Setor de segurança eletrônica
discute alterações na legislação
para redução de tributos
Deputado Jerônimo Goergen (PP) levará à
Comissão de Finanças da Câmara propostas
recebidas de mudanças no Simples Nacional. O deputado
federal Jerônimo Goergen (PP) participou de seminário
em Porto Alegre, proposto pela Associação
Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de
Segurança (ABESE), onde foram apresentadas
reivindicações do setor em relação
à elevada incidência de tributos. O parlamentar
palestrou sobre a movimentação da reforma
tributária em Brasília e destacou os principais
pontos que são considerados fundamentais, como a
redução na alíquota interestadual,
unificação e simplificação de
ICMS; a desoneração ou mudança na base
de tributação da folha de pagamento; a agilização
na devolução de créditos por exportação
e investimento do PIS/COFINS e a ampliação
do limite de enquadramento no SUPERSIMPLES.O sindicato das
Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
do RS, através de seu vice-presidente Jaime Lopes,
reforçou o coro na necessidade de articulação
política para aprovação do Projeto
de Lei nº 1759/2007, que regulamenta a função,
com o Estatuto da Segurança Privada. “Nosso
chamamento para que o deputado Jerônimo estivesse
aqui também tem o objetivo de capitanear nosso pleito,
pois representa muito para a categoria. Combinamos uma agenda
importante que será encaminhada em Brasília
para o andamento deste PL”, afirma Lopes. De acordo
com o assessor jurídico da ABESE, José Laércio
Araújo, há uma urgente necessidade da revisão
tributária para o setor no Simples Nacional, que
hoje taxa empresas que exercem diferentes atividades com
os mesmos índices: “ Há uma disparidade
na tributação atual, pois de acordo com a
Lei 7.102/83, em seu artigo 2º, inciso 1º, que
gerou o CNAE 80.20, foi fixada tributação
do setor no anexo IV com valores mais elevados e não
no anexo III, como deveria ser. Solicitamos ao deputado
Jerônimo que leve este nosso pleito para incluí-lo
no relatório do novo Simples, para que tenhamos esta
regulação, que não penalizaria as empresas”,
avalia Araújo.Para o relator da Sub Comissão
das Micro e Pequenas Empresas as reivindicações
do setor vão se somar às modificações
que vão ser compiladas no texto do relatório
do Simples “Estamos recolhendo todas as sugestões
possíveis para o relatório que vou apresentar
na Sub Comissão das micro e pequenas empresas. A
situação das empresas de segurança
eletrônica não é diferente, pois comprovei
que existem distorções que podem , se revisadas
no novo Simples, dar fôlego as empresas para seu crescimento
e conseqüente geração de mais emprego
e renda. Também vou atuar para que o projeto
que regulamenta a função tenha o devido tramite
na Câmara, o que já estaremos fazendo próxima
semana, diz Jerônimo Goergen."
(Portal Jerônimo Goergen/RS – 17/06/2011)
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