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O Programa Muralha Paulista, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, vem consolidando uma estratégia de Segurança Colaborativa em escala estadual: integrar tecnologia, dados e imagens para restringir a mobilidade criminal e acelerar respostas operacionais. O movimento ganhou tração com adesão crescente de municípios e participação do setor privado, criando uma rede que amplia a capacidade de prevenção e investigação no estado de São Paulo.
Mas, para o mercado de segurança eletrônica, o desafio não está no “querer aderir”. Está no conseguir operar.
Na prática, quando uma operação de segurança, seja central ou portaria, integrador, empresa ou condomínio, tenta colocar Segurança Colaborativa de pé, o processo costuma travar no mesmo ponto: o manual. Cadastro “um a um”, planilhas, retrabalho, dúvidas de critério, falta de governança, e o projeto perde timing, escala e previsibilidade.
É exatamente aqui que a Monuv entra.A Monuv, plataforma de VMS em nuvem, fortalece sua integração com o Muralha Paulista para transformar adesão em processo replicável, permitindo que operações privadas saiam do improviso e executem projetos de Segurança Colaborativa com padrão, velocidade e escala.
O gargalo que trava o mercado: adesão sem processo vira desgaste.
Para quem vive o dia a dia, a situação é conhecida:
. A demanda existe (cliente, condomínio, empresa, município, solicita “Muralha”)
. O valor é claro (colaboração, prevenção, rede, entorno mais protegido)
. Mas a execução vira uma tarefa dispersa, manual e difícil de controlar
O que a integração Monuv entrega hoje
No nível atual, a integração com o Muralha Paulista pela Monuv é focada em compartilhamento simplificado, com o principal diferencial de execução: padronização + envio em lote.
Na prática, a operação organiza as câmeras dentro do VMS, aplica os critérios necessários (ex.: direcionamento para via pública) e consegue preparar a submissão de forma escalável — reduzindo erro e retrabalho que normalmente surgem quando o volume cresce.
A participação no programa é voluntária e segue regras e governança. A Monuv não substitui o Muralha e não interfere em investigações: seu papel é ser a camada operacional que permite ao mercado aderir com método.
Smart Sampa x Muralha Paulista: ambos são Segurança Colaborativa — mas não são a mesma coisa
Para orientar o mercado, é importante separar os dois programas:
. Muralha Paulista: atuação estadual, conectando cidades do Estado de São Paulo
. Smart Sampa: atuação municipal, focada na cidade de São Paulo (capital)
Os dois contribuem para a lógica de Segurança Colaborativa, mas têm escopo e operação diferentes.
E sim: quem já compartilha câmeras no Smart Sampa pode também aderir ao Muralha Paulista — desde que realize o processo de adesão e compartilhamento separadamente em cada programa (não é automático). A Monuv também integra câmeras ao Smart Sampa.
Próximos passos:
Aprofundar automação e ampliar capacidades do ecossistema
Além do compartilhamento simplificado (nível 1), a Monuv trabalha na evolução da integração para ampliar a profundidade operacional, reduzindo fricção e aumentando padronização e governança.
A agenda inclui amadurecimento de níveis seguintes do fluxo e evolução de capacidades associadas ao ecossistema — como iniciativas relacionadas a LPR e recortes faciais (em desenvolvimento) — com comunicação responsável, anunciando como ativo apenas o que estiver pronto e validado para o cliente.
Segundo nossos executivos:
Bruno Gouvea, CRO da Monuv
“O Muralha Paulista consolida uma nova fase da segurança: colaboração com método, tecnologia e escala. O que a Monuv faz é resolver o gargalo da execução — transformar adesão em processo replicável para centrais, portarias, integradores e operações privadas. Quando a integração deixa de ser manual, ela vira entrega, vira serviço e vira resultado.”
“Nosso foco é posicionar a Monuv como o VMS que facilita as integrações mais relevantes do mercado. Segurança colaborativa não pode ser só discurso: precisa virar projeto implantado, com governança e previsibilidade.”
Héctor Borrello, Market Intelligence Manager da Monuv
“O programa já está em operação real e em escala. O mercado precisa de um caminho simples para participar — especialmente quando falamos de muitos sites, muitos clientes e grandes volumes de câmeras. A integração pela Monuv foi desenhada para reduzir atrito operacional e viabilizar adesão com padrão, velocidade e governança.”
“Nos próximos passos, a Monuv avança para aumentar automação e profundidade operacional. A agenda inclui amadurecer os níveis seguintes do fluxo e evoluir capacidades associadas ao ecossistema — sempre com comunicação responsável: só anunciamos como ativo aquilo que está pronto para o cliente.”
Quem se beneficia com o programa Muralha Paulista
Todos os perfis abaixo compartilham o mesmo driver: aderir e operacionalizar projetos de Segurança Colaborativa, usando o Muralha Paulista como caso âncora.
1. Centrais de Monitoramento → oferecer adesão como diferencial e serviço recorrente
2. Portarias Virtuais/Remotas → conectar perímetro/via pública com governança e argumento de prevenção
3. Integradores de Segurança → vender “projeto pronto” + execução em escala
4. Empresas → colaborar e reduzir risco no entorno (e profissionalizar monitoramento)
5. Condomínios → colaborar e aumentar proteção perimetral e entorno

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