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Clipping Eletrônico ABESE | segunda-feira | 26 | setembro | 2011 | edição 252 |
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Clipping Eletrônico A B E S E 2 5 2
Setor movimentou R$ 2,77 bilhões no país somente em 2010, diz Abese. A venda de segurança eletrônica cresceu em média 13% ao ano, nos últimos dez anos, segundo a Abese (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos e Serviços de Segurança). No Brasil, aproximadamente 88% do consumo destes equipamentos é realizado por estabelecimentos comerciais. Segundo dados da associação, em 2010, o setor movimentou cerca de R$ 2,77 bilhões. E a previsão é de que a área cresça ainda mais até os Jogos Olímpicos de 2016. Diretor do grupo G-Eletro, que prevê um crescimento três vezes maior que o registrado em 2010, Luiz Landini afirma que o aumento nas vendas de sistemas de segurança, como câmeras, não se explica só pela violência, mas pelo desejo das pessoas em sentirem que as “coisas estão sob controle”. - A tecnologia está cada vez mais na vida das pessoas. Não há câmeras apenas em restaurantes, condomínios, mas também dentro de residências. As pessoas podem acompanhar crianças que ficam em casa com empregadas, idosos que recebem cuidados de outras pessoas. Hoje em dia, com qualquer tablet [tipo de computador] você pode ver a imagem que quiser. Orientação Segundo o superintendente da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, não há uma orientação para que os estabelecimentos utilizem câmeras de segurança, mas é certo que, assim como carros com alarmes são menos visados, as câmeras também são uma forma de inibir o crime. (Portal R7/SP – 22/09/2011)
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos (Abese), o mercado brasileiro de segurança eletrônica deverá atingir até o final do ano uma meta de US$ 2 bilhões. Um dos fatores que contribuem para esse crescimento é a intensa procura por câmeras de vigilância. Mas a distribuição destes equipamentos se concentra em algumas regiões do país. Cerca de 53% das câmeras estão no Sudeste, 22% no Sul, 12% no Centro-Oeste, 9% no Nordeste e somente 4% na região Norte. Apesar da desigualdade regional, na última década o setor cresceu no Brasil em um ritmo de 13% ao ano. Os sistemas também ficaram cada vez mais modernos. As câmeras do passado, por exemplo, apenas capturavam imagens. Hoje, os "olhos eletrônicos" auxiliam os gravadores com o armazenamento de dados, realizam análises sobre a imagem em tempo real e podem enviar notificações e configurações de como deverão ser transmitidas e gravadas essas imagens. As câmeras atuais possuem detecção de movimento integrado, mecanismos inteligentes para detecção de áudio, rastreamento de pessoas ou veículos e contagem, utilizando os algoritmos e protocolos de segurança de rede avançados. Os equipamentos modernos, ainda são capazes de funcionar como um servidor de imagens, gravando-as localmente (através de um cartão SD ou usando HD em estado sólido) e processando análises complexas para envio à central de monitoramento. Além disso, permitem a obtenção das imagens em alta resolução, com métodos de compressão para permitir o tráfego dessas informações sem impactar a rede das empresas. Até 2014 espera-se que o uso das câmeras de monitoramento eletrônico seja duplicado, com o objetivo de reforçar a segurança no país com a aproximação dos grandes eventos esportivos. Além dos estádios, os hotéis, prédios públicos e ruas devem ter maior controle. Só em São Paulo, que hoje conta com mais de um milhão de câmeras, o equivalente a uma para cada 10 habitantes, nos próximos três anos terá uma câmera para cada cinco habitantes, segundo estimativas da Abese. (Revista Segurança e Cia/SP – 19/09/2011)
O Ministério do Esporte anunciou na última terça-feira que a Johnson Controls venceu a licitação para fornecer o projeto, a instalação e a integração de sistemas de segurança para 12 estádios brasileiros, dos quais dois serão usados na Copa do Mundo de 2014. O contrato é de US$ 29 milhões (cerca de R$ 50 milhões) e inclui projeto, fornecimento e implementação de controle de acesso de massa - assim será possível impedir a entrada de torcedores de má conduta ou com restrições policiais -, sistemas de monitoramento por câmeras em tempo real, sistemas de bilhetagem eletrônica e comunicação em rede. A empresa informa que o projeto e a instalação serão concluídos em cerca de aproximadamente um ano. Além disso, assegura que os sistemas de segurança e os conceitos aplicados estão de acordo com as exigências da Fifa no quesito segurança em estádios para o Mundial de 2014. (Portal Lancepress/SP – 21/09/2011)
Especialista afirma que tecnologias avançam e bandidos tentam vencer os obstáculos. Não existe um levantamento específico da polícia sobre o assunto, mas em todos os crimes que atingiram repercussão na imprensa neste ano em São Paulo as imagens produzidas por elas acabaram sendo usadas em algum momento das investigações. O crescimento da importância delas foi tão grande que, segundo o delegado geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro, as câmeras de segurança representam hoje o primeiro passo para solucionar os crimes. - Com a evolução da sociedade, o crime também vai evoluindo e a polícia precisa se valer de novas tecnologias, que antigamente eram mais caras e ruins, comparadas com as de hoje. Mas elas [as câmeras] são hoje o primeiro passo para solução [dos crimes]. Em Londres, por exemplo, o policial acompanha as ações pelas câmeras e faz até cidadão pegar a bituca de cigarro que ele jogou no chão. Há dez anos, mercado de segurança cresce 13% Para Carneiro, as câmeras têm duas funções na segurança: inibir o crime e ajudar a identificar o bandido.
