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Clipping Eletrônico A B E S E | quarta-feira | 29 | junho | 2011 | edição 239 |
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Clipping Eletrônico A B E S E 2 3 9
Evento contou com inúmeras novidades hi-tech e reafirmou sua posição como vitrine. tecnológica do setor na América LatinaA 14ª Feira Internacional de Segurança (Exposec) superou as expectativas mais uma vez. O evento, que foi marcado por grandes lançamentos tecnológicos, congressos, palestras e serviços, aconteceu entre os dias 24 e 26 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, com a participação de mais de 34 mil visitantes, ultrapassando o número previsto. O crescimento já traz reflexos na próxima edição, que contará com aumento de 30% e já tem data marcada para o próximo ano, de 08 e 10 de maio de 2012.Realizada pela ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) e organizada pelo Grupo CIPA, a Exposec foi palco de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica, como o controlador de presença de alunos, que avisa aos pais ou responsável a data e o horário em que o estudante entrou e saiu da escola, seja por e-mail ou SMS; o pen drive biométrico, que evita que as informações contidas no equipamento sejam acessadas por pessoas não autorizadas; o portão Contatto que pode ser aberto ou fechado por meio de uma ligação telefônica.“Essa edição foi além das expectativas em termos de público e novidades. A cada ano a Exposec se reafirma no mercado como principal vitrine do segmento, além de ser uma oportunidade única para a troca de informações, discutir temas relevantes, novas tendências e direcionamentos desse mercado”, ressalta Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE. De acordo com Progianti, as oportunidades de negócios estão mais aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de crimes e suspeitos, além do momento aquecido por causa da demanda gerada pela realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País.Com mais de 600 expositores, a feira movimentou aproximadamente R$ 170 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas de mais de 28 países. “O evento comprovou que o mercado está aquecido e mostrou também que o público está interessado em inovações. Para o ano que vem, já ampliamos o espaço em 30%, onde certamente esperamos resultados ainda melhores”, conclui.Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2010 com um crescimento de 12%, registrando um faturamento de US$ 1,680 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 10 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos. No País, há hoje mais de 700 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. (Jornal A Hora On Line/SP – 28/06/2011)
Nos últimos dez anos, o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente. Em 2010, o setor movimentou a ordem de US$ 1,680 bilhão, com um crescimento de 12% em comparação ao ano anterior. Veja abaixo panorama atualizado do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, elaborado pela ABESE. > No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial. > De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos 3 anos. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 26% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. > Existem no país mais de 12 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos. Segurança eletrônica em números Faturamento de 2006: cerca de US$ 1,026 bilhão Faturamento de 2007: cerca de US$ 1,200 bilhão Faturamento de 2008: cerca de US$ 1,400 bilhão Faturamento de 2009: cerca de US$ 1,500 bilhão Faturamento de 2010: cerca de US$ 1,680 bilhão As empresas de segurança eletrônica estão divididas em: 49% revendedores e instaladores 30% monitoradores e integradores 12% distribuidores 9% fabricantes Participação das empresas por categoria (classificação por capital social): 36% individual 33% microempresa 16% pequeno porte 9% médio porte 6% grande porte Representatividade do mercado nacional por regiões: SUDESTE : 53% SUL: 22% CENTRO-OESTE: 12% NORDESTE: 9% NORTE: 4% O mercado de segurança eletrônica cresceu, em média, 13% nos últimos oito anos: 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 15% 19% 20% 12% 6% 10% 