialista em segurança Guaracy Mingardi a ideia é positiva, no entanto, pode ser melhorada com ações conjuntas. “O projeto é bom, mas as imagens não podem ficar só com as empresas. O ideal seria que as câmeras fossem vinculadas ao sistema de monitoramento da prefeitura. Desta maneira a identificação de suspeitos seria feita com mais facilidade pela polícia”, explicou o pesquisador criminal.O delegado de polícia assistente do Serviço de Investigações Gerais (SIG) da delegacia seccional de São Bernardo, André Santos Legnaioli, afirmou ao BOM DIA que todos os investimentos feitos para aumentar a segurança são válidos, mas que há questões que devem ser melhoradas. “É preciso que haja agilidade na disponibilização das imagens para polícia. Atualmente, quando requisitamos as gravações aos bancos após uma ocorrência temos um retorno muito lento. O pedido passa por várias instâncias da empresa e chega até o dia seguinte. O ideal seria receber rapidamente e pouco tempo depois das ações.”Segundo o delegado, a demora para liberar os vídeos dos circuitos atrasam as investigações . “Raramente recebemos de imediato. As gravações contêm detalhes que nos ajudam a identificar indivíduos ou veículos usados nas ações. Se demoramos para receber perdemos o tempo de algumas informações.” Proibição A cidade de São Caetano está prestes a sancionar lei com intuito de coibir as saidinhas. Um projeto de lei do vereador Flavio Rston foi aprovado no dia 7 de junho e só aguarda autorização do prefeito para começar a valer. A lei proíbe a utilização de telefone celular ou equipamento similar no interior dos estabelecimentos bancários e instituições financeiras.De acordo com Guaracy Mingardi, especialista criminal, a medida não será eficiente. “Não vai adiantar nada. O bandido vai utilizar, como já o faz, de gestos para praticar as ações. Além disso, vai deslocar o vigilante para fiscalização e isso é desnecessário.” (Portal Rede Bom Dia/SP – 16/06/2011)
O Departamento Estadual de Infraestrutura de Santa Catarina (Deinfra) assinou contrato de cerca de R$ 800 mil com a TecVoz para a implementação de um sistema de segurança eletrônica em áreas de risco de enchente em Blumenau – no Vale do Itajaí, a 139 quilômetros de Florianópolis.O objetivo é prevenir danos e orientar a população em caso de desastres naturais, monitorando o nível dos rios e das barragens.“Pela internet, qualquer pessoa pode visualizar alguns indicadores”, explica Leonardo Vitulli, gerente de marketing da TecVoz.Nos links relacionados abaixo, você acessa a página no site do Deinfra com o monitoramento, atualizado a cada 30 minutos, em três pontos da região. Enxurradas em fevereiro Em fevereiro desse ano, fortes chuvas deixaram 82 municípios catarinenses em situação de emergência.As enxurradas afetaram diretamente 6.976 residências e 860.828 pessoas em todo o estado. Em Blumenau, 12 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas. Foram 328 habitantes desalojados ou desabrigados.Foram registrados 72 deslizamentos de terra e 45 pontos de alagamento no período. À época, a prefeitura calculou os gastos das obras de recuperação em R$ 3,4 milhões. Esforço de prevenção Além de câmeras Speed Dome 30x, implantadas pela TecVoz, fazem parte do sistema a medição via satélite do volume nos reservatórios – o novo modelo permite que o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) controle e acione a abertura de comportas através da internet.O projeto de monitoramento e acionamento das barragens via satélite foi desenvolvido pela Eletrek, em parceira com a ASP Segurança Eletrônica, distribuidora da TecVoz, localizada em Blumenau.Um software específico foi desenvolvido pela TecVoz para atender ao projeto. De olho nas comportas “Pelo sistema informatizado, é possível dar autonomia ao governador do estado de Santa Catarina, diretor da Defesa Civil, ou qualquer pessoa subordinada, para abrir ou fechar, se necessário, as comportas”, explica Vitulli.Também foram utilizados no projeto outros componentes da empresa como câmeras profissionais. As imagens são transmitidas ao satélite pelo DVR e direcionadas ao centro de monitoramento do Deinfra, sediado na capital do estado.