- Recentemente, vários criminosos foram identificados com a ajuda
destes equipamentos. Nesses casos que aconteceram há pouco tempo, de
roubos a restaurantes em São Paulo, vários [bandidos] foram
identificados, inclusive pelas roupas usadas no dia do crime. Teve
um latrocínio, por exemplo, em Praia Grande, em que câmeras
de segurança mostraram tudo que aconteceu. Tentativa de defesa De acordo com o professor de Direito Criminal da PUC-SP (Pontifícia Universidade de São Paulo), Christiano Jorge Santos, o uso das câmeras de segurança deve crescer ainda mais nos próximos anos porque esses equipamentos são a forma que o cidadão encontrou para se "defender” dos crimes mais comuns (furtos e roubos). Porém, segundo ele, para que essas câmeras ajudem efetivamente, elas precisam “ser adequadas”. - Se um bandido estiver em frente a um condomínio, claro que ele tenderá a procurar um lugar que esteja menos protegido. A mera colocação da câmera para controle já é alguma coisa. Mas para ajudar nas soluções [investigações da polícia] é preciso considerar a resolução da imagem, se [a câmera] é de boa qualidade, e também se ela grava e envia [as imagens] para um arquivo remoto. Luiz Landini, diretor da empresa de segurança eletrônica G-Eletro, diz que atualmente existem "de câmeras simples de monitoramento" até “cercas virtuais” para casas e condomínios. - A empresa tira uma fotografia do local e o software que usamos desenha uma cerca virtual. Então, quando tem qualquer cruzamento térmico [variação de calor provocada pela passagem de alguém], as câmeras instaladas acompanham toda a ação. Essa tecnologia é geralmente usada em locais de grande extensão. O professor da PUC ressalta que como a popularização de dispositivos de monitoramento por imagem acompanha o aumento da violência, cada vez mais a população do país passará a se sentir monitorada. - Hoje em dia não pode fazer uma careta dentro do elevador porque está sendo filmado. Mas se é para ajudar na segurança, se releva. Tudo deve ser ponderado. O direito a segurança e a privacidade são garantidos pela constituição. Para Santos, porém, a principal discussão relacionada as câmeras de segurança não é a perda da privacidade que elas podem vir a causar, mas sim o fato de esses dispositivos não serem a "chave" para solucionar a criminalidade. Segundo ele, é preciso seriedade na segurança pública para melhorar as condições em que vive a sociedade brasileira. - É preciso mudar a legislação, ter maiores investimentos na área, melhorar a qualidade do policiamento, dar mais liberdade de ação para policiais honestos e limpar os corruptos. (Portal R7/SP – 22/09/2011)
Quadro do sistema prisional deverá ser ampliado para que o procedimento seja ainda mais eficaz. Segundo a representante da Procuradoria-Geral do Estado Marilda Watanabe de Mendonça, o uso de tornozeleiras eletrônicas durante as saídas temporárias de presos vem sendo uma experiência muito bem sucedida. Segundo ela, os índices de evasão têm sido irrisórios. O monitoramento em São Paulo foi implantado após a aprovação da Lei 12.906/2008, de autoria do deputado Baleia Rossi (PMDB), e visa ao controle de condenados que gozam de benefícios como saída temporária (conhecida popularmente como indulto de Natal, Páscoa etc.), regime aberto (quando o preso trabalha fora da penitenciária e só se recolhe à noite) ou prisão domiciliar. Entretanto, com as recentes reformas no Código de Processo Penal, o monitoramento eletrônico vai passar a ser também uma alternativa à prisão preventiva, assim que o procedimento seja regulamentado pelo Ministério da Justiça. Audiência Para discutir a regulamentação do monitoramento eletrônico de indiciados que, por não apresentarem perigo à sociedade, não precisam permanecer presos durante o curso do julgamento, o deputado Fernando Capez (PSDB) organizou a audiência Monitoramento Eletrônico de Presos no Estado de São Paulo, que contou com a presença do ouvidor do Sistema Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, Marcelo Schmidt. O ouvidor explicou que a regulamentação da matéria, ainda em estudo, será feita por meio de decreto da presidência