6% 14% 15% 13% 7% 12% Principais tecnologias aplicadas em segurança eletrônica e sua participação de mercado: Sistemas de alarmes contra intrusos: 26% Sistemas de circuitos fechados de TV: 40% Sistemas de controle de acesso: 24% Equipamentos detecção e combate a incêndio: 10% Outras tecnologias Sistemas de Proteção Antifurto para produtos Detecção de metais e explosivos Dispositivos de identificação por biometria Rastreamento de veículos, cargas e seres vivos Tendência mundial em segurança eletrônica Sistemas de controle de tráfego em vias públicas e rodovias Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo Sistemas avançados de identificação biométrica Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências) (Portal Guia do CFTV/SP – 28/06/2011)
Expectativa é da Abese que atribui a expansão às novas tecnologias aplicadas em controle, alarmes e câmeras de monitoramento.O mercado brasileiro de segurança eletrônica possivelmente atingirá cerca de US$ 2 bilhões em 2011, segundo dados da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos). De acordo com a associação, o segmento se encontra em um momento interessante, sendo estimulado sobretudo pelas novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones ou tablets. O diretor da Abese, Oswaldo Oggiam, acredita que "com a aproximação de eventos de importância mundial, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o setor de segurança eletrônica sofrerá forte expansão". Segundo o diretor, atualmente o crescimento do setor já acompanha a expansão da tecnologia da informação, observada tanto em segurança doméstica e corporativa, quanto na esfera pública.Circuitos integrados de TV respondem por 40% do mercado e essa participação poderá ser ainda maior com a criação das chamadas cidades digitais, que fazem parte dos planos para os eventos. Hotéis, prédios públicos e ruas também serão importantes alvos da segurança eletrônica. De acordo com a Abese, só em São Paulo, que atualmente possui cerca de 1 milhão de câmeras, a expectativa é duplicar o volume de equipamento em cerca de três anos. (Portal Best Sistemas/SP- 27/06/2011)
Novo centro conta com câmeras de visualização 360º que fiscalizam a circulação de veículos de carga.O governo do estado do Rio de Janeiro anunciou o funcionamento do Centro de Comando e Controle, instalado no Posto Fiscal Nhangapi, em Itatiaia, para intensificar o combate à sonegação fiscal e a fiscalização nas divisas do estado. A central está localizada às margens da Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo e registra um tráfego diário de pelo menos 5 mil caminhões de carga. O novo centro, que desde janeiro passa por testes, conta com 35 câmeras, sendo duas do modelo speed, que permite uma visualização de 360º. Os equipamentos monitoram a circulação de veículos de carga que tentam escapar da fiscalização por estradas vicinais e a entrada de mercadorias ilegais como armas, drogas e produtos piratas.A unidade começou a funcionar no início deste mês e, na primeira semana, um motorista de caminhão já foi flagrado e multado por ocultação de documentação fiscal. De acordo com o subsecretário de estado de governo e coordenador-geral da Operação Barreira Fiscal, Reynaldo Braga, a central multiplica a visão do Poder Público. Em um ano, a operação contribuiu para o aumento da arrecadação estadual em R$ 1,2 bilhão, por meio do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e aplicou mais de R$ 216 milhões em multas por sonegação de impostos.A operação ocorre todos os dias da semana e conta com 130 auditores fiscais, 193 policiais, 145 agentes da secretaria de Governo, além de 50 agentes fazendários. (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 20/06/2011)