“É um trabalho pioneiro em todo Brasil e já chamou a atenção da Defesa Civil de diversos estados”, observa Sandro Schimitt, diretor da ASP Segurança Eletrônica. Chance de expansão Já há projetos de expansão do sistema para outras barragens e monitoramento situados nos ribeirões da cidade de Blumenau. “O modelo é hoje uma ferramenta importante que ajuda a defesa civil a tomar as medidas necessárias”, completa Vitulli.Fundada em 1999, a TecVoz iniciou atividades no mercado de CFTV – Circuito Fechado de TV – em 2002. No ano passado, o faturamento da empresa, especializada em armazenamento, transmissão e captação de imagem e voz via rede ou internet, teve alta de 30% na comparação com o ano anterior.A TecVoz não revela o valor nominal do faturamento. A empresa diz ter hoje 140 mil clientes.No ano passado, o faturamento da empresa – cujo valor nominal não é revelado – teve alta de 30% sobre 2009. Para 2011, a previsão é manter o mesmo índice de crescimento. (Portal Baguete/SC – 16/06/2011)
Barra Bonita - A direção do Hospital e Maternidade São José, em Barra Bonita (68 quilômetros de Bauru), estuda a possibilidade de instalar câmeras de áudio e vídeo na recepção da entidade com objetivo de monitorar a qualidade do atendimento e fiscalizar o tempo de espera – principais alvos de reclamação dos usuários.A ideia foi apresentada pela diretoria do hospital ao presidente da Câmara, José Jairo Meschiato (PRB), e aos vereadores Marcos Oliveira dos Santos (PP) e Edson Souza de Jesus (PRP) em reunião realizada na semana passada, motivada pela apresentação de Moção de Apelo por Souza na sessão ordinária do último dia 6.No documento, o parlamentar pedia intervenção da prefeitura junto à administração do hospital para contratação de profissional com curso humanitário para atendimento. Na justificativa, ele relatou casos em que pacientes sofreram constrangimentos durante a triagem realizada na portaria. Em seu discurso na tribuna, o legislador sugeriu a suspensão do repasse mensal de R$ 265 mil ao hospital caso o problema não fosse resolvido.A diretoria do São José estima em R$ 1,5 mil o custo para a compra dos equipamentos, porém estuda medidas para arrecadar o valor, uma vez que as finanças atuais estão comprometidas. Segundo dados da administração, cerca de 30% dos atendimentos do Pronto-Socorro são efetuados para as mesmas pessoas.Para desafogar as quatro mil consultas mensais, a aposta é a descentralização do serviço. “Temos que conscientizar a população para procurar atendimento nos postos de saúde ao invés do pronto-socorro, que deve ser utilizado apenas nos casos de urgência e emergência”, afirma o presidente do São José, José Alves. Ele também diz que o hospital está próximo de contratar assistente social para trabalhar na portaria. (Portal Jornal da Cidade de Bauru/16/06/2011)
Sensor de presença dispara alarme quando há uma entrada não autorizada; até julho, todas as escolas do município deverão contar como equipamento. Até 15 de julho, todas as 109 escolas municipais de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, estarão com sistema eletrônico de segurança. O sistema foi implantado pra tentar reduzir a violência nas escolas. Ano passado, a média era de doze arrombamentos por mês. Os ladrões levavam eletrodomésticos, TVs, computadores. Uma única escola foi assaltada sete vezes.A atual sede da escola Nossa Senhora Aparecida, na comunidade de Comportas, foi inaugurada há três meses. 415 alunos estudam lá. A instalação dos sensores de presença começou a ser feita há quinze dias e os equipamentos já estão funcionando – os alunos aprovaram.Agora, a escola vai poder receber equipamentos nos laboratórios. “Pra gente poder fazer o trabalho pedagógico com qualidade, utilizando os equipamentos”, conta a gestora da escola, Madhava Hari. Seis salas estão com sensores que disparam o alarme diante de qualquer presença não-autorizada.Quarenta guardas municipais foram treinados para agir nos casos de arrombamento. “A guarda municipal vai detê-los e levar à autoridade competente para ele responder pelo dano que tenha causado ao patrimônio público”, explica o inspetor Carlos Júnior. O tempo de resposta é dez minutos.O secretário de Desenvolvimento Social Francisco Amorim diz que considera a ação como investimento. “Vamos chegar no final de um ano com o valor de R$ 300 mil, onde dividimos isso para 110 escolas, equivale a R$ 3 mil por unidade de ensino. Quando dividimos por mês, dá R$ 250 por mês, que não é sequer um único equipamento que possa ser levado”, compara. (Portal JC Net/SP- 16/06/2011)