da República, e deve tomar como base a experiência dos Estados Unidos e de países da Europa, que é fundamentada em programas locais. "Não pretendemos ultrapassar os limites do pacto federativo. Queremos um plano nacional capaz de induzir os modelos locais, não limitar essas experiências". Tiro curto Para Schmidt, a tecnologia de monitoramento eletrônico é uma ferramenta que, sozinha, não vai permitir a revolução pretendida no > sistema prisional, possibilitando a drástica redução do problema da superlotação " cerca de 40% dos encarcerados não têm condenação transitada em julgado. Segundo ele, deve ser criada uma nova carreira de servidores públicos baseada no Departamento de Reintegração Social de Portugal, ou nos probation officers norte-americanos, sem a qual o monitoramento será inócuo. O advogado Paulo José Moraes, da Comissão de Monitoramento Eletrônico da OAB-SP, ressaltou que o monitoramento tem de ser acompanhado de perto por um órgão do Estado que se mostre presente sempre que houver uma violação das condições impostas ao indiciado, caso contrário aumentará ainda mais a sensação de impunidade presente na sociedade. Havendo essa resposta rápida, o sistema ajudará inclusive a fazer cumprir medidas de restrição como as impostas em caso de violência doméstica, prevenindo a ocorrência de novos delitos. "Hoje, as polícias não dão conta desse acompanhamento, e a criação de uma nova estrutura será cara. Temos de pensar de onde vai sair esse dinheiro". O promotor de Justiça César Dario Mariano da Silva ressaltou que a liberdade monitorada somente poderá ser aplicada como alternativa à prisão preventiva em pequeno número de delitos, já estaria restrita aos crimes passíveis de privação de liberdade cometidos sem violência, o que representaria menos de 1% da população carcerária. "Não podemos conceber uma vítima fazendo o reconhecimento de seu assaltante sabendo que ele está solto, monitorado ou não", explicou. Luiz Henrique Dal Poz, também promotor de Justiça, comentou o esforço que São Paulo já vem fazendo para dar efetividade ao futuro provimento. "Se um juiz decreta a liberdade com monitoramento e houver descumprimento das restrições, nenhum delegado de polícia poderá contrariar essa ordem determinando a detenção do acusado somente com outra ordem judicial". Nesse sentido, Dal Poz explicou as tratativas entre o Judiciário paulista e a Secretaria de Segurança para a implementação de um plantão judiciário interligado em rede com os distritos policiais. Direitos do preso O defensor público Patrick Lemos Cacicedo, coordenador do Núcleo da Situação Carcerária, relatou vários casos de falhas nas tornozeleiras que levaram à aplicação de medidas disciplinares nos presos, como se houvesse ocorrido falta grave. "Houve casos de regressão de regime", explicou. Segundo ele, o uso da tornozeleira pode causar violação da dignidade e da intimidade dos acusados, direitos preservados constitucionalmente a todos, inclusive aos condenados. "Esse constrangimento é ainda mais grave na prisão provisória, pois os réus gozam do estado de inocência", argumentou. Ele foi acompanhado no raciocínio pela advogada Eliane Stefani, da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Campinas. Também se manifestaram durante a audiência o delegado Waldomiro Milanesi, chefe da Divisão de Capturas da Polícia Civil, e representantes de empresas de monitoramento eletrônico que se preparam para as futuras licitações. (Portal Observatório de Segurança Pública/SP – 20/09/2011)
O município solicitou verba de R$ 710,2 mil para implantar moderno sistema de monitoramento eletrônico na cidade. A prefeitura, por meio da Secretária Municipal de Segurança, pleiteia junto ao Ministério do Planejamento verba de R$ 710,2 mil – com contrapartida de R$ 14,5 mil – para implantar moderno sistema de monitoramento eletrônico na cidade. O cadastro do município já foi aceito no Siconv (portal dos convênios do governo federal). O governo federal vai liberar R$ 31 milhões para projetos de monitoramento eletrônico em todo o país. O secretário de Segurança, capitão da PM Marcos Luiz Tuckmantel, aguarda resposta do Ministério