As escolas de Ribeirão Preto, cidade do interior paulista localizada a 313 quilômetros da capital bandeirante, começaram a ganhar, na primeira quinzena de junho, catracas eletrônicas para a segurança de alunos e educadores. Os dispositivos, que funcionam através de biometria digital, impedirá o acesso de pessoas alheias à rotina da educação nas instituições de ensino. A medida, anunciada pela Prefeitura de Ribeirão depois do ataque de Realengo, onde um atirador matou 12 alunos em uma escola do Rio de Janeiro, começou pela escola municipal Faustino Jarruche, instituição que possui 500 alunos. O sistema biométrico, que ainda está em fase de ajustes, lê as digitais das crianças, professores e funcionários e o acesso está separado por setores: professores têm circulação irrestrita e alunos só podem passar pelas áreas comuns do estabelecimento, como o pátio, quadras esportivas e refeitórios. A escola é a primeira da rede municipal a receber o sistema, que será implantado ainda neste mês em outras três unidades de ensino. O custo estimado de cada catraca utilizada na rede municipal, segundo informações do mercado, é de R$ 2 mil para cada equipamento. A média de catracas varia de escola para escola, sendo que a média deve ser de cinco unidades por escola."O objetivo é trazer mais segurança para os alunos", ressaltou a prefeita Dárcy Vera (DEM). Vera também salientou que irá "endurecer" as normas da cidade, já rígidas, para garantir a segurança dos alunos. "Os pais podem ficar tranquilos, pois além das medidas de segurança adotadas nas escolas municipais, determinei que não seja permita a entrada de estranhos nas escolas, nem mesmo para divulgação de concursos, eventos ou outros assuntos. Também licitamos a instalação de catracas nas escolas para própria segurança dos alunos", reforçou a prefeita Dárcy Vera. O sistema A prefeita ressaltou, porém, que, mesmo sem as catracas, a cidade possui um sistema de segurança capaz de minimizar as chances de uma tragédia como a que aconteceu no Rio de Janeiro. "Todas as 96 unidades escolares possuem vigias em período integral, inclusive nos fins de semana e feriado. Além desta medida, as escolas contam com a segurança de duas empresas privadas, também de um sistema de trava nos portões de entrada e saída e um rigoroso acompanhamento dos alunos por parte da direção e funcionários na entrada e saída dos alunos", explicou Vera. A prefeita também pediu a colaboração dos professores e diretores da rede municipal de ensino para informar a população sobre as medidas para garantir a segurança dos alunos e educadores que estão sendo tomadas pela administração municipal. "Peço hoje a vocês diretores que tranquilizem os pais quanto à segurança que nossas escolas oferecem aos alunos. Sei que muitos se abalaram com o acontecimento [do Rio de Janeiro] e naturalmente se questionam quanto à segurança de suas crianças. Cabe a vocês explicarem todas as medidas de segurança que sempre aplicamos nas escolas, e mostrar a eles que seus filhos estão seguros. Os pais confiam a nós seu maior tesouro, os filhos, e nós trabalhamos para oferecer o melhor a eles", disse a prefeita. Presença Com a liberação da catraca, a presença do aluno é registrada em um sistema eletrônico. Segundo Diego Rossetto, analista de suporte responsável pelo equipamento, o sistema poderá ser usado no futuro como banco de dados para acessar relatórios com a entrada e saída dos alunos.Já os visitantes precisam apresentar um documento e tirar uma foto digital - que ficará armazenada no banco de dados do colégio - para ter a entrada permitida.Outra vantagem do sistema, garantem os educadores, é o controle automático da presença, o que irá economizar o tempo que os educadores dedicam a essa questão burocrática e possibilitar maior dedicação ao ensino propriamente dito.A secretária de Educação da cidade, Débora Vendramini, no entanto, reconhece que a decisão foi motivada prioritariamente pelo ataque no Rio de Janeiro. Segundo ela, porém, o plano está em discussão desde julho do ano passado e visa preservar alunos, professores e funcionários, e garantir a segurança patrimonial das unidades no município. A prefeitura tem uma rede com 20 mil alunos. Ações Além da instalação de um aparato de segurança que inclui identificação por biometria digital e catracas eletrônicas, a Prefeitura de Ribeirão Preto foi rápida e anunciou uma parceria com entidades da sociedade civil para combater outras formas de violência que ocorrem dentro dos muros escolares. O representante da OAB, André Eduardo Vilela Cury, e a juíza Polyanna Sampaio Candido da Silva, divulgaram que a prefeitura, através da Secretaria Municipal da Educação, firmou uma parceria em que palestrantes da OAB ministraram nas escolas