A Itautec desenvolveu um modelo de caixa eletrônico que utiliza a tecnologia 3D para a interação do usuário. A ideia é que os clientes dos bancos possam fazer suas operações em um ambiente mais seguro, além de ajudar a diminuir os custos operacionais das instituições. Segundo Mário Anseloni, presidente da empresa, o aparelho ainda é um conceito para testes, mas não demoraria mais de um ano para entrar no mercado quando acordos fossem fechados.Com o novo software, apenas o cliente que esteja em frente ao ATM (terminais de auto-atendimento) vai conseguir enxergar o que se passa na tela. Isso impediria alguns casos de fraude em agências bancárias, como a filmagem das operações e a observação de informações do consumidor por terceiros. Francimara Viotti, gerente executiva de segurança do Banco do Brasil, explica que a presença de elementos estranhos no próprio ambiente dos bancos é um dos grandes motivos de fraudes no setor financeiro.Além da segurança, o presidente da Itautec acredita que a eficiência também seria melhorada. Isso porque um dos maiores custos na produção e manutenção dos caixas eletrônicos é causado pelo cofre da máquina. Com a versão 3D, o intento é que vários aparelhos sejam ligados a um mesmo local, onde o dinheiro ficaria isolado. Assim, problemas como os recentes ataques de criminosos a ATMs seriam minimizados, e o preço de cada terminal caíria. "O espaço da agência também seria otimizado", afirma Anseloni. Um só ambiente poderia contar com um número maior de caixas. Segundo o gestor da companhia, essa tecnologia foi totalmente pensada e organizada no Brasil. Por causa do pioneirismo, ele acredita que em breve alguns bancos já comecem a utilizar o produto. "Um grande banco brasileiro se interessou muito, e pediu a máquina para segunda-feira", diz, sem revelar o nome da instituição. A máquina pode ser vista no Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (Ciab), realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em São Paulo. (Jornal Valor Econômico/SP – 16/06/2011)
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), anunciou hoje que a comissão para estudar propostas relacionadas aos profissionais das áreas de segurança será instalada na próxima semana. ainda não há uma data definida.Uma das propostas a ser analisada é a PEC 300 que cria um piso nacional para policiais e bombeiros nos Estados. O presidente da comissão especial será o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que terá três meses para elaborar um relatório.A criação da comissão foi determinada por Maia e atende aos interesses do governo federal, que quer esvaziar a Câmara até o fim do mês para evitar a votação de uma agenda considerada “espinhosa”, que além da PEC 300, inclui a regulamentação dos gastos com saúde definidos pela chamada emenda 29.A decisão de criar a comissão especial irritou a oposição que alega que o tema não necessita mais de discussão, uma vez que a PEC 300 já foi aprovada, em primeiro turno, na Câmara. Antes de seguir para o Senado, no entanto, a proposta precisa ser aprovada sem segundo turno na Câmara. (Jornal Valor Econômico/SP, Brasil- 15/06/2011)
A Prefeitura de Aracaju, através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), não poderá mais utilizar as câmeras de monitoramento para multar motoristas. A decisão é do juiz da 12ª Vara Cível de Aracaju, Marcos Pinto, que acatou uma ação popular impetrada pelo deputado estadual Gilmar Carvalho (PR).A sentença estabelece uma multa de R$ 1 mil por dia para cada multa aplicada pelo município através das câmeras. A punição valerá a partir do momento em que a SMTT for notificada da decisão da Justiça.“Essa decisão é uma vitória da cidadania e uma resposta àqueles que dizem que nós falamos, falamos e não fazemos nada. Alertei várias vezes à prefeitura que essa utilização era ilegal, mas o prefeito Edvaldo Nogueira insistiu no erro e nós fomos à Justiça”, explicou Gilmar Carvalho.Inaugurado em setembro deste ano, o Centro de Inteligência de Transportes de Trânsito (CITT) da Prefeitura de Aracaju funciona no prédio da SMTT. São 12 câmeras instaladas em nos cruzamentos da avenida Ivo do Prado com Barão de Maruim; Beira Mar com avenida Francisco Porto; Tancredo Neves e Murilo Dantas; avenida Hermes Fontes com Barão de Maruim; Gonçalo Rollemberg Leite, Sílvio Teixeira e Tancredo Neves; avenida Augusto Franco com Gonçalo Rollemberg Leite e Desembargador Maynard; além dos entroncamentos da avenida Sílvio Teixeira com Pedro Valadares e rótula do São Conrado, na avenida Heráclito Rollemberg. Todas as 12 unidades conseguem captar imagens em 360° por 24 horas, sem interrupção. (Portal FAXAJU/AL – 15/06/2011)
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