do Planejamento, que deve sair em até um mês, acredita o policial. “Se formos contemplados, teremos um ano para executar a implantação do monitoramento eletrônico”, acrescenta Tuckumantel. Esses “olhos eletrônicos” seriam instalados na Zona comercial e bancária, no centro, nas principais entradas e saídas e em hotspot (pontos quentes) da cidade. O distrito de Martinho Prado Júnior e as Chácaras Alvorada também receberiam duas câmeras. REGIÃO CENTRAL A região central da cidade está sem monitoramento eletrônico desde julho de 2010, quando o sistema foi desativado pela Acimg (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu), que geria o sistema. As câmeras foram desativadas, primeiro, por falta de recursos, e também porque não competia à Acimg desenvolver esse trabalho, cuja atribuição é competência do poder público, conforme o próprio Marcos Luiz Tuckumantel. A Acimg informa que todas as câmeras fixas já foram retiradas de seus pontos, mas as seis speed dome ainda permanecem nos postes. Elas foram cedidas à Prefeitura. “Algumas delas podem, sim, ser aproveitadas”, adianta o secretário de Segurança. “Há tempos estamos tentando implantar o sistema de monitoramento por câmeras na cidade, mas sempre esbarramos na falta de recursos”, revelou. Dados estatísticos revelam que os olhos eletrônicos podem reduzir pela metade os índices de criminalidade nas áreas contempladas. “Porque as câmeras inibem a ação de bandidos, uma vez que sua ação criminosa é flagrada por elas”, observa Tuckumantel. (Jornal Gazeta Guaçuana/SP – 20/09/2011)
Depois do acidente, a empresa que administra a Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, estuda mudar as regras de segurança em caso de neblina. O acidente gigantesco na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, levou a concessionária que administra a estrada a estudar mudanças nos procedimentos de segurança. A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil percorreu a estrada e ouviu testemunhas do acidente. São relatos emocionantes e arrepiantes de quem escapou da morte por poucos segundos. A equipe de reportagem procurou policiais rodoviários e especialistas em trânsito para saber o que essas pessoas fizeram de certo e também ouviu da concessionária da estrada promessas de melhoria na segurança. A falta de respeito à sinalização e o excesso de velocidade são as principais ameaças nas estradas. Quando alguém passa dos limites, um acidente pode ser o resultado. Mas outra ameaça apareceu na última quinta-feira (15) e parou no ar, no caminho entre o litoral e São Paulo: a neblina. Difícil acreditar que pai e filho que viajavam em um carro escaparam ilesos segundos antes de o veículo ser atingido. “Foi muito rápido. Eu parei atrás do caminhão. Deixei celular, deixei documento, deixei tudo lá. Não quis saber de nada. Parecia que estava antecipando que ia bater mesmo”, contou o microempresário Marcelo Pinheiro Costa. “Deu tempo só de ir para o acostamento. Todas as pessoas simplesmente passavam e tiravam fotos da gente. Eles não acreditavam que aquele carro era nosso”, comentou o aposentado Antonio Augusto Costa. Segundo a Polícia Rodoviária, eles fizeram tudo certo. “Em situação de neblina, o aconselhado é que, se parar, sinalize o local, ligue o pisca alerta, use triângulo de segurança e procure um local seguro às margens da rodovia. Quanto mais distante ele permanecer, distante da região de asfalto da faixa de rolamento e acostamento, melhor para a vida dele”, orienta o tenente César Hernandes Rossignolo, da Polícia Rodoviária Estadual. O dono de um carro tinha sido avisado sobre a neblina pelo filho, que viajou antes de acontecer o acidente. “Ele me ligou quando chegou a São Paulo no hospital dele de plantão e falou: ‘Pai, depois do último túnel não se enxerga de 10 a 15 metros”, contou o médico Miguel Naveira. Em baixa velocidade, o médico Miguel Naveira conseguiu parar sem bater. Ele passou, então, a salvar vidas com material da primeira ambulância que chegou ao local. “Abriram a ambulância e falaram: ‘O senhor pode se servir?’