municipais voltadas para questões como o bullying, pedofilia e violência, entre outros assuntos. "Os temas do projeto A OAB vai à Escola serão sugeridos pelos diretores de cada escola, de acordo com a necessidade da comunidade envolvida", explicou Cury. Embora o projeto já exista, ele passa a contar, segundo Cury, com um foco diferente, mais ligado à prevenção de situações como a de Realengo, no Rio de Janeiro. Segundo a secretária da Educação, Débora Vendramini, esta mobilização é importante, pois muitos casos de violência e crimes praticados, como este no Rio de Janeiro, são consequências de atos como bullying. "Devemos ter consciência e parar com esta prática nas escolas", disse. (Joranl DCI/SP – 28/06/2011)
A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) tem investido em segurança para atender todas as escolas na capital e no interior. Mais de 100 unidades da rede possuem segurança eletrônica e outras 35 já recebem o serviço de vigilância armada. A previsão é que este número seja ampliado para 60 escolas em toda a capital.Além destas, em todas as escolas há vigias da própria secretaria que fazem a segurança dos prédios. “Temos também uma parceria com o Batalhão Escolar, que nos dá apoio no policiamento no entorno das escolas. Além disso, disponibilizamos celulares para as rondas da polícia que têm linha direta com os diretores para que sejam notificados os problemas que ocorrerem nas unidades”, explicou Fernando Santa Cruz, coordenador especial de Gestão Administrativa da secretaria.Santa Cruz informou ainda que há um processo de videomonitoramento em andamento para garantir a segurança eletrônica para todo o complexo de escolas que ficam no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (Cepa). “Estamos na fase final do processo para instalar as câmeras”, ressaltou ele. O projeto de videomonitoramento do Cepa contará com a parceria do Batalhão Escolar, que ficará responsável pela central de segurança.No caso da Escola Estadual Professor Eduardo da Mota Trigueiros, no Santo Eduardo, já estava previsto o reforço de segurança da escola. A unidade, que funciona com um vigilante, receberá mais profissionais para cobrir todos os turnos, inclusive nos finais de semana e feriados. A informação é da Coordenadoria Especial de Gestão Administrativa da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Cegad/SEE).Para o secretário de Estado da Educação e do Esporte, Adriano Soares, a questão da segurança deve ser tratada de forma generalizada na rede estadual. “Vamos tratar estas questões administrativamente com a seriedade que cada situação merece. Temos que considerar a Educação como um todo, como uma equipe, como um sistema, uma unidade. Todos nós temos que estar engajados nos desafios e, se trabalharmos juntos, vamos mudar a realidade”, reafirmou ele. (Portal Primeira Edição/SP- 21/06/2011)
Alvo era caixa eletrônico; assaltantes perderam celular durante a fuga.Uma tentativa frustrada de assalto à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) assustou estudantes e moradores de São Carlos. Por isso, a Universidade anunciou que vai desenvolver medidas que possam ampliar e garantir a segurança no campus.Três assaltantes armados renderam vigilantes na madrugada desta segunda-feira (27), por volta das 2h30. O alvo era um caixa eletrônico instalado na área sul do campus. Um dos vigias conseguiu escapar e chamou a polícia.Os bandidos atiraram para o alto e fugiram em um carro pela Rodovia Washington Luís. Um rádio comunicador foi levado e a polícia apreendeu um aparelho celular usado pelos bandidos, esquecido durante a fuga.Em nota, a UFSCar afirma que os assaltantes se assustaram com a queda de uma árvore e fugiram. A Polícia Militar mantém um trabalho constante de averiguações de rotina nos locais onde estão instalados caixas eletrônicos, o que inclui o campus São Carlos da UFSCar. Os suspeitos estão sendo procurados.A segurança no local é um ponto preocupante para estudantes. Por isso, a UFSCar anunciou que uma comissão permanente de segurança, em conjunto com a comunidade universitária, vai desenvolver medidas que possam ampliar e garantir a segurança no campus. (Portal EPTV/SP – 27/06/2011)