. Eu peguei as ataduras, fui colocando nos bolsos e fomos atendendo com as talas. No atendimento pude verificar o estado físico e acalmar 25 pessoas. Com atendimento de mobilização, curativo e prestar socorro até a ambulância, foram 12 pessoas que eu encaminhei à ambulância”, lembrou o médico Miguel Naveira. Dois professores levavam 36 crianças para um projeto de educação na estrada. A primeira aula foi no meio do engavetamento: como manter a calma. “Quando a gente olhou a cortina, já tinha caminhão batendo do lado. Foi uma batida atrás, uma batida na lateral e outra batida atrás. Foram três batidas meio que sequenciais”, contou o professor Alan Franco. A professora começou a cantar com as crianças. A música era para que elas não se impressionassem com tantos feridos. “As músicas de Natal foram porque elas estão começando a ensaiar para a festa natalina. Eu consegui que elas tirassem o foco daquela realidade, porque atrás da imagem, em que apareço cantando com as crianças, tinha um monte de vítimas sendo atendidas”, disse a professora Caroline Barbosa. O trecho de serra da Rodovia dos Imigrantes tem cerca de 20 quilômetros. A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil percorreu um caminho e só quase no topo da serra encontrou o primeiro alerta para neblina, bem perto do local onde aconteceu o engavetamento. Para especialistas, as placas devem estar em vários trechos da estrada, com ou sem neblina. Segundo eles, os motoristas aceleram mais na subida do que na descida. “Na Imigrantes, nós temos a descida feita pelo policial rodoviário quando há neblina fazendo o comboio. Na subida, nós não temos essa mesma conduta”, aponta Dirceu Rodrigues Alves, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). Segundo a concessionária que administra a estrada, naquele dia havia sinalização eletrônica de neblina. Ela é acionada pela central de monitoramento, quando a estação meteorológica avisa que a visibilidade é menor que cem metros. Para a empresa, a mudança nas condições climáticas e o acidente mostraram que é preciso aperfeiçoar os critérios de segurança na rodovia. “Nós vamos ampliar nosso monitoramento e colocar viaturas ao longo do trecho, principalmente nesses trechos de subida. Vamos estudar em conjunto com a Polícia Rodoviária outras medidas, inclusive com eventual comboio, no sentido subida ou até um fechamento da rodovia em condições adversas”, afirmou José Carlos Cassaniga, superintendente da Ecovias. Algumas dicas se você pegar neblina na estrada: nunca use o farol alto e nunca ligue o pisca alerta enquanto estiver com o carro em movimento na estrada. O especialista também destacou que é preciso aperfeiçoar a formação dos motoristas, que deveriam aprender a dirigir com neblina, com chuva e em outras condições adversas. Só muito recentemente as aulas de direção à noite passaram a ser obrigatórias, mas é muito pouco. (Portal G1/SP – 19/09/2011)
Equipamento consegue iluminar objetos em até 15m de distância da câmera durante o dia e a noite. A Samsung Techwin, fornecedora de produtos para segurança eletrônica e vigilância, acaba de lançar no Brasil a SNV-5080R, câmera IP domo resistente a vandalismo com LEDs IV (infravermelho) integrados. Segundo a companhia, o lançamento possui compactação H.264 e saída em HD de megapixel (720p), recurso HLC (High Light Compensation) e consegue iluminar objetos em até 15m de distância da câmera, oferecendo imagens de alta resolução com pouco consumo da banda de rede, tanto durante o dia quanto a noite. A nova câmera possui resolução de 1.3 M (1280 x 1024), suporte para exibição em HD (720p), lente varifocal motorizada de 3 ~ 8,5 mm (2,8x), vários codecs H.264/MJPEG/MPEG-4, IP66, SSDR, SSNRIII, PoE e suporte para saída BNC. Alojada em uma carcaça robusta resistente a vandalismo e à prova de intempéries conforme o padrão IP66, a SNV-5080R é própria para instalação em ambientes internos e externos. “Estamos muito animados com o lançamento deste produto, a conveniência de ter uma lente varifocal motorizada torna a instalação fácil e conveniente”, disse o gerente de produto da Samsung Techwin, Michael Bolotine. (Revista IP/SP – 23/09/2011)
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