Bolsas, celulares, aparelhos eletrônicos, joias e roupas de grife. A onda de arrastões em bares e restaurantes que atingiu ao menos 50 estabelecimentos na Grande São Paulo em 2011, segundo levantamento do Terra, pode ter como motivação objetos de valor usados por seus frequentadores. Segundo o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, portar objetos e altas somas em dinheiro é um chamariz para os marginais. "Hoje todo mundo que está no restaurante tem algo de valor, então é um alvo fácil e o criminoso pega o cidadão em um momento de descontração", disse.Os grupos armados que assaltam estabelecimentos de entretenimento na capital paulista costumam agir no fim da noite ou no início da madrugada, quando o número de clientes é menor mas ainda há um bom número de clientes para roubar, de acordo com os registros de ocorrência. Os criminosos rendem a segurança do lugar e levam todos os objetos dos clientes: carteiras, joias, celulares e o dinheiro, que também é colhido nos caixas dos estabelecimentos. Além dos bares e restaurantes, uma casa noturna também foi alvo enquanto fazia o balanço do faturamento da noite.Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) seccional São Paulo, os bairros mais afetados são os de alta renda e concentração de turistas, como Moema, Pinheiros, Itaim Bibi, Vila Olímpia e Morumbi. "É um desafio, pelos milhares de bares que existem na cidade mas estamos detectando pontos para aumentar o policiamento", disse Ferreira Pinto.Um dos sócios de um restaurante localizado na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, vítima de assalto na terça-feira de Carnaval, critica as declarações do secretário. Para ele, que preferiu não se identificar, a criminalidade é um problema nacional e não atinge apenas quem detém um poder aquisitivo maior. "O secretário fez uma declaração meio incoerente sobre a situação no momento, principalmente porque o País está evoluindo economicamente. Se ele acha isso, podemos voltar para trás, na época do índio, e andar pelado. Aí não teria problema de grife, de assalto. Se existisse segurança não teríamos arrastões, assaltos em caixas eletrônicos, assassinatos", disse ele, que viu o movimento no restaurante cair após o assalto comandado por cinco homens armados. Clientes tiveram de entregar joias, celulares, cartões e dinheiro aos bandidos.Uma psicóloga e cliente do restaurante, que não quis se identificar, afirmou que não mudou nem vai mudar seus hábitos de consumo por causa da onda de arrastões em restaurantes da capital paulista. Ela afirma que tenta se proteger nas ruas dirigindo um automóvel blindado, porém, a criminalidade não tem hora nem lugar. "Temos de tomar cuidado para tudo, mas não quero entrar nessa neurose se não vou ficar presa dentro de casa. Eles (os criminosos) encontram filões que, nesse momento, dá resultado. Tem época que os assaltos a banco são mais frequentes. Depois, são os assaltos a condomínios. Agora, a moda são os assaltos a restaurantes", lamenta. Falta de notificação Um dos obstáculos ao trabalho da polícia para deter o avanço desses arrastões é o que o delegado-geral de polícia de São Paulo, Marco Carneiro Lima, chama de uma "cultura de subnotificação". "Pedimos que os donos de estabelecimentos não relutem em registrar as ocorrências para que a polícia tenha condições mínimas de trabalhar, o que não acontece quando não se registra as ocorrências. Para o diretor jurídico da Abrasel, Percival Maricato, muitas vezes o estabelecimento não tem outra escolha que omitir a ocorrência. "O estabelecimento fica entre a cruz e a espada. São 50 mil estabelecimentos em que o dono, quando pode, não informa a polícia porque isso compromete o fluxo de clientes", diz. Pela relutância em registrar estas ocorrências, o número pode ser muito maior. A falta de registro de ocorrência pode ocasionar o prejuízo do mapeamento e da prevenção deste tipo de crime. Outra recomendação das autoridades é que o dono ou gerente de restaurante ligue para o 190 ao perceber algum movimento suspeito, como um carro que passe repetidamente em frente ao estabelecimento. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, quando acionada, a Polícia Militar pode enviar uma viatura para constatar a suspeita no local e evitar o assalto. (Portal Terra/SP – 27/06/2011)
Equipamentos de monitoramento serão instalados nas principais rotas de fuga usadas por bandidos que atuam na Região Oceânica do municípío. Dinheiro será captado entre empresários. A Câmara de Segurança da Região Oceânica (CSRO) apresentou ontem a proposta do sistema de videomonitoramento das vias públicas aos empresários e à população local, durante café da manhã em Piratininga. De acordo com o presidente da entidade, Renan Lacerda, estudo inicial prevê que sejam necessários investimento de R$ 1,2 milhão para a implantação e manutenção do sistema durante os dois primeiros anos. A CSRO firmou convênio, em março, com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, que se comprometeu a oferecer toda infraestrutura da Polícia Militar necessária para a implantação do projeto. A CSRO pretende captar esses recursos entre os empresários. O projeto prioriza o videomonitoramento das três principais entradas e saídas da região – Estrada Francisco da Cruz Nunes, Avenida Central e Estrada para Itaipuaçu, que servem como rotas de fuga, além de pelo menos duas vias secundárias como a Rua São Sebastião e a Estrada Frei Orlando.“Quanto mais pessoas participarem, menor será o custo para cada um. Várias instituições, como bancos e concessionárias de automóveis, já sinalizaram que têm o interesse em investir no projeto, que por trazer segurança vai agregar valor aos negócios e aos imóveis da região. Pretendemos, na próxima reunião, que deve acontecer no dia 26 de julho, definir uma comissão para estudar a melhor forma de captação. Acreditamos que até setembro já esteja tudo funcionando”, acredita o presidente da CSRO.O comandante do 12º BPM (Niterói), tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, ressaltou a importância da integração do sistema aos outros projetos implantados na RO, como o sistema de ponto eletrônico, em que policiais são fiscalizados por um instrumento que verifica quantas vezes por dia é feita a ronda em locais pré-determinados.“Não podemos pensar que segurança é ter apenas um homem fardado em cada esquina. Queremos que a segurança pública seja implantada com os mais corretos e modernos modos de administração. A câmera é um instrumento de segurança, mas não funciona se todo o sistema não estiver integrado. Precisamos ter condições de detectar um problema e poder agir, caso contrário, só sentiremos medo”, enfatizou o comandante, lembrando que o monitoramento das câmeras será feito em uma sala no DPO do Cafubá, por um funcionário contratado pela CSRO.A servidora pública Angélica Câmara, moradora da localidade Maravista, em Itaipu, afirmou ter gostado do que viu na apresentação do projeto de videomonitoramento feita pela Câmara de Segurança. Segundo ela, além dos empresários, os moradores também devem colaborar financeiramente.“Já instalei câmera com circuito interno na minha casa, muro alto, portão eletrônico, interfone, mas continuo me sentindo insegura. Há quinze dias minha mãe foi assaltada na porta da nossa casa e vários outros vizinhos já passaram por situações semelhantes. Achei o projeto de monitoramento muito interessante para viabilizar mais segurança. Se todos participarem vai sair barato”, ponderou. (Jornal O Fluminense/RJ – 27/06/2011)
Universidade vai instalar 30 câmeras, das quais 15 fixas e 15 móveis. Licitação vai selecionar empresa para elaborar plano de segurança. A Universidade de Brasília (UnB) informou nesta quarta-feira (22) que 30 câmeras de segurança já estão em fase de instalação no campus Darcy Ribeiro e que vão funcionar a partir da primeira quinzena de julho.Nesta terça (21), o Conselho Comunitário de Segurança da UnB discutiu a proposta de edital de contratação de uma consultoria em segurança.De acordo com assessoria, a empresa selecionada será responsável por mapear as área de maior risco dentro dos campi e desenvolver uma metodologia de atuação para a equipe de seguranças da universidade.Segundo a universidade, a consultoria será escolhida a partir de licitação e terá 90 dias para elaborar o plano de segurança da universidade. (Portal G1/DF – 22/06/2011)
Dentro de 90 dias, o parque Ibirapuera será vigiado por 11 câmeras. Elas serão responsáveis por monitorar a área de lazer e seu entorno, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.Das 11, nove ficarão fora das dependências do parque, instaladas em postes próximos aos nove portões que dão acesso ao local. Uma ficará instalada em meio às quadras e irá vigiar o movimento do local, que, além das pessoas que jogam basquete e futebol, é frequentado por moradores de rua e usuários de drogas. Outra será instalada em cima do prédio da Bienal.Com alto poder de resolução e com giro de 360°, elas ficarão a 60 metros de altura.A decisão de instalar os equipamentos fora do parque foi para manter a privacidade dos frequentadores do local. Placas serão instaladas para avisar quais trechos estão sendo monitorados.As imagens serão transmitidas para uma central da Secretaria de Segurança Urbana. (Jornal Destak/SP – 28/06/2011)
O Exército possui um projeto de R$ 2 bilhões para equipar até 2014 os sistemas de inteligência e de prevenção e combate ao terrorismo do país. O objetivo é garantir que os militares estejam preparados para atuar na segurança da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil. O planejamento, denominado "Brigada Braço Forte", estima que a aquisição de novos equipamentos é necessária porque "atualmente, o índice de obsolescência dos meios de comunicações (do Exército) ultrapassa 92%", sendo que isso tem "afetado a capacidade de coordenação e controle até de simples emprego de tropa para ações emergenciais".Segundo o general Antonio Santos Guerra Neto, comandante do Centro de Guerra Eletrônica do Exército, o plano quer deixar os militares "aptos para contribuir para a segurança pública com informações e dissuasão" e deverá ser finalizado e apresentado à presidente Dilma Rousseff até 2012. "A segurança na Copa é compartilhada e o Exército terá a sua parte, principalmente para garantir a questão logística do evento e a rápida difusão de dados sobre suspeitos ou alvos em potencial com a Polícia Federal e os outros órgãos de segurança pública. Teremos jogos em 12 capitais, equipes de todo o mundo estarão aqui e haverá chefes de Estado internacionais que teremos que fazer a proteção. Como o Exército está presente em todo o país, pode ajudar muito", diz o general. "Ainda estamos na fase de buscarmos as necessidades e contatar empresas para adquirir os equipamentos e a tecnologia necessária. Grandes companhias como Odebrecht, Embraer Defesa, Avibrás e Camargo Corrêa já demonstraram interesse em participar", aponta o oficial.O Ministério da Defesa informou que desconhece o projeto e que ainda será discutido futuramente como será a participação das Forças Armadas na segurança dos jogos. Segundo a pasta, o planejamento da Copa está sendo administrado atualmente pelo Ministério da Justiça.Dentre os pontos previstos no plano estão o monitoramento do espaço aéreo do país e investimentos em artilharia antiaérea (com a aquisição de radares e novas armas, capazes de abater caças invasores), monitoramento de suspeitos por meio de rádio e telefonia e também compra de equipamentos para detecção e destruição de bombas nucleares, químicas e bacteriológicas. "Vamos comprar também armas não letais, para a tropa ficar preparada para atuar em controle de distúrbios civis (como protestos). Não é para dar poder de combate, mas para prevenção e cooperação. Só a presença de um militar com um tanque nas ruas já demonstra poder", diz Santos Guerra.O projeto também prevê o aumento de número de militares em algumas capitais, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, "onde o contingente deve dobrar", segundo o general. Haverá ainda compra de material para ações de defesa civil e calamidades que eventualmente venham a ocorrer no país, como enchentes e secas. "Cada vez mais, somos chamados a atuar nestes momentos de tragédia", acrescenta o comandante. O projeto "Brigada Braço Forte" está ainda na primeira fase, em que foi contratada uma empresa para assessorar o Exército na elaboração de um projeto básico para definir quais são as tecnologias, armas e equipamentos que deveriam ser adquiridos. Em seguida, haverá contato com empresas interessadas em vendas, aprovação do orçamento pelo governo e a abertura de licitações ou contratos.Além deste projeto, o Centro de Guerra Eletrônica possui em andamento o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, o Sisfron, orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões) e que deve estar concluído em 2019, segundo o general Santos Guerra. Deverão ser instalados novos 29 pelotões de fronteira, principalmente nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Amazônia (hoje são 22 unidades, nenhuma no Centro-Oeste). Serão comprados também novos equipamentos que permitirão rastrear, monitorar e impedir a entrada de armas e drogas pelas fronteiras do país. "Temos 16 mil quilômetros de fronteira seca por onde se entra tudo no Brasil. Com radares de baixa altitude, lanchas, equipamentos de visão noturna, aeronaves não-tripuladas e maior número de homens vamos aumentar nosso poder de vigilância e fazer nossa parte contra a criminalidade", diz o general.A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) iniciou em outubro de 2010 um planejamento junto com o Comitê Organizador da Copa do Mundo da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para garantir a segurança dentro e fora dos estádios durante os jogos, com orçamento inicial de R$ 4 bilhões. Serão feitos investimentos nas polícias de todos os estados e formações no exterior. Desde o começo de 2011, o ministro da José Eduardo Cardoso, está visitando governadores e prefeitos das capitais do país buscando melhorar a troca de informações entre os órgãos de segurança pública até a Copa. (Portal Revista Segurança e CIA/SP – 17/06/2011)
O desembargador Damião Cogan, da 5.ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu liminar liberando o uso da tornozeleira eletrônica em detentos em regime semiaberto de Araraquara, interior paulista, com permissão de saída para trabalho externo. A liminar foi obtida pelo Ministério Público Estadual no início do mês e reverte, ainda que de forma provisória, uma das decisões judiciais de primeira instância que vetaram o monitoramento eletrônico em detentos que saem durante o dia para atividades de trabalho ou estudo. Autor do recurso aceito pelo tribunal, o promotor das Execuções Criminais de Araraquara, Herivelto de Almeida, alegou que o uso do equipamento evita distorções que hoje ocorrem nas saídas para trabalho externo, como um caso em que detentos do litoral sul foram à praia em vez de se apresentar para a atividade de ressocialização. "É uma questão de segurança coletiva", afirma o promotor Herivelto de Almeida. "O monitoramento eletrônico garante o direito do detento de trabalhar e também garante o direito do Estado, que detém a custódia dele", diz.Desde o início do uso das tornozeleiras, no fim do ano passado, uma série de decisões judiciais limita o uso do equipamento em várias cidades do interior do Estado. O principal argumento dos juízes nessas decisões é que a tornozeleira só poderia ser usada em prisão domiciliar e saídas temporárias, como as que ocorrem em feriados santos ou Dia das Mães. Na interpretação da Promotoria, entretanto, o trabalho externo é uma forma de saída temporária, o que também abre caminho para o uso da tornozeleira nesses casos.Os críticos desse tipo de uso também dizem que o equipamento pode causar constrangimento para o detento na retomada do contato social. "O objetivo não é expor a pessoa. Uma calça esconde facilmente a tornozeleira", diz o promotor Almeida.Atualmente, em razão das decisões contrárias de juízes, só parte das 4,8 mil tornozeleiras à disposição da Secretaria de Administração Penitenciária está sendo usada.Pelo último balanço divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, referente a saídas temporárias antecipadas do feriado de Páscoa, o uso da tornozeleira eletrônica reduziu o número de presos que não voltaram às unidades prisionais do Estado: dos 9.283 detentos beneficiados por saída temporária, 5,3% não voltaram, índice que ficou em 3% no grupo de 103 presos monitorados.No fim de 2010, o índice de fuga entre os que usaram o equipamento foi de 1,3%, contra 7,1% dos demais. Os dados da saída temporária de Páscoa ainda não foram finalizados. O uso da tornozeleira eletrônica no Brasil foi liberado pela Lei Federal 12.258, do ano passado. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 20/06/2011)
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